Mais!

E as linguas se tocavam de leve, mesmo o beijo sendo com vontade. Ele puxava todo o corpo dela pela bunda, grande, que preenchia as mãos dele e escorregava pelo pano do vestido preto. Ela suspirava e o beijava com mais vontade, lambendo a lingua e os lábios dele, que já sentia seu sexo pulsar. 



O vestido preto tinha um ziper na frente, de cima a baixo, que facilitava o caminho até os seios dela, encobertos por um suiã preto que era o defensor dos mamilos duros como rocha. E os dedos roçavam pelas coxas da moça, que na rua escura gemia e suspirava. Encostados no muro da casa amarela, ela com o vestido ligeiramente aberto e a boceta muito molhada. E ele tinha certeza disso, mas às vezes chegava mais perto da costura da calcinha, como diz o Zuza, 'buscava o limite da calcinha, aquele limite que separa a dúvida da excitação da certeza que é logo confirmada pela boceta que inunda enquanto os dedos mergulham fundo.' 

Mas quando ele foi um pouco além da costura, seus dedos que se inundaram de fogo liquido que o excitaram ainda mais. E ele acariciou o sexo encharcado de prazer, deliciando-se com os gemidos e sussurros dela, até que foi demais para aguentar. Virou-a de costas, que roçou a bunda no pau duro dele, sentindo mais tesão, querendo senti-lo dentro de si, rasgando sua carne, preenchendo seu sexo. Abaixou a calcinha dela com uma mão, enquanto a outra, após travar uma batalha com o sutiã, já segurava um seio por completo na palma, de vez em quando apertando o mamilo um pouquinho, levando-a ao limite entre dor e prazer. 

Apoiou os braços dela no muro baixo, e tocou a fenda dela com seu próprio sexo, sexo ardente e desejoso daquela pica. A boceta já babava de desejo, os dentes mordiam os lábios, os gemidos saiam entre sussurros e ele naquela pincelada torturante. Quando ela pediu 'mete, vai!" baixinho no ouvido dele. E não teve como dizer não. Como continuar a tortura que não era apenas para ela. Meteu de uma vez, fundo, forte, enquanto dedilhava o clitoris pela frente, ela um pouco arqueada, rebolando, sentindo cada parte daquele pau a penetrando. 

Metendo, gemendo, a boceta pingando, o pau encharcado, o suor surgindo, o gozo chegando. As pernas dela tremeram, ela mordeu o labio com força e gemeu baixo, querendo gritar. Mais um pouco ele também atingiria o extase, virando o a boca dela para beijá-la, segurando o pescoço com força. Linda cena. Ele gozando, ela beijando. 

No caminho para casa, pela rua escura, eles dividiam um cigarro. Tantas coisas divididas, conversas, vontades, histórias, o cigarro seria apenas mais um a entrar na lista. E depois uma parada no posto para um sorvete. Sorvete com gosto de vontade, de desejo, de quero mais!

2 comentários:

EU SOU NEGUINHA disse...

\Ahhh..esse dividir é tão bom.
Beijos

Tara Flux* disse...

É né? No inicio é tudo lindo! hahahah

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