O eu já da Sexy
Não sou tão boa ou tão experimente como a Tara, mas vamos lá:

Já chupei no carro em movimento, no 4º andar do CEFETQ e no primeiro do CEFET (boas visitas de namorados em horários de aula), na escada de alguns prédios, na sauna, no banheiro, na cozinha, na varanda e na cobertura. Já chupei até a boa ficar dormente ou só pra descansar a mão que estava cansada;
Já dei no prédio do meu amigo ao ir lá com a desculpa de visitá-lo;
Já dei com gente olhando;
Já dei em cima da pia tanto do banheiro quanto da cozinha, já dei em sofá preto, branco, marfim e colorido;
Já dei beijo quádruplo, mas não lembro;
Já dei e não lembro e já dei pra não esquecer nunca mais;
Já dei sem vontade e odiando tudo;
Já dei pra um pensando em outro;
Já dei morrendo de vontade;
Já dei pra amigo, e já broxei também;
Já dei em primeiro encontro;
Já dei na garagem do motel, pq a vontade não deixava subir as escadas;
Já fiz sexo virtual com uma paixão não correspondida;
e tantas outras coisas que provavelmente eu com minha memória curta não vou lembrar.

Eu nunca:
Fiz um menage, (embora tenha gente louca pra que faça);
Fiz sexo com uma mulher;
Dei em cima de uma mesa;
Gozei sozinha;
Nunca amei nenhum homem.

Eu quero:
Ahhhh eu quero tanta coisa... rs
Vou deixar subtendido.


Beijosemordidas, Sexy
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Visita
Foi a primeira vez em que fui a casa dele. Como de praxe, em razão de eu adorar lavar a louça, já me encostei na pia. Alguns copos, talheres e duas chaleiras. Eu lavava e ele guardava algumas coisas que estavam espalhadas. Ele acabou de guardar e encostou na parede de frente para mim, observando meus movimentos. Emerson Nogueira cantando, o clima estava agradável.

Aos poucos foi se animando e, vindo por trás, encostando seu corpo no meu e esfregando seu pau na minha bunda. Mordeu meu pescoço, beijou minhas costas e meus ombros. Sussurrou em meu ouvido, me tirando as forças e fazendo-me desistir da louça. Virei de frente para ele, que me segurou pela nuca e beijou minha boca com vontade. Suas mãos desceram até minha calça, passando pelos meus seios no caminho. Desabotoando minha calça, mordiscava meu pescoço e me fazia respirar fundo. Quando ela caiu aos meus pés, ele me segurou pela bunda e colocou-me sobre a pia.

 Foi beijando minha boca, levantando minha blusa e lambendo meus seios. Colocou um na boca, depois o outro. Segurou-me pela cintura, passando as mãos em minhas costas e ajoelhou-se à minha frente. Puxando minha calcinha, abriu minhas pernas devagar, sentindo o cheiro do meu sexo e lambendo-o devagar. Sua língua quente passeava em minhas coxas, meu ventre e penetrava de leve enquanto eu segurava sua cabeça e puxava mais e mais para dentro de mim.

Quando eu não agüentei mais, sussurrei em seu ouvido que me comesse, e ao ouvir isso seus olhos brilharam. Peguei seu pau duro na mão, apertando e massageando a cabeça com o indicador. Ele gemeu em meu ouvido, respirando e me beijando. Logo estava se guiando para dentro de mim, forçando sua entrada e me fazendo gemer baixinho em seu ouvido. Falava putarias intermináveis enquanto me fodia e massageava meu corpo. Respirei fundo, travei seu corpo perto do meu, tremi descontroladamente e gozei com força. Ele beijou minha boca e voltou a me estocar com precisão e vontade, enquanto eu gemia baixo em seu ouvido. Logo, logo é a sua vez e ele me segura pela nuca e me beija enquanto me banha com seu prazer. Passo o dedo na coxa, tirando um pouco da porra que ali estava e coloco na boca, fazendo carinha de safada. Ele me beija e pretende me levar para a cama. Mas nesse momento, o interfone toca, e nossa amiga sobe, adiando nossos planos para uma próxima vez.
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Round 3

Fui acordada com o dedo dele tocando meu sexo e sua língua roçando o bico do meu seio direito. Abri os olhos de leve e lá estava ele, se divertindo em seu parque de diversões particular. Sim, particular. Pelo menos naquela noite, eu era só dele. Dele e do vento frio que assolava meu corpo e eriçava os pêlos dos meus braços.

