Pensando alto
Chupadas deliciosas,lambidas caprichadas deixam o cacete duro como ferro.
A bucetinha encharcada de tesão pede a pica , doida pra ser invadida com força e muito jeito.
Ela paga um delicioso boquete.
Chupa.
Engole.
Mordisca a cabecinha.
Lambidas deixam o pau latejando.
Ela anseia por uma pegada forte.
Ela deseja e implora por estocadas firmes e ritmadas.
Estocadas violentas batem fundo e provocam as mais intensas sensações,tanto nele quanto nela.
As pernas no ombro e o pau cravado...
Pinceladas no grelo,deixa o pau escorregar para dentro,a buceta mordiscando a cabeça, travando o pau dentro dela, na fina arte do pompoarismo.
Ela geme como puta .
Ela senta e galopa, experimentada amazona que é, sem dificuldade, mexendo o quadril,levando sua "montaria" a loucura.
Levanta e abaixa, segura um dos seios,enquanto acaricia seu grelinho de forma intensa, sentando e sentando na pica de seu parceiro.
Ela se enche de prazer e desejos.
Grita alucinada e estremece gozando.
A trepada se aproxima do final,mas antes ainda tem seu cuzinho para ser oferecido e explorado.
Ela senta e rebola, oferecendo seu rabo para que ele a penetre com calma.
Metidas em diversas posições esquentam ainda mais a trepada alucinante, levando os dois ao delírio,sabendo que o momento sublime se aproxima.
Até que não dá mais pra segurar.
O leite vem farto,denso e quente.
Lambuza tudo e deixa o cheiro de sexo no ar.
Gemidos, gritos e a tremedeira só terminam quando o gozo chega para os ela,enquanto sente toda a porra sair seu cuzinho e descer pela buceta melada e inchada,fruto das intensas cravadas que recebeu de seu homem, seu escravo sexual.
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Sexo selvagem? NÃO.
Hoje eu queria um sexo agressivo. Com direito a tapas, apertões, puxões de cabelo e tudo o que tivesse direito...







Mas tudo o que ganhei foi um pedido de desculpas e uns beijinhos (até que bem gostosos) bem comportados. Nem sempre eu tenho tudo o que desejo...
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Sexo a três...


Hoje eu fui literalmente convidada a um menage. Confesso que delirei e me senti extremamente excitada ao pensar nas inumeras coisas que poderiam acontecer lá, porém, o fato de eu não conhecer a outra menina me deixou um pouco arredia. Tá, tudo bem, foi besteira da minha parte, mas tenho a plena certeza de que eu não conseguiria ser a mesma Tara de sempre se a moça não me apetecesse os sentidos e os delirios. Meu amigo disse que ela é gostosa, ruivinha,
deliciosamente safada, quase uma puta. Disse que nós caberiamos perfeitamente na boca uma da outra e, apesar de não a menor duvida de que seria assim, recuei.


Recuei porque houve apenas uma pessoa em todo o mundo que teve capacidade de explorar esse meu lado e encorajá-lo. Porque essa pessoa me libera de todos os meus medos, receios e me torna uma mulher mais ampla, mais aberta. Creio que talvez fosse o homem mais indicado a me inserir nesse âmbito sexual. Mas negar que eu melei ao pensar na bucetinha dela na minha boca, no dedinho dele no meu cuzinho, naquele pau gostoso passeando pela minha lingua (agora com piercing novamente), nele me comendo enquanto ela me excita com o dedo, ah, isso eu não nego não. Nem morta, porque não sou louca!!!




Em tempo: Por que será que tem gente que não repara que eu não quero sair ao sol para almoçar? Primeiro que eu não sou lá muito chegada a sol e segundo que eu quero é ser o seu almoço. Vou ter que ser mais clara do que isso ou você só vai querer me comer depois de pagar meu almoço à beira da praia? Se for sua tara, tudo bem. É só avisar que eu topo. (Não, eu não estou negando o almoço, mas não dá pra foder e depois almoçar?)
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Sem calcinha é mais gostoso

Se eu alguma vez disser que sou normal, por favor, não acreditem.

Hoje eu acordei animadinha. Aliás, animadinha não é bem a palavra certa para definir. Hoje eu acordei taradinha. Para variar, já acordei atrasada para o trabalho. Levantei, fcumpri meus afazeres domésticos sob chicote da mamãe, que estava estressadíssima. Tomei um banho bem gostoso (e corrido, diga-se de passagem) e fui escolher a roupa com que iria trabalhar.


