Toques e retoques
Eu não sei por que, mas ainda me surpreendo com algumas coisas que ouço. Ontem eu estava conversando com um amigo que já saí, e não foi lá essas coisas, sobre como os homens têm uma visão distorcida das formas de levar uma mulher ao orgasmo. No meio do papo acabou surgindo um comentário sobre ejaculação precoce e disfunção erétil (a famosa borracha fraca), que embora muitos não assumam, é mais comum do que se imagina.

Eu lembro que no dia em que saí com esse meu amigo, que sofre de ejaculação precoce, ele ficou meio com cara de bunda, sem saber o que fazer e eu com uma vontade tremenda de sair dali, matá-lo ou qualquer outra coisa. Não por eu ser insensível ou grossa - duas coisas que sou mesmo - mas por não admitir que ele, já sabendo do problema que possui, não tenha buscado outras formas de se dar prazer a uma mulher que não seja com o pau. PORRA, acho isso indemissível. Sem contar que quando eu disse isso ontem, que tinham mais formas de se dar prazer do que com o ‘membro’ (isso ficou horrível) ele ficou me olhando com uma cara de espanto, como se eu fosse um E.T. ou coisa parecida. Depois veio a fase do adivinhômetro, onde ele, com sua vasta experiência do tamanho da Eslovênia, ficou perguntando se era com beijinhos, lambidas ou se tinham coisas além dos dedos. Juro que comecei a rir. Por fim, disse que colocaria aqui para o deleite de todos e para que também não façam feio, como muitos fazem, né, VN?

Meninos, todo o corpo da mulher é erógeno. Pelo menos o meu, sim. Haha
Massagens, toques, carinhos, às vezes podem causar muito mais efeito do que aquela socação sem fim. Falo por mim e algumas amigas quando digo que acho muito mais interessante o clima sensual, a liberdade e intimidade do que o ato de penetração em si.

Articulações são boas amigas, as costas, pescoço, cintura. Imaginem o corpo feminino como um mundo a ser descoberto. Um mundo onde vocês já exploraram a orelha, os bicos dos seios e as grutas profundas, porém, os maiores tesouros estão nos lugares mais distantes. Esqueçam um pouco das orelhas e dos bicos dos seios e concentrem-se no seio por inteiro. Contemplem a visão do corpo feminino como se você fosse um gordinho faminto vendo uma torta de chocolate. Não adianta ter pressa. Com as mulheres não é nada visual. Tudo funciona no sensorial e com toda calma do mundo. Correria só nas rapidinhas, e mesmo nelas, não podem faltar as preliminares, mesmo que sejam poucas e rápidas.

Um bom exemplo disso é a boa e velha massagem. Ela funciona de uma forma ampla, podendo relaxar, excitar ou tensionar. Tudo depende de como é feita. Passe um óleo – não exagera porque se não fica tudo lambuzado e meio nojento - com calma nas costas de sua parceira, em movimentos circulares, do pescoço até a cintura. No meu caso, pode exagerar na cintura. Amo que mexam na minha cintura. Faça com carinho, calma e um pouco de pressão – não vai amassar a garota, ela não é massa de pizza.. Vire-a e deite-a de frente para você, que estará sentado na cama. Passe as pernas dela pela sua cintura, a fim de que o ventre dela esteja relaxado e de frente para você. Massageie seu ventre, em volta do umbigo, subindo e passando pelos braços e chegando aos seios. Agora é que a coisa complica, pois vocês não têm noção de força quando se trata dos seios de uma mulher. Quando chegar aos seios, a massagem muda um pouco de figura, perdendo uma pouco da pressão. Massageie com muuuita calma e atenção para não machucar a moça. Tente não se concentrar nos bicos, e sim no seio com um todo. Depois pode beijá-lo e dar umas mordiscadinhas de LEVE, mas lembre-se que fato de ela estar deixando-se ser massageada por você já demonstra muita confiança, logo, aproveite a oportunidade e faça valer à pena.
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O pior de todos
Oi, gatos! Quanta saudade! Eu sempre passo por aqui pra contar as minhas boas experiências nas camas alheias. Semana passado eu recebi um e-mail de um amigo perguntando se todas as minhas fodas são boas. Que de uma forma de outra, ou eu devo ser muito boa de cama, ou eu sou tão ruim de cama que acho que tudo o que os outros fazem é muito bom.

