Represantações
Eu odeio postar coisas melosas aqui, mas eu preciso falar! 

Hoje eu tive a real noção do que o Grandão representa para mim. Aliás, do que ele não representa. Eu amo aquele homem, sabe? Mas, assim, eu não amo o homem e sim o amigo, o que ele representa como pessoa. Correto, família, caarinhoso, bobão. Ele esteve ao meu lado quando eu me autoafirmava (com ou sem hifen?), eu estive ao lado dele quando ele precisou de um ombro amigo. Nossa cama sempre foi, e continua sendo, perfeita, mas isso hoje não é o mais importante (se é que algum dia foi).

Conversamos bastante hoje e eu pude ver que não resta, além de carinho, amizade, respeito e amor de amigo, nenhum amor pelo homem que ele foi para mim um dia. Ele é  minha segurança, meu Grandão que nunca será meu. Quem me ensina a viver e a ser boba sempre. Minha eterna criança. Não tem mais aquele nervosismo, aquela necessidade, aquele sentimento angustiante que é você querer alguém e não ter. Não. Hoje em dia eu tenho uma preocupação em saber se ele está bem, se ele está feliz, se a filha dele está com saúde, se o papai dele continua sendo aquela gostosura que é. 

Hoje em dia ostentamos, como ele diz, uma amizade 3D, que além do significado dos nossos nomes, é uma amizade com profundidade. É uma amizade que além do seu carater normal, tem o carater fisico, a excitação maxima ao toque, a cumplicidade, o tesão sempre presente. 

Ele terá sempre um espacinho aqui no blog e no meu coração, afinal ele é um amigo querido e especial. Será sempre lembrado como o homem que me proporcionou o meu primeiro orgasmo pleno e verdadeiro, o que me levou ao motel pela primeira vez e o que me fez pensar em coisas que nunca tinha pensado. E eu sou muito grata por isso, sabe? Pois hoje vejo que ele, às vezes,  mesmo à distancia ajudou a formar a menina-mulher que sou hoje. E continua ajudando, cada vez que eu ligo para ele para contar as minhas alegrias ou chorar minhas tristezas. É um amigo como poucos e um homem que, além de inesquecivel, é completo, em todos os sentidos.

Obrigada por fazer parte da minha vida, mesmo que de forma diferente da que fazia no passado. Sim, um dia já estivemos juntos, afinal, como você diz, tem que dormir e acordar junto todos os dias para ser relacionamento? Ou é só ir pra cama de vez em quando? hahaha Nós estivemos juntos quanto tempo nos foi permitido e creio que fomos muito felizes. Eu, pelo menos, fui muito feliz e hoje sou mais ainda de ter tirado alguma coisa de bom daquela confusão em que vivíamos. A nós, toda a felicidade do mundo, juntos ou não. E que você saiba que conquistou uma amiga para toda a vida, mesmo nós indo pra cama de vez em quando, indo ao teatro e eu o chupando deliciosamente como eu faço e você adora!
Tesão de madrugada
Entrei no meu mais novo vicio (um joguinho super legal que um amigo me apresentou) e depois de muito morrer, desisti e fui dormir. Eis que às 3:42 da manhã meu celular vibra desesperadamente sob o travesseiro. Levei um susto danado e quando olhei o visor vi o número do Grandão. Meu coração veio na boca e eu atendi já nervosa. 

"Alô'

"Oi, minha gostosa. Te acordei, né?"

"Aconteceu alguma coisa? Tá tudo bem? O que houve?" (Percebe-se o meu nervosismo pela sucessão de perguntas com o mesmo sentido)

Eis que ele diz que está tudo bem. Que estava saindo de uma investigação àquela hora e, como eu tinha dito que estava indo dormir depois da quatro toda noite, resolveu me fazer uma surpresa. Disse que estava morto de cansado, queria ouvir minha voz, sentir meu cheiro e receber uma massagem no banho, com agua beem quente caindo em suas costas. Mas, como não seria possivel, que ficaria contente em ouvir minha voz. Minha voz que estava dengosa e mole por ter acabado de acordar e também por falar com ele, pois ele me deixa assim, dengosa. 

A conversa começou a esquentar e eu fui falando exatamente o que queria fazer com ele. Que queria senti-lo endurecer na minha boca, morder suas coxas grossas, apertar sua bunda, lamber a cabeça de seu pau devagar, engolindo depois todo o corpo até senti-lo encostar na garganta, passando a lingua no saco. Do outro lado da linha eu ja podia senti-lo excitado. Ele é daqueles homens que quando estão excitados viram outra pessoa. Sua respiração ofega e sua voz muda. Eu quase podia vê-lo se tocando dentro do carro por cima da calça jeans. Então eu disse para que colocasse todo aquele tesão pra fora ouvindo a minha voz. 