Estava atrasada, então não dava para florear muito. No frio e com pressa, nada cai melhor do que preto. Peguei um vestido preto, meia-calça 7/8 preta, sutiã, casaquinho e sapato. Peraí, não esqueci nada? Não. A calcinha foi abolida do meu visual de hoje. Serelepe e safada do jeito que eu estava, fui trabalhar assim, sem calcinha. O frio me manteve no ponto durante todo o dia. Sentia um ventinho delicioso e percebi que isso é realmente maravilhoso. Sem falar que estava me sentindo meio mulher fatal, imaginando o que um homem faria se soubesse que eu estava livre, leve e soltinha, soltinha, se é que me entendem.


Não sei o que me motivou a isso. Só sei o que eu queria fazer. Aqui perto da minha casa, tem uma certa rua que tem um posto na esquina. Digamos que essa rua seja bem deserta e um pouco escura. Não a ponto de ser perigosa, mas a ponto de ser cenário de encontros furtivos e chupadas escondidas. Pois era lá que eu queria estar hoje. Queria entrar em um certo carro sem dar boa noite e já cair de boca, deixando à mostra a renda da minha meia e abrindo as pernas devagar, ao sentir meu sexo umedecido. Passar a mão por cima da calça, instigando e colocá-lo para fora. Olhar, olhar bastante, lambendo a cabeça, lambendo em volta, colocando aos poucos na boca. Sentindo ele entrando e preenchendo minha boca, encostando de leve na garganta, enquanto passo a língua à volta. Quando você estivesse próximo de gozar, eu tiraria a boca e sentaria em cima de você. Sentaria bem forte, bem fundo, sentindo nosso corpo unido e nosso sexo aquecido. Rebolaria. Rebolaria muito, com muito tesão, forçando meu corpo contra o seu, até você gozar plenamente. Levantaria, ajeitaria meu vestido e sairia do carro, como uma verdadeira puta, sem olhar para trás.


Era isso que meu corpo pedia hoje. Era isso que eu precisava ser: uma puta. Uma puta intima, de luxo, de estilo, de desejo e que sabe o que fazer para te enlouquecer, mas ainda assim, uma puta. Sua puta, sua cachorra. Gemeria baixinho no seu ouvido, falando putarias e sentindo seus tapas em minha cara, arranhões nas minhas costas e apertões no resto de meu corpo. Adoraria receber ordens e cumpri-las. Adoraria ter o prazer de receber, mesmo que momentaneamente, ou de forma encenada, o que você achasse que valeria o meu sexo. Isso tudo porque hoje eu acordei assim. Meio puta, meio cachorra. Muito vadia e doida para ser mandada. De vez em quando eu fico assim, meio sei lá, mas louca de vontade de gozar.


Beijoselambiidas, Flux*


Em tempo: Eu acho que o Aragorn vai se arrepender muito de não ter ido m visitar no trabalho hoje...

