E acontece quando a gente menos espera...
A viagem é sempre relaxante. Ou não. Na maioria das vezes venho vendo um filminho, escrevendo ou olhando a paisagem. Nunca olho para ninguém, nunca converso com ninguém. Desta vez foi diferente. Uma pergunta ao fiscal fez com que começassemos a conversar. Papo vai, papo vem, ele acabou sentando ao meu lado. Um sorriso lindo, barba por fazer, óculos, aquela cara de safado que me instigou instantaneamente no escuro do ônibus. Uma das conversas mais agradáveis e interessantes que eujá tive em toda a minha vida.
Ele, professor. Eu, estudante. Ele gosta de pesca, conversar, capuccino e chocolate. Ah, gosta de olhar a lua da janela de casa também. Lua, bendita lua. Olhando pela janela eu comentei:' nossa, a lua está tão linda.' Ele respondeu que de onde ele estava não daria para ver, só se chegasse mais perto de mim. E então chegou, praticamente debruçou-se sobre mim e não conseguiu ver a lua. 

No momento em que passou na minha frente, seu cheiro bom alcançou meu nariz, e foi instantânea minha constatação em alto e bom tom. Ele riu, dizendo que havia tomado banho apenas no dia anterior, mas que o sabonete era bom e ficava com cheiro prolongado. Perguntou se o meu sabonete era bom também e se poderia conferir. Fiquei nervosa, sorri e virei o pescoço de lado e ele encostou o nariz e os lábios de leve no meu pescoço, arrepiando meu corpo inteiro. 'Hummm, que cheiro bom você tem! Meu Deus, o que é isso? Sabonete, perfume?' Rindo muito contei o segredo. Ele pediu para me cheirar de novo e perguntou se eu não poderia compartilhr um pouco do meu cheiro com ele. 


Quando reparei nossos rostos já estavam colados e nossos olhos grudados um no outro. A vontade era palpável e não deixamos que ela passasse. Ele segurou meu pescoço com uma mão, aproximando meu rosto do seu e enconstando sua boca na minha. Boca macia, lingua molhada. Logo estávamos em um beijo intenso, mas ao mesmo tempo... calmo. Ele disse que minha boca era perfeita e meu beijo delicioso. Eu o chamei de louco e ele disse que éramos dois. Depois tentou ver a lua e conseguiu, enquanto beijava meu rosto e acariciava meu pescoço. Disse que a lua realmente estava linda, mas que ela poderia ter 'aparecido antes'.

Beijos, abraços, risadas. Ele deitou em meu colo e ficou ouvindo meu coração bater. Disse que estava acelerado e que o dele também estaria. Mais beijos, mais abraços e eu me sentindo puta, besta e nem ligando para isso. A boca macia dele desfazia minha linha raciocínio. Sua mão em minha cintura enquanto a outra segurav meu pescoço e trazia mais para perto de si...

Chegou minha vez de descer. Ele pediu meu telefone, disse que queria que eu pudesse ficar mais e me deu um beijo macio de despedida. Agora, enquanto escrevo, ele deve estar dormindo dentro do ônibus, aguardando a chegada em seu local de trabalho. E tudo o que eu queria era estar sentada ao lado dele, mesmo que fosse só conversando.

Mais do que sete minutos, foram três horas intimidades descritas em palavras que nem um beijo poderia descrever.
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Mulher de fases
Estava lendo em um blog ontem (desculpe, mas fuço tanto blog que nao sei qual foi. Se eu lembrar, eu linko!) e uma coisa me chamou atenção. A dona do blog (uma mulher  casada de 25 anos) conta suas experiências. Tá, até aí normal, porque blog é pra isso mesmo, principalmente quando é blog de sexo. Ahh, lembrei! Foi no blog da Diana. Enfim, no blog um post onde ela diz que é de fases me chamou atenção pois eu sou exatamente igual à moça. Ela assume ser bissexual, conta algumas historias de experiências e relacionamentos com mulheres e homens e declara abertamente que gosta muito de sexo.  

Tá, calma. Vamos por partes. Não, eu não sou bissexual. Minhas experiências com mulheres se resumem a um 2x2 com um casal de amigos e mais um homem e brincadeiras de criança à parte que morrerão comigo (assim espero!). Quando eu digo que ela se parece comigo, ou que eu me pareço com ela, por ela ser ais velha que eu, me refiro ao fato de que é ela também é uma mulher de fases.

As fases dela são as seguintes: heterossexual, homossexual, bissexual, tarada sexual e TPM. Muito embora minhas fases sejam diferentes e automaticamente parecidas com as dela, achei isso incrivel. Eu também tenho fases tarada sexual, tenho fases ligeiramente bissexual, fases sem desejo algum, fases em que eu amo todo mundo, fases em que eu não amo ninguem. Me falta a fase da TPM, que graças a Deus eu não tenho.

Agora, vamos lá que eu vou explicar uma por uma.

A tarada sexual: penso em sexo o dia inteiro. Tudo me excita, tudo me lembra sexo. Poderia dar até pro meu porteiro horroroso e ficar, ainda assim, com um lindo sorriso no rosto. Nessa fase eu quero todo mundo, seduzo todos os homens que passam na minha frente mesmo que não queira nada com eles, quero experimetar todos os tipos de sexo possiveis.

A ligeiramente bissexual: CALMA, PÍPOL! Isso não quer dizer que eu saia por aí pegando mulheres tambem. O fato é que nessa fase eu fico mais atenta à beleza feminina do que à masculina. Fico mais ligada na simplicidade das coisas, na suavidade, no jeito... Enfim...

A sem desejo algum: Poutz! Essa para mim é a pior. Por mais que ue queira sentir alguma coisa, não flui. Pode colocar o Gerald Butler pelado na minha frente que não rola de jeito nenhum. Só de pensar em sexo eu já fico cansada. Pode ser que, caso eu faça sexo nessa época eu vá ser beeem preguiçosa. Pró-atividade ZERO!

A fase em que eu amo todo mundo: Ah, gente, essa fase é o fino! Nessa fase eu amo todo mundo, quero pegar todo mundo, fico com critério de beleza (só de beleza, porque os de educação, higiene e outros eu não perco) completamente confuso, muitas vezes até inexistente. Nessa fase também eu me torno uma amiga de primeira, conselheira e disposta a ensinar os truques sexuais pros adolescentes assustados. hahahaha

A fase em que eu não amo ninguém: Eu consigo ser a maior megera. Passando na fente de Odete Roitman, deixando Nazaré Tedesco no chinelo. Nessa fase eu não gosto de ninguém, acho todo sexo horrivel, ninguém presta nem na cama, nem fora dela. Tudo é comum, normal, e eu quase sempre estou querendo matar um.

Ah, gente, fala a verdade se eu nao sou (junto com a Diana) a pessoa mais normal e agradável do mundo?

Bom, Di (desculpe a intimidade), espero que assim você veja que não é a unica mulher de fases na blogosfera, nem fora dela. Adorei seu blog! 