Como menino obediente, assim o fez. Se tocou rápido, dando grossos gemidos do outro lado da linha e me falando altas putarias. Me chamou de Lolita, como fazia no nosso inicio, de putinha safada, de gostosa. Eu sentia meu sexo arder de desejo por ele. Os bico dos meus seios endurecidos e minha boca seca de vontade dele. Então, gemendo com força ele gozou do outro lado da linha e eu ri, feliz por satisfaze-lo. Feliz por saber que eu tenho esse efeito nele mesmo à distância. Conversamos mais um tempo, falei sobre a probabilidade de adiarmos nosso teatro para quinta e desligamos. Antes de desligar ele disse que me ama - não, eu não acredito - que eu sou gostosa e agradeceu por tudo. 


Na cama eu me contorcia, ainda nervosa e excitada pelo que ele causa em mim. Então, eu coloquei uma mão por baixo da camisola, por dentro da calcinha e senti meu sexo completamente molhado. Não resisti e apertei o clitoris com força, enrijecendo ainda mais meus seios e molhando mais meu sexo. Um dedo escorregou devagar para dentro de mim, enquanto o outro brincava na portinha do cuzinho. Enfiei de leve, rápido, apertei o dedo com a xota e mexi o dedo dentro, apertando o bico dos seios até que minhas pernas começaram a tremer e logo eu estava gozando. Meu prazer veio forte, com gemidos abafados no travesseiro, amassando o lençol da cama e o edredom laranja no meio das pernas enquanto eu tremia e respirava fundo. 



Não, eu não consegui mais dormir depois disso. Por isso são 04:50 e eu estou aqui postando, ainda com as pernas bambas e o sexo molhado. O desejo ardente de tê-lo dentro de mim faz isso, me deixa impaciente, enlouquecida, despudorada. Deliciosamente safada!

P.S.: Roubei duas das imagens da Nega maravilhosa do DESEJOS INSANOS. Estava com preguiça de procurar e lembrei que ja tinha visto por lá. Beijos, Nega!!
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Em seu lugar
Passei apenas para contar uma fofoca: Eu e Grandão estamos às boas novamente. Temos nos falado sempre ao telefone. Ele me liga, eu ligo e a nossa amizade vai de vento em popa. Estamos forjando planos de vingança contra algumas pessoas, eu o ajudarei com a decoração do apartamento novo e antes disso vamos estreá-lo vazio, sem absolutamente nadica de nada. Sexo no apê vazio, sem ninguém, sem nada... Prevejo orgasmos alucinantes. 

Quarta vamos ao teatro e depois vamos jantar. Assim, sem pretensão nenhuma, apenas como amigos que se curtem e se pegam de vez em quando. Sábado tenho o aniversário de uma amiga para ir perto do apê. Pensei em chamá-lo e depois passarmos a noite juntos. Já até comentei com ele sobre o aniversário, mas não o convidei ainda. Não sei se vai ser uma boa. Para evitar problemas, prefiro evitar. Hoje conseguimos nutrir um grande carinho e amizade um pelo outro e não estou disposta a  arriscar isso pela companhia dele em uma festa. O respeito também está presente, mas nem por isso o tesão se faz ausente (ih, rimou!,rs). Mas ele é uma pessoa importante para mim e eu fico feliz de ter feito as pazes definitivamente com ele.

E vocês devem estar se perguntando: ué, mas e o Coringa? E o Professor? E o outro? Ah, não sei sabe. O Coringa tem um espaço especial guardado no meu coração (não só no coração!), mas o Professor morreu e o outro foi junto com ele. Hoje em dia não tem mais espaço na minha vida para quem me causa problemas ou stress. Eu quero tesão, amizade, respeito e carinho. Qualquer coisa além disso eu estou passando.
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Numa certa sexta-feira
‘Sexta-feira é dia internacional do sexo. Todo mundo fode sexta-feira. E eu, não poderia ser diferente (pra mim, todo dia é dia!) . Saí da tradição dos sábados. Cansei disso.’

Olhar a multidão do camarote faz meu coração bater mais forte. Faz com que eu me sinta, finalmente, em casa. O som, tão alto, faz com que eu possa sentir as batidas dentro do meu peito.

Eu tinha saído com os amigos em cima da hora, mas já sabia que ele estaria lá. Cheguei e ele me deu um beijo no cantinho da boca e um sorriso safado. Dancei muito. Não bebi nem uma gota de álcool. Minha saia preta subia um pouquinho e eu rebolava na frente dele, me exibindo, deixando-o nervoso.

Lá pelas duas da manhã ele chegou no meu ouvido e perguntou ‘vamos embora?’. Olhando com um sorriso malicioso eu ri, dizendo que estava cedo para ir pra casa. E então ele me respondeu com a cara mais lavada do mundo: ‘eu perguntei se vamos embora, mas não disse que iríamos para casa!’. Acabei me despedindo do pessoal que estava comigo e descendo as escadas com o coração na boca. Toda vez que eu saio com ele é isso. Coração na boca, borboletas no estomago.

Entramos no carro e fomos para um lugar já conhecido. Estacionou o carro na garagem, subimos as escadas, ele abriu a porta. Mal entramos e eu senti a mão dele na minha bunda, um aperto forte, puxando meu corpo para perto, beijando minha boca. Como eu estava suada, fui para o banho. Mas antes, como sempre, tirei a roupa e fiquei só de salto na frente dele. Eu sempre faço isso e ele sempre fica me olhando, analisando cada pedaço do meu corpo, cada parte da minha pele. Aproximei-me dele e senti seus braços envolvendo minha cintura. Ah, como eu amo quando ele faz isso. Me perco facilmente em seus braços.