Enfim, respondendo a pergunta do meu querido leitor curioso... Não, nem todas as minhas fodas são muito boas. Aliás, a maioria das minhas fodas não são nem boas. Primeiro, porque eu tenho um nível de exigência muito alto e segundo, que os homens – realmente- andam deixando a desejar em muitos quesitos.

Já que você pediu, vou contar a pior foda que eu já tive na vida.

O cara era um gato e eu já queria sair com ele há muito tempo. Já tinha saído de beijinho e abraço, mas ele já era bem mais velho que eu e rolava um medo dele achar que eu ruim ou alguma coisa do gênero. Pra falar a verdade, eu acho que eu não queria mesmo era dar pra ele, sabe? Quando falta aquela vontade máster de ter alguém? Então, isso não rolava. Nos encontramos um dia na porta de uma balada ao lado da minha casa e acabamos desviando o caminho pra casa dele. De inicio ele foi tomar um banho e eu, como tinha acabado de sair de casa e já estava de banho tomado, fiquei sentada na cama já imaginando como seria, o que eu faria, coisas do gênero. Ele saiu do banho de cuequinha box preta que eu adoro e já veio me atacar. Quando eu digo atacar, é no sentido literal da palavra, pois aquele beijo que eu conhecia desapareceu completamente e no seu lugar ficou uma boca com uma língua gigantesca que parecia me engolir. Eu lembro exatamente a roupa que eu estava. Vestido tomara-que-caia preto bem curto, sandálias de saltos altos bem finos, calcinha preta e bolsa preta. Eu tirei minha sandália e ele, sem me dar tempo pra respirar, tirou meu vestido. Depois ele tirou minha calcinha. E começou a me lamber, beijar todo o meu corpo, tudo ao mesmo tempo como quem tem dez bocas e trinta mãos. Fez oral em mim como se fosse um cachorro lambendo um sorvete. Ai foi a minha deixa pra sair daquele desespero e tomar uma iniciativa. Uma coisa eu não posso negar, o cara era delicioso de se olhar. Negro, forte, com um corpo escultural para os seus 37 anos. Deitei ele na cama imaginando o que teria por baixo daquela cueca box e percorrendo seu corpo com a minha boca. eis a minha surpresa quando tirei a cueca do cara. Ele não tinha um pau, tinha uma tora de madeira gigantesca e dura como aço. Putaquiupariu. Agora era relaxar e gozar. Não dava pra correr, eu não podia correr e meu orgulho não me deixaria sair dali sem o serviço feito. Eu o chupava com vontade – encenada, mas existente – até o fim. Eu já não estava muito na pilha, depois que vi o tamanho do negocio, piorou. Sem tocar no quesito pêlos. Ele tinha pêlos e eu odeio pêlos. Até que no saco não eram muitos, mas só o fato de eles existirem e eu estar olhando para eles, já me enjoava. Por fim, foi a hora do sofrimento. Ele me chupou de novo e colocou a camisinha para os finalmentes. Na hora do vamos ver eu quase saí correndo. Quando eu digo que sou guerreira, ninguém acredita, mas fiquei até o fim. Ele não tinha muito jeito pra coisa, era muito grande e eu não estava a fim. A combinação perfeita para tudo dar errado. Até que não deu tanto assim. Ele meteu de frente, depois de quatro, eu sentei, rebolei, fiz o serviço completo e bem feito. Satisfação do cliente garantida. Por fim, assim que acabou, eu levantei e fui colocar a roupa para ir embora. Sabe aquelas cenas de filme onde a mulher está pronta e com a bolsa nos braços em apenas dois segundos? Foi exatamente assim. Logo depois ele veio me pedir pra deitar com ele. Eu, com a cara mais delicada do mundo, olhei e disse:

- Você não vai querer ficar de romance agora, vai?
- Não, pô. Só estou pedindo pra você deitar aqui e ficar um pouco comigo, será que é pedir muito, dona insensível?