Não precisou muito e eu já estava pronta para recebê-lo. Eu sempre estou pronta para recebê-lo. Ele beijou meus lábios, sorriu e montou sobre mim, guiando-se para dentro do meu corpo quente. Enquanto eu gemia, mordia os lábios e fazia as caras mais putas que eu já me imaginei fazendo, ele simplesmente me observava e sorria. Olhava dentro dos meus olhos e sorria. Nada precisava ser dito, a não ser pelas minhas frases entre gemidos guiando a forma como eu queria ser comida. E ele sempre seguia. Sempre.

Após estocadas fundas e rápidas, eu gozei... mais um pouco seria a vez dele. Segurando-me pelos ombros, beijando minha boca ele chegou ao seu êxtase dentro de mim, jorrando todo o seu prazer quente dentro de meu ventre e derrubando-se sobre mim sem ar, sem forças e sem nenhuma vontade de sair dali. Alguns segundos mais sobre mim e ele deita ao meu lado, beijando minha boca e pedindo que eu ficasse por ali mais um pouco antes de ir tomar banho.

Ficamos ali por algum tempo, as vezes conversando, às vezes simplesmente em silêncio nos olhando. A Loira bate à porta para que déssemos oi via webcam ao Macho que estava no trabalho. Pobre macho, em pleno domingo trabalhando. Maaas, alguém tem de trabalhar nesse vida e que não seja eu!

A Loira vai para a cozinha e prepara o almoço. Eu, Ele, Sapo e Loira comemos alegremente na sala enquanto víamos Senhores do Crime. Ah, ele sabe que eu adoro e a cada cena forte me olhava nos olhos, para apreciar o meu deleite. Acabamos de almoçar e eu precisava ir embora, mas ele pediu para que eu ficasse mais um pouco. Como negar um pedido daquele que me fez gozar durante horas seguidas e faz aquele olhar? Sim, fiquei.

Voltamos para o quarto e nos deitamos. Eu pedi uma massagem e ele sentou-se sobre o meu quadril para faze-la. Beijou minhas costas, mordeu meus ombros, chupo meus seios, massageou meu quadril. Por u minuto eu desejei o vinho novamente escorrendo pelo meu corpo e a língua dele seguindo o liquido. Aquele cheiro delicioso e doce que se espalhou pelo quarto.

Ele pediu que me possuísse mais uma vez e eu não pude negar, mas pude impor uma condição. Ele deveria pegar o gel relaxante e me comer por trás com vontade. E assim ele fez, indo até o outro quarto e trazendo a maravilhosa caixinha de apetrechos da semana anterior. Colocando-me de bruços, penetrou meu sexo apertado e mordendo meu pescoço. Logo tentou se forçar para dentro do meu cuzinho, colocando bastante gel. E ao penetrar eu gemi, mordendo os lábios e puxando-o para mais perto de mim, consequentemente, entrando mais fundo. ‘Eu quero que você foda meu cuzinho de quatro, com vontade’ e eu pude ver sua preocupação em me machucar estampada em sua face. 


Mas eu queria, queria tanto, que ele o fez. E fez com propriedade enquanto eu acariciava meu grelinho e ele segurava minha cintura, me puxando com vontade para perto de si. Logo ele pediu para me comer de ladinho, lembrando-me sussurrando em meus ouvidos da primeira vez em que penetrou meu cuzinho virgem. Ficamos ali assim, abraçados, fazendo nosso vai-e-vém até quase escurecer. Olhando pela janela eu via o sol se por e lembrava que eu o havia visto nascer da mesma forma. Deitada, com as pernas abertas, ele pesando sobre mim e penetrando-me o mais fundo que conseguia. Fiquei por um bom tempo chupando seu pau, lambendo seu saco, enquanto ele, com os olhos vendados, gemia baixinho e respirava fundo. Gelzinho no biquinho dos seios, na cabecinha do pau, e ele perdendo a linha da forma mais delicada possivel.

