O Coringa - parte 3

‘E logo eu estava com o pau dele na boca. Todo, inteiro, encostando-se à garganta com um sabor que me enlouquecia. O que havia começado com beijos comportados no bar, terminaram com a mão dele atiçando o bico dos meus seios enquanto eu lambia a cabeça do seu pau.’


***


Eu juro que não ia fazer nada. Juro que minha intenção era ser apenas uma boa menina e guardar, mais uma vez, após seis anos de encubação, o meu tesão por ele. Era trocar só beijos comportados e olhares, descer do carro em plena segurança e voltar para casa. Não foi possível. Eu não consegui segurar (acho que a Bohemia também não me ajudou muito) e sucumbi aos meus desejos. Não todos, claro, e após intermináveis beijos, carinhos, ‘pára, 'Tara’ e carinho na coxa dele (sim, na coxa) eu não me contive e passei a mão sobre a calça dele, sentindo seu pau latejar com o meu toque.


Ele segurou meu braço com força, diminuindo lentamente a respiração e afrouxando o aperto, me mandando parar e sussurrando quase que gemendo, pedindo, implorando para que eu parasse, que eu não o maltratasse, mas ao mesmo tempo, desejando meu toque. Então, com toda delicadeza do mundo, abro o zíper de sua bermuda pedindo a ele que abrisse o botão. Ele seguiu meu pedido e eu abri devagar, tirando aquele pano que acabava com a minha visão. Fiz carinhos em movimentos circulares na cabeça latejante e coloquei para fora.


Coloquei para fora segurando com vontade e lambi a pontinha. Seu sabor doce, suave embebeu meus lábios e minha língua fazendo com que a única coisa que eu conseguisse pensar fosse ansiar por mais e mais. E logo eu estava com o pau dele na boca.


Todo, inteiro, encostando-se à garganta com um sabor que me enlouquecia. Chupando seu pau, lambendo suas bolas... O que havia começado com beijos comportados no bar, terminaram com a mão dele atiçando o bico dos meus seios enquanto eu lambia a cabeça do seu pau.


Ele sussurrou algo que eu não consegui entender, enquanto gemia, segurava meus cabelos. Seu corpo estremeceu, sua mão puxou meus cabelos com um pouco mais de força e seu pau de contraiu um pouco, levemente latejando enquanto ele prendeu a respiração. Por um segundo achei que ele fosse gozar, mas não. Isso nunca aconteceu.


Nos beijamos, despedimo-nos um do outro e eu desci do carro martirizada, instigada e com a cabeça a mil. Talvez, se fosse em outra época isso não teria acontecido ou eu simplesmente não ligaria para nada.


1 – Eu tento, com todas as minhas forças, mas não consigo – e nem sei se quero – ser um andróide com você.


2 – A bermuda que você estava usando marca o seu pau deliciosamente e te deixa com uma bunda linda. E olha que eu reparei isso na loja e no bar. Tá, pode perguntar como eu reparo nisso tudo. Hahahaha


3 – A segunda parte do outro conto será ‘escrita’ por você, senhor Coringa.


4 – O quarto eu conto no ouvidinho de vocês.



Beijoselambiidas, Flux*


‘I don't care if he loves me or loves me not
Aslong as I enjoy the time that we spent
I aint lookin for commitment, we could fuck and be friends’

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O Coringa e o Corinto
Assim como havia dito quatro dias antes, ele tinha cortado o cabelo... e estava liindo.Barba feita, cara de menino, embora tivesse um rosto de macho que me tirava do sério.


Cheguei atrasada na balada, pois estava trabalhando. Vestidinho curtinho preto colado no corpo, sapatos altos, cabelos molhados – não dava tempo de secá-los – maquiagem. Não estava linda, mas estava gostosa.

Entrei no taxi, dei as coordenas para chegarmos ao local. Cheguei, meu amigo me pegou na entrada e subimos para o camarote. Lá estava ele. Blusa preta, bermuda xadrez e tênis. Falei com todos, dei dois beijinhos em cada um enquanto ele me tirava de cima a baixo. O Coringa estava cheiroso e com um copo de cerveja na mão esquerda.