Eu deitei. Deitei com o celular na mão para ver a hora. Contei sete minutos no relógio e levantei. Não dava mais pra ficar ali. Eu não conseguiria passar a noite ali nem por uma coisa. Eu não conseguiria ficar muito mais tempo sem rir ou chorar. Uma das duas coisas aconteceriam logo e eu não o queria por perto quando isso acontecesse.
Ele disse que queria dormir, eu disse que queria ir embora. Ele perguntou o porquê do meu desespero pra ir embora. Eu disse que minha mãe ficaria preocupada pela hora, mesmo sabendo que sendo o ultimo dia do horário de verão, o anterior quatro da manhã, eram na verdade três. Entrei no carro. No caminho ele me disse que a noiva dele que morava em São Paulo chegaria no fim do mês, mas que ele estava se sentindo sozinho ultimamente. Perturbou dizendo que queria ir me buscar no trabalho para eu passar a noite com ele. Que cozinharia para mim, faria massagem e eu só pensando na melhor forma de cair fora daquele carro. Na minha mente só passava: não, eu não quero passar a noite com você, dane-se a sua noiva, a qual eu nem sabia da existência até poucos minutos atrás, não dá pra ir mais rápido? Nos despedimos e eu desci do carro. Pedi pra ele ligar quando chegasse em casa pois estava torto de sono e tenho medo quando as pessoas dirigem assim.

Entrei no elevador do meu prédio rindo horrores. O porteiro achou que eu estivesse bêbada. Dane-se. Naquela hora eu só queria chegar em casa, tomar um banho bem quente e me jogar na minha cama. Foi exatamente o que eu fiz. Quando ele chegou em casa, ligou e eu não atendi. No dia seguinte, ligou e eu não atendi. Domingo passado nos encontramos novamente em um evento aqui perto de casa. Eu tenho dois celulares. Ele só tem o numero de um deles, exatamente o que, por acaso eu tinha deixado em casa naquele dia. Quando cheguei em casa, vi a ligação perdida do número dele. Não retornei. No dia seguinte ele me ligou de novo. Atendi. Me chamou pra sair, eu inventei uma desculpa qualquer, que ele percebeu ser uma desculpa qualquer e disse para quando eu quisesse sair, ligasse para ele.

Por que foi a pior? Primeiro porque não tinha química alguma, segundo porque ele era ruim de tudo. De beijo, de oral, de penetração. Ah, sem falar que o pau dele era tão grande, que era torto. Não que essa fosse a razão de ser torto, mas que além de ser enoooorme, era torto. Não gosto de homens que querem fazer tudo ao mesmo tempo. Sou mal acostumada. A maioria dos homens que eu tive de verdade souberam contemplar meu corpo como uma obra de arte. Parte por parte, observando atentamente cores, cheiros, sentidos. Quando chega um doido desses querendo apostar corrida comigo na cama eu largo de mão. Não dou nem a chance de se redimir. Não dou a chance de fazer de novo. Enfim, meninos, tem apenas uma frase que serve de legenda pra essa noite: muita calma nessa hora.

Ah, eu ia colocar também a melhor de todas, mas não posso, pois a pessoa acompanha o blog e ficaria toda se querendo. Homem é assim, não pode falar bem que já se acha picão.

Beijoselambiidas, Flux*
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Desaparecida
Gente, desculpem a ausencia, mas eu estou sem pc e sem tempo. Minha vida está um caos e eu não tenho tempo nem para aprontar um pouquinho. Reta final, tá complicado, mas prometo que essa semana apareço por aqui para contar o que eu andei aprontando.

Beijoselambiidassaudosas, Flux*
Traiu e quase perdeu o piu-piu
Tá, eu já me conformei com o fato de que os homens não prestam, mas parece que elas não...


'BONDE DAS AMANTES COLA BILAU DE GARANHÃO NA BARRIGA COM SUPERBONDER.'