Logo eu tinha que ir embora e ele me levou até o ponto por conta de seu pé machucado, pois caso não fosse, ele me levaria até em casa apenas por mais alguns minutos de minha companhia. E assim nossa noite acabou. Vimos o sol nascer e se por juntos. Aproveitamos cada minuto da companhia do outro e fomos plenamente realizados. 
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From dusk till dawn



Chegou tarde,porém linda.
Um pouco de dor de cabeça,é verdade.
Mas ainda assim,extremamente bela.
Eu,que já havia ficado nervoso por tê-la visto na sexta trajando um longo e cachinhos,quando a vi ao vivo,não resisti.
Na cozinha,local de nossas mais complexas brigas,eu simplesmente a tomei em meus braços.
Beijos.
Mãos.
Tudo ficando quente.
Tentando segurar a onda,papos,risadas.
Tudo em vão.
De tempos em tempos,eu a chamava para mim,pra que seu corpo que me pertenceria aquela noite,estivesse o mais próximo possível do meu.
Jantamos.
Ela cozinhou para todos nós.
Vinho,risos e Playboy tv.
O anfitrião logo se recolheu (praxe).
O Mestre,envolto em seus problemas,se recolheu ao mundo virtual para falar com a atual(ex) namorada.
A Loira,a mesma do conto anterior,foi ler.
Dando boa noite,nos dirigimos ao quarto do "Rei".
Qualquer elogio não faria jus à ela essa noite.
Ela simplesmente ERA.
Pesando sobre seu corpo,buscava sua boca e me desvencilhar de suas roupas.
Os seios logo saltaram,firmes,morenos e saborosos.
Brincando com o direito,sugava,mordiscava e abocanhava todo,arrancando gemidos e sussurros...
Aos poucos,ela foi me deixando tirar sua calça,revelando uma lingerie sexy e delicada.
Adoro rendas.
Deixando-a extremamente excitada,a ponto de fazê-la colocar as mãos no rosto,tipo:
"Meu Deus,eu não posso resistir mais",ela simplesmente me pediu.
"Me dê 5 minutos".
Fui tomar banho.
Quando voltei,ela estava tranquila.
Apenas de toalha,me deitei ao seu lado,buscando sua boca e seu corpo.
Guiando sua mão,fiz com que sentisse meu pau duro,livre de qualquer impedimento.
Buscando seu sexo,fui aos poucos sentindo que ela desejava me ter o mais rápido possível dentro de si.
Excitada,ela finalmente cedeu.
Me ajeitando,eu disse:
"Eu quero gozar dentro de você...quero que sinta todo o meu prazer aí dentro"
Ela titubeou,eu avancei.
Apertada,aos poucos eu ia me colocando dentro dela,suas mãos em meus braços,seus olhos fechados.
Nosso ritmo é esse.
Vamos de "amorzinho" à estocadas fundas,intensas.....
Ela goza.
Logo é minha vez e eu simplesmente desabo.
Arfando,buscando o ar,eu simplesmente afundo a cabeça no ninho de seus cabelos cheirosos.
Frases ditas no escuro do quarto.
Nossos olhos se cruzando.
Um pouco mais de intimidade.
Perdemos a noção da hora.
Às 5 da manhã,fomos tomar banho juntos.
Na sala,nosso amigo ainda acordado,continuava na saga.
Banho quente.
Costas esfregadas.
Tranquilidade quebrada apenas com o cair da água e o cair de boca dela em mim.
Ela sabe que eu perco muito quando,ajoelhada,abocanha meu pau e se toca gentilmente.
Metendo um pouquinho só,eu peço:
"Vamos pra cama"
Ela sorri e concorda.
Eu a seco ,desde os ombros até os tornozelos.
De volta ao quarto,mais toques,carícias.
Ela me pede água e coca cola.
Trago isso,vinho e chantilly.
Deitada de costas,ela não percebe.
Quando eu derramo vinho em suas costas e bebo de sua taça...
Bebo nas costas,bebo no reguinho...
Busco,na escuridão do quarto e na clareza dos sentidos,um modo de captar todo o prazer possível e canalizar para ela.
Chantilly.
Surpresa,apenas solta um "filho da puuuuuta" quando começo a espargir o doce sobre seu bumbum delicioso.
Lambo,chupo....
Coloco em seu rego.
Mesma coisa.
Ela se empina.
Passo a língua e vou buscando seu cuzinho.
Virando-a de frente ,finalmente coloco em sua bucetinha.
Caio de boca,lambendo,chupando e mordiscando devagar seu grelinho rosado.....
Ela se contorce,o prazer dando claras mostras de estar ali,sendo quase palpável.
Sem mais ,ela me pede:
"Quero você dentro de mim...faz amorzinho comigo.....
Mais uma vez,posicionado,meto de leve e do nada,acelero.
"Não pára, goza comigo" ela implora.
Meto mais fundo....
Mas ainda não era hora.
"Quero que você me chupe" eu peço.
Ela se levanta e começa a passar a língua macia em mim.
Engolindo,me tocando...
Perco a linha e a compostura...e se tivesse mais o que perder eu fatalmente perderia.
Cavalgando,ela dança.
Rebola.
Me olha.
Domina toda a situação.
Na fodinha ou na metida,ela é a senhora de todo o meu ser naquele momento.
Depois de algum tempo,ela me pede...
"Quero que você coma o cuzinho da sua ninfetinha".
O dia era claro quando eu me guiei devagarinho dentro dela.
Me chamando para dentro dela,ela me segurava por trás...
Rebolando...
Sentindo meu pau penetrar sem pressa,mas com vontade.
Abraçados,finalmente ,sol à pino,descansamos.
Ela em meus braços,eu nos dela.
Minha consciencia se esvaía.
O Sol,há muito,despontara no horizonte.
Mas ainda não havia terminado.
Segundo Round

