Fuck buddy!

Eles eram amigos há muito tempo, e sempre se agarraram por aí, mas nunca passaram de beijos e abraços.
Um dia, Andréia voltando da escola,encontrou Victor e ele a convidou para ir à sua casa.



Andréia vai em casa, toma um banho e segue o caminho que ele já sabia onde ia terminar, mas tinha esperanças de conseguir resistir.
Ela toca a campainha e ele atende. Senta-se no sofá enquanto ele vai até o quarto buscar alguma coisa.



Quando ele retorna, está com um papel de seda enrolando um baseado. Oferece a ela, que recusa.
Após conversas e risadas, ela resolve aceitar, e entra na onda. Ele a levanta e a beija com tesão. Ela retribui, passando a mão em seu ombro e se sentindo bem. Um se esfrega no outro e Andréia se deita no sofá. Victor abre devagar as pernas dela, puxando a calcinha e levantando a mínima saia daquela safadinha que ali estava. Ele coloca a boca naquela xaninha cheirosa e macia. A língua dele percorre a pele quente e molhada de seu sexo, fazendo seu pau enrijecer e ela chegar ao êxtase.



Andréia se levanta, abaixando o short de Victor e agarrando seu pau. Coloca-o na boca e chupa. Lambe a cabeça com vontade e enfia na boca. Brinca com ele, o faz delirar e levanta. Tira saia. Ele a pega e a coloca no sofá de pernas abertas e deita por cima. Ela o sente invadindo seu corpo e respira fundo sentindo sua cabeça girar. Ele mete gostoso, com força e carinho. Inesquecível.



Ela desejava aquilo há tempos, mas não achava que fosse acontecer.
Victor para e se direciona à parte interior da casa, dizendo para ela segui-lo.
Ela levanta e o segue, dando de cara com o banheiro. Ainda lerda, caminha devagar. Quando entra no banheiro, ele a imprensa na parede beijando sua boca e chupando seus peitos macios. Victor a pega no colo pelas coxas e a coloca sobre a pia. Ela o agarra pelo pescoço e o segura com força contra o seu corpo. Rebola e se esfrega nele...chegando ao êxtase, ele se retira de dentro dela, dá um grito fervoroso de prazer e derrama seu líquido quente e forte na coxa dela. Ela respira e eles vão para o chuveiro, onde cada um toma seu banho e voltam ao normal.



A partir dali, o desejo de uma segunda vez permaneceria, junto com a vontade de senti-lo dentro outra vez, respirando em seu pescoço e puxando-a contra si.

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Meias, luvas, calcinha e champagne!
Ela, no auge de seus dezoito anos de pura sensualidade e curiosidade, e ele ostentado seus trinta e três de experiências...

Um quarto de motel à meia luz na zona norte da cidade. Marina sai do banheiro usando meias sete-oitavo, luvas, calcinha e soutien pretos.

Ao ver aquela que antes parecia uma princesa de tão bons modos provocando seus desejos, agradeceu por estar ali. Rodrigo já está sem roupa, esperando pelo momento com o qual sonhara há quase um ano.

Caminhou até ele com toda a sensualidade que o diabo lhe deu remexendo os quadris e lambendo os lábios. Passou a mão em seu rosto e lhe beijou levemente a boca, dirigindo-se ao outro lado do quarto pegando uma cadeira e se voltou para ele esticando o braço esquerdo. Ele se levanta e caminha até a cadeira se sentando.

Nina, como ele a chamava, dança em volta da cadeira, aguçando seus sentidos e observando os mínimos detalhes de sua expressão. Levanta a perna direita e a apóia sobre a dele, reclinando o corpo e tirando uma das meias. Lambe suas orelhas, excita todo o seu corpo e tira o soutien, a outra meia e fica só de calcinha.

Enquanto isso, ele, no limiar de excitabilidade, admira as belas formas daquela mulher que em poucos meses quase o havia deixado paranóico.

Nina era sagaz e sabia bem como satisfazer um homem sem nem o tocar, apenas exercitando suas artimanhas de sedução. Jogava seus cabelos negros amarrados de um lado para o outro até que sentou-se sobre Rodrigo. Com um suave movimento tirou uma fita que estava amarrando seus cabelos e puxando os dois braços dele para trás, os amarrou.

 Caminhou até o banheiro e voltou com uma venda, uma lata de leite condensado e uma garrafa de champagne nas mãos. Vendou-o, abriu a lata e a garrafa. Nina tira a calcinha e passa a mão em seu sexo energizado e quente, jogando leite condensado e champagne sobre Rodrigo, lambendo seu peitoral, seu abdomen e descendo até seu pênis ereto e forte como uma pedra. Segura com força, mas não muita e o coloca na boca com vontade. Chupa, lambe, aperta, geme e o sente estremecer.

Rodrigo, sem enxergar nada, delira e respira ofegante querendo ter alguma reação mas não pode. Nina senta sobre ele encaixando seu corpo e sentindo um prazer fervoroso subindo pela espinha e arrepiando seu corpo. O movimento continua até que ela, sem levantar, tira a venda e desamarra Rodrigo.

Em súbita força, ele a pega no colo e a põe na cama permanecendo por cima dela.
A respiração, o arrepio, as sensações. Tudo o que sentiam, sentiam a dois e no mesmo instante. As duas horas de prazer terminaram em um orgasmo delirante e enlouquecedor.
Ali estava seu objeto de desejo mais intenso, sua foda mais bem dada e seu acalanto nas próximas tarde de sábado.
Para ela tudo não passava de sexo e curiosidade.

A experiência de saber até onde sua capacidade de enlouquecer iria. As meias já estavam compradas há mais de três semanas esperando por aquele momento que parecia o mundo estar agindo contra, mas que finalmente chegou e foi tão bom o quanto esperado. Ali ela se derreteu e desejou para sempre ser possuída daquela forma.

Nina era mulher, Rodrigo era casado e com dois filhos, mas nada disso impediu que o champagne penetrasse em suas veias e saísse no suor daquele sexo.



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E foi assim que tudo começou...
Quem nunca sonhou com alguma coisa que o tenha feito sentir um frio na espinha e acordou desejando que todo o sonho fosse verdade? Pois essa noite eu tive um sonho assim, e como bom adorador de sexo que sou, resolvi escrever sobre isso.