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Azul
Haviam sido exaustivas 8 horas de viagem até São Paulo.
Cansado que estava,não via a hora de chegar a pousada e tomar um banho para me encontrar com Beatriz.
Nosso encontro estava marcado para as 12:00,portanto, era tirar a roupa,chuveiro e dormir aquelas 4 preciosas horas.
Malas guardadas,sentei na cama e desmontei.
Sono pesado,"sonhava" com barulhos vindos da porta, alguém chamando meu nome ao longe.
Beatriz parada na janela, olhando para minha cara "amassada".
Super sem graça,abri a porta,2 beijinhos no rosto.
"Desculpa, senta aí que eu vou tomar um banho rapidinho"
"Tá,mas não demora muito,viu?"
Tomei um banho quente, saí de bermuda , torso molhado,costas pingando, eu peço:
"enxuga minhas costas, vai?"
"carioca folgado,me dá a toalha"
Passando de leve, ela me secava.
"Agora vem cá, deixa eu te beijar"
Botei ela na cama, beijando e tocando bem devagar aquele corpo gostoso de menina mimada.
Tiro seus sapatos,percorro com os dedos as coxas ,paro no botão de sua calça branca de estudante de odontologia.
Levanto seu quadril gentlimente, para poder retirar o incômodo tecido,uma belíssima calcinha azul de renda, comportada,escondia uma belíssima buceta,pelos aparados.
Lingerie azul também em cima, o conjunto era de maravilhoso esplendor.
Mas eu não estava ali pela moda estilo "Victoria Secrets",e sim pelo que tudo aquilo ocultava.
Lentamente, tirei a parte de cima, vendo aqueles seios fartos, morenos,me convidando para me deleitar.
Lambo delicadamente no meio (sim,no meio) do biquinho,passo a lingua, estalo, vibro...
Mão esquerda acaricia lentamente a nuca,fazendo Beatriz se contorcer .
Aos poucos, paro de me concentrar apenas nos seios, e desço para o meio de suas pernas.
Abro ,olho e como que pedindo permissão para explorar,começo a tocá-la.
Sinto o calor que emana de seu sexo ,quente,ardente,coisa de filme,coisa mais que palpável.
Começo a chupá-la,mexo com sua bunda,faço ela rebolar em minha cara.
Beatriz geme, se retorce.
"Faz tua puta gozaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaar!"
E goza.
Me empurrando, sinto que precisa de seus "momentos" para se recompor.
"Minha vez" eu digo.
Um pouco desajeitada, Beatriz me toca uma punheta.
Eu ajudo.
A porra jorra com força em seus seios.
Eu espalho.
A batizo com o "Batismo do Gozo".
Um banho quente.
Abraçados.
Vontade de começar de novo.
Ela não tem mais tempo, precisa voltar a faculdade.
Um início.
E muitas outras histórias pela frente.
(e por trás também)rsrsrsrs.
Aguardem.
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Sim, eu sou safada


Hoje você me ligou. Foi normal. Quero dizer, foi estranho, surpreendente, mas ainda assim, normal. Nenhum sentimento exacerbado, nada fora de controle. Coração no lugar e o resto do corpo também. Engraçado que um pouco antes da sua ligação eu estava no banheiro do trabalho e lembrei de um dia em que estávamos ao telefone. Eu estava com saudade e você falando besteira do outro lado da linha.



- Sabe, estou com saudade de você. Só a sua voz já me excita. – eu disse toda manhosa.



- Está? Só a minha voz? Então prove.




- Como assim? Você sabe que eu não posso sair daqui. Estou no trabalho.



- Eu não disse para você sair. Você pode provar daí mesmo. Vá até o banheiro e toca uma gostosa para mim. – você disse com um jeito malicioso de falar que você sabe que acaba comigo.




- Mas como, não dá. O banheiro aqui faz eco e o telefone não pega lá. Fica sem sinal, cai a ligação.




- Então você não está como disse. Se estivesse, sei que correria para o banheiro e gemeria baixinho pra eu ouvir.



- Não é isso e você sabe. Aqui não dá. Entra gente toda hora e faz eco. Imagina uma criança aqui e eu gemendo no banheiro?




- Tá, se você não quer, não faz. Não vou ficar insistindo. (E fez bico, tenho certeza)



- Eu prometo que quando eu chegar em casa eu corro pro banho e enfio o dedinho devagar, gemendo baixinho só pra você ouvir. Não briga comigo, vai.



- Tá, mas acho que até lá eu já não vou mais querer da forma que eu quero agora. Agora seria inesperado, com medo, nervosismo a mil, adrenalina na veia. Depois deixa pra lá. (ô pessoinha difícil de se agradar)



- Ok, não vou me estressar porque você sabe que se desse, eu faria. Mas não dá. Não dá mesmo.



Terminamos de falar o que tínhamos para falar e desligamos. O clima já não era o mesmo, mas a tensão no ar mexeu com meus instintos. Eu sabia que era arriscado, mas só de ouvir a sua voz eu já me arrepio e só em pensar que você poderia estar do outro lado da linha de pau duro na mão, se tocando pra mim enquanto ouvia meus gemidos e sussurros... já me deixava molhada.



(Detalhe que agora, enquanto escrevo me excito novamente. Sinto-me umedecer e os bicos dos meus seios rijos ao pensar na possibilidade de seu pau estar em minha boca.)



