Virtual tem seu valor
Papo vai,papo vem no msn e ela me pergunta, na lata:

"Tá sozinho aí?"

Confirmando,ela me pergunta de novo:

"Posso fazer uma coisa que sempre quis?"

Afirmativo,comandante!

Ela sorri e , se dirigindo até a beiradinha da cama, abre as pernas e revela aquela buceta raspada...
Mete a mão debaixo do travesseiro e tira de lá seu amigo das horas solitárias.
Começa, gentlimente,a engolí-lo,ao mesmo tempo em que se toca gentilmente,acariciando o peito e apertando o biquinho.
Faz caras e bocas,se contorce e retorce,apertando as coxas uma de encontro a outra...

Ela então, suspendendendo o vestido até a cintura, se coloca de quatro,olhando pra trás e deixando a buceta mordiscar o objeto de prazer a qual ela se auto-penetra.
Rebolando, lá se vai o vibrador entrando e saindo, desligado ainda,deixando-a molhadinha de escorrer.
Eu,do lado de cá da telinha, acaricio meu pau por cima do short.
Lentamente, coloco ele pra fora e exibo na cam para ela...
Ela,carinha de carente, gesticula para que eu começe uma punhetinha bem inocente.
Não me fazendo de rogado, vou subindo e descendo...acariciando meu saco...
Ela.contente pelo que via, ia cada vez mais metendo ,enterrando aquele brinquedinho que tanto a excitava...
Vi,aos pouquinhos , que ela diminuia o penetrar...
Havia gozado e lambuzado todo o consolo.
Sentando-se de frente pra mim, ia me estimulando mais e mais a me tocar para ela:
"Quero ver você gozando...."
Não me fiz de rogado.
Acelerei, continuando num ritmo mais rápido, louco para encher o chão de porra, em homenagem a ela.
Mais 2 minutos nesse vai e vêm gostoso, até que senti a porra vindo, quente e farta....
Aparei ela na mão direita e ,chegando pertinho da camera, mostrei o prazer que ela havia, mesmo que visualmente ,me proporcionado.

Gozei deliciosamente para ela...
Agora, era questão de tempo para transformar aquela fantasia virtual no prazer em carne e osso...
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Jaque, você não está sozinha...
Jaque, não se sinta só. O que você está passando, eu passo e tantas outras passam. O que os homens não entendem é que não é só sexo. Claro que tem dias que só sexo resolve, mas nem sempre. Vai além disso. Vai além de corpo, de pele. É coisa de alma, de coração... Enfim, já demonstrei demais meu lado humano. Chega disso. Para finalizar, dedico à senhorita esse lindissimo e perfeito poema de William Shakespeare.


Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade
inquestionável...

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:

Acho que você está errado, mas estou do seu lado...

Ou alguém que apenas diga:

Sou seu amor! E estou Aqui!

William Shakespeare

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Tradução
Apenas essa foto traduz todos os meus desejos para o dia de hoje.




Mais atrde estou de volta com a coluna Sexo Oral pro Aleatorium e um texticulo sobre o ponto G masculino.

Beijoselambiidas, Flux*
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Sexo e contratos

Quando eu quero as coisas, eu consigo as coisas. Eu queria sexo, eu tive sexo. Fora de cogitação correr atrás de homem e fazê-lo ficar se achando o fodão, quando na verdade, não são, mas com o Marcos é diferente. Não tem essa de ficar pensando antes, nem durante, muito menos depois. Somos amigos há muito e tínhamos um tesão reprimido – até o dia em que resolvemos solta-lo – e foi maravilhoso. Com isso ele acabou se tornando um amigo a quem corro quando tenho problemas (embora isso nunca aconteça) e alguém a quem procuro quando quero sexo. Eu vou a casa dele, faço o que quero e vou embora. Quando entro, ele me chama de nega, durante ele me chama do que eu quiser e depois é neguinha prá lá, pretinha prá cá e eu posso ir embora com a cabeça tranqüila sabendo que tudo vai continuar sendo normal, inclusive nosso respeito mutuo e amizade.

Essa semana foi tensa e eu estava estressadíssima. Tinha que ir ao shopping trocar um vestido que minha mãe e me deu e estava sem o mínimo saco para andar em shopping. Ele estava on no MSN. Antes de entrar no banho, enquanto escovava os dentes pelada passeando entre o meu quarto e o banheiro, abri a janela dele e perguntei:

- Tá ocupado?

- Não, nega, pode falar.