Passados alguns 20 minutos eu já tinha bebido uma dose de tequila e estava com um copo de Absolut na mão, culpa dele, que estava tentando me embebedar. Por sorte não conseguiu. Deu duas da manhã e eu já estava dançando ao lado dele, indo até o chão, rebolando devagar quando sabia que ele estava olhando. Estava entre ele e um outro amigo nosso, e eles trocavam olhares por cima de mim enquanto eu dançava e rebolava de quatro, encostada na parede.


Acabamos saindo de lá antes de todo mundo. Eu queria muito ficar e dançar, mas a vontade de sair com ele também era grande. Passamos pela porta e demos boa noite para os seguranças. Ele abriu a porta do carro para mim e eu entrei, sentando-me no banco do carona e lembrando do dia em que fui confundida com sua namorada por estar sentada no mesmo local.


Ele deu uma volta no quarteirão, entrando no Corinto, o motel mais próximo de onde estávamos. Estava realizando um dos meus desejos mais ocultos. Entramos, garagem, suíte, subimos. Deixei celular e documentos na ‘sala’ da entrada enquanto ele se dirigia ao interior do quarto.


- Você se incomoda se eu tomar um banho? Estava dançando, estou suada... – perguntei.


- Não, de maneira alguma. Acho até que vou te acompanhar, tem problema? – respondeu o Coringa enquanto beijava meu pescoço e apertava minha cintura.


- Fique à vontade. – disse sorrindo.


Fui para o banheiro e tirei os sapatos. Quando fui tirar o vestido ele já estava trás de mim, só de cueca box branca. Me ajudou a tirar o vestido e tirou minha calcinha devagar, compenetrado, como quem estivesse mexendo em algo muito valioso. Beijou meu pescoço e abriu a porta do box para mim. Eu entrei e enquanto regulava a água, pude observá-lo tirando a cueca do lado de fora e entrando. A água estava morna e batia sobre nossos corpos abraçados, enquanto nos beijávamos. Suas mãos passeavam gentilmente pelo meu corpo até que eu desci gentilmente e ajoelhei de frente para ele. Segurei seu pau com uma das mãos, enquanto a outra fazia carinho em sua barriga. Coringa segurava minha cabeça pelos cabelos de leve, me olhando nos olhos enquanto eu direcionava seu pau até a minha boca. Antes de enfiar tudo na boca passei a língua na cabeça, com a outra mão acariciando suas bolas e depois preenchendo meus lábios, minha boca, meus sentidos. Seu sabor percorria toda a minha língua e eu o chupava com vontade, segurando o seu pau com uma mão e enfiando um dedo dentro de mim devagar.


Ele me levantou e chupou meus seios, me dizendo coisas interminavelmente deliciosas enquanto torturava meu sexo até que eu pedisse para que ele me penetrasse. Coringa fecha a torneira do chuveiro e abre a porta, me levando para fora e me apoiando na pia até que eu ficasse de quatro com o rosto de frente para o espelho. Ele coloca a camisinha e se abaixa para me lamber. Enquanto ele me chupa, enfia um dedo devagar sentindo minha bucetinha quente e apertada. Ele levanta e puxa meus cabelos para o lado, mordendo meu pescoço devagar enquanto escorrega para dentro de mim. Uma, duas, três estocadas de leve e eu peço a ele: ‘bota com força, com vontade, vai’ e ele segue meu pedido como se fosse uma ordem, empurrando seu pau com força até o fundo, me fazendo rebolar, segurando meu seio e beijando minhas costas.


Depois ele me vira de frente e me coloca sentadinha sobre a pia, na altura certa para que ele me comesse de frente. Nossos corpos fundidos enquanto nos beijávamos e todo o meu corpo tremia. Meu sexo pulsava, assim como o dele e minha cabeça rodava. Quantos anos eu esperei por esse momento. Quantos anos eu aguardei até fazê-lo sentir o mais doce dos prazeres.


