Emoção à flor da pele...
Mesmo ele não sabendo, ela tinha aqueles seios belos e arredondados, até que um dia ele soube.
Manuela e Leandro trabalhavam juntos há um tempo, ela no terceiro andar e ele no sexto. Às vezes se esbarravam no elevador e trocavam sorrisos maliciosos e tensos.

Ela entra na sala dele, sorri e o cumprimenta:
- Oi, Lê. Tudo certinho essa semana?
-Tudo bem sim, linda. E com você? Trabalhando muito?
-Só um pouco. Nada que não dê para aguentar.
- E o que a traz aqui?
- Precisei de umas informações do perito aqui do lado e resolvi vir te ver.
-Bom, fico lisonjeado- respondeu ele a observando dos pés a cabeça.

Após trocarem algumas palavras, o celular dele toca e enquanto ele atendia, a cabeça dela fervilhava em pensamentos maliciosos que o incluíam, mesmo sem que ele soubesse.
Ele desliga o telefone e ela resolve voltar ao trabalho.

-Tchau querido. Vou desçer e trabalhar um pouco, já que você não o faz, alguém tem que fazer- sorrindo e esticando os braços para abraçá-lo.

-Se você soubesse o quanto eu tenho trabalhado, não diria isso.- diz Leandro se levantando e abraçando-a. Nesse momento os dois sentem algo repentino e ao invés do habitual beijo no rosto, os dois se beijam na boca com paixão e tranquilidade.

Leandro passa a mão direita pelo pescoço dela puxando devagar seus cabelos, enquanto sua outra mão passa pela cintura sem saber que havia tocado no ponto fraco da moça.
Manu sente um arrepio e se sente excitada, percebendo que ele também estava, sente sua cabeça reclinar um pouco para trás e uma leve pressão na cintura. A vontade de um algo mais surgiu, mas estavam em um ambiente de trabalho. O que fazer?
Seguindo seus impulsos, caminhou até a porta e a trancou retornando para onde ele estava e tirando a blusa. Manuela se encosta nele sentindo o coração bater mais forte e o agarra com tesão. O reclina sobre a mesa passando a mão em seu peito.
- Uhn, mulher de atitude além de gostosa. - diz Leandro enquanto tira o soutien dela.
- Você ainda não viu nada.- enquanto abre o zíper da calça dele e segura firme aquele pau duro. Puxa, agacha e o coloca na boca, lambendo, massageando e o fazendo delirar.
Enquanto isso, ele observa aquilo não querendo acreditar no que via, e ao mesmo tempo com medo de alguém chegar e os pegar no flagrante, até que toma uma atitude. A pega no colo e a coloca de pernas abertas tirando sua calça jeans e depois, com os dentes, tira sua calcinha preta de renda.

Mais uma vez ela se arrepia e passa a mão sobre a cabeça dele, que se ajoelha à sua frente e com calma beija a parte interior de suas coxas, subindo e chegando àquela visão explêndida. Um cheiro doce e suave que ainda o excita mais. Passa a lingua delicadamente naquela bucetinha cheirosa enquanto a ouve gemendo. Continua em seu ritmo frenético até que decide ir além. Enfia um dedo devagar para senti-la e ela estremece.
Leandro encaixa seu corpo junto ao dela, segurando-a com firmeza pelos quadris e se escorrega para dentro dela fundo e pesado, como uma estocada precisa e na pressão certa. Manu rebola se sentindo preenchida por aquele homem que até há poucos meses era um completo estranho. Aquele homem com olhos cor de mar , mas que a fazia se sentir única e a chupava como ninguém.
Eles se abraçam enlaçados como um só ser, ele penetrando e ela sendo penetrada. Gemidos, suor e arranhões. Ele agarra os seios dela e goza profundamente querendo perpetuar aquele momento e esquecer de tudo.
Alguém bate à porta. Ele grita que já está para atender enquanto ela se recompõe e ele coloca a camisa. Manuela volta ao seu local de trabalho e passa a tarde pensando no que acontecera.
Durante meses eles trocam e-mails todas as semanas, mas nunca comentando sobre o sexo ferveroso e sempre desejando tudo aquilo e muito mais. Talvez uma segunda oportunidade que pudesse trazer à tona o monstro insaciável que havia dentro dos dois, mas isso nunca aconteceu.

Dedicado à Leandro Carvalho



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