Pérola Negra - Por Zuza Zapata

Tinha a pele suave e negra. Ah! Como sou apaixonado por mulheres negras. A negritude sempre me encantou. Minha fantasia sexual mais constante na puberdade - e por isso a que dedicava mais tempo – era com uma passista de escola de samba que eu chamava carinhosamente de “minha perola negra”. Tempos bons aqueles onde o moralismo não havia impregnado tanto os canais de televisão e os desfiles de carnaval eram transmitidos como devem ser: cheios da sacanagem! Lembro perfeitamente dos ângulos que os câmeras captavam e aquilo pra mim era repertório para meses ininterruptos de punheta com nível elevado de orgasmo e consequentemente muita porra.
Perola Negra, assim que vou chama-la, como na música do Luiz Melodia. Pouco papo mas uma química de arrepiar os fios! Dia de sol, praia, biquíni branco fio dental... Ah, que rabo! E um sorriso conquistador. Oi, tudo bem, prazer em conhece-la e o beijo. Que beijo! Língua morna, macia e molhada na medida certa – nem muito, nem pouco -.Convite para um passeio depois da praia. Topou de imediato! E eu sem acreditar. Vida, filmes, livros, relacionamentos, amores e sexo. Nossos olhos cruzaram cheios do fogo. Convite para conhecer minha casa. Topou, mas receosa - e adoro ter que insistir um pouco - Cozinha, sala, banheiro e quarto. Logo depois enrolada em meus braços... na cama.
Uma boceta deliciosa só com um pequeno caminho de pelos. Cai de boca com ela deitada de bruços. Boceta, cu, costas. Seguro forte as ancas e a puxo deixando – a de quatro. Camisinha, beijos na boca, boca oportuna no meu pau. Deliro com os gracejos de Perola Negra. Passista só minha. Carnaval fora de época. Meto sem dó e ela samba enquanto fode. Boceta quente, gulosa, querendo engolir até meu saco. E aquele olharzinho pedindo para eu meter no rabo... gozo menino. Feliz. Realizado...

Texto carinhosamente roubado do espaço delicioso Escrevo e Amo de Pau Duro .

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Esse texto do Zuza fez om que eu lembrasse de todas as vezes em que fui ao ensaio da minha escola de coração e todos aqueles homens babavam no nosso rebolado. Os convites para ser passista surgiam e eu sempre recusava. Não queria compromisso. Eu queria era todos aqueles homens aos meus pés, semana após semana, pedindo para tirar fotos, quase sem conseguir piscar, delirando em nossas bundas. 

E as mulheres, morrendo de inveja, querendo saber eu como fazia para sambar naquele salto enorme sem cair e sem perder a classe. E eu adorava. Saía dali com o ego inlado, a buceta molhada, o corpo cansado. E só de pensar que na semana seguinte tinha tudo de novo eu já ficava feliz pois o som daquela bateria faz meu coração se encher de alegria!

'Sabado que vem estarei lá novamente. Voltando às raízes, revendo amigos. Vestido curto, salto alto, cabelos soltos. Quem sabe, sabe. Onde é, se quiser, só aparecer!'

Beijoselambiidas, Flux*

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