O desejo falou mais alto e mesmo após ter desligado o telefone, eu queria me tocar. Eu queria sentir meu sexo pegando fogo com o pensamento em você. Arrastei-me para o banheiro, vacilante em alguém me ouvir. Ao entrar, tranquei a porta e levantei a blusa, para que ficasse na altura de minha boca e abafasse meus gemidos. Encostei-me na parede, abrindo o zíper e abaixando aquilo que parecia uma muralha entre o meu prazer e a urgência que meu corpo sentia. Enfiei o dedo médio na boca, lambendo sua ponta devagar, imaginando a cabeça de seu pau na minha boca (minha boca encheu d’água agora), lambendo devagar e o deixando bem molhado. Desci com ele até o meu sexo, que parecia estar casa vez mais molhado, à espera do meu prazer. Acariciei devagar, pressionando de leve, respirando ofegante enquanto enfiava o dedo devagar. Gemi baixinho. O medo de alguém me ouvir só fazia aquilo tudo mais excitante. Eu tirava e enfiava o dedo em um ritmo agradável, sem pressa, deliciando-me com cada movimento. Logo eu já estava rebolando em meu próprio dedo. Gemi novamente. Eu sabia que sozinha não conseguiria chegar ao fim. Sozinha eu não conseguiria gozar e acabaria ficando com todo aquele tesão acumulado em mim. Nem por isso parei. Continuei enfiando o dedo devagar e com força, um e depois dois. Senti meu cuzinho piscar de inveja, mas o mantive assim. Não. Ainda não era hora de envolvê-lo nisso. Ele merecia atenção especial de um nobre visitante. Ele merecia sucumbir aos prazeres da carne de uma forma mais delicada e reconfortante. Eu puxava meus cabelos e passava a mão em minha nuca, enquanto a blusa em minha boca ainda abafava meus gemidos e sussurros.



Fiquei ali poucos minutos, que pareceram uma eternidade. Não de uma forma que parecesse ter sido ruim, mas de uma forma que eu necessitava de você. Meu corpo tinha urgência do seu. Meu sexo procurava pelo seu. Eu queria chupar seu pau inteiro, grosso, teso, latejando em minha boca e lamber suas bolas, fazendo carinho em suas mãos, como já fizera.




Em uma fuga alucinada de mim mesma, obriguei-me a parar e relaxar. Senti uma onda de calor pelo meu corpo. Não, eu não estava gozando. Era apenas como se meu sexo brigasse com minha mente por deixá-lo na mão. Por instigá-lo a meu bel prazer e fugir da raia como uma menina acuada. Mas não adiantaria continuar. Você sabe que eu não chego ao fim sozinha. Você sabe que eu não gosto de estar sozinha. Por fim, relutante, subi a calça, ajeitando a calcinha e me recompus. Desejei que estivesse ali, ou que ao menos soubesse o que eu estava fazendo. Respirei fundo, lambi os dedos. Sim, eu sou safada demais. Eu gosto de lamber meus próprios dedos após me tocar. Passei o dedo gelado no bico dos seios, ainda rijos. Lavei o rosto e saí, deixando para trás meu ultimo suspiro.





***



Amanha, será que rola? Se rolar, vai ter que quicar e dar até cambalhota.



Beijoselambiidas, Flux*
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E quando acaba o desejo?

Hoje eu olhei para o Aragorn (embora nós não tenhamos nada a mais do que uma linda amizade com mais cor do que o normal) e fiz um comentário um tanto despachado.

- Eu não desperto mais desejo em você.

- O que você está querendo dizer com isso?

- Que eu não vejo mais nenhum efeito ser causado em você pela minha pessoa.

- Ah, não é isso. Você sempre fica de mimimi meu trabalho, se alguém vir. Eu só respeito sua decisão.

Porra nenhuma. Já vi tudo, mas enfim...

O assunto hoje é esse mesmo. E quando se tem um relacionamento e percebemos que o nosso parceiro(a) já não nos olha como antigamente? Será que é ele mesmo ou é projeção da nossa insatisfação pessoal no outro?

Tá, isso pode ser causado por vários motivos, como desgaste da relação, quilinhos a mais (embora há quem diga que quem liga pra isso é mulher, homem não), baixa auto-estima de alguma das partes, o fato de ele ter outra e não te querer mais, o cara está com problemas no trabalho e anda meio desligado mesmo... ou apenas nóia de mulher. Ah, pode ser nóia de homem também, mas na maioria é de mulher.

Mas e aí, como rola isso?

As consumistas preocupadas em excesso com o visual correm pro shopping, compram váarias lingeries e roupas novas, fazem cabelo, limpeza de pele, unha, depilação... tudo pra chamar atenção. Chegam em casa parecendo uma arvore de natal e rezam para que todo aquele dinheiro tenha sido um investimento proveitoso.

