Da faculdade...
Fazia apenas duas horas que eu o conhecia. E daí? Pra sentir prazer nao tem hora.

Saí da aula feliz e contente na sexta retrasada por ser meu ultimo dia de aula. Fiquei no batlocal conversando com uns amigos e ele estava presente. Já esta no terceiro período, muito embora eu nunca o tenha visto na faculdade. Por fim, descobri que moramos no mesmo bairro e, após um desencontro com os amigos, ele acabou me dando carona até em casa.

Ir para casa cedo em uma sexta à noite é tedio, né? Decidimos parar em um barzinho para beber uma cerveja e conversar. Eis que no meio do papo eu fui beijada, abraçada, agarrada por aqueles olhos verdes e o marinheiro dono deles. Cerveja acabou e eu, por bem, decidi ir embora para casa. Ele disse que me levaria e Deus sabe que eu tinha toda a intenção de ir para casa sem cometer mais nenhum pecado além da cobiça naquele dia. Mas ele discordou e voou sobre mim, beijando meu pescoço, agarrando minha cintura, em um desespero delicioso em me possuir.

Carro estacionado em rua estrategica. Sem paciência pra motel. Ir a motel com 'desconhecidos' é extremamente chato. Mandei o garoto pro banco de trás e ele foi. Sem pensar, montei sobre ele e rebolei devagar, tomando coragem para o que eu estava prestes a fazer. Dar para um 'estranho' dentro do carro dele e depois virar as costas assim, como se nada tivesse acontecido. E a coragem surgiu do nada, quando eu senti a mão dele abrindo a minha blusa e meu soutien, colocando meu seio na boca, sugando o bico... enquanto com a outra mão procurava o botão e o zíper da minha calça, com a minha respiração em sua orelha, depois meus dentes em seu pescoço, encontrando minha calcinha já molhada...

A calça sumiu e quaestão de instantes. Eu, parecendo atriz de filme adolescente sobre sexo, chupava ele segurando aquele pau duro e grosso com uma mão e com a outra mexia na bolsa, abrindo a carteira pegando a camisinha. Ele queria me chupar, eu nao quis deixar. Me comer vale, mas sair colocando a boca assim em mim nao rola. Coloquei a camisinha nele com a boca, sentindo o gosto do látex. Na hora ele me segurou pelo pescoço e forçou sua boca contra a minha, me beijando com vontade, enquanto eu sentava devagar sobre seu corpo, acomodando meu ventre no seu, encaixando nossos corpos, rebolando devagar. E nao precisou muito mais do que cinco minutos e meu gozo veio forte, com as minhas pernas travadas por baixo das coxas dele e os braços ao redor do pescoço. Um tempo depois foi a vez dele, que geme deliciosamente, quase grita, faz aqueles sons que me deixam louca e fazem com que eu me sinta a melhor mulher do mundo.

Roupas no lugar, sorriso no rosto. Ele me beijou. Prometeu que da proxima vez coloca aquela farda de marinheiro branquinha e linda para que eu possa me deliciar. Tá, eu disse. Desci na porta de casa. Ele pediu meu telefone, eu dei, sem muita animação. Cheguei em casa, tinha piza me esperando. 

E não é que a sexta-feira foi melhor do que eu esperava? hahaha


P.S.: O carinha que trabalh no batlocal veio me dizer que na quarta passada um cara foi me procurar lá e ficou me catando. Tenho certeza que eu sei quem foi...
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4 Responses
  1. Rapido e fugaz...ohhh coisa boa...risos
    Beijos


  2. Anselmo Says:

    Ah, o banco de trás...


  3. Anônimo Says:

    Fico feliz que seu blog está em constante evolução . Estas mensagens são adicionadas somente à popularidade.


  4. Tara Flux* Says:

    Obrigada, anonimo! Visite-nos sempre!

    Beijoselambiidas, Flux!