Beeijoselmabiidas, Flux!
Os sete minutos

Dia de jogo é sempre assim.
Emoção e surpresas.
Mais cedo,o interfone tocou.
Era um casal de amigos da Loira.
Subiram.
Nos conheciamos de vista.
O namorado,estando com dor de cabeça e pretextando qualquer desculpa,se foi.
Ela,Fernanda de sobrenome estranho e seios bonitos,ficou.
Bebemos,eu ela e a Loira.
Musiquinha.
Conversinha e eu só vendo que ela ia ficando bem chapada.
A cerveja,misturada à vodka da hora do jogo fazia estragos.
Loira se foi,Macho logo atrás e ficamos,na varanda,conversando.
Pijaminha emprestado pela loira.
Blusa azul e shortinho amarelo.
Sem calcinha ( um efeito que muito ocorre por aqui,registre-se).
Tentou,inúmeras vezes,falar com o namorado.
Sem sucesso.
"tá frio aqui na varanda,vamos entrar..."
Na sala,primeiro se sentou no sofá do canto,mas,afundando,veio para o do meio.
Já se colocou deitada no meu colo.
Minhas mãos,sorrateiras,começaram pela alcinha da camiseta e já foram pro peitinho pequenino do lado direito.
Ela me chama,me dando sua boca para ser beijada.
Beijei.
Mas ao mesmo tempo,ia logo pro que me interessava.
Sua bucetinha.
Acariciei,ela logo se acendeu.
Ajoelhado,em frente a ela,baixei seu shortinho.
Sua bucetinha era avermelhada,os lábios um pouco destacados do conjunto da obra,mas ,ainda assim,muito apetitosa.
Caí de boca,sugando seu grelo gostoso.
Ela se contorcendo,acariciando os biquinhos.
Logo, a cadela sai do quarto e nos assusta.
"Vai pro quarto" eu digo.
Ela se dirige e,deitando ,me aguarda.
EU chego,fecho a porta e,me ajoelhando novamente,tiro seu short por completo.
Chupo,de novo,do ponto em que havia parado.
Ela,se remexendo,vai sentindo minha língua,destruidora de nações e poderios,em seu sexo completamente úmido.
Para completar,enfio gentilmente meu dedo em seu rabinho virgem.
Ela a princípio pede que pare,mas quem é ela para medir-se comigo?
Enfiando por completo e acariciando sua entradinha com o polegar ,ela simplesmente goza apertando minha cabeça e derramando em minha boca seu prazer.
Me guio para dentro dela...
Ela pede que eu pare,pois estava traindo seu namorado...
Eu me visto,dou boa noite e saio do quarto.
Ela vem até a sala pra ver o que faço.
Eu a inquiro,ela me diz que ao contrário de estar ruim,estava muito bom,mas que nunca o traiu.
Dou boa noite ,novamente...
Posto agora,enquanto ela dorme.
Amanhã,quando acordar,será a dor de cabeça pela cerveja ou por olhar pra mim e pensar: porra,me fez traí-lo tão bem,seu filho da puta de língua incomparável?
Única certeza é de que fiz perder a linha,logo ela,cheia de bazófias que lhe foram características a noite adentro.
Mas quem disse que,já que enfiou a faca,não pode dar uma girada?
Perdeu?
Paciência.
Se o namorado poupa,eu não.
Se ele é bom,eu sou melhor.
E assim vai.
Até nos encontrarmos de novo.
E ela me pedir,desesperadamente,para causar nela ,o que causei nesses exatos 7 minutos.
Oferta
Ao homem que me toma por desejo carnal dou-lhe meu anjo maternal.
Ao alcance da boca, seios róseos e pequenos. O antídoto e o veneno!
Um ventre acordado e vulcano. Templo sagrado dos humanos.
Aos seus olhos de brio dou-lhe pouso em meu colo sombrio.
Música, poesia, ausência. Toda falta de decência.

Ao homem que me toma por desejo viril dou-lhe piedade e leito febril.
Beijos de língua, indecentes e úmidos.
Ruídos cósmicos de gozos oferecidos.
Um coração de extremos sentimentos. Ora tristeza, ora contentamento.
Dou-lhe paraíso e inferno. Dias de treva. Dias de amor eterno,
Onde os corpos se bastam e os espíritos nus se arrastam

Ao homem que me toma por desejo romântico dou-lhe vinho, torpor e bom cântico.
Lençóis brancos de lua inteira
Noites regateiras que erguem o seu pau de mistério,
(Avante! Penetre em meu doce império.)
Dou-lhe oceano de ânimo e ilusão, onde possa navegar suas mãos.
Mãos ávidas e desbravadoras, sobre minha pele desnuda e alma avassaladora.

Ao homem que me toma por um simples desejo.
Somente a ele dou-lhe o que vejo.
Uma singular sina do amor que se move e arrebata as forças, comove.
Deitam no peito as grandes virtudes.
Ternuras tecidas amiúde.
Dou-lhe também meus segredos, ainda que o faça ter medo.
Quem me dará uma alma sem pecados?
Quem me dará um corpo não profanado?

Poema roubado do Poesia entre amigos que pescou do Blog Faces do poeta
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Desejo ardente
Eram 4:20 da manhã. Deitada na cama vendo um filme que mexe com a minha imaginação. Assim eu estava. De camisola e calcinha, com um cordãozinho de pérola delicado pendurado no pescoço e o cabelo preso em um rabo de cavalo. Inconscientemente ele veio à minha cabeça como um raio, com força, sem tempo para respirar. Foi automático. O bico do meu seio já estava endurecido e eu já sentia minhas pernas tremendo. 

Pensei em talvez fazer um esforço indo até a casa do nosso amigo para vê-lo, já que sabia que ele estaria lá... Ah, mas a minha vontade não esperaria tanto. Era urgente, era desesperadora, então, eu comecei a apertar o bico do seio devagar e acariciar meu sexo for fora da calcinha com listrinhas rosa e lilás. Bem moleca, mas com desejo de ninfeta, de puta. Eu ja estava lambendo meu peito e encaminhando meu dedo para dentro da minha bucetinha rosada e cheirosa, completamente melada só de pensar nele. Naquela voz grossa, naquela bunda enorrrme, no jeito de me abraçar, na boca macia quando me beija. Nos e-mails trocados, na ligação que ele fez, no chopp que me deve. Nos inúmeros banhos que tomamos juntos, nas risadas, nas confissões que trocamos, nas coisas que só ele sabe e ninguém mais. 

A lembrança do gosto dele veio à minha boca e eu imprimi um ritmo mais intenso. Enfiando o dedo com força e vontade, esfrego meu grelinho endurecido, sensível e mexendo o dedo dentro de mim me aproximo do esplendor. Neste momento eu paro, respiro fundo e coloco o dedo na boca, sentindo meu gosto, o gosto do meu prazer. Eu não poderia gozar sem ele. Não, esse prazer que está guardado é dele e apenas ele irá liberá-lo. Perdendo as forças enquanto chupo seu pau, me comendo de quatro como tanto gosta ou ficando surpreso e nervoso quando eu aponto sua pica dura no meu cuzinho. Assim ele é, envergonhado, forte, deliciosamente gostoso.