- Tá sozinho em casa?

- Vou estar daqui a pouco. Está tendo uma reunião aqui em casa, mas assim que acabar todos vão embora, mas por que? Aconteceu alguma coisa?

- Não, mas eu estou estressada e preciso de sexo.

- hahahahahhaa. Isso nunca falta aqui para você. Como você vai me querer hoje?

- Ah, não sei. Decido quando chegar aí...

Acabei indo ao shopping trocar o vestido. Estava no provador quando meu celular tocou e eu pude ver o nome dele no visor do aparelho. Segundo ele, a casa já estava vazia e eu poderia ir pra lá se ainda quisesse. Troquei o vestido rápido, peguei um taxi e fui. Quando cheguei na esquina, liguei para avisar que já estava ao lado e ele, como sempre, me esperava com o portão aberto, só de bermuda, com aquele corpo escultural à minha espera.

Voltamos a estaca do cabelo curto (não sei se já falei disso aqui, caso não, depois eu falo), coisa que o deixa louco – meu cabelo está cortado meio chanel, no ombro. Ele me encostou na parede, já levantando uma coxa minha e subindo meu vestido. Com a outra mão abriu um botão do mesmo e colocou um seio meu para fora. Caiu de boca, literalmente, arrancando um gemidinho baixo de mim. Nos encaminhamos para a sala, e lá ficamos, jogados pelo sofá. Enquanto eu me saciava chupando aquele pau lindo (pqp, o mais bonito que já vi na vida), ele acariciava meu seio e mexia no meu cabelo. Chega, te quero agora, me come. Foi assim que eu disse. Sem chorumelas, sem reclamações, sem meias-palavras. E da mesma forma, como uma ordem, ele acatou meu pedido, me deitando no sofá e vindo por cima de mim com cuidado, mas sem perder o jeito e a pressão, e estou fundo, estocou firme, sabendo exatamente como me tirar do sério. Depois me virou e me colocou de quatro, segurando minha cintura (me perco fácil) e me fazendo rebolar, enquanto entrava ora devagar, ora rápido, ora com força. Acabamos voltando a ficar como da primeira vez, ele por cima, eu deitada no sofá, na guarda (somos lutadores de submission, fazer o que? haha). E assim eu gozei, como tantas outras vezes ele jurara ter me feito gozar, mal sabendo que estava errado. Mas pela primeira vez eu gozei com ele, pois nunca conseguia me entregar por inteiro. Desta vez eu consegui, e logo depois que eu gozei, ele sussurrou no meu ouvido dizendo que eu gozava lindamente, que eu gozava muito e que ele ia gozar também. E gozou, respirou fundo, me beijou a boca, depois a testa e sorriu.

                                                                    ***

Na hora de ir embora, ele pegou minha bolsa no chão e meu celular que, não por obra de que mão, tinha ido parar do outro lado da sala. Levou-me até o portão, sorrindo, dizendo que eu não presto e que está sempre às ordens. Beijou-me o rosto e me abraçou forte, com o mesmo carinho de quando entrei, sem se preocupar com o que tinha acontecido, mas sabendo que a Tara que ele tinha visto lá dentro não fazia de mim mais ou menos nada. Assim é o nosso contrato e não sai caro para ninguém. Ele tem em mim a plena visão de amiga e mulher na horas vagas. Me dá o que eu preciso, quando preciso e não rola a preocupação de eu ligar para ele com medo de algum pensamento do tipo 'será que ela gosta de mim?' ou 'será que ela está pensando eu eu quero namorar com ela?'. Eu ligo para ele quando eu quiser, seja para resolver alguma coisa ou simplesmente para perguntar se está tudo bem, e ele sempre me trata da mesma forma, com todo carinho, atenção, respeito e na maioria das vezes com um pouco de segundas intenções (isso se não for sempre).  As pessoas precisam parar de tentar adivinhar o que se passa na cabeça das outras e viver suas próprias mentes, estabelecendo contratos e discriminando papéis. Se você quer sexo uma vez por mês, avise. Uma vez por semana, ligue, mas deixe pré estabelecido que é só sexo e que ela não vai perder a imagem da amiga encantadora que sempre teve com relação a ela, pois contrato lido e préciamente assinado, não sai mais caro para ninguém.