As mais desesperadas futucam celular, e-mail, carteira, gavetas e todos os outros buracos onde seus parceiros guardam suas coisas à procura de provas que ele tenha outra. Lógico que elas fazem isso enquanto eles estão fora ou no banho, e quando eles chegam, fazem uma cena do tamanho da encenação da paixão de Cristo e o tiro acaba saindo pela culatra.

As relaxadas vão empurrando a situçao com a barriga, até não aguentarem mais e terminarem ou o cara ficar de saco cheio daquilo e realmente arrumar outra.

As mulheres de verdade chegam e perguntam aos seus parceiros se realmente há algum problema e, dependendo da resposta dele, tentam arrumar um solução plausível sem escandalos ou ceninhas.

Claro, que realmente o cara pode ter perdido o interesse pela mulher, pode ter outra, pode estar com problemas excessivos e estar com a cabeça cheia ou pode sentir que a mulher não está dando abertura para ele. Nem para sexo ou qualquer coisa do genero. Eu tenho um amigo que é casado e já ficou sete meses sem transar com a mulher. Tudo bem que no fim ele acabou arrumando uma amante bem mais nova que ele e indo pro motel com ela. Mas a pergunta é: de que adiantou? Tá, tudo bem que o cara tava com tesão NAQUELA mulher especifica e não foi só a falta de sexo que o levou a trair a mulher, mas fico me perguntando se talvez, caso a vida sexual dele em casa estivesse regularizada, se ele teria passado das punhetas pensando na amante (que até aí não era amante) para literalemente leva-la ao motel em plena luz do dia.

Eu acho o seguinte: todo mundo tem seus altos e baixos. De ambas as partes. Tanto o homem, quanto a mulher e isso é normal em todo tipo de relacionamento. Acho que seja é primordial para uma relação de casal dar certo, mas caso ele não esteja 100%, não quer dizer que vá necessariamente ser o fim de tudo. O problema é que a ausencia de sexo é apenas um sintoma de outros problemas mais agudos. Tem que chegar, conversar, descobrir a raiz da falta de atração. Se não tiver problema nenhum, só tiver caído na rotina, faça um tour pela sex-shops de sua cidade e incremente o sexo, melhorando a relação. Ou não precisa nem sair de casa, basta usar a imaginação. Se o problema não for sexual, procure outras formas de resolvê-lo, sem medos, sem vergonha, sem botar a culpa no outro e lembrando que as todo mundo tem problema. Agora, se não valer a pena o esforço ou se você também já estiver de saco cheio, arruma outro (a) e vai jogar pelada - com trocadilho- em outra seleção.



*Eu não ando me sentindo muito bem comigo ultimamente, então, se eu reclamar de alguma coisa, vocês já sabem o motivo.

Beijoselambiidas, Flux*
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Onanismo -Palavra usada como sinônimo de masturbação. Mas isso é tido pelos estudiosos como uma confusão histórica: no Gênese, capítulo 38, Onã (de onde veio a palavra onanismo) é obrigado a manter relações sexuais com a cunhada após a morte de seu irmão, tudo para gerar um descendente. Mas ele preferiu ejacular fora da vagina da cunhada. Portanto, onanismo é distinto de masturbação, mas a confusão em usar a palavra como sinônimo se estabeleceu pelo fato de ambas as práticas levarem à perda do sêmen (tanto no caso de Onã quanto na masturbação o sêmen ejaculado seriam "desprezados").