Fomos para o quarto, onde era a minha vez de fazer esforço. Sentei de costas para ele, encaixando seu pau dentro de mim e rebolando com vontade. No primeiro movimento ouvi ele gemer baixinho e me chamar de gostosa. Continuei rebolando, com força, alternando entre movimentos rápidos e fortes, altos e baixos. Fiquei assim por um tempo até que ele não agüentou e pediu para gozar.


- Deixa eu gozar, vai? Eu te como mais, eu faço o que você quiser, mas não dá mais para segurar, você me enlouquece, meu deus, nunca pensei...


E gozou. Gozou deliciosa, plena e lindamente. Eu deitei sobre seu peito ouvindo seu coração bater forte e sua respiração ofegante, beijando sua boca e fazendo o Coringa, que naquele momento, mesmo que fosse só naquele momento, fosse o meu Coringa, prometer que teria o segundo round, já que eu estava insaciável há mais de seis anos.


Continua...



P.S.1: Estou voltando a escrever aos poucos. Voltar à velha forma dá trabalho.

P.S.2: Eu ficaria muitissimo feliz se o senhor Aragorn, herdeiro de Isildur fizesse esse conto chegar às mãos do senhor Coringa. Mas lembre-se, mande apenas o conto, e não o blog.

Beijoselambiidas, Flux*
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E a falta de sexo?

'De todas as taras sexuais, não existe nenhuma mais estranha do que a abstinência.'

Millor Fernandes


Sim, eu continuo me segurando como uma boa menina deve fazer. Aiii, até quando será que eu aguento?