Mesmo sem gozar a vontade ainda se faz presente. Meu cuzinho pisca de desejo, de vontade de sentir uma pica grossa penetrando com força. Então eu molho um dedo na bucetinha melada e fico brincando na portinha do cuzinho devagar, enquanto penso nele, na ultima vez em que nos vimos, na minha boca envolvendo seu pau duro, suas lindas mãos fortes agarrando minha bunda no segundo andar da loja, nos olhares que trocamos, nos comentarios que faz e fica, safado que é, aguardando minha resposta. E eu respondo, sempre muito 'ofendida' dando continuidade a esse nosso jogo interno que quase ninguém percebe. Meu dedo entra devagar, abrindo espaço no meu cuzinho apertado, entrando e saindo devagarinho, enquanto eu passo um outro dedo na xotinha e enfio, preenchendo meu corpo. Imagino a pica dele na minha boca enquanto me toco, gemendo baixinho no travesseiro, mordendo a boca, amassando e puxando o lençol com a outra mão. O gozo quase vem novamente eu paro, guardando-me para ele. 

Ah, se ele simplesmente soubesse... Sem problemas, ele vai saber e meu fogo será completamente apagado. 

Agora, enquanto relembro e escrevo, às 5:30 ainda consigo me sentir ligeiramente úmida e com o bico do seio  duro roçando a camisola... Ah, que maldade.

Mais tarde passo aqui para contar do meu vizinho... aquele sfado gostoso que parece com o Grandão!
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M.I.L.F

As coisas são realmente muito engraçadas.
Depois de mais de um ano sem nos falarmos,encontrei,pela manhã desse sábado,Veronica no msn.
Sim,Veronica,uma que mereceu um dos meus contos.
Discussões à parte,ela era realmente muito gostosa.
Minha amiga advogada estava sozinha.
O filho,viajara com o ex-marido.
Pronto.
Estava armado o cenário.
Como sabia que meu amigo trabalharia e a esposa viajaria com a mãe para Teresópolis,fiz o convite.
Ela,receosa,acabou aceitando.
Banho,barba feita.
Um pouco de perfume.
Estava cheiroso.
Meia hora depois,tocou o interfone.
Veio ressabiada,achando que era brincadeira.
"Vem,não ninguém em casa,como pode ver"
Percorremos os comodos do apartamento,e perguntei:
"Quer algo?"
"Água,por favor"
Peguei e,de frente para ela,em pé ,comecei a alisar seus cabelos.
Além disso,passava a mão desinteressadamente por seu pescoço,notando que o copo estremecia.
Lá estava ela,Veronica,depois de tanto tempo,ao meu alcance.
Trajava um vestido bonito,soltinho.
Pernas fortes.
Sandálias brancas.
Uma delícia de olhar.
Logo me sentei ao seu lado e,puxando pelo braço,comecei a beijá-la.
Nossas línguas logo executaram o que se esperava delas,provocando uma onda de calor e intensidade.
Pegando pela mão,levei-a até o quarto.
Comecei ajoelhado,minhas mãos percorrendo suas coxas até o elastico de sua lingerie branca e comportada.
Fui devagar beijando suas coxas,sentindo e aspirando o perfume que seu sexo molhado exalava.
Ela segurava minha cabeça,comprimindo meu rosto em direção a sua bucetinha bem cuidada.
Colocando uma das perna sobre a minha,ela abre bem ,me mostrando seu grelinho pequenino.
Enquanto eu me dirijo a ele,ela coloca um dos peitos para fora e começa a sugar seu próprio mamilo.
Eu chupo delicadamente,enquanto suas pernas estremecem,antevendo o que virá.
"Vou gozar,A...."
Espero ela se acalmar e ,ajudando a tirar o resto,ela se deita.
Agora,é minha vez de ser agraciado com sua boca.
Ela acaricia meu saco,passa a língua...
Passa o indicador no grelo e na buceta molhada e me dá para provar...
"É assim que você me deixa,depois de todo esse tempo de ausência,seu filho da puta"
Seu gosto é adocicado.
Perfumada.
Sua buceta,apenas com uma listrinha de pelos pubianos,é bela.
Logo,ela abocanha com vontade meu pau,mordendo,chupando e acariciando.
Chupa com vontade.
Chupa com deleite e prazer em me dar prazer.
Logo,eu a pego pelos braços e a faço cavalgar de costas para mim.
Ela me oferece aquela bunda bonita,de mamãe que se cuida e que atrai o olhar do pai dos amiguinhos do colégio.
Logo,está vermelha com a quantidade de tapas que eu desfiro.
Ela então tira meu pau e se deita,pedindo que eu a penetre de lado.
Segurando pelos seios,eu estoco fundo,rápido até que a porra vem...
Ela pressiona seu corpo contra o meu.
Sozinhos,eu simplesmente grito e perco as forças.
Adormecemos.
Mas ainda era cedo.
Tínhamos uma tarde para gastar e um ao outro para impressionar.
E foi assim,entre sussurros ,gemidos e carícias intermináveis que passamos esse sábado.
Um banho para relaxar.
Eu a levo até a porta.
Um beijo gostoso e a confirmação que na próxima sexta,vai rolar de novo.
Os dois problemas...
A setxa-feira acabou sendo um dia corrido. Cheguei, encontrei com o Grandão perto da rodoviária. O carro parado na esquina. Abraço, beijo, risadas. Ah, quanta saudade eu estava disso tudo. Quando me dei conta minha mão já estava agarrando seu pau por cima da calça jeans. Duro, firme, latejante. A vontade súbita e a consciência. Insistiu pra que me deixasse em casa, achei mais prudente ir de taxi, ja que encontraria com minha mãe no caminho. Marcamos de nos ver na semana seguinte. 

Encontrei minha mãe na rua, fomos para casa. Ao entrar no quarto meu celular grita desesperadamente de dentro da bolsa. 

- Alô?

- Já está no Rio?- ele pergunta.

- Oi! Já sim. Eu tinha dito que chegaria à tardinha. 

- Faz o seguinte: desce e me espera que eu estou passando aí. Tenho que ir pro curso ainda para ganhar presença, mas quero te ver. 

- Você ainda me deve um chopp, esqueceu?

- Não só um chopp, e não, não esqueci. Mas hoje não dá. Sairemos para comemorar depois. Mas desce. Já estou chegando e quero te ver. 

Lembrei automaticamente daquela noite numa rua escura. Avisei à minha mãe que iria a rua comer alguma coisa e desci do jeito que estava. Vestido até o joelho branco tomara que caia, sapatos e cabelos soltos. A noite começava a chegar de levinho, junto com o meu nervosismo. Saí do prédio e o carro metalizado estava pardo um pouco depois da portaria. O trafego intenso de carros naquele horario dificultava  o estacionar. Abri a porta e entrei, sentando ao lado dele. Ah, aquele cheiro, aquela bermuda xadrez que eu amo que marca o pau dele lindamente e a blusa da G-Unit branca. Beijou-me o rosto e arrancou com o carro. Perguntei onde estavamos indo e ele disse que 'ali'. Não demoraríamos, mas deveriamos achar um lugar calmo para conversar. Sei, conversar...