Por fim, tirei os sapatos e o puxei para o banheiro. Nosso ritual, o banho juntos, com as risadas e abraços. Antes, eu tinha uma missão a cumprir. Tirar sua roupa. Eu havia reclamado, em uma de nossas conversas, que ele sempre tira sua própria roupa. Mania de homem perfeccionista, sabe? Enfim, tirei toda a sua roupa colocando sobre a cadeira direitinho (e rindo horrores!) e entrei no banho, ligando a água e puxando-o pelo braço. Tão logo a água caia entre nossos corpos, nos beijávamos abraçados, excitando um o corpo do outro.

Saímos do banho e fomos para a cama. Devagar, ele me deitou e abriu minhas pernas, mordendo e lambendo minha coxa, cheirando meu sexo úmido, passando o dedo devagar. Encostou a língua na pontinha do meu clitóris, fazendo meu corpo arquear e minha respiração fugir ao meu controle. Sugou, mordeu, enfiou a língua e depois ficou chupando devagar enquanto enfiava um dedo. E assim eu gozei pela primeira vez na noite. Tremendo, respirando fundo, puxei ele para cama e mordi o bico d seu peito devagar, lambendo sua barriga até chegar no seu pau. E quando eu cheguei, chupei do jeito que ele gosta. Devagarinho, lambendo a cabeça, passando a língua no seu saco.

Não agüentando mais de vontade, montei sobre ele encaixando nossos corpos, rebolando devagar. Com ele é assim, devagar, com jeito, com gosto. Aproveitando cada segundo. E eu rebolei, rebolei, sem me importar com meu joelho machucado. Fiquei ali um boom tempo e ele me levantou e no melhor estilo papis e mamis meteu fundo. Devagar e com vontade, me fez gozar pela segunda vez na noite. Eu sei que ele gosta de me pegar de quatro, segurando minha cintura e então, fomos para o sofá. Fundo, forte e devagar. Meteu com vontade até que não agüentou e gozou caindo sobre minhas costas e me abraçando.

Fomos para o banho e terminamos a noite com beijos, abraços e risadas, no nosso melhor estilo, fazendo o que fazemos melhor: sendo íntimos um do outro. Chupei e lambi seu corpo mais uma vez, só por prazer e para matar as saudades do seu cheiro, seu gosto.

 Então ele me trancou no quarto, como sempre, para não me deixar ver quanto deu a conta e fomos embora. Às 5:15 ele me deixava na porta de casa ainda com os cabelos molhados e com os joelhos destruídos de montá-lo e os pés de dançar, mas tudo por uma boa causa.



P.S.: Mais do que quatro anos de relacionamento, sete anos de tesão reprimido sendo liberados aos poucos e da melhor forma possivel.
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Freedom Day


Vermelhos.

Desde o scarpin 7,subindo pelas bem trabalhadas meias que cobriam suas coxas.
Tudo nela exalava erotismo e sedução.
A liga presa ao espartilho do mesmo tom,com um penhoar por cima para amenizar o fogo que dela emanavam não foram o suficiente para me conter.
Ali estava eu estava parado na porta de seu apartamento.
"Não vai entrar?"
"Desculpe ligar em cima da hora,mas precisava vir...espero que não a tenha incomodado"
Ignorando meu comentário tolo,ela diz:
"Não lhe agrada a visão? Vesti-me especialmente para você...gostaria de quebrar seus conceitos quanto a trajes claros... E não,você não me incomoda,meu anjo...por tudo o que vivemos nesses 4 anos,ainda sinto sua falta,mesmo que não estejamos mais juntos."
Ainda fora,ela me tomou pela mão,conduzindo-me até o sofá.
"Onde eles estão?"
"Ela foi para a casa da irmã,você sabe...e ele para a casa do avô...temos ,como nunca antes,a casa somente para nós...estranho não é?"
"Sim,quando morava aqui era tudo tão diferente...agora ,sem eles,é tão ...silencioso...."
Ela se aproxima e segura minhas mãos.
"Senti saudades."
"Eu também"
Abraços apertados...
"Como disse,me preparei melhor para nosso re-encontro."
Notei que seu corpo exalava um cheiro bom de Sweet DayDream, da VS, o que fez com que minhas narinas se dilatassem,assimilando seu perfume,o que me causou um estremecimento de prazer.
Ela,olhando fixamente para minha boca me disse:
"Quero beijá-lo.Quero que suas mãos me toquem gentilmente como sempre o fez"
Puxando-a pela cintura,eu faço com que se sente de frente para mim,no meu colo.
Levo meu polegar até seus lábios,fazendo círculos ao redor de sua boca,enquanto acaricio
suas costas bem devagar. Ela me beija,colocando sua língua colada na minha,passeando sem pressa.
"Que saudade do seu beijo...que falta sinto de nossos momentos..."
Vou tirando delicadamente seu penhoar,alisando seu ombro e beijando-o.
Para completar,retirei do corpete seus seios intumescidos e os lambi com tamanha excitação que
ela chegou a gemer de dor.
Enormes.
Rosados.
Perfeitos.
Enquanto a chupo,ela segura meu pau desajeitadamente,sem posição,mas querendo de todas as
formas me agradar. 'Quero sentir sua língua lá embaixo,sugando e mordiscando como somente
você sabe fazer e como sabe que eu amo..."
Ela então se ajeita.
Puxando-a pelas coxas grossas,coloco suas pernas abertas,sua calcinha minúscula para o lado e aspiro
o delicioso perfume que emana de seu sexo. Deus,como sentia falta daquele cheiro.Tão bem cuidada, tão doce... Cheiro de mulher.
Aquele cheiro,aquela mulher que durante 4 anos foi minha...histórias demais...
Quando me aproximo,ela se abre ainda mais,acariciando seu clitóris,enquanto eu a beijo.
Coloco seu sexo em minha boca.
"Adoro sentir seu gosto...você é tão delicada..."
"Adoro sentir sua boca em mim...não pare.....não pare,por favorrrrr...."
Seu prazer vem forte,intenso e ela geme alto,apertando os mamilos.
Ela se inclina,beija minha boca,lambe meu queixo e sorve seu próprio gosto,me deixando mais do que pronto. Refeita,me pede:

