À beira do desespero

Sentada no bar tudo o que eu conseguia pensar era o quanto eu queria sentir o gosto dele de novo, senti-lo latejar na minha boca, poder ouvi-lo gemer de verdade, sem pudores, sem medos... Com a porrinha transparente que é o gosto caracteristico de cada homem escorrendo na minha lingua enquanto meu sexo pulsa de tesão. E faze-lo delirar, e chupar, e lamber sem parar, sem respirar, até ele estar desesperado de tesão, louco para me ter, pra meter, pra gemer, pra foder, pra causar terremotos em todos os continentes...

4 comentários:

Zuza Zapata disse...

fiquei de pau durissimo! rsrsrs

Nego disse...

Os sismógrafos nos odeiam....

Tara Flux* disse...

Ô Zuza, meu eterno amor, que bom ter você por aqui me visitando! Sinto sua falta, pretinho!



Nego, nos odeiam? Eles odeiam você também? Achei que fosse só a mim! Depois me conta essa historia direito!


Beijoselambiidas, Flux*.

Daniel disse...

aiaiai... assim vc me mata...

eu também quero!

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