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E acabei ficando a pensar nisso tudo, não no Marcos, mas no desprendimento que alguns homens deveriam ter e não têm quando se trata de mulheres querendo sexo. Primeiro, somos tão seres humanos quanto vocês e nossas necessidades não se demonstram apenas quando estamos namorando ou casadas. Segundo, podemos, SIM, ser as damas da sociedade e as piranhas na cama sem que vocês fiquem com a pulgas atrás da orelha ou se sintam ofendidos. Vocês têm que parar com essa mania de que sexo é só com a mulher na rua. Que em casa só pode ser amor. E quem foi que disse? Quem foi que falou? Sexo é onde quiser, quando der vontade, da forma que quiser. E a mulher não vai ser menos mulher porque quis te dar de uma forma diferente ou foi ela quem tomou a iniciativa do sexo. No mundo de hoje, quem não faz, leva, e aos casados/noivos/com namorada, se ficar muito com a pulga atrás da orelha, vai acabar com chifre na cabeça.  E você, solteiro, se deixar a mulher que você pega ou sei lá o que na vontade, ela vai acabar deixando você na vontade, pois homem no mundo o que não falta e tem uma porção de rei procurando por reinado novo.

Fodam a vontade e deixem os problemas fora da cama, pois problema e sexo, só combina se o sexo for a solução.

Beijoselambiidas, Flux*

De quatro -parte 1

Que atire a primeira pedra a mulher que não gosta de ser pega de quatro com vontade.


Estava conversando com um amigo no MSN e o assunto pendeu para esse lado. Falamos sobre o fato de nunca termos saído, do casamento dele e ode um possível ménage – eu, ele e a esposa. A idéia já estava na minha mente, confesso, mas não com eles...


Papo vai, papo vem, começamos a falar de minhas preferências.


- do que você mais gosta?


- Ah, só pode ser uma? Eu gosto de tanta coisa...


-Hhaha, sinta-se a vontade.


Como eu sempre digo, não resisto a fazer um oral num pau bonito. Se estiver depilado então, me perco fácil. Nada como um parque diversões bem cuidado para minha exclusiva diversão. Passar um tempo em cada parte, lambendo, chupando, puxando devagar, segurando com aquela pressãozinha que deixa alguns malucos... Depois do oral, com toda aquela vontade acumulada, com todo cuidado e perícia, ser posta de quatro, com uma mão de cada lado da cintura e penetrada com vontade, pressão, estocadas profundas, alternadas com algumas mais leves, puxões de cabelo e tapas na bunda. Mas nem por isso sem carinho, tudo com muito carinho e tranquilidade... ai, ai, dá até um calor em escrever isso...


Eu juro, com toda a minha força, que isso era o que eu mais queria agora. Apenas sexo, com direito a massagem nas costas e risadas pós-foda. Eu não fumo mais, mas até fumaria um cigarrinho depois.

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Sexo Oral - E naqueles dias?

Antes de qualquer coisa, queria pedir desculpas aos queridos leitores, aos quais eu fiz a promessa de postar na quinta passada, mas foi-me impossível cumprir a promessa. Além de uma gripe horrorosa, tive algumas provas para fazer e trabalhei como uma escrava. Enfim, cá estou eu com assuntos interessantes para discutir com vocês.


Semana passada eu estive conversando com umas amigas e chegamos a um ponto delicado (para os homens) e uma delas falou:


- Ah, fico com raiva do Fulano quando estou naqueles dias e ele fica vindo pra cima de mim. Eu fico querendo sumir e ele querendo sexo. Porra, não entende...


- Mas por que você não tenta conversar com ele e dizer que você não gosta e talz? Ah, sei lá, acho que não cabe isso...


Bom, primeiro, vamos a parte principal do problema: acho que todo homem que tem um relacionamento, até os que nunca tiveram, sabe que mulher menstrua, certo? E sabe também que isso acarreta em alguns problemas femininos que pode fazer a sua mulher virar o godzilla ou a menina no país das maravilhas. Então, meus caros, isso tudo depende do casal. Tenho inúmeras amigas que concordam em ter relações sexuais com seus namorados durante o período, outras sentem nojo e têm também as que sentem dor, vergonha ou sei lá o que.


De uma forma ou outra, isso deve ser acordado entre o casal. Não tem essa de que é obrigação dela dar porque ele quer. Ela dá se quiser e ele, querendo ou não, vai ter que aceitar a decisão da moça.

Pode até rolar um acordo, caso as meninas gostem ou aceitem, nos dias em que estiverem impossibilitadas, de rolar só no chuveiro, ou delas agradarem os respectivos só com um oral ou até de esperar mesmo, afinal, são poucos dias. Vai de cada uma, se ela se sente a vontade para tomar a decisão que for e sabe que não vai ser repreendida por isso.