"Quero você dentro de mim AGORA!Me foda,me coma,me ame,me possua como desejar...mas desejo senti-lo entre minhas pernas nesse momento..vem....vem...."

Eu me levanto.
Ela abre minha calça.
Segura.
Beija gentilmente a glande e coloca na boca.
Chupando devagar,acaricia minha bunda,chamando-me para estar mais e mais fundo dentro dela.
Eu a guio até a imensa mesa de vidro.
Colocando-a de frente para mim,uma das pernas no meu ombro ,eu peço:
"Guie-me para dentro de você agora,necessito sentir seu calor e quero que você me dê prazer"
Ela então me segura,posicionando-me em sua entrada.
Ela enfia devagar,me olhando,enquanto eu a seguro pela cintura e pelos seios.
Seu corpo se contorce,enquanto eu aumento a velocidade das estocadas, fazendo-a gozar quase que instantaneamente.
Ela treme e, saindo dessa posição, se levanta e me beija.
Eu a pego pelo braço e, debruçando-a na mesa, inclino seu corpo.
Ela sorri, enquanto abre as pernas para receber-me.
Brinco com seus cabelos, enquanto com a outra mão me guio ao seu cuzinho apertado.
Ela me olha com um olhar inquiridor, mas, relaxa.
Antes de colocar, ela se ajoelha, chupa mais um pouco de deixa ele molhado com sua saliva.
"Nada de datas comemorativas, lembra?"
Eu sorrio.
Seja feita vossa vontade.
Ela relaxa a musculatura e eu vou enfiando devagar e continuamente meu pênis nela.
Com um gemido contido, ela arranha e aperta minhas coxas, enquanto começamos o vai-e-vem característico de nossa intimidade.
Logo, eu meto fundo, com força, fazendo-a bambear as pernas e espremer os seios contra o vidro.
Ela goza mais uma vez se masturbando, enquanto eu a possuo com muita força,preocupando-me muito em não machucá-la.
Meu prazer jorra quente e denso dentro dela, fazendo com que crave minhas unhas em sua cintura, deixando-a marcada.
Ela me abraça, buscando minha boca, agradecida por amá-la como da forma que eu sempre o fizera.
Ela vai ate o banheiro e acende o aquecedor.
Hora do banho quente e botar o papo em dia.
A cama box em que nos deitamos ainda estava lá...
Mas isso é uma outra história e eu juro que vou contá-la.

PS*
29 de Dezembro é o 363º dia do ano no calendário gregoriano (364º em anos bissextos).
Lágrimas e beijos

‘Quero de novo sentir seu gosto
No seu ouvido falar besteiras
Te levar além do céu
Me dá tua mão, vem sentir meu corpo
Olha o que esse teu beijo me faz

Fica só um pouco mais’

Fiquei impressionada com a prontidão que ele demonstrou e a preocupação comigo. Em cinco minutos chegou na minha casa, em dez eu já estava aos prantos no carro.  Chorei, esperneei, reclamei da vida e ele ouviu tudo, dizendo que entendia cada palavra do que eu dizia e o que eu estava sentindo. Acabou que depois das minhas confissões, choradeira e agradecimentos, rimos, brincamos, relembramos o passado. Ele insiste em confiar em mim e me contar seus segredos e eu sempre fico rindo da cara dele.

Ficamos nos olhando durante um boom tempo. Olhos nos olhos. Eu, besta, cheia de vergonha. Então ele puxou meu braço devagar e colocou ao redor de si. Deu-me um abraço forte, cheirou meu pescoço e veio me beijar. Resisti durante alguns segundos, mas não deu. A urgência dele era tão grande e estava tão clara que eu me afastei parando o beijo no meio. Olhando-me nos olhos, perguntou qual era o problema e eu, como simplesmente não minto para ele, falei a verdade. Que estar perto dele já me excita horrores. Que o simples som da sua voz faz com que eu queira estar cada vez mais perto, que o beijo dele me faz sentir vontade de sentir seu gosto, de tê-lo dentro de mim.

