Recordar é viver - Parte 2

Ai gente, eu sei que ando sumida, mas ta complicado pro meu lado. Até doente, coisa que eu não fico nunca, eu estive. Ainda não estou 100%, mas estou melhorando aos poucos. Enfim, passei por aqui para contar a segunda parte da minha fugida com o Victor.


Victor levantou-se me convidando a tomar uma ducha para acalmar os ânimos. Aceitei de imediato, deslizando meu corpo até a ponta da cama e observando aquela bunda linda e durinha que caminhava à minha frente. Suas costas, assim como suas coxas eram desenhadas por algum tempo de malhação.



Ele entrou primeiro, temperando a água.

- Assim está bom para você? – perguntou enquanto abria um pouco a porta para que eu pusesse a mão.

- Espero que esteja – respondo enquanto entrei apressada no banho com ele.




Ficamos ali por algum tempo, ensaboando os corpos um do outro, trocando beijos e carícias. Lembro-me claramente do momento em que me ajoelhei a chupei seu pau com calma e carinho debaixo d’água. Ele estava extasiado. Saímos do banho e voltamos para o quarto. Enrolei-me na toalha e fui até a mesinha onde estavam meus celulares. Olhei a hora e sentei na beira da cama.

Victor veio do outro cômodo com um sorriso maroto e disse:

- Trouxe um fininho pra gente, vai querer?

- Pô, nem sei. Não é muito a minha praia não, mas já que to na chuva...


Ele sentou na cama e ligou a TV. Eu reclamei de imediato, dizendo que eu se ele colocasse no jornal nacional, eu iria embora. Rimos um da cara do outro e ele acabou por colocar em um filme pornô. Enquanto ele apertava, desbelotava e outros ‘avas’ mais, deitei minha cabeça sobre a perna dele e fiquei assistindo

dois homens fazendo miséria com uma menina magricela que mais interpretava do que sentia prazer.


Enquanto fumávamos, ele ficou enrolando meus cabelos molhados com as pontas dos dedos. Ficamos ali por algum tempo até que eu cansei daquela calma. Pedi para que apagasse o que ainda restava e desligasse a TV. Como um rapaz obediente, assim o fez.




Subi um pouco meu corpo e beijei sua boca com vontade, deixando claro que eu queria mais. Ele entendeu meu chamado e passou a mão pela minha cintura, puxando minha toalha e depois o meu corpo para perto do seu. Ficamos algum tempo nos beijando, até que desci minha boca até o seu peito, lambendo, acariciando e beijando até chegar ao meu paraíso particular. Passei a mão em sua coxa devagar, pegando sua pica devagar e lambendo a cabeça, seguindo o ritmo e colocando na boca. Num ritmo calmo de vai-e-vem, fiquei ali me deliciando por bastante tempo, até que ele chupou meus seios com vontade e subiu em mim, encaixando seu corpo no meu, enfiando seu dedo e sentindo meu sexo quente e ligeiramente úmido. Victor enfiou seu pau devagar, beijando minha boca e rebolando com vontade, colocando tudo até o fundo, me fazendo gemer, rebolar e suar. Eu gemia baixinho em seu ouvido, sentindo sua respiração ofegar enquanto arranhava de leve suas costas.

Cada vez com mais pressão e força, ele me enlouquecia, encontrando seu corpo com o meu e lambendo meus seios. Ele levantou uma das minhas pernas, dobrando-a e colocando meu joelho na altura de seu rosto, deixando-me bem aberta para que pudesse enfiar tudo até o fim. Era a melhor sensação do mundo naquele momento. Eu queria mais, não queria sair dali tão cedo e não queria parar.

Aquele homem forte, gostoso e cheio de vida, estava entregue ao seu prazer em meu corpo. Eu podia ver em seus olhos que naquele momento, seu desejo pertencia a mim e era ali que ele queria estar. Nossos corpos se fundiram com força e tesão suficientes para que ele fosse diminuindo o ritmo devagar, mas mantendo a pressão.

Aos poucos ele foi deixando a concentração de lado, sentindo o balanço do meu corpo junto ao seu e gozou com vontade, beijando minha boca e me abraçando.


Deitei de costas pra ele, que deitou ao meu lado, encostando seu corpo ao meu e acariciando meu corpo do pescoço até minha bunda. Sua mão fazia exatamente o contorno do meu corpo, subindo e descendo de acordo com minhas curvas e nos fazendo relaxar.





Relaxem vocês também, pois ainda falta a terceira, ultima e melhor parte.


Beijoselambiidas, Flux*

Um comentário:

Living alone disse...

muito bom! delicia de história, e mais uma vez quase estouro o ziper da calça...

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