Esta foi uma das manhcetes do 'super jornal' expresso, aqui do Rio.



Segundo a matéria: Um americano metido a garanhão achou que ia ter uma noite de sexo selvagem e acabou humilhado, espancado e com o bilau colado na barriga pela esposa e suas amantes. (Sim, eram duas)
Tracy Hood-Davies, a esposa traída, descobriu as puladas de cerca do marido, Donessa Davies, e se juntou com as amantes para se vingar.
Therese Ziemann, uma das amantes, o levou para um motel promentendo uma noite quente e o amarrou na cama. Quando ele estava preso, a esposa, uma amiga dela e outra das amantes do americano colaram o penis do cara com uma super cola. Depois, ainda fugiram levando sua carteira, o carro e o celular.
O quarteto de mulheres furiosas acabou em cana e só foi solto depois de pagar fiança. Elas estão sendo processadas.


Agora, uma perguntinha báaaasica: Elas estão erradas?

Já pensou se a moda pega? A fábrica da superbonder ia triplicar a produção...

Beijoselambiidas, Flux*
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A resposta da lambiida, e que resposta.

Sim, eu assumo que tava pra lá de mal-intencionado em relação a ela.
Apesar de nossa amizade ser assim, imensa, com muita confiança, eu imaginava SEMPRE como seria ficar com ela. Não que eu não tivesse gostado da forma em que nos "beijamos", quando ela quis "testar" pra ver se eu arregaria como fiz com outrem. Aquela sensação me causou enormes expectativas,inumeras variaçoes de ficadas, de taticas para seduzir. Ledo engano. Eu sei que ela me acha um manipulador. Nao sei se a palavra se aplica a minha pessoa. Gosto de ter meus pedidos atendidos. Gosto de ser obedecido.

Sei que cheguei lá encharcado.
- "Oi",selinho.

Não ia prestar, concorda?
Pedi que ligasse o ar, pra que eu pudesse me secar.

-"To com frio mas tudo bem" ¬¬

Papo vai,papo vem... Clientes indo e vindo, criançada nervosa. Varios indicios de que tava um clima interessante... Conversas, zoações...

-"Vou embora".

Bicos,quase "choros" heehee... Nos beijamos ali mesmo... Que boca,que vontade de possui-la por completo. Ai começou a "manipulação". Resmungo,faço bico,faço com que ela abaixe a cabeça e imagine. Imagine minha boca percorrendo aqueles seios. Os bicos rijos,o leve roçar na ponta...

-"Voce nao tem moral"

Estendendo a mão,me pega e me leva la pra tras... Ja chego no pescoço,cabelo... Cintura, chamando, convidando para que nossas intimidades se estreitem. Aperto pela cintura, puxo a blusa... Deixo que meus olhos contemplem o q so tinha visto pela webcam, maravilha moderna, porem fria. Chego meu rosto perto, abro a boca e sinto a delicia, a pele jovem na minha boca.
Procuro seu sexo de forma insistente, a fim de me livrar do incomodo da calça jeans que ela usava. Roçadas, beijos... Eis que a porta se abre!! Ela se recompoe,eu fico la, olhando os banners e fitas que estavam na manutenção, Sim senhoras e senhores,eu estava no Santo dos Santos,a sala do chefe! Ela volta,eu querendo que o clima continuasse o mesmo, beijo,esfrego e me roço nela...
Peito pra fora,vou beijando e acariciando, lambo, chupo, brinco com a lingua nele.
Ela se vira, e com olhar de menina matreira, começa a rebolar no meu pau...

Pego pelo cabelo, sinto que ela se contorce.

Não de dor,mas que se fosse em outro lugar,ela gentilmente abriria espaço para que eu a possuisse. A porta se abre de novo,ela mais uma vez se recompoe. Volta, mais uns bjos, toques por cima da roupa.