Encostou seus lábios nos meus devagar e segurou minha mão, levando-a até sua bermuda dizendo: ’você tem o mesmo efeito em mim. Olha o que você faz comigo!’. E quando minha mão tocou seu sexo por cima da bermuda, eu pude senti-lo teso, duro feito pedra, pronto para mim. Aquela bermuda quadriculada que eu adoro. Beijando minha boca com vontade, envolveu-me com seus dois braços pela cintura, segurou meu pescoço, me uxou pra si até arrancar um gemido baixo da minha boca. Pude sentir minha excitação aumentar instantaneamente, meu sexo completamente úmido, a vontade presente. Ah, mas não era dia nem hora para isso. Trocamos beijos quente, outros comportados, nos abraçamos, olhamos nos olhos. O clima era de cumplicidade e carinho. Nada mais era necessário. Nem uma palavra, apenas os olhares e as sensações do toque da ponta dos nossos dedos. 

 Deixou-me em casa, me dando um beijo molhado e macio quando eu saia do carro. Ai, que saudade que eu estava disso!
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Cinco horas da manhã...
Cinco horas da manhã
Quem tinha que ir já foi.
É sucessagem e sacanagem
Comigo fazendo
Oi, oi, oi.

São 5:20 e eu acabei de entrar em casa. Muito cansada pra fazer login, por isso estou postando via e-mail. Amanha passo por aqui. Tenho tanta coisa para falar, inclusive as peripecias desta noite.

Beijoselambiidas, Flux!

Ah, um pedido: meus pés estão DESTRUIDOS! Quero uma massagem. Alguém se habilita?
Delícias da rua
Sabe aquele homem que tem aquela cara de anjinho safado? Pois é, ele é assim. E, sendo assim, levou apenas um dia para me deixar ligeiramente interessada. Claro, aquela boca carnuda e a bunda grande também ajudaram. 

No primeiro dia não conversamos muito, mas trocamos alguns olhares. No segundo dia ficamos um boom tempo conversando. Falamos sobre futebol, sobre o nosso Vasco, sobre namoradas psicopatas e rimos horrores com isso. Mas aí eu tinha que me arrumar para encontrar com o professor e precisei vir embora, deixando ele lá, acompanhado de sua cerveja. 

No terceiro dia tudo desandou. Ou entrou na linha, hahaa. Quando ele chegou me deu um abraço tão forte e gostoso que eu senti seu cheiro invadir meus sentidos. Minha boca encheu d'agua e eu não quis saí de seus braços por um tempo, mas sua irmã (louca, diga-se de passagem) estava presente e não seria muito legal depois ter que explicar... Papo vai, papo vem, estava na hora de ir embora. Ele se ofereceu para me deixar em casa (que era na esquina) e fomos conversando pelo caminho. Eu, ele e o Churrasquinho (meu cachorro).
Quando chegamos na porta do meu prédio, enquanto eu falava ele simplesmente me beijou. Sabe cena de filme, quando a mocinha está toda compenetrada no assunto, desenvolvendo e o cara a segura pela cintura e tasca um beijo 'daqueles'? Pois foi exatamente isso que aconteceu. 

Eu conseguia sentir aquela boca macia na minha, aquele cheiro agradável e a cada segundo mais eu o queria por perto. Marco me puxou mais para perto de si, beijando meu queixo, meu pescoço, apertando minha cintura. Ele perguntou se eu nao gostaria de sair da porta do meu prédio e fomos para uma rua ao lado. Conversamos, rimos,  brincamos e nos beijamos. Beijos quentes e ardentes. O desejo estava mais do que claro e depois de um bom tempo ele me puxou mais para perto, fazendo com que eu sentisse seu corpo aceso, seu pau duro, sua vontade presente. Sussurrou no meu ouvido dizendo que me queria, queria muito, queria me beijar toda, cada parte do meu corpo, quero me fazer gozar de todas as formas diferentes, por horas seguidas. Eu, completamente sem ação, não querendo avançar o sinal mas ao mesmo tempo em uma luta interna com o meu objeto de desejo. Ah, como eu queria. 

Ele ficava me excitando, apertando minha bunda, mordendo meu pescoço... Virou-me de costas e eu nem quis saber se estavamos na rua ou não. Dei aquela reboladinha roçando o corpo nele e pude sentir seu pau ficando ainda mais duro (e que pau, diga-se de passagem) atrás de mim e seus joelhos fraquejarem levemente. Marco puxou-me pela cintura, dizendo que se eu fizesse aquilo com ele na cama, dentro de mim, que seria impossível não gozar. E eu me segurando muito para não fazer uma besteira.

