Delícias da rua

Sabe aquele homem que tem aquela cara de anjinho safado? Pois é, ele é assim. E, sendo assim, levou apenas um dia para me deixar ligeiramente interessada. Claro, aquela boca carnuda e a bunda grande também ajudaram. 

No primeiro dia não conversamos muito, mas trocamos alguns olhares. No segundo dia ficamos um boom tempo conversando. Falamos sobre futebol, sobre o nosso Vasco, sobre namoradas psicopatas e rimos horrores com isso. Mas aí eu tinha que me arrumar para encontrar com o professor e precisei vir embora, deixando ele lá, acompanhado de sua cerveja. 

No terceiro dia tudo desandou. Ou entrou na linha, hahaa. Quando ele chegou me deu um abraço tão forte e gostoso que eu senti seu cheiro invadir meus sentidos. Minha boca encheu d'agua e eu não quis saí de seus braços por um tempo, mas sua irmã (louca, diga-se de passagem) estava presente e não seria muito legal depois ter que explicar... Papo vai, papo vem, estava na hora de ir embora. Ele se ofereceu para me deixar em casa (que era na esquina) e fomos conversando pelo caminho. Eu, ele e o Churrasquinho (meu cachorro).
Quando chegamos na porta do meu prédio, enquanto eu falava ele simplesmente me beijou. Sabe cena de filme, quando a mocinha está toda compenetrada no assunto, desenvolvendo e o cara a segura pela cintura e tasca um beijo 'daqueles'? Pois foi exatamente isso que aconteceu. 

Eu conseguia sentir aquela boca macia na minha, aquele cheiro agradável e a cada segundo mais eu o queria por perto. Marco me puxou mais para perto de si, beijando meu queixo, meu pescoço, apertando minha cintura. Ele perguntou se eu nao gostaria de sair da porta do meu prédio e fomos para uma rua ao lado. Conversamos, rimos,  brincamos e nos beijamos. Beijos quentes e ardentes. O desejo estava mais do que claro e depois de um bom tempo ele me puxou mais para perto, fazendo com que eu sentisse seu corpo aceso, seu pau duro, sua vontade presente. Sussurrou no meu ouvido dizendo que me queria, queria muito, queria me beijar toda, cada parte do meu corpo, quero me fazer gozar de todas as formas diferentes, por horas seguidas. Eu, completamente sem ação, não querendo avançar o sinal mas ao mesmo tempo em uma luta interna com o meu objeto de desejo. Ah, como eu queria. 

Ele ficava me excitando, apertando minha bunda, mordendo meu pescoço... Virou-me de costas e eu nem quis saber se estavamos na rua ou não. Dei aquela reboladinha roçando o corpo nele e pude sentir seu pau ficando ainda mais duro (e que pau, diga-se de passagem) atrás de mim e seus joelhos fraquejarem levemente. Marco puxou-me pela cintura, dizendo que se eu fizesse aquilo com ele na cama, dentro de mim, que seria impossível não gozar. E eu me segurando muito para não fazer uma besteira.

Recompus minha sanidade e disse para caminharmos de volta à minha casa. Ele perguntou se estava indo muito rápido, com muita sede ao pote e eu disse um pouquinho. Durante o caminho ele foi brincando com o Churrasquinho e fomos rindo, deixando o clima de tesão passar. Paramos na porta de casa e ele me deu um beijo de despedida. Subi o elevador e entrei em casa, sentindo-me completamente molhada e com um sorriso de orelha a orelha.

4 comentários:

LEO disse...

esse cara e dons bons!
aproveite!
BJSSS
LEO

Tara Flux* disse...

Quem dera você estivesse certo...

TZ disse...

sumi, mas to de volta!!


bjo

Anônimo disse...

bom comeco

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