Ele parou o carro naquela, já tão conhecida por nós dois, rua deserta. Ficou me olhando nos olhos e perguntou como eu estava. Logo inclinou seu corpo e m beijou. Foi combustão instantânea e logo eu já estava completmente encharcada. Mentira, pois eu ja me sentia assim desde que ouvi a voz dele o telefone. A mão dele percorreu minha cintura, apertou minha bunda e chegou aos meus seios. Abaixando o lado esquerdo do vestido, colocou um seio para fora e passou a língua macia e quente no bico, sentindo-o eriçado. Minha mão procurava seu pau por cima da bermuda e o encontrou duro, me deixando com uma vontade enlouquecedora de sentir seu gosto novamente. E assim o fiz. Abri o zíper de sua bermuda e o botão, colocando a cueca branca para baixo e segurndo seu pau com firmeza na mão, enquanto beijava sua boca e ele acariciava meus seios. 

Olhando fundo nos seus olhos, lambi a cabeça, passei o indicador, esfreguei na boca. Como eu desejei aquele gosto. Como eu quis que aquele pau estivesse dentro de mim nas noites frias de uma cidade distante quando ele disse que iria me visitar. E meus sentidos inundados por seu cheiro, seu gosto, seu toque, eu podia sentir meu sexo escorrendo de prazer. Ele enfia a mão por baixo do meu vestido e sente meu sexo quente, umido, enfiando um dedo devagar e arrancando um gemido surdo de minha boca. Desespero, vontade, auto-controle. Enquanto ele enfiava o dedo em mim, eu o chupava com vontade, devagar, do jeito que ele gosta, até que ele gozou em minha boca. Eu engoli seu prazer com toda a vontade, querendo prolongar meu desejo. Ele me beijou e colocou o dedo na boca, sentindo meu gosto. Conversamos por mais algum tempo. Eu lembrei que ele tinha hora e eu também. Fez a volta no quarteirão e deixou-me na porta de casa, como sempre. Lembrei-me de um tempo em que ele  brigava comigo por eu andar à noite sozinha na rua, em que me deixava em casa para voltar pra casa despreocupado e eu ria horrores. Sempre nos entendemos bem. Mais fora da cama do que nela, mas esse nunca foi o nosso problema.

Desci do carro e ele beijou-me a boca, perguntndo quando eu estaria na cidade de novo. Respodi que na semana seguinte e ele disse que me ligaria para cumprir a promessa do meu chopp. Não acreditei e entrei no prédio com a calcinh úmida e os sentidos à flor da pele.


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Mais uma vez
E seria tudo tão mais fácil se ele não tivesse um poder extremo sobre mim. Se quando eu entrei pela porta e dei um beijo no rosto dele meu corpo não tivesse se acendido instantaneamente e eu não soubesse que ele correspondeu a isso.

E o tempo passou, nós jantamos, jogamos e conversamos, enquanto eu me sentia ligeiramente umedecida a cada vez em que ele mordia meu pescoço ou passava a mão em minhas coxas. Quando ele me pega na cozinha pelas costas e puxa meu cabelo, beijando minha boca com força e me impedindo de sair de perto. Enquanto eu lavo a louça, com ele parado ao meu lado, sinto meu sexo pulsar com o desejo reprimido. Eu não deveria ceder, eu não poderia ceder...

Mas eu cedi e, enquanto eu escrevia no quarto ouvindo musica, ele veio por trás, mordendo meu pescoço, acariciando minhas coxas, logo chegando ao meu sexo encharcado, tocando de leve e apertando meu seio co a outra mão. Enquanto eu tentava me controlar no que eu escrevia, ele ajoelhou na minha frente, virando a cadeira giratória de frente para si e me olhando nos olhos. Sem querer saber ou pedir permissão chegou minha calcinha para o lado e encheu sua boca com meu prazer, embebendo seus lábios, com o pau duro, pronto para me penetrar... Eu gemia e ele chupava, enfiando o dedo fundo dentro de mim, chupando e me enlouquecendo, quando eu pedi baixinho em seu ouvido que me fodesse com vontade, fundo, até gozasse, de uma só vez, sem pensar, sem parar, sem respirar.

E assim ele fez, seguindo meu pedido, arrancando minhas forças e ignorando a presença dos outros na sala. Nosso desejo era mais ugente, nossa vontade, mais presente. Controlei-me e mandei que e deixasse terminar de escrever, retornando à sala. Ordens são feitas para serem cumpridas e assim o fez.

Um tempo depois decidi ficar. Não adiantaria ir embora e a vontade ainda estava presente. Tomei um banho e coloquei o baby doll. Juntos na cama, como sempre, o clima esquenta. Eu me faço de besta para que ele me pegue à força, mas ele perde a deixa, curtindo aquele joguinho de quem perde mais. Logo estavamos naquele ritmo intenso, ele me penetrando e eu o envolvendo, rápido, devagar, fundo, de leve. Fizemos o que sabemos fazer de melhor juntos e, mais uma vez, vimos o dia clarear.
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De um jeito diferente

