r$ 25,00 /3 horas.
Era assim que estava escrito na parede daquele hotelzinho barato do centro da cidade.
Renata me aguardava muito "pê" da vida,dizendo que tinha hora pra voltar pra ilha do governador.
Eu havia encontrado os amigos mais cedo, tinha rolado o futebol,a parada se extendeu e ,por fim, eu estava ligeiramente atrasado para aquele encontro de quase 1 ano de aguardo.
Namorado fiel que sempre fui, conheci Renata num desses bate-papos sem nexo que só se entra quando se está muito entediado.
Trocamos primeiramente as perguntas de praxe,o que procura,onde mora,estado civil e blah blah blah.
Msn's adicionados, começamos a deixar o assunto tomar o rumo que eu esperava que tomasse:
SEXO!
O bom e velho sexo, como era, o que fazia,o que não...
Isso tudo foi rolando uns bons 6,7 meses...ela me cantava e eu nada...
"sou fiel, você sabe..." eu dizia.
"Se te pego, te deixo arriado...tá com medo?" ela provocava.
Uma sexta feira nebulosa, atrito criado com a namorada, terminamos.
Muito puto da vida, com vontade de me vingar, ligo pra quem?
"Oi Renatinha, vamos sair amanhã?"
"Tu tá de sacanagem, né?"
"Aproveita que eu to solteiro"
"Amanhã 11 horas na cidade"
Banho tomado, cuequinha box preta,perfumadinho...
Lá vou eu pra me encontrar com ela, marcamos em frente a Uruguaiana.
Muito puta dentro da roupa ( e fora, como saberão daqui a pouco) ,Renata não parava de me ligar.
"Onde você tá? tô te esperando há muito tempo,vou embora..."

Cheguei,2 beijinhos,ela já sai atravessando a rua e entra numa daquelas ruelas do centro,ao lado do prédio da Embratel.
Um hotelzinho vagabundo,estilo "Trampolim" ( esse é pra quem conhece Vila Isabel) era o nosso destino.
Paguei na entrada, Renata queria uma cerveja,chave na mão,subimos a escada que levava pro quarto.
Entramos, Renata se senta na cama comigo a seu lado,abre sua cerveja, despeja o liquido no copo,dá uma golada...e deixa o copo se quebrar!
Papo vai,papo vem, começo a acaricia-la,primeiro no rosto...pescoço,passo a mão por cima da roupa buscando o peito...
"Meu peito é feio..."
"Deixa eu ver,pra ter a exata noção".
Ela tira a blusa,eu começo a acariciar,e de levinho, começo a passar a língua no biquinho duro com o prazer da lambida.
Começo a tirar sua bermuda branca, que revela uma calcinha bem pequenina também branca...
Tiro devagar,sem pressa alguma para poder ter a revelação de uma bucetinha depiladinha.
Já com o pau duro,começo a chupá-la gostoso,tocando uma siririca enquanto a penetrava com 2 dedos...
Melada, ela me chama para dentro dela.
Meto gostoso, rebolando,beijando,estilo "namoradinho".
Ela me tira,sobe e cavalga ...
Senta 1,2,3 e na quarta,lambuza meu pau todo com aquele gozo reprimido,gozo de quase 1 ano de aguardo.
"Agora minha vez,né?"
Renata pega, coloca meu pau todo na boca,e , sem tirar de dentro, começa a me proporcionar uma das mais diferentes gozadas que já dei na vida.
Ela suga meu pau por completo,criando uma espécie de "vácuo"...
Quando a porra veio quente e forte, me senti como se eu "derretesse " todo naquela garganta.
"Poxa, eu pensei que quando você fosse me pegar, fosse acabar comigo" diz Renata.
"Porquê?"eu pergunto.
"Pensei que você fosse me esculachar, me tratar quem nem uma puta, mas você me tratou exatamente como eu queria: como mulher."
Mais umas conversas,senti um latejar familiar...
Coloquei Renata de 4,pincelei na buceta...
Estoquei de leve,tirei e automaticamente, Renata me guiou até seu cuzinho.
Meti com força,meti com aquele tesão que há muito era reprimido.
Botei de frente, um "frango assado" anal.
Cravei,meti,puxei pelo peito, segurei pelos biquinhos, dei meus dedos pra lamber, morder....
E enchi aquele rabo com meu leite,minha porra jorrou muito forte...
Banho,saímos do hotel.
Ela pra casa, eu pra rua, que ainda era cedo.
20:30 Renata me liga.
"Oi,tá aonde?"
"Com a rapaziada,batendo papo."
"Só pra você saber que eu não to conseguindo sentar direito...mas valeu cada minuto."

Nunca mais nos vimos ou nos falamos.
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