Mas agora, como parte secundária da questão, se o seu namorado não agüenta ficar cinco dias sem sexo em favor da sua natureza feminina, é sinal de que ele não te respeita e não te merece o suficiente para ter sexo nos outros vinte e cinco dias.


Depois o ponto é: será que é tão difícil para um casal manter uma discussão tranqüila sem que vire uma DR ou uma briga? Não dá para ela chegar para ele e conversar numa boa sem stress e dizer o que a chateia, pedindo para ele não fazer mais? Vejo tantos relacionamentos fadados ao fracasso pois homens não conversam com suas namoradas e esposas, gerando conflitos e fazendo-os ter que suprir essa necessidade com mulheres na rua, gerando um problema ainda maior. Meninos e meninas conversem. Apenas falem. Não precisa discutir relação, não precisa brigar, apenas expor seus sentimentos e pensamentos e o outro precisa saber aceitar a opinião da companheira, respeitando e sabendo que nem tudo é como se quer.


Para aqueles que não agüentam mesmo, morre na mão vai, quem sabe pede inclusive ajuda dela, fica até mais gostoso.

Beijoselambiidas, Flux*


Você também pode ler esse texto e outras coisas engraçadas no ALEATORIUM.

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Além do que os olhos podem ver...
Um rinoceronte e dois coelhos de pelúcia assistem ,imóveis,a cena que se arrasta.
Enquanto ela acaricia e puxa para si o seu parceiro,este se segura na cabeceira cinzenta e arredondada da cama dela.
Um leve sobe e desce de seu corpo que pesa sobre o dela,arrancando gemidos e pedindo na linguagem silenciosa dos corpos que se desejam,que ele continue desse mesmo modo,com essa mesma intensidade.
As estocadas agora começam a ser mais rápidas,ela chupando delicadamente o biquinho do peito de seu amante e amado,fazendo com que ele se arrepie e se excite ainda mais.
Ele então pára,e posicionando sua amada de joelhos,começa a passar primeiro os dedos,depois o pau pra lá de duro naquela bunda gostosa e grande,nunca possúida e deveras cobiçada.
Ela se contorce de prazer a medida em que ele a chupa,passando do grelinho inchado,até a entrada de sua buceta completamente melada,querendo de novo que ele a foda com força,com o modo único com que eles se encaixam e sabem dar e receber o prazer mútuo.
Ele se deita agora,pedindo para que ela fique por cima,oferecendo o cuzinho para ele,enquanto efetua sua célebre cavalgada,fazendo o coração dele bater mais rápido,descompassado,num acesso de violencia com a qual ela senta e rebola.
Em questão de minutos,ele sabe que irá gozar.
Ele tira ela de cima e coloca ajoelhada de frente pra ele.
A velocidade imprimida por ela trás a gozada farta dele,que ela,ansiosa,acaba por receber em sua boca,inundando-a de sensações de objetivo concluído.
Ainda assim,ele anseia pelo prazer dela.
Ela então se senta na beirada da cama,e , segurando um peito com uma mão,inicia uma singela siririca.
Olhos fixos,ela treme,vítima de seus espasmos sexuais,cada vez mais ciente que irá gozar forte para ele.
Apenas mais 30 segundos e ela larga o peito e crava as unhas no colchão,gozando intensamente.
Eles se abraçam e no silencio que se desenvolve eles tem apenas uma certeza:
A de que daqui pra frente,eles são verdadeiramente um do outro,em todos os sentidos.


1- Do fundo do meu coração,obrigado por TUDO .

2-Amo voce de maneira incondicional,mesmo sabendo o quão turrão eu possa ser em determinadas ocasiões.

3- Meu sorriso franco e genuíno,refletem a alegria de todas as coisas que partilhamos e dissemos um ao outro nesses dias que se passaram.
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Na minha caminha...
A quem interessar saber, o senhor Aragorn, vulgo o mais novo morador de Juiz de Fora, está neste exato momento deitadinho em minha cama, soltinho e solteiro, após uma pizza e boas risadas.
Meninas, morram de inveja, mas dessa fruta eu já provei, e é docinha, docinha...
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Primeiro desejo para 2010.
E a vontade de te ver aumenta por apenas alguns motivos.
Resolvi entrar no seu ritmo para ver como é. Cuidar de você e depois deixa-lo cuidar de mim.