Pós foda,ela foi ao banheiro se arrumar...
Estava extremamente bela trajando um corpete preto,com detalhes em lilás ou roxo.
Calcinha de renda preta,tipo um shortinho...perdi horrores só olhando,a vontade de tirar toda aquela roupa escolhida especificamente para a ocasião me incomodando....
Maquiagem leve,os olhos "Afro-nipônicos" belissimamente realçados com o lápis preto.
Pós banho,coloquei a box branca da Everlast,linda,novinha ,para poder brilhar na luz negra do quarto do casal.
Sentado no quarto do "REI",enquanto aguardava os finalmentes,bebia um vinho e tinha minhas costas e pescoço devidamente tratados por minha egípcia,que passava a língua com maestria e proeficiencia.
Me dirigi para o quarto,a luz acesa,tecidos brancos espalhados pelo cômodo para dar um ambiente diferente.
Taças de vinho.
Eu e o amigo Urso trocando idéia,bebericando...
A loira vem,fuma um cigarro na janela.
E ela vem,minha egípcia,minha deusa de pele morena e trajes BRANCOS.
Sim,caros,um corpete LINDODEMORRER e uma calcinha cavada,engolida por aquela fenomenal bunda que eu tanto,tanto gosto de penetrar.
Atônito,sem palavras e com um máscara de luxúria estampada na cara e o desejo de comê-la com os olhos, eu simplesmente sorri.
Sorri pela capacidade que ela tem de mexer comigo,minhas entranhas se retorcendo diante de tal beleza.
Sentados na caminha do "rei",logo começamos a "consequencia",sem verdade.
O urso logo ganhou o direito de pedir.
"Quero que você chupe o peito dela...mas com chantilly".
Um beijo entre elas deu o tom para que os trabalhos começassem.
A egípcia logo ajudou a loira a se desvencilhar de sua parte superior,espalhando o chantilly por seus seios,a língua mais que macia percorrendo os bicos....extremamente sensual.
Logo,foi minha vez.
"Como um rei,e tendo visto uma foto que me foi muito interessante...quero que você ,meu caro,me traga vinho...porém esse vinho será derramado nos seios dela...quero que você os seque e depois me traga em uma taça.
Ele,o Urso,não acreditando ser verdade,logo se posicionou ajoelhado em frente a egípcia.
Ela,sorrindo,olhava minha cara de extrema alegria.
Derramando o vinho pelos seios e deixando que nosso amigo se deliciasse,egípcia logo deixava claro que iria deixar todos naquele quarto extremamente excitados.
Bicos lambidos.
Taça real servida.
O rei tinha de ter seus desejos atendidos.
A loira pediu como consequencia,que eu chupasse a sua parceira.
Calcinha linda,branca...
Me pedindo para soltar o lacinho,eu simplesmente puxei pelas pernas.
Aspirando o cheiro que me deixa louco,logo comecei a passar a língua em sua bucetinha rosada,apertada...
Isso me excita muito.
Ela,mordendo o braço.Perdendo a compostura.
O próximo pedido foi onde ocorreu.
"Quero que você ,com calda de chocolate,lamba os seios da loira"
Ao me levantar,pisei numa taça de vinho esquecida no chão por um dos três.
Meu sangue real,vermelho e muito vivo,se misturou com cacos e vinho.
Sangue e vinho.
Cuidados.
Um talho na sola do pé.O cuidado de todos.O tratamento da rainha.
Uma noite ainda por terminar.
Curativos feitos.
Hora de cumprir a tarefa.
Derramando a calda,passei lentamente a língua pelos seus imensos seios.
Suguei os mamilos.
Mordisquei.
O próximo foi deveras interessante.
Egípcia por cima da loira,que deitada de frente,oferecia sua buceta depilada para que a outra sentisse seu gosto...
Línguas,amarrotar de lençóis e alguns gemidos.
A egípcia então pediu que eu beijasse a loira.
A loira se deitou ao meu lado,nossas línguas se conhecendo,enquanto o urso e a egípcia logo se juntaram à festa.
Penetrando a loira,a egícpia ficou de 4,oferecendo seu bumbum ao Urso que gentilmente chupava sua bucetinha apertada,cheirosa,por trás.
Ela me olhava com extrema excitação,boca semi-aberta,o tesão personificado.
Logo,me cansei disso e,indo para a cama do "Rei",começamos a nos pegar.
Loira e Urso logo se chupavam e se pegavam.
Vendo a foda na outra cama,a egípcia olhava para a cena com intenso interesse.
Usando o óleo,ela colocou em sua bucetinha,me oferecendo para que eu me deliciasse...
Gozou sendo chupada,perdendo a linha e com as pernas trêmulas.
Colocando a "bolinha",me encaixei dentro dela,metendo com força, com carinho,enquanto o outro casal fodia pra valer na cama.
A bolinha estourou,deixando um perfume sem igual no ambiente.
Cavalgando,ela me fodia,sentando,rebolando,enquanto eu me sentia intensamente possuído...
Se inclinando e empinando seu bumbum,colocando um gelzinho,me olhou:
"Quero que coma meu cuzinho bem gostoso".
Me guiando para dentro dela.
Escorregando.
Metendo e fazendo amorzinho....
Urso dormiu.
Loira se juntou a nós.
Ela olhando.
Nós agindo.
Mas aí teve a discussão e o stress...
E os planos de venda,velas e mãos amarradas ficaram para uma próxima vez.
Round 1