Beijoselambiidas, Flux*
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Loira e morena... Utopia parte 1
Ela já nos aguardava na cama do motel.
Usando um belíssimo conjunto de lingerie rosa e sandálias brancas de salto alto,nossa amiga loira se tocava.
A calcinha estava para o lado,os dedos passeando maliciosamente pela bucetinha depilada.
Fomos anunciados,como combinado.
Recebemos o cartão e nos dirigimos para a suite.
Pegação logo no elevador.
Mãos aqui e ali,uma premiere do que nos esperaria naquelas próximas horas .
Inserimos o cartão, abrimos a porta devagar,aspirando o cheiro de sexo que impregnava aquele local.
Ela confessou depois que já havia gozado umas 3 vezes,na cama,em cima da mesa e até no chuveiro.
Nos cumprimentamos,as apresentações sendo feitas.
Sim, pois éramos quatro naquela suíte,para realizar as fantasias delas duas,loira e morena.
Amigos que somos de longa data,sempre tranquilos em relação a nossos papos e vontades,o assunto surgiu do nada numa conversa qualquer.
"Eu sou LOUCA pra fazer sexo grupal!!! Adoraria poder chupar duas picas"
Claro que fiquei imaginando cada cena.
Cada detalhe minunciosamente construído na minha mente perversa.
E era mais que óbvio que iria convidar a minha outra amiga.
Sim,por que eu também sei que ela adoraria isso,já havíamos conversado e ela tivera inúmeras oportunidades, mas sempre teve empecilhos.
E eu sabia também que ela tinha uma curiosidade interessante sobre meninas.
Não que ela não curta um pau duro na boca.
Mas esse assunto,essa dúvida em como seria chupar/ser chupada por uma boca feminina mexia com ela.
Msn's trocados, chat's rolando...
Perguntas disso e daquilo.
Um amigo pra completar o quarteto.
Decididos dia e hora,passamos pra buscar uma ,sendo que a outra havia decidido ir antes, pra já ir nos aguardando por lá.
Quando entramos no quarto, ela já estava de 4, dois dedos enfiados na buceta e mais um acariciando o grelo.
Visão dos deuses imortais.
Nem esboçamos reação, maravilhados demais que estávamos com a cena.
Sim, pois foi nossa amiga que veio conosco que fez as "honras",caindo de língua por trás da outra.
Parou demoradamente no cuzinho da loira, apertando a bunda e puxando de encontro a seu rosto.
A loira se remexe, ajeitando o ângulo para melhor receber as lambidas que a conduziriam a mais um intenso orgasmo.
Sentamos no sofá.
A morena já vai tirando a saia, revelando uma minúscula calcinha branca enfiadinha.
Ela deita a morena gentilmente.
Começam a se beijar.
Carícias nos seios,começam a alternar lambidas nos biquinhos.
Nos aproximamos da cama, um de cada lado.
Abrem nossos zíper's,abaixam as nossas calças.
Começam a mamar em nossas picas com vontade.
Param para se beijar mais uma vez.
Trocam de lado,cada uma agora chupando o pau oposto.
Se posicionam de 4, lado a lado na cama.
Empinam as bundas para receberem estocadas vigorosas.
Os paus entram simultaneamente, fazendo a cama estremecer, assim como seus corpos.
Agora, é a hora da morena ficar de barriga pra baixo,enquanto um mete por trás dela,tendo a loira de pernas abertas em frente a ela.
Fico de pé ,perto da loira, posicionando meu pau para que ela ao ser chupada e tocada pela morena, possa engolir e mamar minha pica.
Meu amigo rebola em cima da morena,que, delirando, chupa e toca a loira, penetrando-a com um dedo.
Gemendo como a putinha que é, a loira engole meu pau e toca uma punheta com rapidez,querendo leitinho em sua boquinha.
Coloco a loira sentada por cima de mim,cavalgando com força, segurando seus peitos pequenos e firmes.
Meu amigo vira e morena, no mais puro e "inocente" papis and momys,enquanto eu faço a loira sentar na cara da morena,com o cuzinho livre pra eu poder comer.
Pincelo devagarinho na entrada...
Deixo o cuzinho dela mordiscar meu pau de leve...
Vou encaixando, arrancando gemidos e apertos nas pernas.
Com tudo dentro, começo o vaivém sem pressa, mas com firmeza,sabendo que logo logo,ia gozar.
Meu amigo acelera e manda ver na morena,cravando fundo e com força.
Tiramos de dentro, colocamos as duas ajoelhadas.
Jatos de porra percorrem o ar indo em direção a seus rostos e seios.
Pura fantasia.
Pura magia do império da devassidão e perversidade da qual eu sou o rei.
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Não tô tão bem assim....mas pode melhorar :)
Cheguei a conclusão:
Não sei se gosto tanto de sexo assim.
Me chamem de louco ou de errado ou qualquer outra denominação.
Claro que meter, foder, trepar ou fazer amor é ótimo.
Mas eu ainda prefiro as prévias.
Não existe NADA mais interessante que isso.
Até porque,se analisarmos,sexo é um ato mecânico.
É um vira daqui, mete dali.
E chupar, ser chupado é o que há.
Não sei o porque dessas "conclusões" de hoje.
Talvez por saber que ,para mim, é a maior demonstração de intimidade entre duas ( ou mais rsrsrs) pessoas.
Ou talvez por ver que hoje em dia,tenho de me "conformar" com sexo estilo "Barclay's Premier League (que de "Premier " não tem nada).
Por mais que meu estilo "sulamericano" no sexo tente aparecer,hoje , em relação a minha "adversária",é bola cruzada na área até o momento do gol dela.
Aí eu "meto uma correria " e "alugo o meio-campo" para marcar o meu golzinho de honra.
Desculpem, mas não tô muito bom hoje.