Recompus minha sanidade e disse para caminharmos de volta à minha casa. Ele perguntou se estava indo muito rápido, com muita sede ao pote e eu disse um pouquinho. Durante o caminho ele foi brincando com o Churrasquinho e fomos rindo, deixando o clima de tesão passar. Paramos na porta de casa e ele me deu um beijo de despedida. Subi o elevador e entrei em casa, sentindo-me completamente molhada e com um sorriso de orelha a orelha.
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O ponto "G"

Desmarquei com Elaine.
Não tava muito afim de aturar lero-lero de mulher largada.
Não ia me dar mesmo aquela sexta.
Ótimo.
Pelo menos,ficaria em casa.
A "visita" ( era de casa,claro) chegaria mais tarde.
E veio.
Havia me dito,no msn,que tava carente e queria cuidados.
Eu prometi que faria suas vontades.
Chegou,beijou aos integrantes do lar.
Sentou-se ao meu lado.
Me deu um grande e apertado abraço.
Seus cabelos lisos e finos,um arraso.
Cheiroso,brilhante.
Papo vai,papo vem.
"To com frio."
Coberta,colocou suas pernas,de saia curta,sobre as minhas.
Minhas mãos,um pouco leves,percorreram suas coxas,buscando seu bumbum grande e branquinho.
Puxando a calcinha,fazendo com que se tornasse quase um fio dental,eu apertava,acariciava,enquanto ela se ajeitava,buscando o contato com meu corpo.
Todos na sala,ninguém efetivamente nos olhava.
Primeiro, a Loira brincou:
"Vocês 2 tão namorando,é?"
Risos,olhares.
Deu boa noite,o marido foi pro banho,saiu e despedindo-se,se foi.
Ficamos no sofá,com "Sandrinha" no outro.
Clima esquentando,puxei pelo pescoço.
Sua boca,pequena,foi coberta pela minha,sua língua convidando a minha para um balé secreto.
Ela sobe em mim,tendo minhas mãos em suas costas e minha respiração pesada e quente em seu ouvido.
Se contorcendo,ela finalmente se solta,ficando relaxada.
"Tenho de ir embora" ela me diz.
"Vem ligar aqui no quarto" eu convido.
Ela chega,olhando para trás,temerosa,e se encaminha até os aposentos reais.
Já abraço,beijo e ,mais uma vez,suspendo sua saia,buscando acariciar e apertar sua bunda gostosa.
Nos beijando,eu a empurro em direção ao armário,suspendo seus cabelos e mordo sua nuca,descendo devagar pelas costas.
Ela estremece e,virando para mim,deixa com que eu coloque seu peito branquinho lindo na boca.
Chupo devagar,ela vai se deixando levar,mas na última hora,se recompôe.
Eu me sento.
Ela senta comigo.
Nos beijamos ,mais uma vez e ela monta em mim novamente.
Continuo chupando sua língua,seus seios....
Deito seu corpo de maneira gentil.
Ela obedece.
Beijando,logo peso.
Suspendo,mais uma vez,sua saia.
Quero q ela sinta o quanto me excita.
Brincando de rebolar ( modéstia à parte,sou bom nisso) fico dando "estocadinhas" de leve,enquanto levo meu polegar à sua boca.
Ela chupa,me dando a prévia de que aquela boca pequenina vai ser capaz de fazer milagres.
O telefone toca,no auge da pegação.
Ela me olha,desolada,mas bem alegre.
"Eu tenho de ir...e estive a milímetros de ignorar Sandrinha e ligar o foda-se".
Levo até o taxi.
Beijos.
Ela se vai.
Eu subo.
Com a certeza absoluta de que,quando nos encontrarmos novamente,só Deus sabe o que vai acontecer.
Curioso ao extremo.
Em busca do ponto G.
Segredo!
Eu queria muiiiito escreve tudinho aqui, contar como foi, como deixou de ser. Mas ele pediu que não escrevesse, então não conto, pois palavra de professor é ordem!


Beeijoselambiidas, Flux*

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Mas e depois?
E então acontece. Você conhece alguém interessante, que realmente desperta o seu interesse, com a cabeça no lugar, inteligente, bonito (aos seus olhos), com um corpo maneiro... Enfim, alguém que tenha todos os requisitos que você esperava encontrar em alguém. Tá, mas e aí? Qual o proximo passo?

Quando se está acostumada com coisas diferentes, situações diferentes, relações diferentes, o que parece normal para os outros, para você é um bicho de sete cabeças. Confesso que não namoro há um tempo. Meu ultimo namorado mesmo, em casa, tudo bonitinho foi há dois anos. Lógico que eu não fiquei sozinha esse tempo todo. Teve o Betinho, o Grandão, o Coringa e o Otávio. Posso dizer que nesses dois anos (quase três, na verdade), esses foram os quatro homens que mereceram alguma relevância na minha vida. Uns por sentimento, outros pela amizade, outros por sexo. 

É, mas acontece que de um tempo pra cá - um boom tempo, diga-se de passagem - tudo tem se resumido a sexo. O momento é o importante para mim. Sem aquele mimimi, aquele romance ou a perda de tempo com o desnecessário. É sexo que você quer? Eu também, então vamos. Começa, termina e depois cada um pra sua casa com a pele bonita, sorriso no rosto e sabendo que não tem que ligar no dia seguinte. Quer relação mais prática do que essa?