Tá!
Isso só serve pra ilustrar a situação.
Conheci Veronica numa comunidade de um site de relacionamentos em que participávamos.
Era um tanto despachada,mas com "finesse".
Papo vai,papo vem, as trocas de msn's (uma constante).
Um sábado inteiro nos "conhecendo",o que gosto,o que não, eu faço isso, você aquilo...
Telefones trocados nessa brincadeira toda e uma certeza:
Rolava uma puta química de ir pra cama com essa senhorita, quase advogada,contadora de um escritório no centro da cidade.
Depois de alguns dias de intensa instigação de ambas as partes,cheguei em casa lá pelas seis e meia da tarde....
Sozinho,tudo apagado...
A idéia de me masturbar falando com Veronica ao telefone me passou como um raio pela cabeça naquele momento.
Liguei e ,para minha surpresa, Veronica ainda estava no escritório, ajeitando documentos...
"oi,senti saudades e quis te ligar..."
"Ainda tô no trabalho, acredita?"
"humm...é que eu to em casa sozinho..."
"Ah é?? e o que tá fazendo?"
"Tô com a mão no meu pau agora...tocando uma punhetinha beeeeem gostosa "
Veronica ficou calada,e eu,pensando: "FIZ MERDA"
"O que que foi, Veronica?"
"Nada,você me pegou de surpresa"
"Desculpa,vou parar de fazer isso..."
"Naaaaaaão...continua...eu quero te ouvir"
"Mas não tem graça eu só fazer..."
"Seu puto! e quem disse que só você que tã fazendo?tô na pontinha dos pés,a saia tá no umbigo...a calcinha pro lado...e to acariciando meu grelinho...queria você aqui agora...pra me comer em cima da mesa"
Pau já latejando, quase explodindo,continuei naquele rito erótico,naquela conversa pervertida,aquele diálogo sensual que ia me deixando cada vez mais perto da "pequena morte" francesa...
Veronica gozou ,gemendo como uma putinha ,me chamando pelo nome...
Eu tentei segurar ,mas, ao escutar Veronica gozar uma segunda vez, não teve jeito:
A porra veio quentinha,caindo na privada,me fazendo perder temporariamente as forças nas pernas.
Belissima gozada.
Belissima escutada.
Veronica.
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Foda-se o resto
Desculpe ter te ligado ontem, mas eu queria tirar uma duvida que só vc poderia me ajudar. Passei na porta da sua casa hj. Fui à Bienal com o papis e lembrei de ti quando vi a plaquinha Rio 2. Comecei a rir descontroladamente dentro do carro e ele perguntou se eu estava louca. Ri porque lembrei o quao idiota nos dois fomos ao mesmo tempo e quanto tempo e foda perdemos pensando demais no não deviamos. Não deviamos pensar, deviamos apenas sentir. Sentir prazer, sentir o corpo pegar fogo quando seu sexo procura o meu. Sentir seu pau contrair quando vc sabe que está chegando perto do extase... Sentir apenas isso e deixar todo o resto do lado de fora do quarto, porque resto é resto e o resto tem mais é que se fuder. E você tem mais é que me fuder...



Aragorn estreou deliciosamente bem, embora eu já soubesse dessa história. Ela me causa um tanto de inveja... Droga.
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r$ 25,00 /3 horas.
Era assim que estava escrito na parede daquele hotelzinho barato do centro da cidade.
Renata me aguardava muito "pê" da vida,dizendo que tinha hora pra voltar pra ilha do governador.
Eu havia encontrado os amigos mais cedo, tinha rolado o futebol,a parada se extendeu e ,por fim, eu estava ligeiramente atrasado para aquele encontro de quase 1 ano de aguardo.
Namorado fiel que sempre fui, conheci Renata num desses bate-papos sem nexo que só se entra quando se está muito entediado.
Trocamos primeiramente as perguntas de praxe,o que procura,onde mora,estado civil e blah blah blah.
Msn's adicionados, começamos a deixar o assunto tomar o rumo que eu esperava que tomasse:
SEXO!
O bom e velho sexo, como era, o que fazia,o que não...
Isso tudo foi rolando uns bons 6,7 meses...ela me cantava e eu nada...
"sou fiel, você sabe..." eu dizia.
"Se te pego, te deixo arriado...tá com medo?" ela provocava.
Uma sexta feira nebulosa, atrito criado com a namorada, terminamos.
Muito puto da vida, com vontade de me vingar, ligo pra quem?
"Oi Renatinha, vamos sair amanhã?"
"Tu tá de sacanagem, né?"
"Aproveita que eu to solteiro"
"Amanhã 11 horas na cidade"
Banho tomado, cuequinha box preta,perfumadinho...
Lá vou eu pra me encontrar com ela, marcamos em frente a Uruguaiana.
Muito puta dentro da roupa ( e fora, como saberão daqui a pouco) ,Renata não parava de me ligar.
"Onde você tá? tô te esperando há muito tempo,vou embora..."