Sim.Assumo.
Tava emburrado.
Havia acordado cedo,às 6 da manhã para preparar tudo.
A cama real,os utensílios.
Bolinhas.Venda.Óleo para a massagem.
Quando ela chegou,quase todos já haviam chegado.
Ela entrou,e do quarto,eu "vi" que arrancou olhares maldosos.
O vestidinho preto,decotado,deixava aquele par de seios lindos,meu "parquinho particular" quase saltando para fora do tecido.
Imensos.
Suculentos.
Objeto do meu desejo naquele momento.
Beijo na boca.
Eles quase ao alcance dos meu lábios.
"Me perdoa,eu sei que marquei mas não consegui acordar".
Bico desfeito.
Umas duas "fugidinhas" no quarto pra passar vontade e a mão por aquela bunda macia,aveludada,tão bem tratada por ela.
Uma lambidinha gentil no "esquerdo".
O dia transcorreu sem grandes alardes.
Convidados fora.
Nós no quarto.
Macho na sala,Loira no banho.
Deitados na cama real,O Hellren e sua Shellan conversavam.
Se beijando,ele se levanta e pede:
"Posso fechar a porta?"
Ela consente.
Logo se deita sobre ela,acariciando suas coxas,ao mesmo tempo em que busca liberar as roupas dela.
Ela busca seu membro,acariciando por cima da roupa,tentando desvencilha-lo também de suas vestes.
Ele então ajoelha,e ,guiando para dentro dela seu pau,aos poucos deixa que sua bucetinha,apertada ,se adeque a ele.
Bocas coladas.
Ele a possui com gentileza e cuidado.
Seus seus ,doloridos,estão imensos.
Ele precisa chupa-los com delicadeza.
Sem que ela suspeite,ele sai de dentro,e ,caindo de boca,chupa sua Leelan com habilidade e muito,muito tesão.
Ela goza.
Forte.
Intensa.
Fica mole.
Calma.
Entra em seu "momento",mas ele não quer parar.
Deseja mais.
Deseja penetrá-la.
Logo,deitados,ele recomeça com os toques que ele sabe bem efetuar em seu corpo.
"Porque você faz assim comigo,hein?"pergunta ela,completamente excitada.
Ele se torna montaria e ela a amazona.
Segurando os mamilos,ela senta,rebola e fode seu garanhão.
Goza.
Ele se mete dentro dela ,estocando com força até que ela se ajoelha e recebe TODO seu prazer na boca.
Permanece sugando cada gota de porra.
Eles deitam.
Se beijam.
A loira precisa entrar pra pegar roupa.
A noite estava apenas começando.
A venda que mata
*A venda nos olhos dele impedia de ver o que eu fazia. Impedia que ele visse o meu olhar brilhando, minha cara de satisfação e alegria.*


