Completa satisfação




O Natal estava próximo e ele já sabia que a minha maior tara era dar pra ele na loja. Resolveu se dar de presente e matar a minha vontade.

Nas tardes de terça-feira eu sempre passava por lá e a loja estava cheia. Os amigos sempre se reuniam para jogar papo fora e zoar um pouco. Era assim que eu o desejava, no segundo andar vazio, com o primeiro cheio. Ele deixou instruções com o atendente para que eu subisse imediatamente ao chegar, com a desculpa de que eu mexeria em alguma máquina lá em cima. Ninguém deveria saber que ele estava lá em cima, muito menos subir.

Recebei as instruções e as cumpri perfeitamente, subindo as escadas em direção ao segundo andar. Lá, encontrei o Coringa de pé, encostado em uma mesa de forma que ninguém lá embaixo pudesse vê-lo. Eu vestia um vestido verde curto com botões na frente e sandálias baixas, enquanto ele estava com uma bermuda listrada que eu adoro e uma blusa branca. Ele sorriu e eu me apoiei na mesa, me aproximando dele, enquanto ele passava uma mão pelo meu pescoço com uma leve pressão e a outra me aproximava ainda mais pela cintura, encostando meu corpo no dele. Me beijou com vontade, agarrando minha bunda morena com vontade, ora somente acariciando.

Quando eu me dei por conta, alguns botões de meu vestido já estavam abertos até a cintura e ele já lambia e atiçava meus seios, enquanto com a outra mão puxava minha calcinha para o lado e enfiava um dedo devagar dentro de mim, acendendo um calor absurdo. E o Coringa também sentiu esse calor, pois me segurou com força, virando-me e apoiando meu joelho direito na cadeira e meus braços no encosto, colocando seu pau duro e latejante para fora e com uma estocada firme, penetrando-me e arrancando um gemido de minha boca. Coringa fechou minha boca com uma mão, enquanto apertava minha cintura com a outra e metia com vontade.

Nós ouvimos alguém do primeiro andar perguntar ao atendente se eu estava sozinha lá em cima e se estava tudo bem e o Coringa tirou a mão da minha boca, sussurrando em meu ouvido para eu responder que tinha cortado o dedo ou alguma coisa do gênero. Obedeci e quando acabei de falar ele puxou meus cabelos e continuava a estocar fundo, repetidamente, me fazendo gradualmente perder a linha. E naquele ritmo delirante, que eu desejava há muito tempo, com uma mão puxando meus  cabelos e a outra direcionando minha cintura, eu gozei deliciosamente, cravando as unhas na coxa dele, segurando um grito na garganta. E ele, surpreso com a minha reação  e com mais tesão do que nunca, sentindo meu sexo se contrair em seu pau teso e latejante, gozou em seguida, segurando minha bunda com as duas mãos e apertando-as.

Coringa me ajudou a levantar, colocar a roupa, me beijou e sentou-se na cadeira, me puxando para perto de si, fazendo-me sentar em seu colo. Ficamos assim por algum tempo, até que resolvi ir embora, descendo as escadas com as pernas bambas, mas completamente satisfeita.

*Foto deliciosamente roubada do À Deriva, sem permissão da Jaque, mas que eu sei que não vai me matar, mas foi a unica foto que eu encontrei que conseguiu expressar... Enfim...

Beijoselambiidas, Flux*

4 comentários:

Anselmo disse...

Nussss...

Esse é o blog mais didático que conheço.

Mas uma vez, ÓTIMO :P

Anselmo disse...

calcinha para o lado...
esse conto está "me fazendo gradualmente perder a linha"

Aragorn disse...

os 2 estão muito descarados.
se fosse no quartinho eu até não falava nada.
Mas no meio da "massa de clientes" é muito abuso.

Tara Flux* disse...

hahahhaa
quem pode, pode.

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