Aí chega um hora em que você conhece alguém. Assim, do nada, sem pretensão alguma. E o perigo mora exatamente aí, quando você não tem a pretensão (de ir pra cama com ele) logo de cara. Quando não é só tesão, é algo mais. É vontade de conhecê-lo, agradá-lo, conquistá-lo. Não que você não sinta vontade de ir pra cama com ele, mas é que a vontade de conhecê-lo, de saber cada segredo dele, de aproveitar cada minuto com ele é mais importante do que ter um sexo que pode mudar tudo. 

Só que o que fazer quando você está conhecendo a pessoa? Ser cortejada, desejada (mas sem ser tocada, exceto por uns beijos comportados) e outras coisas que caracterizam o 'romance' não estão no meu dicionário. Eu sei seduzir, conquistar, enlouquecer, me apossar, mas não sei ser conquistada. Acho que não e permito a isso. Não acredito nos sentimentos alheios, não assumo os meus sentimentos.

Mas e aí, como dar continuidade quando você não acredita no que vem pela frente? Aliás, quando você se obriga a olhar para ele e dizer 'tem alguma coisa errada com ele' ou 'não é possivel que sejá tão perfeito assim'. Dúvida cruel que anda me dilacerando a alma. Como conceder o beneficio da duvida a alguém se você não o concede a si mesma? Como acreditar nas ligações para saber se está tudo bem, nas confissões de saudade, no fato de ele pegar o carro e vir até a porta da minha casa em um espaço de aula e outro apenas para me ver por alguns minutos?

Como libertar meu coração das marcas do passado e permitir que ele voe mais uma vez? Ó, duvida cruel e dilacerante. Eu sei que a escolha é minha e a porta só eu posso atravessar, mas como saber qual é a porta certa se quem sempre me traz até a porta só consegue enxergar uma parede?

P.S.: Desculpem-me os leitores que passam por aqui esperando por sexo, mas isso estava me atormentando, como outras coisas. Prometo que amanha tem um post beem gostoso para vocês. 
Beijoselambiidas, Flux*.
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Todo mundo espera alguma coisa, de um sábado a noite...
Blusa branca, saia preta justinha de cintura alta, saltos beeeeem altos e finos, bolsa, perfume Vic' Secrets  e maquiagem que me deixa com os olhos pequeninos (ainda mais). Eu estava comestível. Não, modéstia a parte eu estava gostosa, e os olhares no restaurante mexicano confirmaram isso. 

O interfone tocou às nove e cinco em ponto e eu já estava pronta. Despedi-me da minha mãe e desci, entrando no elevador. Quando saí na portaria pude ver o carro parado do lado de fora. Entrei e pude ver os olhos de cobiça que ele esticava para mim. Dois beijinhos, sorrisos. Eu não pude respirar quando, segurando-me pelo pescoço com vontade, anulou os dois beijinhos que havíamos trocado e beijou minha boca com vontade. Sorrimos novamente. Fomos para o restaurante, estacionamos e carro e ele me beijou novamente. 

Muitas risadas e papo depois, nos beijamos novamente, por bastante tempo. Falamos de coisas sérias, falamos besteiras, falamos da minha bunda. Claro, sempre tópico de conversas. Alguns chopps e muuuutios beijos mais tarde decidimos ir embora. Dúvida cruel. Eram meia-noite e meia ainda. Tínhamos a noite toda à nossa espera, nenhuma vontade de ir embora, cansados do restaurante e muitas segundas intenções, mas uma vergonha pairava no ar. Não sei porque, mas toda vez que eu cogito ir ao motel pela primeira vez com alguém eu fico extremamente nervosa. Enfim, decidimos ir. 

Entramos e fui direto para o banheiro tomar um banho. Mania absorvida de alguém. Enquanto eu estava encostada na pia, de costas, mexendo em minha bolsa, ele chega por trás e me vira, colocando-me de frente para ele, corpos colados, enquanto beijava minha boca e segurava meu pescoço com as duas mãos. Desceu as mãos até minha bunda, segurando com vontade e me colocando em cima da pia, com as pernas abertas e a saia subindo devagar, travando nas coxas. Beijando meu pescoço, segurando meus seios, apertando mnhas coxas, ia me excitando, fazendo com que minha vontade ficasse clara nos meus gemidos e em minha respiração ofegante. Disse que entraria o banho e ele voltou para o quarto, deixando-me sozinha. 

Saí do banho e voltei para o quarto, encontrando ele sentado na cama só de calça, aguardando por mim. Enrolada na toalha, sentei sobre ele, beijando sua boca e arranhando suas costas. Enquanto ele tirava minha toalha, eu fui abaixando e tirando sua calça, beijando seu peito, lambendo sua barriga, tirando sua calça. Eu podia sentir aquele pau duro e enorme por baixo da calça, enquanto desejava livra-lo dela o mais rápido possível. Tirei a calça, depois a cueca, segurando seu pau na mão com vontade, lambendo a cabeça, molhando o dedo e massageand a cabecinha e olhando para ele, que acariciava meus cabelos. Coloquei na boca, chupei seu saco com cheiro doce e maravilhoso. Literalmente cheiroso. Literalmente grande. Literalmente grosso. Quase assustador. Rs. 