Cheguei,2 beijinhos,ela já sai atravessando a rua e entra numa daquelas ruelas do centro,ao lado do prédio da Embratel.
Um hotelzinho vagabundo,estilo "Trampolim" ( esse é pra quem conhece Vila Isabel) era o nosso destino.
Paguei na entrada, Renata queria uma cerveja,chave na mão,subimos a escada que levava pro quarto.
Entramos, Renata se senta na cama comigo a seu lado,abre sua cerveja, despeja o liquido no copo,dá uma golada...e deixa o copo se quebrar!
Papo vai,papo vem, começo a acaricia-la,primeiro no rosto...pescoço,passo a mão por cima da roupa buscando o peito...
"Meu peito é feio..."
"Deixa eu ver,pra ter a exata noção".
Ela tira a blusa,eu começo a acariciar,e de levinho, começo a passar a língua no biquinho duro com o prazer da lambida.
Começo a tirar sua bermuda branca, que revela uma calcinha bem pequenina também branca...
Tiro devagar,sem pressa alguma para poder ter a revelação de uma bucetinha depiladinha.
Já com o pau duro,começo a chupá-la gostoso,tocando uma siririca enquanto a penetrava com 2 dedos...
Melada, ela me chama para dentro dela.
Meto gostoso, rebolando,beijando,estilo "namoradinho".
Ela me tira,sobe e cavalga ...
Senta 1,2,3 e na quarta,lambuza meu pau todo com aquele gozo reprimido,gozo de quase 1 ano de aguardo.
"Agora minha vez,né?"
Renata pega, coloca meu pau todo na boca,e , sem tirar de dentro, começa a me proporcionar uma das mais diferentes gozadas que já dei na vida.
Ela suga meu pau por completo,criando uma espécie de "vácuo"...
Quando a porra veio quente e forte, me senti como se eu "derretesse " todo naquela garganta.
"Poxa, eu pensei que quando você fosse me pegar, fosse acabar comigo" diz Renata.
"Porquê?"eu pergunto.
"Pensei que você fosse me esculachar, me tratar quem nem uma puta, mas você me tratou exatamente como eu queria: como mulher."
Mais umas conversas,senti um latejar familiar...
Coloquei Renata de 4,pincelei na buceta...
Estoquei de leve,tirei e automaticamente, Renata me guiou até seu cuzinho.
Meti com força,meti com aquele tesão que há muito era reprimido.
Botei de frente, um "frango assado" anal.
Cravei,meti,puxei pelo peito, segurei pelos biquinhos, dei meus dedos pra lamber, morder....
E enchi aquele rabo com meu leite,minha porra jorrou muito forte...
Banho,saímos do hotel.
Ela pra casa, eu pra rua, que ainda era cedo.
20:30 Renata me liga.
"Oi,tá aonde?"
"Com a rapaziada,batendo papo."
"Só pra você saber que eu não to conseguindo sentar direito...mas valeu cada minuto."

Nunca mais nos vimos ou nos falamos.
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Estréia - Aragorn
Bom, gente. Já fazia tempo que eu estava pensando na pessoa ideal para escrever e juntar-se à trupe safada do Secrets. Eu tinha um amigo muito querido em mente, mas ele, por ser casado, vivia recusando meus convites. Até que ele aceitou. Vocês já o conhecem, pois ele já contribuiu com o nosso acervo mandando dois textos que me deixaram molhadissima, mas...

Enfim, chega de falar... Mais em breve do que imagino, Aragorn estará cavalgando por aqui, com sua Anduril Espero que apreciem.

Beijoselambiiidas, Flux*
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Banheira

Um ótimo lugar, até para tomar banho...




Mais tarde... U m textículo (com x mesmo, e daí?) sobre a arte do pompoarismo.
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Aceito curriculos.
Preciso de homem novo. Alguém se habilita? Enviem seus curriculos para o e-mail e o selecionada ganhará uma noite inteirinha comigo. Uia, estou toda me querendo, né? Até parece que eu sou isso tuuudo.

Ah, após uma gestação de quinze meses, decidi. Vou fazer um ensaio de fotos deliciosas (minhas, é claro) para postar aqui. Isso só para os meus leitores mais queridos, já que eu os amo de paixão.

Beijoselambiidas, muuuitas lambiidas, Flux*
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Hoje...
Hoje minha boca sente falta de uma essencia, um gosto, um mel... Passar a lingua na pontinha e sentir seu corpo tremer e seu pau latejar...



Para depois nos beijarmos mutuamente no mais prazeroso dos beijos...