Como sempre, entramos nos táxi e fomos para o nosso lugar, aquele aonde sempre vamos e nos realizamos. Ele abriu a porta, eu entrei, ele entrou atrás. À esquerda, a parede, à direita, uma estante de vidro, o frigobar. Mais à frente, a porta de entrada à suite.

Entramos e eu voltei ao pequeno hall, pegando uma cadeira e colocando bem no meio do quarto, mandei que ele tirasse a roupa, sentasse e aguardasse meu retorno. Assim ele fez, tirando até a cueca box branca que vestia. Dirigi-me ao hall com a bolsa preta que trouxe comigo, pois no banheiro tem uma parede de vidro que possibilitaria que ele me visse do outro lado. Não. Eu não queria que isso acontecesse. Tinha tudo que ser surpresa, assim como a reação dele quando me visse seria para mim. Fui me arrumando, retocando a maquiagem, vestindo a calcinha, depois o espartilho, meias 7/8 de rendas e depois os saltos. Máscara. Sim, máscara. O fetiche tinha que estar completo.

Abri a porta do hall e coloquei um pé pra fora. Nada no mundo poderia ser mais valioso do que a expressão dele quando me viu. Ele notava cada pedaço de mim como se não estivesse acreditando no que estava vendo. A delicadeza da renda vinho com o tecido preto davam um aspecto diferente à minha pele morena. Meus seios, exaltados pelo bojo do espartilho, minhas coxas segurando a renda da meia e minha bunda... Ah, minha bunda. A liga da cinta pressionava levemente minha bunda grande e por baixo dela a calcinha de renda preta, que já havia causado ligeira excitação anteriormente, marcava meu corpo. Ele estava boquiaberto e sem respirar. E eu logo me aproveitei disso...