Deita-lo na cama com cuidado e venda-lo, impedindo-o de se mover, deixando à merce dos meus desejos, minhas ansias, minhas vontades. Ter a confiança que temos ao partilharmos nossos segredos ao entregarmos um ao outro nossos corpos.

Para depois massagear todo o seu corpo com o meu corpo e um oleo cheiroso e fazê-lo relaxar, aliviando-o do stress e nervosismo dos seus dias, fazendo você esquecer do mundo lá fora...



















Atiçar seus sentidos com todas as partes de meu corpo...




Depois tirando sua venda e divertindo-me com o seu estado extasiado...
E começar a deixar você fazer o que quisesse de mim, explorando meu corpo, penetrando minha alma, tomando meu folego. Q ue assim fosse a mais intensa das noites que já passamos juntos. Sem medos, receios ou outros pensamentos alheios a nós.











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Na rua é mais gostoso
E as duas da manhã me bateu uma fome horrorosa. A preguiça falou mais alto e eu resolvi não fazer comida, mas dirigir-me ao posto perto da minha casa e comer um sanduíche daqueles que eu adoro. Parecia que eu estava adivinhando que ele estaria lá.

Primeiro, entrou o irmão gêmeo, que também é uma gracinha, mas é apenas meu amigo – na mais oura essência da palavra amigo. O irmão saiu, disse que estaria do lado de fora da loja bebendo uma cerveja com um outro amigo nosso. Logo depois ele entrou. Lindo, maravilhosamente bronzeado, com o cabelo um pouco maior do que o normal.

- E ai, nega. Comendo um pouquinho?

- Pois é. Deu fome e você não estava lá para cozinhar para mim, estava com preguiça, tive que vir aqui.

- Mas por que não ligou? Eu passava lá pra fazer alguma coisa pra nós dois. – ele disse, me dando um abraço forte e cheirando meu pescoço e me dizendo o quanto eu estava cheirosa.

Acabei de comer e fui para o lado de fora da loja de conveniência me juntar a eles. Passou um tempo, Marcos me abraçou e sussurrou em meu ouvido que aquele vestido roxo que eu estava deixava minha bunda grande, atiçando sua vontade, brincando com suas lembranças. Eu ri, de uma forma safada, perguntando então qual seria o problema em tornar nossas lembranças, mais uma vez, realidades. Isso bastou para ele pedir licença aos nossos amigos e caminhar comigo alguns metros, com o braço enrolado em meu pescoço, dirigindo-me à deserta rua de esquina com o posto de gasolina. A rua já era deserta por si só, com pouquíssimos postes de luz e  assim fomos caminhando, até que ele jogou a lata de cerveja que estava em sua mão no chão, me empurrando contra a parede e me beijando. Por um momento eu pude rever em minhas mente todas as outras ocasiões em que já estivemos juntos. Foram tantas e tão deliciosas.

Voltei rapidamente do meu transe pensativo com ele me virando de costas na parede, beijando meu pescoço e segurando meus cabelos, daquele jeito que só ele sabe fazer. Enquanto ele segurava meus cabelos, que desde a última vez em que saímos estava mais curto, Marcos colocava a mão por baixo do meu vestido, tocando meu sexo, enfiando o dedo devagar, me fazendo relaxar e soltar um gemido baixo. Ele levou minha mão até o pau duro dele por dentro da bermuda, fazendo-me segurar aquela pica grossa, comprida e desejando loucamente colocá-la em minha boca. Percebendo meu desejo, ele me levou para um canto ainda mais escuro da rua, e atrás de um carro, olhou-me com aqueles olhos pedintes, cheios de desejo e eu abaixei, ainda segurando seu pau, colocando-o na boca. Ele gemeu, segurando minha cabeça, ditando o ritmo. E assim eu deixei ele fazer.

Eu já estava louca, encharcada, implorando para que ele me penetrasse como fizera em nosso ultimo encontro. Então, eu gemi baixinho no ouvido dele dizendo um ‘me fode’
que foi atendido como uma ordem. Tirando uma camisinha da carteira, ele me apoiou no carro preto que estava estacionado à nossa frente, e entrou de uma vez só, me fazendo respirar fundo e ficar ligeiramente tonta.

- Assim que você queria, sua safada? Hã? Geme vai, rebola.

E eu fui me perdendo, gemendo, rebolando e logo estava gozando. Ali, no meio de uma rua deserta, com aquele que eu jurei nunca mais me possuir, mas que quando o faz, faz maravilhosamente bem e sempre me deixa querendo mais.
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