Um detalhe:

Quando ela ia segurar meu pau, a porta se abriu pela primeira vez. Eu queria que ela tivesse me tocado. Eu queria q ela tivesse me sentido,o pulsar,o latejar do meu pau em sua mao.
Saimos,mais uns papos,a chuva apertou. Beijos,sai correndo enquanto ela falava pra eu levar seu guarda-chuva rosa. De tudo o que ficou? Confiança,cumplicidade e a certeza que temos "quimica" e muita "fisica". E vontade de repetir tudo de novo.

Te amo

Aragorn,
Filho de Arathorn,
Herdeiro de Isildur.
Deliciosamente lambida

Eu juro que eu vou tentar não ser muito cheia de ‘mimimi’, mas o fato que segue ocorreu com uma pessoa que eu amo tanto, que se eu narrasse de uma forma fria e objetiva como sempre faço, creio que tomaria um tiro.

'Você sabe exatamente como me manipular. Sabe o que precisa me dizer para eu me desarmar ou ficar brava, feliz, delicada (embora eu ache que isso seja impossível) e, principalmente, como me deixar com vontade de fazer coisas impróprias em locais proibidos.

Após algumas horas de conversa, manipulação de gracejos, ele finalmente pediu.

- Me deixa lamber seu peito. Faço qualquer coisa, vai ser rápido, ninguém vai ver.

- Não, ta maluco? Entra alguém aqui e eu to frita.

- Juro que não vai demorar. Eu só quero te beijar e te sentir na minha boca...

Após manipulações perversas, que, diga-se de passagem, eu adorei, fomos para um cantinho estratégico e começamos a nos beijar. Dizer que foi com todo o carinho do mundo é pouco. Por um momento, parecia que toda a nossa amizade, cumplicidade, fidelidade e respeito pudessem ser transformadas em um beijo. Ele era um cavalheiro. Era Aragorn, filho de Arathorn, descendente direto de Isildur e o humano com maior direito a reinar.

Ele segurou minha cintura com carinho e pressão, me puxando mais para perto dele. Nossos corpos se moviam a fim de encontrar partes excitáveis e ao mesmo tempo com vontade de pertencer um ao outro. Os beijos se intensificaram e ele tocou meus seios por cima da blusa. Seu toque era suave e delicioso. Eu queria aquele toque em todo o meu corpo, aquela mão em minha cintura, aqueles beijos em meus seios, eu queria mias, muito mais. Sua mão foi levada pelo desejo e ele tirou meu seio esquerdo de dentro da blusa preta. Pude ver seus olhos brilharem e sua boca encher d’água. Num ato quase que involuntário, mas com todo cuidado do mundo ele lambe o bico, passando a língua devagar e depois colocando o resto na boca, ou tentando. Sua mão procurou o meu sexo por cima da calça jeans, enquanto continuava me beijando.

Em um segundo eu me virei de costas para ele, que continuou me tocando por cima da calça e com a mão enfiada dentro da minha blusa. Eu rebolava devagar enquanto me esfregava nele e podia sentir sua respiração ofegante e quente no meu pescoço... Ali ficamos por alguns instantes até que alguém chegou e quase nos pegou no flagra. Foi uma emoção gostosa, porém, preocupante, que nos fez ver que um desejo acumulado, quando libertado, pode ser mais interessante do que pensamos.

‘Ao Aragorn: Você é muito apressado. Eu estava sem net, por isso não postei antes. Mas aqui está. Mate sua curiosidade e certifique-se de que eu adorei a nossa intimidade física, pois a outra já temos de sobra. Eu sou sua metade feminina que se perdeu no vazio do mundo. Sou aquela que te escuta, te abraça, te faz se sentir especial, se doa pra você sem pedir nada em troca a não ser a sua felicidade. Eu sou sua amiga, na forma mais literal da palavra. Amo você, xuxu.’

Aos que estão pensando que eu amarrei meu burro na sombra: não, ele ainda está passeando bastante, mas esse aí de cima merece, afinal, me aturar virtualmente é mole, quero ver me aturar no real há oito anos como ele faz.’

Beijoselambiidas, Flux*

*Depois eu conto sobre a minha diversão solitária no meio da noite.
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