** Em tempo**
1- Visitei,te acordei mas achei ótimo te ver,dona Tara. Miss u,luv ya.
2-Revelações bombásticas sobre nosso amigo O Coringa.Quem diria hein, safada?
3-O tapinha na cara provoca aquilo tudo?E no bumbum,será que provoca mais?Interessadíssimo em conferir os "efeitos".
4-Adorei,mesmo que por pouco tempo, que as duas ( sim,caros) as duas mulheres em quem mais confio tenham se "conhecido"! ( pronto, me denunciei,mas não tem problema algum)
As duas têm muito em comum, como descobriremos.
5- Quem sabe não pinta um amistoso ( não taaaaaaaaaão amistoso assim entre todos nós?)
6- Coringa e Aragorn vs Tara Flux ( Utopia [1] ?)
7-Aragorn vs Tara Flux e F? (Utopia[2]?)
8-Aragorn e Coringa vs Tara Flux e F?
ashurhiosrhsriouhsariushriso
Façam suas apostas, senhoras e senhores, moças e rapazes.
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Toque no cinema...

Ai gente, antes de qualquer coisa, PARABÉNS PARA MIM. Ontem eu fiquei velhinha e completei vinte aninhos. ARAGORN me fez uma visita surpresa maravilhosa no trabalho e fez o meu dia um pouquinho mais feliz. Amigo, eu te amo muito, independente de qualquer coisa.


Bom, passado o momento L.O.V.E. do dia, quero contar uma fofoca.


Eu e o Aragorn temos um amigo em comum há muitos anos. Chamemos o dito cujo e Coringa. Então... O senhor Coringa, há uns cinco anos atrás tinha uma namorada que era uma pessoa meio bad, nada interessante para se ter como inimigo. Porém, logo que eu o conheci, bateu um tesão muito grande, embora soubesse que seria algo platônico. O tempo foi passando e nós meio que perdemos contato. Há mais ou menos uma semana atrás, eu o reencontrei e eu relembrei essa minha vontade.


Hoje, fui ao shopping e nos encontramos novamente. Por forças maiores, acabamos indo para em um barzinho dentro do shopping, onde eu estava sentada de frente para ele e nossos olhos se cruzavam (perdi o ar umas duas vezes).

Por fim, acabei indo ao cinema, sozinha, ver The Gamer (filme muito bom, por sinal).

A sala estava escura, o gatissimo do Gerald Butler na tela e quando eu vi a minha mão já estava deliciosamente passeando pelo meu sexo. Aos poucos eu ia ficando mais molhada, meus seios ficando rijos e minha boca molhada. Logo meu dedo já estava entrando e saindo de dentro de mim, e eu estava molhada e alucinando sobre o tal Coringa. Para variar, não consegui gozar, mas foi no mínimo uma experiência memorável.


Eu quero sexo de presente de aniversário, alguém me dá?


Beijoselambiidas, Flux*

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Hoje eu queria....
Fode-la com as luzes apagadas.
Botar você ajoelhada na cama e eu de pé, membro rijo.
Sua língua passeando matreiramente pelo meu saco,lambendo mais pra baixo.
Sua boca engolindo minha glande,suas mãos gentilmente acariciando minha bunda.
Colocar você sentada em mim, como menina obediente.
Cara de menina levada,menina safada que me deixa SEMPRE pronto para tê-la.
Gosto do balançar da sua bunda quando dança ou, mais que provocativa,se abaixa pra pegar esse ou aquele objeto.
Gosto do seu cruzar de coxas.
Do modo como toma refrigerante.
Do biquinho que faz ao sugar o liquido,assim como o biquinho do seu peito, maravilhoso que quase cabe na minha boca.
Gosto do nosso encaixe,mesmo de roupas,essas inimigas de nossa intimidade física.
Gosto de ver o quanto você gosta de me ver.
Como esse prazer é genuíno e sincero.
Gosto de falar pra você quando estou excitado e me tocando, como hoje.
Não gosto de apelar pra "Paula Galvão".
Gosto de me tocar pra você no banho ou onde me bater aquela vontade.
Como agora.
Meu pau lateja,querendo você.
Querendo sentir esse abraço,essas estremecidas que eu sei que te causo.
Esse beijo que agora,possui um incremento.
Que sabe que é carregado de sentimento.
Coisas que os anos acumularam.
E que pupila e mestre souberam compartilhar.
Hoje eu queria...
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Ré confessa.


E se eu disser que nunca havia feito isso? Conhecer pessoas pela internet não é o meu forte, mas quando vi a foto dele pelo MSN, vi que as coisas poderiam ser diferentes.