"Não!Pára!" ela sussurrava em meu ouvido,enquanto eu tocava seu corpo e segurava pelo pescoço.
Buscando incessantemente assenhorar-me dela,eu simplesmente insistia.
Ela,após uma sessão de agarramentos,fugas,beijos,empurrões,finalmente decidira ficar.
Foi para o banho,eu arrumei nossa cama.
Nada parecida com aquela em que nos entregamos um ao outro até o sol nascer anteriormente,mas ainda assim,deveras eficiente .
Ela saiu.
Deitou-se.
Dei boa noite.
Ela ficou me olhando.
Já comecei a buscar sua boca,ao mesmo tempo em que percorria seu corpo...
Ela,a princípio,procurara resistir.
Tudo em vão.
Passando a mão pela bunda linda,eu fui abaixando o shortinho do baby doll.
Sim,só o shortinho,pois estava sem calcinha e eu adorei isso.
Buscando a entrada de sua maravilhosa e incomparável bucetinha,senti meu indicador melado,escorrendo seu próprio prazer que ela,louca,tentava ocultar-me.
Sem ter mais como resistir,ela finalmente cedeu,me puxando de encontro a seu corpo,me querendo.
Roupas retiradas.
Gozou sendo dedilhada,mamilos sugados,como gosto e sei fazer.
Pós-gozo,ela começa a me chupar.
A princípio,devagar ,do modo que eu AMO quando ela executa.
Depois,começo a foder sua boquinha,ela adorando cada movimento.
Vem o pedido
"Fica de 4 pra me chupar ,fica?"
Me olhando surpresa,ela obedece.
Abocanha meu pau,mamando fundo,enquanto eu,puto,enfio o dedo na sua xotinha e faço o "girinho".
Ela simplesmente me olha com a cara de safada mais pura que consegue fazer e me pede:
"Me fode de quatro,por favor"
Me ajoelho e ,pincelando,penetro devagarinho,no gostoso vai-e-vem que ela gosta e eu também.
Logo,imprimo o ritmo que ela há muito desejava,metendo com muita força e pressão.
Puxando seu corpo e seus braços para trás,eu cravo fundo até que ela desmorona,gozando deitada em cima da cama.
Agora é minha vez.
Ela se deita,suas pernas em meus ombros.
Não demoro.
O gozo vem forte,quente e farto.
"Desculpe,não pude segurar".
Ela me olha,satisfeita.
"Mas eu ainda quero mais..."
Ela sobe então e me cavalga,seus seios,inchados,lindos,imensos,deliciosamente sexy's na penumbra.
Damos as mãos,ela senta e rebola com gosto.
Mete com força.
Meto por trás ,ela deitava,cravando fundo....
Ela me pede.
"Morde meu grelinho com força"
Mais uma vez,eu obedeço suas ordens.
Chupo,mordisco e sugo seu grelinho rosado e pequenino.
Ela goza chamando meu nome.
Goza de novo.
Eu então estou pronto de novo.
Nem demoro tanto.
Gozo em sua barriga.
Cansados,tentamos em vão não dormir.
Nossa consciencia se esvaía,o sol despontava no horizonte.
Os três pedidos da mulherada!
UM GRUPO DE MULHERES SE REUNE NO CEU E PEDE A SÃO PEDRO......  

- Primeiro, queremos menstruar a cada seis meses em vez de todo mês.

São Pedro anota o primeiro pedido.

- Segundo, nós queremos ficar grávidas só pôr 3 meses porque 9 meses é muita coisa!
São Pedro anota o segundo pedido e fala:

- E qual é o terceiro?
- Queremos que o pênis do homem seja mais bonito, porque é horrível!!!
São Pedro anota tudo e fala para se reunirem em 1 mês para lhes dar as
respostas de Deus.

Um mês depois voltam a se reunir.

São Pedro começa o discurso:
-O pedido nº 1 foi aceito parcialmente, vocês vão menstruar a cada 4 meses, porque o pedido de seis meses é muito longo e isso, alteraria o objetivo da Criação.

-O pedido nº 2 foi aceito parcialmente. A gravidez será de 6 meses porque 3 meses é muito pouco. Isso alteraria o objetivo da Criação...

- Já o 3º pedido foi negado totalmente por Deus...


As mulheres começaram a berrar e reclamar:

-Por quê, senhor?
São Pedro responde:

- Porque se feio, peludo e desajeitado vocês chupam, lambem, beijam, alisam, sentam e pulam em cima feito umas loucas, se fosse bonito vocês iriam comer e isso, definitivamente,

alteraria o objetivo da Criação...
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Dia dos namorados
Eu não compro muito essa de dia dos namorados. Para mim, dia dos namorados é todo dia. Todo dia em que se atura TPM, stress, mau humor porque o time dele perdeu, porque brigou com o chefe no trabalho... É aquele dia em que os dois se agarram em uma rua escura sem querer saber se alguém passa por perto ou se estão vendo. Ser namorado não é coisa de um dia. Coisa de um dia é o marketing que se faz em cima disso. Ser nmorado é coisa de vontade, de compreensão de carinho.

Porém, como sempre existem as pessoas que pensam como eu e acham que um momento vale mais do que mil presentes (a não ser que seja um Rolls Royce, uma mansão em Palm Beach e um closet tipo Sex and the City, aí, não. Aí o momento nao vale tanto assim. haaha), eu fiz uma playlist de músicas que eu curto e que eu já cantei, sussurrei, declamei e ouvi na hora H para os casais apaixonados se deliciarem com os balacinhos no melhor estilo profissional.


Feliz dia dos namorados a todos! E ao meu namorado, que mesmo nao sendo meu namorado de verdade é mais meu namorado do que qualquer outro que eu ja tive.


Ciara  - I run it 

Robin Thicke - Sex therapy 

Robin Thicke - The sweetest love

John Legend - Each day gets better

John Legend - PDA (We just don´t care)

Ciara - Supernatural

Omarion - Wet 

Robin Thicke - Lost Without you

Trey Songs - Neighbors know my name 

Sade - By your side 

Jay-Z - Excuse me miss 

Anthony Hamilton - Do you feel me 

Music Soulchild - If you leave 

Usher - Seduction 


Ah, e também um feliz dia dos namorados ao:

Anselmo do Aleatorium
Ao Leo do Seximaginarium
Ao TZ do Living Alone
Ao pessoal do Escrevendo na pele
A Jaque do À deriva
A Nega do Desejos Insanos

E a todos os outros blogueiros queridos ( e aos não queridos também).
Wake up!

O telefone tocando aquela hora da madrugada só podia ser problema.
Meio sonolento,o vinho ajudando,atendi.
"Alô..."
Silêncio...
"Alô!"
Nada...
Subitamente,sua respiração a denunciou.
Elaine.
"Oi Elaine,aconteceu alguma coisa?"pergunto nervoso.
"Tô gozando de novoooo......"e a respiração pesada,forte,acompanhada de gemidos....
Uns 30 segundos depois,ela diz:
"Pronto...tava pensando em você e fiquei acesa,com vontade de sentir tua língua na minha,suas mãos percorrendo meu corpo,aquela chupada que você me deu ainda faz meu corpo se arrepiar..."
"Então,lembrou de quando eu te fiz gozar....muito bom...."
"Mas eu queria te ouvir...queria agora que gozassemos juntinhos,eu aqui e você aí,até matarmos as saudades no sábado...."
Então ela solta um gemido.
"Tô acariciando minha xerequinha lisinha que eu sei que você adora...brinca com seu pau,brinca?Adoro quando você bate com ele na minha cara...quando eu te olho com aquela cara de safada que te deixa louco...."
"Meu pau já tá duro...queria você aqui pra me chupar...queria que você colocasse ele todo na boca e me puxasse pela cintura..."
Começo devagarinho a brincar com meu pau,tentando equilibrar o telefone,enquanto com a outra mão,acaricio meu saco...
Ela do outro lado já gemendo,me deixando cada minuto mais e mais excitado.
Logo,ela avisa:
"EU VOU GOZAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR"
E geme,arfa e recupera o ar...
"Goza pra mim,goza,seu puto,cachorro....goza pra tua puta,que te fode gostoso e quer te dar esse cuzinho...é apertadinho,mas eu sei que você fode gostoso...e vai dar um trato bem dado em mim"
Adoro elogios.
Não tarda e eu vou gozar.
Ela então me diz: "Só liguei pra te deixar assim,gostoso...com vontade de me comer ,como eu tô com vontade de te dar....agora vou deitar,já estou,por hora,realizada."
Do outro lado da linha,um sinal de TUUUUUUUUUUUUUU.
E eu ali,rindo de como ela pôde ser tão filha da puta a esse ponto.
Pra depois...

