Na rua é mais gostoso

E as duas da manhã me bateu uma fome horrorosa. A preguiça falou mais alto e eu resolvi não fazer comida, mas dirigir-me ao posto perto da minha casa e comer um sanduíche daqueles que eu adoro. Parecia que eu estava adivinhando que ele estaria lá.

Primeiro, entrou o irmão gêmeo, que também é uma gracinha, mas é apenas meu amigo – na mais oura essência da palavra amigo. O irmão saiu, disse que estaria do lado de fora da loja bebendo uma cerveja com um outro amigo nosso. Logo depois ele entrou. Lindo, maravilhosamente bronzeado, com o cabelo um pouco maior do que o normal.

- E ai, nega. Comendo um pouquinho?

- Pois é. Deu fome e você não estava lá para cozinhar para mim, estava com preguiça, tive que vir aqui.

- Mas por que não ligou? Eu passava lá pra fazer alguma coisa pra nós dois. – ele disse, me dando um abraço forte e cheirando meu pescoço e me dizendo o quanto eu estava cheirosa.

Acabei de comer e fui para o lado de fora da loja de conveniência me juntar a eles. Passou um tempo, Marcos me abraçou e sussurrou em meu ouvido que aquele vestido roxo que eu estava deixava minha bunda grande, atiçando sua vontade, brincando com suas lembranças. Eu ri, de uma forma safada, perguntando então qual seria o problema em tornar nossas lembranças, mais uma vez, realidades. Isso bastou para ele pedir licença aos nossos amigos e caminhar comigo alguns metros, com o braço enrolado em meu pescoço, dirigindo-me à deserta rua de esquina com o posto de gasolina. A rua já era deserta por si só, com pouquíssimos postes de luz e  assim fomos caminhando, até que ele jogou a lata de cerveja que estava em sua mão no chão, me empurrando contra a parede e me beijando. Por um momento eu pude rever em minhas mente todas as outras ocasiões em que já estivemos juntos. Foram tantas e tão deliciosas.

Voltei rapidamente do meu transe pensativo com ele me virando de costas na parede, beijando meu pescoço e segurando meus cabelos, daquele jeito que só ele sabe fazer. Enquanto ele segurava meus cabelos, que desde a última vez em que saímos estava mais curto, Marcos colocava a mão por baixo do meu vestido, tocando meu sexo, enfiando o dedo devagar, me fazendo relaxar e soltar um gemido baixo. Ele levou minha mão até o pau duro dele por dentro da bermuda, fazendo-me segurar aquela pica grossa, comprida e desejando loucamente colocá-la em minha boca. Percebendo meu desejo, ele me levou para um canto ainda mais escuro da rua, e atrás de um carro, olhou-me com aqueles olhos pedintes, cheios de desejo e eu abaixei, ainda segurando seu pau, colocando-o na boca. Ele gemeu, segurando minha cabeça, ditando o ritmo. E assim eu deixei ele fazer.

Eu já estava louca, encharcada, implorando para que ele me penetrasse como fizera em nosso ultimo encontro. Então, eu gemi baixinho no ouvido dele dizendo um ‘me fode’
que foi atendido como uma ordem. Tirando uma camisinha da carteira, ele me apoiou no carro preto que estava estacionado à nossa frente, e entrou de uma vez só, me fazendo respirar fundo e ficar ligeiramente tonta.

- Assim que você queria, sua safada? Hã? Geme vai, rebola.

E eu fui me perdendo, gemendo, rebolando e logo estava gozando. Ali, no meio de uma rua deserta, com aquele que eu jurei nunca mais me possuir, mas que quando o faz, faz maravilhosamente bem e sempre me deixa querendo mais.

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