Seu sorriso aberto era um convite para pensamentos instigantes. Seu jeito carinhoso de escrever, de me chamar de linda, aos poucos foram despertando uma curiosidade exorbitantemente crescente.

Ele trabalha perto da minha casa e mora perto do meu trabalho. Após duas semanas de conversas, apenas em ver sua janelinha do MSN subir eu já estremecia e já sentia meu sexo pulsar e os bicos de meus seios ficarem rijos. Até que um dia finalmente eu contei a ele minhas intenções e ele confirmou que as dele não eram tão diferentes.


Marcamos no trabalho dele. Me passou o endereço. Tomei um banho, passei hidratante nos seios e nas coxas, perfume e prendi o cabelo. Coloquei meu óculos, uma saia preta, justa, que deixa minhas curvas volumosas, blusa branca. Quem olhasse, diria que se tratava de uma executiva. Porém, ninguém sabia o que estava por baixo. Cinta-liga preta e meia calça 7/8. Calcinha de renda e sutiã. Pronta para matar. Peguei a bolsa e saí.

Ao chegar ao local, para não levantar suspeitas, identifiquei-me como secretária do advogado dele. Primeira parte: feito. Passei completamente despercebida, a não ser pelos olhares compridos dos homens do local. Minutos depois uma senhora me encaminhou a sala dele. Meu coração bateu forte. Pensar naquele ‘estranho’ que estava do outro lado da porta fez meu coração bater mais forte e meu sexo se encharcar.


A porta se abriu e ele estava deliciosamente sentado na cadeira preta. O notebook sobre um lado da mesa e uns papéis no meio. A senhora me anuncia e nos deixa a sós. Eu o olho nos olhos, vendo que ele me analisava. Dava pra ver que sua mente passeava pelo interior de minha saia. Eu me aproximei devagar, olhando nos olhos dele. Acácio. Esse era seu nome. Ele vestia uma blusa social azul e calça jeans. Eu imaginava como já devia estar seu pau dentro da calça. Acácio chega a cadeira um pouco para trás, observando meus movimentos.


- Boa tarde – eu disse – vim resolver alguns problemas. Me disseram que talvez você pudesse me ajudar.


E eu confesso que disse isso com toda maldade do mundo, enquanto empurrava meu corpo sobre a mesa, ficando de pernas abertas, em frente ele. Pus meus saltos em cima do apoio da cadeira. A visão parecia agradá-lo bastante. Suas mãos começaram a percorrer minhas coxas, arrepiando meus pelos. Suas mãos subiram até meus seios, apertando minha cintura e me puxando para perto. Ele me beijou com força, pressionando seu corpo contra o meu e enfiando sua mão dentro da minha calcinha. Quando seus olhos avistaram a cinta-liga por baixo saia, foi como se um outro homem surgisse. Ele desceu seu dedo até meu sexo, roçando devagar e gentilmente. Com uma vontade reprimida, ele arranca minha calcinha, enquanto eu apenas o observava saciar suas vontades, e me come ali, em cima da mesa. Enquanto eu gemia baixinho em seu ouvido, ele apertava minha bunda, segurando um seio e beijando minha boca.


Assim continuamos em um ritmo forte e compulsivo, até que ele me levanta e me coloca com uma perna apoiada na cadeira, me chupando por trás enquanto enfiava um dedo de levinho no meu cuzinho piscando. Ele pincela devagar e enfia com vontade, até o fim, me deixando louca e fazendo minhas pernas tremerem. Socando tudo, até o fundo, enquanto segura meus seios e morde minhas costas, eu gozo alucinadamente, e ele se delicia ao ver meu corpo se contorcer.