Mais uma vez ela saiu.
Instigou-me,me deixando terrivelmente excitado.
A pica pulsava como um coração vivo,acelerado.
Arrepios percorriam meu corpo de segundos em segundos.
Não era o frio.
Não eram os espíritos.
Era tão somente minha memória me trazendo de volta sua presença.
Ela,de toalha na cabeça e olhos puxados,como uma legítima representante da terra do pôr-do-sol,é imbatível.
Ela,com seu corpo moreno tratado,cheiroso e extremamente cuidado,é insuperável.
Com aquela boca que me beija,que roça os lábios pelo meu corpo,me arrancando mais que gemidos,sensações.
Sensações essas que voltaram ontem a noite,num ataque virulento de necessidade de possuí-la.
Possui-la sem pedir licença,como se somente um olhar fosse mais que indicativo,fosse uma certeza.
Faze-la gozar por horas a fio,se perguntando: "Esse homem não se cansa de me desejar e de me dar prazer??"
Não,eu não me canso.
Não ,eu não me canso.
Quando você goza,é como se toda a energia ao redor de nossos corpos subitamente se convertessem num único fio,ligado diretamente ao seu corpo.
Ele estremece.
Suas pernas me apertam.
Seu corpo se contorce de prazer quando você atinge o clímax.
E nessa hora,eu estou ali.
Pra te fazer gozar como louca,menina,ninfeta ou puta...mas fazer você gozar intensamente,da forma que você sabe que é e da forma como somente eu sei fazer.
Quando você,gentil,me pede para estar dentro de você...
Quando cravo fundo em você e ,para não gozar,desacelero e você enlouquece.
Quando cavalga,experiente e amazona,mais que uma simples montadora,amante da montaria.
Quando atinge o orgasmo jogando a cabeça para trás,louca,enquanto senta e rebola executando uma dança.um bailado secreto no escuro e silencioso quarto real.
Quando a "poeira" assenta,eu quero mais.
Quando toco,busco excita-la novamente,pronta para enlouquecer.
Mas o dia já vai alto.
É hora de dormir.


***PS***

Ainda devemos algumas coisas um ao outro.
Disposto a cumprir o prometido.
Só falta você cumprir com o seu.
Meu sonho
Essa noite eu tive um sonho. Eu sonhei que nós dois estávamos em um ambiente agradavel, meia-luz, vinhozinho, um jazz baixinho tocando, conversa vai, conversa, vem... Eu levanto, caminho até o som e você vem atrás, segura minha cintura e me encosta na parede, beija meu pescoço, passa a lingua de levinho, e fala que me quer, quer me ter em cima da mesa, com as pernas abertinhas e você no meio delas. Enquanto vai descendo a mão pelo meu vestido, chegando ao meu sexo, acariciando de leve por cima da calcinha, com a outra mão em meu seio, beijando minha boca, pressionando seu corpo contra o meu.

Quando percebe minha excitação, coloca o dedo na lingua e desce ao meu sexo, deslizando devagar para dentro da calcinha, penetrando devagar com o dedo em meu sexo, apertado, molhado, perfumado, arrancando um gemido ... eu seguro seu pau por cima da calça, com vontade, sentindo latejar em minha mão, abrindo seu ziper, puxando para fora. Eu ajoelho, colocando você em minha boca macia, passando a lingua na cabeça, passando o dente de levinho, colocando tudo na boca, chupando com vontade, passando a lingua no seu saco, segurando, colocando na boca de novo, chupando e lambendo com vontade, com mais rapidez, até que você nao aguenta e me puxa pra mesa, me coloca de quatro, apoiada na mesa, chegando minha calcinha para o lado e penetrando de uma só vez, fundo, forte, com esse pau grosso, me fazendo gemer, puxar você mais para perto, mais para dentro. E então você me foda com força, segurando meus seios, mordendo minhas costas, respirando fundo, metendo rápido, com vontade. 

E nesse ritmo rápido, quente, eu gozo alto, com as pernas tremendo e a boca seca, o coração batendo forte, querendo cada vez mais. Eu olho e peço pra que você coloque no meu cuzinho devagar, até meu corpo se acostumar com o seu, e você o faz, num entra e sai delicioso, me fazendo gemer, quase gritar de prazer. Apertando meu grelinho enquanto me fode, eu gozo de novo e você pede que eu te monte, te cavalgue com vontade, com tecnica. Então você vai para o sofá e senta, esperando por mim, respirando fundo, quando eu sento em você até sentir ser pau fundo em mim, preenchendo-me por completo e rebolo, subindo e descendo, colocando os seios no seu rosto, o bico na sua boca. 

Contraindo a bucetinha eu dou 'mordidinhas' na seu pau, apertando seu corpo, rebolando forte, com vontade, com ritmo, sentindo fundo, gemendo no seu ouvido, com as uas mãos segurando minha cintura, passando pelas minhas costas. E cavalgando, rebolando, você me chama de putinha, safada, ninfetinha, puxando meu cabelo e me fazendo quicar forte. Eu dou um tapa na sua cara, pergunto se vai ficar me elogiando e você ri, me puxando mais e mais rapido, até que nao aguenta, me tira de cima de você, me coloca ajoelhada e  goza forte, tudinho na minha boca, sem deixar escapar uma gotinha do seu prazer.
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Sexologa estressada
Dicas de uma sexóloga radical e estressada,
respondendo às perguntas dos ouvintes:


1 - Tenho 20 anos e não transei ainda porque gostaria
que a 1ª vez fosse com um namorado fixo. O que você acha?
R: Vai ser difícil, todos eles se movem na hora H.

2 - O que fazer para surpreender meu marido que é meio tímido?
R: Apareça com um amante.

3 - Tenho um amigo que quer fazer sexo comigo, mas ele tem um pênis de 20cm.
Acho que vai ser doloroso, o que faço?
R: Manda pra cá que eu testo pra você.

4 - Como faço para seduzir o rapaz que eu amo?
R: Tire a roupa! Se ele não te agarrar, cai fora que é gay.

5 - Terminei com meu ex porque ele é muito galinha e agora estou com outro.
Mas ainda gosto do ex e às vezes ainda fico com ele! O que devo fazer?
R: Quem é mesmo galinha nesta história?

6 - Quero saber como enlouquecer meu namorado só nas preliminares.
R: Diga no ouvidinho dele: 'minha menstruação está atrasada..'

7 - Sou feia, pobre e chata. O que devo fazer para alguém gostar de mim?
R: Ficar bonita, rica e ser legal. Obviamente.

8 - O cara com quem estou saindo é muito legal, mas está dando sinais de
ser alcoólatra. O que eu faço?
R: Não deixe ele dirigir.