Caminhei até ele e parei de frente, sentado de leve, sem colocar meu peso sobre ele e beijando sua boca. Logo seus braços me envolveram e eu soltei a fita de cetim que prendia meu cabelo, colocando seus braços para trás e amarrando-os. Ele, completamente indefeso, deixou que eu o fizesse. Levantei e fui até o note que estava sobre a cabeceira da cama. Tito Tarantula, After Dark era a primeira musica da playlist.
Tal como Salma em Drink no Inferno, comecei a dançar seduzindo-o. Chegava perto e saía, agachava, colocava a bunda na cara dele, esfregava os seios na boca dele. E eu via claramente nos olhos dele que ele me desejava, talvez mais do que nunca. A terapia sexual de Robin Thicke começa e é hora da venda. Eu a coloco nos olhos dele que pede e implora que eu não acabasse com a visão. Doce engano. Agora era a hora do toque.

Com os olhos vendados. Eu coloco o bico dos meus seios para fora do espartilho e jogo calda de chocolate por cima. Primeiro um, direcionando à boca dele. E ele me chupa deliciosamente, retirando toda calda de mim. Cubro-me e solto as meias das ligas, tirando a calcinha. Passo um dedo em meu sexo úmido e coloco na boca dele, que lambe meu dedo, pedindo para que o soltasse. Não. Ainda não estava na hora. Prendo as ligas novamente, levantando uma perna e apoiando no ombro dele. A altura certa, como eu havia previsto, e meu sexo está ao alcance de sua boca. Encaixo-me nele, que passa a língua macia e quente em mim, arrancando gemidos contidos.

Eu estava pronta para recebe-lo, e de uma vez só, sem respirar u pensar, eu sento sobre ele, ainda vendado, que me penetra forte e fundo. Sinto sua respiração acelerar e continuo, rebolando, contraindo meu sexo, fazendo ele gemer e tentar se soltar. Eu levanto, tiro sua venda e sento de costas, segurando em seu pescoço, mantendo-o perto de mim e quase o faço gozar. Não, eu não quero que ele goze ainda. Sussurrando, eu digo em no ouvido dele:

- Eu vou te soltar, mas você vai ser um bom menino e só vai levantar quando eu deixar, ok?

Sem ter como dizer não, ele concorda. Eu solto suas mãos e vou para a cama, de quatro, engatinhando sobre o colchão, ficando com a bunda bem de frente pra ele. Eu viro e olho, rindo, digo vem. E ele vem, como vem, com rapidez, força e pressão, me segura pela cintura e se força pra dentro de mim. Colocando suas duas mãos, uma de cada lado de minha cintura, ele aumenta o ritmo e goza loucamente. E me segura pelos cabelos dizendo que da próxima vez em que eu o fizesse passar por aquele desespero de novo, que eu estaria perdida. Rindo, eu deito de pernas abertas e ele deita ao meu lado, ofegando, rindo. Mal sabia ele que eu ainda tinha algumas idéias bem interessantes para aquela noite, que estava só começando e nunca mais seria esquecida.
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Double,mesmo sem que você soubesse!

