Visitinha gostosa
Há tempos Fabiana estava enrolando para conhecer a nova casa dele. Caio, que estava dividindo apartamento com um amigo, todo dia reclamava da ausência dela, até que um dia resolveu tomar banho e ir. A porta foi aberta por ele com um sorriso imenso e um olhar discreto para sua boca. Subiram as escadas e foram para o quarto bater papo, já que alguns amigos estavam na sala jogando videogame.

Alguns momentos depois Caio estava deitado com a cabeça nas coxas perfumadas dela, puxando-a para perto, segurando seus seios. E isso a cada minuto mais inflamava seu sexo, mexia com seu corpo, acendia vontades que há tempos não sentia. E logo seu seio esquerdo estava na boca dele enquanto puxava sua cintura e encaixava seus corpos, mesmo com roupa, forçando-se contra ela. E Caio ficou ali um bom tempo deliciando-se, judiando dela, excitando, passando a mão, apertando, pedindo e implorando para que ela se entregasse a ele. Até que muito tempo depois ela vira  de bruços, puxa a orelha dele para perto e num sussurro diz 'eu quero que você coma meu cuzinho devagar'.



Não precisava falar duas vezes. Ele abriu a bermuda dela, foi puxando a calcinha e beijando suas costas, ela segurou aquele pau duro e direcionou para dentro de si, enquanto ele se forçava para dentro e ela segurava os gemidos. Quando o corpo dela se acostumou, começaram um vai-e-vem peculiar, unico, que só o corpo dos dois conhece, enquanto ela gemia, mordia o travesseiro e apertava a mão dele por cima de seus seios. E logo depois ele sentiu o corpo dela tremendo e sabia que ela havia gozado.



 Mas não era aquilo que Caio queria. Ele ansiava pelo seu sexo quente e apertado, seus gemidos constantes, seu prazer escorrendo como sinal de que ele lhe proporcionara um orgasmo pleno. Pediu, implorou que ela deixasse, até que ela deixou e de bruços mesmo, com a ansiedade tomando lugar da razão ele se meteu dentro das pernas dela, em seu sexo embebido de prazer, quente, molhado, apertado. Ele metia, ela gemia, ele mordia seu pescoço, segurava seus ombros, e ela gemia ainda mais, quando ela pediu que ele gozasse falando o nome dela. Ele concordou e meteu fundo, estocando mais algumas vezes e gemendo baixinho Fabiana no ouvido dela. Caio se deixou cair sobre as costas dela, que o recebeu com um ninho de cabelos cheirosos.

Ficaram assim por um tempo até que ela teve que ir embora. Ele a colocou no taxi, voltou pra casa e dormiu sobre o lençol que guardava  cheiro dela.
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7 Responses
  1. «_FP_» Says:

    este conto esta fantastico...
    leio sempre os seus textos, mas nem sempre comento, o que é mau...pk eu sei o que os comentarios sao importantes para nos bloggueres continuar a a postar...

    eu gosto do seu blog, dos seus posts :D:D

    beijos quentes


  2. Tara Flux* Says:

    Obrigada, meu amor!
    O importante para mim nao são os comentários para os outros virem, mas sim saber que vocês gostam e apreciam o que eu escrevo.

    Beijoselambiidas, Flux*!


  3. Tara, também amei o conto...
    Mas vou pedir uma coisa: põe o crédito na foto que é minha e do André?

    Bjs
    Lia


  4. Este comentário foi removido pelo autor.

  5. Tara Flux* Says:

    Meu casal preferido!!!
    Que bom ter vocês por aqui depois de tanto tempo sem postar.

    De maneira alguma, amor meu. Eu pesquei a foto pela internet, coloquei até com o link que estava lá e não vi se era do blog de vocês ou não. Pode até ser que já tenham publicado em outro lugar e eu tenha encontrado por lá. Realmente não reparei de onde era, pois eram 5 horas da manha e eu estava zonza de sono. Mas, pode deixar que estou substituindo right now!!

    Beeijos, gataaa!


  6. Tara, vc é uma lindona!!!
    Muuuuuuuuuito obrigada, mesmo!!!

    Marcar bobeira é fogo, né? Hahaha
    Nós marcamos e agora sabe lá onde pode estar isso :(

    A gente está se "preparando pra voltar", assim que der.

    Bijos!!!
    Lia


  7. Tara Flux* Says:

    Sem problemas! Seu pedido é uma ordem e foi cumprido como mandado. hehe

    É, pois é. Esse negocio de postar foto é complicado.

    Volte logo, estou sentindo falta das peripecias de vocês.

    Beeeijos