9 - Por que, na hora do sexo, quando a gente está no vai e vem,
na hora em que o corpo entra em atrito e faz aquele barulho de quem
está batendo palmas, a gente fica mais excitado?
R: É porque parece que tem torcida, tá ligado? Da próxima vez grite pra galera.

10 - Apesar do meu tamanho, eu tenho apenas 15 anos de idade e não tenho
cara propriamente linda. O que fazer para conseguir comer umas gatas?
R: Nesta idade você tem que comer Sucrilhos, entende?

11 - Sou virgem e rolou, pela primeira vez de fazer sexo oral.
Terminei engolindo o negócio e quero saber se corro o risco de ficar grávida.
Estou desesperada!
R: Claro que corre o risco de ficar grávida.
E a criança vai sair pelo seu ouvido.

12 - A primeira vez dói?
Tenho 21 anos e ainda não transei porque tenho medo de doer e não agüentar.
R: Dói tanto que você vai ficar em coma e NUNCA mais vai levantar.
Vê se deixa de ser fresca, e dá de uma vez, ô Cinderela!!!

13- Posso tomar anticoncepcional com diarréia?
R: Eu tomo com água, mas a opção é sua.
Espero que use copo descartável.

Recebi por e-mail e chorei de rir!! A 9 é a melhor.
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Ligação 2

Eu acho incrível o efeito que a voz dele me causa. Aquela voz grossa, o jeito de dizer meu nome e a risada. Ah, aquela risada. A gargalhada que me deixa sem palavras, que me faz ver de verdade o que é a entrega, a alegria.

No meio da tarde, eu estava dormindo e meu telefone vibrava desesperadamente embaixo do travesseiro. O Grandão já havia me ligado e eu não imaginava quem poderia ser. No visor aparecia o numero dele e meu cérebro rapidamente acordou e a imagem do Grandão sumiu quando vi quem era.

‘Oi, Tara. Tudo bem? Está podendo falar? Resolvi ligar para saber como você está. Há um tempo que não nos falamos.’

Ah, mas é claro que estava tudo bem e é obvio que eu poderia falar. Ao ouvir aquela voz ligeiramente rouca eu sempre posso falar, mesmo não podendo. Amenidades, risadas e coisas sérias, logo eu estava encharcada. Sim, completamente excitada. O bico dos meus seios rijos sob a blusa do baby doll, as pernas tremendo e meu sexo latejando. A lembrança do gosto dele me veio à mente enquanto ele falava incessantemente do outro lado da linha. Daquele pau duro por baixo da bermuda xadrez que eu adoro e a boca dele colada na minha. Do cheiro bom de perfume misturado ao suave cheiro de macho que ele exala confundiam as palavras que saíam da minha mente. Tentei explicar algumas coisas sem sucesso. Terei que retomar alguns pontos da conversa quando nos encontrarmos.

Conversamos por mais um tempo, esclarecendo coisas do passado, falando do futuro e rindo. Ele disse que achou meu blog e logo reconheceu meu jeito de escrever por uns textos que eu havia mandado para ele há muito tempo atrás. o.O Atestamos nossa felicidade e combinamos um chopp para um dia qualquer, um chopp que ele lembrou muito bem que me deve. Disse que gostou muito das coisas que aconteceram no passado e que nada muda isso. Nossa amizade continua intacta e o meu (diga-se nosso?) tesão também. Desligamos e eu voltei para a cama. O frio endurecia ainda mais o bico dos meus seios. O quarto completamente escuro propiciava o que viria a seguir. O edredom grosso acariciando minha pele também.

Sem ele imaginar, fechei os olhos e passei as mãos nos seios, lembrando do gosto dele, da voz, a textura da pele, as mãos firmes e nossos intermináveis banhos juntos. As risadas, a água batendo em nossos corpos abraçados, aquela bunda enorme dele que eu adoro. Desci uma mão até meu sexo e pude sentir meu prazer, acariciando meu grelinho de leve e descendo ainda mais, enfiando devagar. Lembrei de um dia em que chupei seu pau dentro do carro em uma rua deserta. O corpo pegou fogo...

De olhos fechados meu dedo entrava fundo enquanto com a outra mão eu apertava meu seio. Enfiei um dedinho no cuzinho apertado devagar, querendo gemer e sentindo o interior de minhas pernas latejar. Enfiei outro dedo em meu sexo, fundo, forte e perdendo as forças, adormeci.
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A ligação 1
Eu queria tirar aquela historia a limpo. Tinha que tirar. Estava sendo corroída internamente com a possibilidade de ser verdade. Peguei o telefone e disquei o número. Assim, rápido, fácil, sem palpitações ou nervosismo. Ele atendeu do outro lado. Chamou-me pelo apelido carinhoso que nunca morre. Falamos amenidades, a ligação caiu. Nextel interurbano é um saco. Cai toda hora. Ele retornou e continuamos o papo. Eu disse que havia sonhado com ele, ele riu e perguntou o que era. Contei, rimos juntos. Resolvemos o que tínhamos para resolver, trocamos as informações necessárias e logo ele estava com aquela voz rouca de quando está excitado, respirando fundo e me falando o quanto ele me acha gostosa.

‘Só de ouvir a sua voz eu já fiquei com a pica dura aqui. Voe não tem idéia, chega a estar latejando.’

Eu ri da forma mais sacana que eu pude, dizendo que isso não era problema meu e que ele deveria resolver isso com a namorada dele. Ele me respondeu que aquele tesão era meu e que só passaria (ou não) no dia em que comesse meu cuzinho.

‘ Eu posso não ter sido o primeiro, mas ainda vou comer esse seu cu maravilhoso.’

Meu cuzinho apertado, apertando minha bunda grande e meus seios, mordendo meu pescoço. Perguntou quando eu estaria na cidade que ele queria me ver. Avisei o dia e ele disse que me ligaria no fim de semana para combinar.

Acho incrivel essa nossa interação. Essa nossa coisa de que podemos ficar meses ou anos sem nos falar, mas é só ouvir a voz do outro que acende tudo como se fosse a primeira manhã em que saímos. É instantâneo. E é só estar perto que sobe um calor e as palavras somem. Independente de acontecer ou não, o Grandão sempre será meu amigo e meu cuzinho, seu sonho de consumo (até que se torne realidade).
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Enquanto você dormia