A gente tem essa química.Fato.Ponto.Sem final.
A gente troca idéia sob N assuntos.
Risadas.
Carinho.
Alguns estresses.
Tudo contornável.
Aí que tá o problema.
Deixem-nos a sós por alguns instantes.
Uma vez ela me disse que da última vez em q nos encontramos,num papo tenso em uma cozinha do Lins,que mal prestara atenção nas coisas que eu dizia,tamanha a vontade de ser pega com força,pela cintura no que os leigos chamam de "pegada"
Eu defino apenas como o "assenhorar-se".
Voltando.
Esqueçam os termos técnicos.
Ela queria ser pega com força,ser tratada do jeito que ela sabe que eu gosto e sei fazer.
Nos pegamos,claro,porque a gente sabe que mais vale pagar pelo excesso ( de quem tava na casa dar uma conferida e tudo o mais ) do que pela falta ( aquela puta vontade de se enlaçar e não fazer,como um casal específico aqui naquela noite)
Retomando.
Ontem ,num papo que tem varado a madrugada ( eu sou chato,ela insone),eu descrevi uma cena em que estaria na posição de cliente e ela,estudante de direito,seria minha LAWYER.
Creio que ela ficou deveras interessada em usar as meias 7\8 que eu,devasso,descrevi para ela.
Isso foi gerando um acúmulo de tesão ,tanto em mim quanto nela.
Chegou uma hora,lá pelas 5 da manhã,em que eu já acariciava meu pau,latejante,pensando naquela bucetinha apertada,de grelo rosado,que eu tanto amava chupar,tocar e meter.
Ela:
"Eu quero que voce goze para mim".
Missão dada é missão cumprida,comandante!
Cam ligada,ângulo perfeito.
"Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiin,minha porrinha".
Ela gosta.
Tocando com velocidade,mostrando para ela que eu me tocava para ela,querendo produzir meu precioso gozo em homenagem a ela.
Subitamente,a conexão da webcam caiu.
Eu não.
Gozei com força,segurando com mais força ainda na borda da imensa mesa de vidro na qual me encontrava em frente.
Reestabelecida a conexão.
Ela me excitando mais e mais,sem saber que eu havia gozado,me levou pelo caminho da segunda.
Um tesão maior se apoderou de mim e eu,sem perceber,já me tocava forte e rápido de novo.
Me concentrando na imagem de uma foda maravilhosa de uma semana atrás,eu toquei aquela punheta para ela com muita força,muito desejo de gozar e inundar o que quer que seja,para ela.
Gozei forte,as pernas bambearam.
Movimentei a cam para que ela visse o fruto do meu prazer.
E provei a ela o quanto ela mexe comigo,o quanto ela tem poder e domínio sobre meu corpo,minha mente e tudo o mais que ela quiser em relação a mim.


PS:
Egípcia,desculpe não ter contado sobre a primeira...mas eu queria muito,muito gozar para você de novo.
Gozei.
E você me tirou as forças.

Quanto ao fato de achar que vai me oprimir,tira isso da cabeça.
Não vai dar pra você,mesmo que ainda saiba qual o seu nível!
Sou um Rei,em todos os aspectos.

Luv ya,need ya,brunette.


Eu quero te chamar de ninfetinha....pq putinha eu já chamo...e sei que a senhorita adora!
Eu já - atualizado

Pípol, meu primeiro eu já. Be simples... Depois eu apimento. Beijos

O eu já da Tara Flux*:

- Eu já chupei na rua
- Já chupei dentro do carro com a atendente do motel do lado de fora da janela, no banheiro dos professores do curso em que estudava, na sala vazia e apagada do curso onde estudava, na escada do meu prédio, na sauna. Já chupei até a boca ficar dormente.
- Já dei na cobertura de um prédio embaixo do Cristo Redentor
- Já dei o cu com gente sentada do lado
- Já dei na casa de máquinas do elevador de um prédio
- Já dei em cima da mesa de ping pong
- Já quis pegar uma amiga
- Já peguei um amigo do meu pai, outro da minha mãe
- Já dei sem vontade
- Já dei com muuuuuuuuuuita vontade
- Já fui agarrada na sala de trabalho do meu pai e adorei ser posta em cima da mesa
- Já dei chapada
- Já dei pra amigo, pra inimigo também.
- Já dei em primeiro encontro.
- Já dei numa festa pra um cara que eu nem conhecia, sóbria!
- Já dei em um quartel, vaaarias vezes
- Já pedi sexo por telefone, e por msn também. Consegui todas as vezes.
- Já quis dar pra um desconhecido dentro do ônibus de viagem
- Já tantas outras coisas que eu não queria lembrar...


Eu nunca:

- Fui amarrada da forma como gostaria
- Eu nunca gozei sozinha
- Eu nunca dei com paixão


Eu quero:

- Dar um cima de uma mesa de sinuca
- Dançar dança do ventre para um homem
- Dar com paixão e amor, juntos.
- Dar na praia
-Dar em um piscina, à luz da lua!
eijar a boca macia dela, descendo a mdo onibus suava, na sala vazia e apagada do curso onde estudava,



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