Fiquei chupando seu pau por um tempo, lambendo, massageando, quando ele me colocou deitada de pernas abertas e olhando nos meus olhos começou a me chupar. Mordia meu grelinho, enfiava um dedo devagar, enfiava a lingua na entradinha da minha buceta molhada e apertada. Quando ele não aguentou mais de tesão, eu peguei a camisinha e ele pediu para que eu colocasse com a boca. Assim eu fiz, de uma vez só, sem errar, sem pensar, e sentei sobre ele, rebolando devagar até me acostumar com seu corpo, até senti-lo completamente dentro de mim. Então eu comecei a montá-lo com vontade, sentindo aquela pica grossa entrando e saindo de dentro de mim, rebolando, subindo e descendo. Então ele me pergunta se é assim que eu monto meus cavalos, com aquela vontade toda e eu perco a linha. Aumentando o ritmo, fui sentindo sua respiração ofegar, enquanto ele gemia para mim e segurava minha cintura com as duas mãos. Eu senti o gozo vir e prendi minhas pernas ao redor dele, colocando o cabelo pro lado e gemendo alto, fazendo uma cara (segundo ele) que fez com que ele gozasse também. Então, simples assim, gozamos juntos. 

Nossos corpos ficaram encaixados por algum tempo enquanto ele acariciava minhas costas e beijava minha boca. Fui tomar banho e voltei. Ele foi logo depois de mim e quando voltou deitou sobre mim, beijando todo o meu corpo, arrancando arrepios, gemidos e sorrisos. Ficamos assim por um tempo, com ele beijando minha boca e depois deitando ao meu lado. Enquanto ele se recuperava, foi a minha vez de beijá-lo. Mordi suas coxas grossas, sua barriga, apertei sua bunda grande, mordi sua virilha, lambi seu pau. Aí a vontade já estava presente e eu pude sentí-lo endurecer em minha boca. Ah, como eu adoro isso. Sentir suas veias fortes e seus músculos enrijecidos. Ele colocou-me sobre si, puxando meu corpo, ditando o ritmo. Fazia com que minha cintura subisse e descesse da forma que queria, tendo total controle sobre meu corpo. Pedi que ficasse por cima e assim ele fez. 

Segurando meu seio, beijando minha boca ele me fodeu com vontade, fundo, devagar. E durante todo o tempo beijava minha boca, meu pescoço, meu rosto e gemia. Creio nunca ter sido tão beijada na vida. Não houve um minuto sequer que ele não tenha me beijado. E nesse clima delicioso ele gozou, desabando seu corpo sobre o meu. Mais uma vez ficamos abraçados, nos beijando, corpos colados. Eu saí e deitei ao seu lado, com a cabeça em seu ombro e assim ficamos por mais um tempo. 

Após mais um banho, ele deitou na cama e eu deitei com a metde do corpo sobre o dele,encaixando minha boca exatamente na altura de su barrig. Ele já sabia  no que aquilo ia dar, já previa minha reação à proximidade com seu corpo. Mas ele foi mais rápido do que eu e colocou-se de frente para mim, com as pernas abertas e mordeu meu grelo, sugando com carinho e me fazendo gemer e apertar as fronhas dos travesseiros. Logo ele estava por cima de mim, metendo fundo, com força, com vontade, enquanto eu me contorcia de prazer. Enquanto eu implorava para ele não parar e não se retirar de dentro de mim, ele gemia e me hamava de filha da puta, dizia que eu era safada e apertava meus seios. Então ele colocou uma perna minha em seu ombro e, de joelhos, encaixou nosso corpo de uma forma que eu pudesse senti-lo cada vez mais fundo, mais forte e quando eu menos esperava, senti que ia gozar de novo. E sem perceber, enquanto eu agarrava minhas pernas em uma das coxas dele, gozando desesperadamente, gemendo e tremendo, ele gozava nos meus seios. Gozamos juntos, mais uma vez. Deliciosamente, enlouquecedoramente. 

Rimos, brincamos, tomamos banho. Ele pagou a conta e viemos embora. No carro, mais beijos. Foram muitos beijos essa noite. Beijos calmos, beijos com vontade de serem dados, beijos carinhosos, beijos com tesão. Paramos no posto, eu comprei uma coca-cola. Ele me deixou na porta de casa e esperou que eu entrasse na portaria. Entrei no meu quarto, deitei na cama e sorri, já com vontade de repetir tudo outra vez.


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Ligação 3
Hoje à tarde meu celular tocou. Atendi e pediram para falar comigo. Disse que era eu mesma e do outro lado da linha aquela voz me atingiu em cheio. Aquela voz que eu estive esperando quantro dias para ouvir...

"Oi, Tara, é o 'Professor', tudo bem com você?'

Ah, claro que estava tudo bem, ainda mais agora com ele me ligando. Perguntou se eu estava no Rio, eu disse que sim. Ficamos batendo pap mais alguns minutos e ele disse que semana que vem vai me ligar para tomarmos um chopp, batermos papo ou coisa parecida. E acabou que por conta disso eu passei tarde e o inicio da noite inteira com um sorriso besta no rosto. Sorriso este que só fez alargar, mas que depois eu conto o porque, já que são 4:30 e eu acabei de entrar em casa.

Beeijoselambiidas, Tara Flux*
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