Sem calcinha é mais gostoso


Se eu alguma vez disser que sou normal, por favor, não acreditem.

Hoje eu acordei animadinha. Aliás, animadinha não é bem a palavra certa para definir. Hoje eu acordei taradinha. Para variar, já acordei atrasada para o trabalho. Levantei, fcumpri meus afazeres domésticos sob chicote da mamãe, que estava estressadíssima. Tomei um banho bem gostoso (e corrido, diga-se de passagem) e fui escolher a roupa com que iria trabalhar.


Estava atrasada, então não dava para florear muito. No frio e com pressa, nada cai melhor do que preto. Peguei um vestido preto, meia-calça 7/8 preta, sutiã, casaquinho e sapato. Peraí, não esqueci nada? Não. A calcinha foi abolida do meu visual de hoje. Serelepe e safada do jeito que eu estava, fui trabalhar assim, sem calcinha. O frio me manteve no ponto durante todo o dia. Sentia um ventinho delicioso e percebi que isso é realmente maravilhoso. Sem falar que estava me sentindo meio mulher fatal, imaginando o que um homem faria se soubesse que eu estava livre, leve e soltinha, soltinha, se é que me entendem.


Não sei o que me motivou a isso. Só sei o que eu queria fazer. Aqui perto da minha casa, tem uma certa rua que tem um posto na esquina. Digamos que essa rua seja bem deserta e um pouco escura. Não a ponto de ser perigosa, mas a ponto de ser cenário de encontros furtivos e chupadas escondidas. Pois era lá que eu queria estar hoje. Queria entrar em um certo carro sem dar boa noite e já cair de boca, deixando à mostra a renda da minha meia e abrindo as pernas devagar, ao sentir meu sexo umedecido. Passar a mão por cima da calça, instigando e colocá-lo para fora. Olhar, olhar bastante, lambendo a cabeça, lambendo em volta, colocando aos poucos na boca. Sentindo ele entrando e preenchendo minha boca, encostando de leve na garganta, enquanto passo a língua à volta. Quando você estivesse próximo de gozar, eu tiraria a boca e sentaria em cima de você. Sentaria bem forte, bem fundo, sentindo nosso corpo unido e nosso sexo aquecido. Rebolaria. Rebolaria muito, com muito tesão, forçando meu corpo contra o seu, até você gozar plenamente. Levantaria, ajeitaria meu vestido e sairia do carro, como uma verdadeira puta, sem olhar para trás.


Era isso que meu corpo pedia hoje. Era isso que eu precisava ser: uma puta. Uma puta intima, de luxo, de estilo, de desejo e que sabe o que fazer para te enlouquecer, mas ainda assim, uma puta. Sua puta, sua cachorra. Gemeria baixinho no seu ouvido, falando putarias e sentindo seus tapas em minha cara, arranhões nas minhas costas e apertões no resto de meu corpo. Adoraria receber ordens e cumpri-las. Adoraria ter o prazer de receber, mesmo que momentaneamente, ou de forma encenada, o que você achasse que valeria o meu sexo. Isso tudo porque hoje eu acordei assim. Meio puta, meio cachorra. Muito vadia e doida para ser mandada. De vez em quando eu fico assim, meio sei lá, mas louca de vontade de gozar.


Beijoselambiidas, Flux*


Em tempo: Eu acho que o Aragorn vai se arrepender muito de não ter ido m visitar no trabalho hoje...

3 comentários:

Living alone disse...

Onde fica seu trabalho mesmo? rs...



bjos.

Aragorn disse...

a vida é injusta!
quando vou lá, até Deus aparece naquela parada!
Essa semana que não fui...
aiai...

Tara Flux* disse...

hahaha meninos, se acalmem. o ensaio de fotos especiais para vcs esta quase pronto.

beijoselambiidas.

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