Pronto, agora era vez dele. Eu me viro e olho nos seus olhos, tocando uma punheta gostosa e colocando tudo na boca. Chupo a cabeça, lambendo com vontade e depois colocando uma bola na boca. Passo o piercing devagar na cabeça e sinto ele puxar minha cabeça pelos cabelos me fazendo engolir com vontade. E assim eu senti um gosto quente e familiar se espalhar pela minha boca, inundando meus sentidos e me fazendo relaxar. Ele me levantou. Eu me dirigi ao banheiro de sua sala, onde me limpei. Ao sair da sala, eu beijei sua boca de leve e saí, da mesma forma que entrei.


Da caixa de som, saia um som gigantesco que me fez acordar. Levanto a cabeça e percebo que são quase quatro da manha. Eu havia adormecido sobre o teclado e uma janela piscava incessantemente com um nome escrito: Acácio. Mal sabia ele que havia percorrido meus sonhos naquela noite. Levanto o rosto e dou um olá, desejando profundamente que meu sonho se realizasse.



Beijoselambiidas, Flux*


P.S.: 1 -Eu prometo que não ficarei tão ausente. Tentarei passar por aqui.

2 - Eu sei que você não me manipula. Mas quando o faz, eu adoro.


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Liga
Saímos do casamento.
Partimos para o motel.
Ela estava muito linda, usando um vestido comportado,mas que realçava seus contornos.
Eu havia sido "sorteado" com a liga da noiva, uma tradição que não compreendo muito,mas topei.
A própria noiva veio me entregar em mãos, dizendo que eu seria o próximo a ir para o altar.
Chaves na porta, havia escolhido uma suite confortável, com sauna, piscina e pista de dança.
Já fazia algum tempo em que não ficávamos a sós e queria que fosse legal nossa noite.
Banho.
Chupadas de ambos os lados.
Eu a penetro sobre a pia,de costas pro espelho.
A bucetinha como sempre,completamente depilada.
Ela goza com meu pau dentro e meus dedos em seu grelinho,uma siririca ( não gosto muito do nome,me faz lembrar um nome de mosquito,mas que é bom,é).
Vamos para a cama.
Relaxamos.
Ela começa a se esfregar querendo mais pau.
Perto da pista,algo que não tinha notado:
Uma daquelas varas em que strippers fazem sua performance.
Poledance,se não me falha a memória.
Ela vai até o bolso da minha calça.
Retira a "liga".
Prende em sua perna esquerda.
Pega minha carteira e joga em minha direção.
Começa a executar a dança.
Me aproximo.
Ela esfrega os peitos em mim e me faz sentar no chão.
Começa a bater a bunda no meu rosto.
Eu pago.
"Por 50,00,o que você faz, stripper?"
"Mamo gostoso"
Coloco r$50,00 na liga.
Ela se aproxima,me levanta e se ajoelha.
Enfia na boca,morde a cabeça de leve.
Desce pelo corpo,enfia uma das bolas na boca.
Pego pelos cabelos.
Bato com o pau em seu belo rosto.
Ela abocanha.
Começa uma punheta gostosa e lenta,sempre chupando.
Tiro mais 100.00.
"Quero comer você, stripper".
Ela aceita.
Se posiciona de costas segurando no cano.
Eu pincelo.
Deixo escorregar.
A pica entra todinha.
Ela rebola, me pede pra bater em sua bunda.
Enquanto bato,seguro no biquinho do peito.
"vou gozar"
"Goza, me enche de porra,me enche de leitinho"
Cambaleio.
Pernas tremem.
A porra esguicha.
Ela crava as unhas nas minha perna.
"pela foda, eu que deveria te pagar".
E 150,00 voltam magicamente para minhas mãos.


**em tempo**

Sua "ausência" é uma coisa dolorosa.
Eu não tento manipulá-la.
:(
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Lonelyness...
Meus caros,

Queria muito ter alguma coisa interessante pra postar, mas estou depressiva demais para isso. Sexo não tem feito parte de meus devaneios e creio que nem tão cedo fará. Estou de saco cheio de tudo. Vou sumir por um tempinho. Quando meu humor melhorar, eu volto e explico.

(Quarta-feira é meu niver. Parabéns para mim.)

Beijoselagrimas, Flux*