O interfone tocou.
Era ela.
Enquanto minha amiga dormia, a Pequena subiu.
Veio linda,o vestido azul novo que ganhara de seu cliente.
Nos abraçamos e ,me dando um leve selinho sem deixar rastro do gloss que usava,entrou.
"Cadê ela?"
"Tá dormindo...senta,quer alguma coisa?"
Sem me responder e já respondendo,subiu em mim e montou.
Pegou minhas mãos e colocou em suas costas.
Sentados que estávamos de frente pra janela,no sofá,mal nos demos conta que poderíamos ser observados.
Já com o delicioso bico do peito em minha boca,tenta se desvencilhar da minúscula calcinha que usava.
Buscando abaixar minha bermuda,ela se apoia e ,livrando-me do incomodo de minha roupa,segura meu pau e encaixa firme em sua bucetinha delicada e muito,muito perfumada.
Sentando com força,se prepara para o primeiro dos 3 orgasmos que viriam.
Abraçada ao meu corpo,ela sussurra em meu ouvido:
"Vou gozar,cachorro...mete,faz tua Pequena gozar...."
Gemido contido.
Mãos ao redor do meu pescoço.
Mordendo meus lábios,ela goza.
Senta mais um pouco,e perdendo as forças,me pede que a segure.
Eu a beijo lentamente e digo:
"Quero sentir sua boca...me chupa gostoso..."
Ela então se ajoelha,abocanha meu pau com jeitinho e vai sugando lentamente,a cabecinha.
Passando a língua,ela ao mesmo tempo me toca uma punheta bem demorada....
Ciente que não ia gozar,logo me canso disso e,colocando seu vestido pra cima,a calcinha pro lado,caio de boca.
Passo a língua,acaricio o grelinho extremamente rosado.
Brinco,toco e penetro de leve.
Ela mama em seus próprios seios,ora em um ,ora no outro.
2 minutos mais são necessários para que ela goze novamente,me segurando pela cabeça e esfregando seu sexo em minha boca.
"Me fode de 4,vai?"
Empinando seu bumbum branquinho,me coloca dentro de si e rebola.
Seus cabelos são longos e finos,de um cheiro memorável.
Eu estoco profundamente ,segurando-os como rédeas.
Ela se contorce e gemendo,aperta os braços do sofá.
O gozo vem firme ,ao mesmo tempo em que eu já a coloco com a boquinha aberta....
A porra jorra quente e densa pelo seu rosto.
Ela me olha com aquele olhar de safada que lhe é característico e sorri.
O dia estava apenas começando.
Homens

Eu gosto de homens educados. Homens firmes, mas que não percam o bom jeito de falar. Não precisa ser bonito. Não precisa ser perfeito, basta ser homem. Mas não ser homem no sentido singelo da palavra. Homem que é e se faz. Homem que assume, que conquista, que seduz. Sem aquela sedução velada, ou a escrachada. Aquela sedução em que o homem se deixa observar fingindo que não está percebendo o interesse da mulher nele e quando ela menos espera, ele cruza o olhar, fingindo não se importar, mas deixando claro que a deseja.

Gosto de homens fortes, que sabem se portar à mesa e se preocupam com os outros, mas sem perderem aquele leve ar arrogante. Homens que sabem ser verdadeiros na cama, mas nem por isso deixam transparecer algo além de desejo. Homens que sabem sentir apenas desejo e não sentem vergonha disso.

Aprecio a firmeza de um homem, em todos os sentidos. Assim como seus momentos de fraqueza. E entendo que são seres humanos, mas que devem ter mais momentos de força do que de fraqueza.

Eu gosto de homens, com H maisculo, bem maiúsculo, mas acho incrível, como em um fim de semana longe de casa eu consigo trair todos os meus gostos, e a troco de nada.
Ah, mas dane-se. Variar o cardápio faz bem.
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Voltando às raízes
Vestido tomara que caia preto, saltos bem altos e finos pretos, brincos de pérolas, um fino cordão de prata com uma delicada pérola pendurada. Cabelos soltos escovados e um perfume adocicado. Olhando no espelho eu me achei ligeiramente comestível, e o olhar do concierge do hotel, dos homens na loja ao comprar a soda e do fiscal do ponto de táxi confirmaram meu pensamento. Há tempos não me sinto realmente bonita e desejada, mas para o que era, estava bom.

Após uma punheta incessante do grupo em decidir se íamos sair ou nao, decidi ficar no hotel. Ele tinha dito para eu ir ao quarto dele mais cedo. Não tinha nada a perder. Já havíamos saído antes, mas não tão intimamente. Ele abriu a porta de calça jeans e blusa vermelha. Descalço, disse que ia colocar o tênis. Joguei-me na cama de bruços, dizendo que estava cansada e que não sairia mais. Ele riu dizendo que realmente seria uma boa idéia ficar no quarto. Logo deitou-se ao meu lado, abraçou e ficou me olhando, pensando em algo que eu nem me importei em perguntar. Isso não estava no contrato. Não hoje, não desta vez, não com ele. Sua mão logo agarrou minha bunda e sua boa tocou meus lábios de leve, como quem pedisse permissão para continuar. Permissão dada, um apertão na cintura e um beijo mais forte. Passaram-se alguns momentos ente beijos, abraços, mãos e logo eu já estava com ele em minha boca. Ele gemia, dizia o quanto aquilo era bom, minha boca era macia e eu me deliciava. Seu pau era um daqueles que, caso não tivesse pêlos, poderia entrar na categoria dos perfeitos. A vontade falou alto, mas a minha responsabilidade também, e acabou não passando disso por falta de camisinha. Ele ficou me chupando e enfiando seu dedo em mim. Cansei daquilo e fui ara o meu quarto.
***
Fomos ao bar e voltamos. Tomei banho, deitei. Telefone toca e ele pede que eu desça para dormir com ele. Após fazer e desfazer um bico gigantesco, desci. Deite-me ao seu lado cheirosa e com a pele hidratada. Mas já não fazia diferença, não para o que eu estava ali para fazer. Ele me tocava por baixo da coberta enquanto o outro casal deitado na cama ao lado dormia profundamente. Mandei que deitasse no chão e me esperasse ir ao seu encontro. Deitei ao seu lado e ele apertou meu seio direito, colocando-o na boca.

Com um movimento rápido, sem querer perder tempo, eu segurei seus braços acima de sua cabeça e montei nele, rebolando, sem deixa-lo me penetrar. Fiquei rebolando com vontade, apenas roçando meu corpo no dele, sorrindo. Ele me olhava meio assustado, curtindo. Levantei, coloquei um preservativo nele e sentei com força, fundo, sentindo-o preencher meu interior. Uma, duas, três, quatro estocadas e ele me tirou de cima dele com rapidez, gemendo, arfando, perguntando como eu fazia aquilo. Assim eu fiz por mais quatro vezes, com ele sempre me tirando de cima, ficando quase no limite.

Mandou que eu fosse para o banheiro e o aguardasse lá, que iria logo atrás de mim. E foi, me colocando sobre a pia e beijando minha boca. Enfiou seu dedo em mim e lambeu, tirando-me da pia e colocando-me no chão, abrindo minhas pernas e penetrando fundo. Deliciou-se ali por algum tempo, olhando minhas caras no espelho e segurando minha cintura com força. Não demorou muito ele gozou.

Entrei no banho, ensaboei-me. Ele me deu a toalha e eu me sequei. Vesti minha roupa. Voltamos para o quarto e deitamos na cama. Aquilo me pareceu estranho, mas nem por isso me abalei. Dormi por exatos trinta minutos e fui para o meu quarto. Deitando na cama eu respirei fundo, voltando a ser o que eu sempre fui e sabendo que o sexo pelo sexo ainda é o melhor e mais fácil caminho.
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