E fazer de você meu brinquedo, sentando devagar e moldando o ritmo, sentindo seu corpo contra o meu...

E terminarmos assim, cansados de tanto nos amar, nos foder e nos completar...

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Até tu, Brutus?
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Divagações sobre sexo e parabéns.
Ah, gente. Ontem estava com tanta pressa que acabei esquecendo de ver que se tratava da postagem de número 100. Nossa, quanta coisa eu já escrevi por aqui...

Bom, como eu disse, ontem fui dar um pouquinho. Sim, foi exatamente o que eu fui fazer. Ontem eu não fiz amor, nao transei, não fiz nada além do puro sexo por sexo. O sexo pelo prazer, pela vontade, pelo tesão. Fui ao motel com um amigo. Acho fantasticas a entrada no motel, a abertura da porta, as observações logo que entro. Cada ida é diferente e eu nunca sei o que vou sentir. Além do fato de eu nunca ter saído com esse meu amigo, que, apesar de saber tuuuudo da minha vida e estar ao meu lado para tudo o que eu sempre precisei, não tinhamos a minima ideia de como seria ir para cama juntos.

Agora eu já sei como é. Agora eu já sei que sou capaz de mais coisas do que eu imaginava, que eu sei realmente separar o sexo de qualquer outro sentimento. Fiquei meio frustrada pois foi o primeiro homem que eu não fiz gozar só com a boca. Se derreteu e perdeu a linha, mas não gozou. Será que eu estou perdendo o ritmo? Em compensação, fiz valer a pena todos os anos de equitação e hipismo e as aulas de dança do ventre. Ai, ai, sexo é bom demais.

Além de comentar a foda, passei aqui para mandar um beijão e desejar meus sinceros parabéns à querida L. do ERÓTICO ENRUSTIDO, que completa hoje 1 aninho.


Parabéns, gataaannn.

Beijos e lambiidas, Flux*
Necessidades...
O dinheiro do meu pai que me perdoe, mas amanha eu PRECISO matar o curso. Vou dar um pouquinho que ninguem é de ferro e eu ando muito estressada. Depois passo aqui pra contar como foi.

Beijoselambiidas, Flux*
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Todo dia é dia...
Passei correndo para desejar, mesmo que atrasado, um óooooooootimo dia internacional do sexo para todos. Apesar de eu achar que todo dia é dia...

hahaha
Beijoselambiidas, Flux*
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Hoje eu queria...


Ai, essa preguiça que não tem fim.
Hoje eu queria... queria ser pega com vontade, ser possuida. Queria que me deitassem na cama e saciassem todos os desejos alheios, que lambessem meu corpo e riscassem minha pele. Que brincassem com meu corpo, esquecendo da minha alma.
Que melasse meu sexo e se encaminhasse para dentro dele, esquecendo da minha vontade e fazando a seu bel prazer.
Hoje eu não queria fazer nada a não ser sentir. Queria sentir cada parte, cada suspiro, cada batimento, cada gota de suor. Sentir você me possuindo, penetrando, estocando e entrnado com vontade e calma.
Hoje eu queria, ah, como queria...
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Egoismo prazeroso
Eu posso gritar ou gemer baixinho. Sussurrar em seu ouvido ou ficar calada sendo egoista o suficiente para não compartilhar meu prazer. Sou safada e assumo. Trepo, fodo, rebolo, chupo e faço tudo isso com prazer e verdade. Tenho em minha cabeça que a vida é curta e que o prazer é momentâneo.

Se eu sou boa de cama? Não sei, ainda não dormi comigo. Há quem diga que sim, deve haver quem discorde. Hoje me disseram que ou sou uma puta escritora travada ou uma puta escritora muito boa de cama. Prefiro dizer, com toda modéstia, que sou uma mera aprendiz a escritora que sabe ser puta na hora certa e além disso, ainda é boa de cama.

Se eu disser que quero, é porque quero. Se eu disser que gosto, é porque gosto. O meu prazer é exclusivo e eu só o divido com quem merece. Não adianta forçar. Eu sou o que eu sou, sou o que você deseja, sou o que você merece. Posso ser tudo ou ser nada. Posso apanhar e posso bater.

Ficar reclamando da vida? Ah, deixo isso para as frígidas ou mal-amadas do caminho. Para falar o que eu falo com a certeza que eu tenho é preciso ter 'cojones', e isso é uma coisa que nem todo mundo tem.
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