Quando o gato sai...

Véspera de aniversário é uma tensão só. Fui almoçar com as meninas, ao shopping resolver problemas no celular e depois iria para a faculdade. Iria, pois meu celular tocou e quando vi o nome dele tive uma crise de risos. Atendi, falamos por alguns minutos, perguntou onde eu estava e onde iria. Respondi que estava no shopping e depois iria para a faculdade, mesmo estando sem um pingo de vontade de ir. 

Dizem que quando o gato sai, o rato faz a festa. Verdade. A vó viajou e ele, estando sozinho em casa, me chamou para ir até lá. Uni a falta de vontade de ir à faculdade e a excitação que senti só em ouvir a voz dele e decidi ir. Passei em casa, tomei um banho, coloquei uma lingerie sexy, mesmo ele não ligando para isso e fui. Abriu a porta de bermuda e blusa, descalço, cabelos cortados, sorriso enorme no rosto. Entrei, sentei no sofá e ficamos conversando por um bom tempo e vendo o jogo do Fluminense. E depois de um bom tempo de conversa ele me beijou e perguntou se eu realmente queria ficar vendo o jogo. Eu ri e respondi que não, já pensando em um milhão de coisas mais interessantes a serem feitas do que ficar assistindo o jogo do Fluminense (detalhe que eu e ele adoramos futebol e nenhum dos dois torcem pro Fluminense). Logo que pegou o controle para mudar de canal, deu o intervalo no jogo e um comercial tocou Quelqu'un m'a dit da Carla Bruni, que eu adoro e pedi que esperasse o comercial acabar para que desligasse. E ele esperou, e ficou me olhando e beijando ao som da musica. Por fim, o comercial acabou e ele desligou a tv, debruçando seu corpo sobre o meu e mordendo meu pescoço de leve. 

Enqunto nos beijavamos, ele acariciava gentilmente minha cintura, minhas costas, segurava meu pescoço e passava a lingua em minha boca. Tirou minha blusa e, habilmente, com apenas uma mão, abriu meu sutiã e delineou com o dedo o contorno que ele fazia em meus seios. E desceu a cabeça devagar encostando a ponta da lingua no bico eriçado, colocando-o na boca, me excitando ainda mais. Com todo carinho, segurava meu corpo com as mãos e beijava, lambia e mordia minha cintura, percebendo o quanto isso me deixa enlouquecida... 

Levantei meu corpo mole do sofá e ajoelhei de frente para ele, abrindo sua bermuda, olhando seu sorriso amplo e lindo e segurando seu pau por cima da cueca box preta. Ele gemeu um pouco e eu mordi a ccabeça de sua excitação ainda por cima do pano, sentindo seu cheiro bom e puxando a cueca junto com a bermuda. Logo eu ja sentia seu gosto inundando minha lingua, garganta e sentidos... e ele gemia e dizia o quão bom era sentir minha boca acariciando seu sexo e durante TODO o tempo fazendo carinho em minhas costas, pescoço e seios.

Pediu que eu levantasse e abriu minhas pernas devagar, beijando minha barriga, mordendo minhas coxas, chegando ao meu sexo. E passou a lingua no meu centro quente e úmido, mordendo minha pele, meus lábios, enfiando um dedo devagar enquanto me lambia e chupava. Deitou-me no sofá e pôs-se ajoelhado de frente para mim, abrindo mais minhas pernas, lambendo mais o meu sexo, enfiando mais o dedo e tocando cada centimetro interno do meu corpo. E assim, com a boca  o dedo dele em meu interior e no meu topo eu senti minhas pernas tremerem e meu corpo se contrair com um prazer profundo e contínuo. Enquanto eu gozava, ele beijava minha coxa e me acariciava com dedo, quando colocou na boca  ao mesmo tempo veio me beijar, fazendo com que eu sentisse, ao mesmo tempo em que ele, o meu gosto. 

Com ele de pé na mnha frente eu nao pude resistir e agarrei seu pau novamente, chupando com vontade, ele gemendo, recuando o corpo para não perder o controle, fazendo carinho e massageando meus ombros e minhas costas e eu segurando sua perna. Quando não aguentou mais segurar, deitou-me com as pernas abertas no sofá e montou sobre mim, num angulo perfeito que fazia nossos corpos se encaixarem  completamente. Enquanto penetrava meu sexo, acariciava meus seios, beijava inha boca com delicadeza e carinho. Depois ele sentou no sofá e eu montei sobre ele, abrindo bem as pernas e rebolando sobre aquele pau duro preenchendo meu ventre, ouvindo enquanto ele gemia baixinho em meu ouvido, respirava ofegante, puxava meus cabelos, me beijava e mordia meu pescoço... 

Levantou meu corpo e colocou-me de quatro, apoiada no braço do sofá e me fodeu com vontade mais uma vez, enquanto eu rebolava e ele estocava fundo, dentro, umido, quente, escorregando para dentro de mim, com meu sexo latejando querendo mais e ele acariciando minhas costas, apertando minha bunda, avisou que ia gozar e gozou com vontade, segurando minha cintura, permanecendo dentro de mim por algum tempo. Então eu virei, tirei a camisinha e chupei seu pau ainda endurecido, sentindo o gosto de seu prazer  sugando os resquicios junto com seu pau para dentro de minha boca enquanto ele gemia e respirava fundo.

Depois, corpos abandonados no sofá, conversas das mais estapafurdias ou profundas possiveis. Falamos de familia, pais, filhos, amizades e tantas outras coisas que conseguimos manter somente entre nós dois. Mostrou-me fotos de sua familia, não porque eu pedi, mas porque ele levantou e disse querer me mostrar. Então colocamos a roupa, saimos. Ele segurou a porta do elevador, da portaria, entramos no carro e me deixou em casa. Ele relaxado, eu com a alma lavada em perceber que os monstros que me rodeavam antes, sumiram nos momentos em que ele me chamou de amor e eu não retribui.

2 comentários:

Zuza Zapata disse...

Maravilhoso!
É uma delicia quando rola uma afinidade tão grande não só na cama, como fora dela também, nas outras áreas da vida.
Beijos linda.
Zuza

Tara Flux* disse...

Ahh, ele é meu amiguinho querido!
hehehe
Obrigada, lindo!
Beijoselambiidas!

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