Petite mort!
Se alguém me dissesse que a tarde acabaria assim eu riria na cara e diria que estava louco. Cheguei lá e a cara dele nao poderia ser pior. Tristeza, confusão, tudo estampado naquele meio sorriso que ele tentou esboçar quando me viu. Entrei, deitamos na cama e ficamos conversando. Risadas, mordidas e a minha tentativa frustrada em tentar alegrá-lo. 


Fui tomar um banho pra refrescar do calor e quando voltei, já vestida, depois de deitar sobre ele a vontade falou mais alto e aiii... sentei sobre ele rebolando, beijando sua boca, já completamente excitada. Enquanto eu levantava pra fugir da tentação de ter o corpo dele proximo ao meu ele abriu meu soutien com uma mao e agarrou meu seio pelo lado com a outra. Fechamos a porta e ali a tarde começava a fazer algum sentido. Sentada sobre ele, rebolando devagar, tirei a blusa deixando à mostra os seios com os bicos duros que ele já colocava na boca e passava a lingua devagar. A vontade era tanta que ninguém pensou em nada. Eu sentia o braço dele segurando minha cintura pelas costas e me puxando pra perto, o toque suave da boca dele na minha e meu sexo escorrendo de vontade de tê-lo dentro de mim. Puxou minha calça e abriu minhas pernas, lambendo meu prazer, minha vontade, deixando-me cada vez mais enlouquecida.

Não deu para segurar e puxei seu braço, e ele subiu o corpo, abaixou o short e eu só senti aquela estocada firme, de uma vez só, tirando meu ar e preenchendo meu ventre. Rebolou, forçou-se ara dentro, lambeu meus seios, dobrou minhas pernas e meteu fundo. Não demorou muito eu comecei a tremer e gozei com vontade, querendo gemer alto mas sem poder, pois o irmão dele estava na sala. Não parou. Continuou dentro de mim, me enlouquecendo, beijando minha boca com carinho e ternura e eu pedi que fizesse amor comigo. 


Devagar, com calma, me olhando nos olhos e beijando meu rosto ele foi colando o corpo no meu enquanto eu sentia meu coração acelerado e uma vontade imensa de nunca mais sair dali. Acelerou o ritmo e logo eu já estava louca novamente, gozando, mordendo o travesseiro para não gritar, gemendo baxinho no ouvido dele. Um pouco depois ele quis gozar e eu pedi que não, mas não deu pra segurar. Ele gozou meio travado e eu me senti culpada. O minimo que eu poderia fazer era recompensá-lo.

Esperei que recuperasse suas forças e quando ele deitou ao meu lado, respirando fundo, perguntando se eu estava bem tudo o que eu queria era senti-lo endurecer novamente na minha boca. Parece que nossos pensamentos funcionam juntos, pois nesse momento ele olhou para mim e disse:

- Sabe o que eu queria que você fizesse agora?

- Não sei, mas seja lá o que for, eu só faço depois que te chupar.

- Mas era exatamente isso que eu queria. - E sorriu o sorriso mais doce que ele tem, com calma, graça e me fazendo entender o porque de muitas coisas.

Segurei aquela pica endurecida que eu adoro e passei a lingua em todo o comprimento, lambi as bolas, coloquei na boca, lambi a cabeça, massageei com a mão e a ponta dos dedos. Coloquei tudo na boca e fui descendo até encostar na garganta. Pressionei um pouco e chupei com vontade, aumentando o ritmo, diminuindo, aumentando novamente e fiquei assim um tempo, até que ouvi um 'que isso' e um gemido baixo. Quase um silvo. Ah, como eu adoro quando ele geme. Tem realmente o prazer de me satisfazer e deixar feliz com um gemido. O pau dele brilhava e eu precisava dele dentro de mim. Sentei sobre ele devagar, sentindo-o abrir meu segredo com calma, explorando meu interior no caminho que ele já conhece. Rebolei, sentei com força, rápido, devagar, enquanto ele segurava e lambia meus seios com aquela cara de tesão que ele faz quando segura meus seios com as duas mãos e os faz parecer enormes. Colocou os bicos na ponta da lingua e depois um e outro na boca. E eu rebolava, subia e descia até que o tesão foi demais e eu gozei mais uma vez, com as pernas tremendo, o coração acelerado e a boca completamente seca.

Mas eu queria que ele gozasse de novo, com vontade, sem se travar, sem segurar. Olhei nos olhos dele e pedi que me comesse de quatro e eu ganhei a tarde pelo brilho nos olhos dele quando ouviu isso. Fiquei de quatro na cama, com um pé no chão e o joelho dobrado e ele veio por trás segurando minha cintura e forçando-se pra dentro. Eu olhava de lado e via o tesão estampado no rosto dele e gemia baixo, adorando a sensação de tê-lo todo dentro de mim, satisfeito, excitado. Meteu fundo, meteu pouquinho, me fez gozar de novo. É sempre assim. Eu gozo loucamente quando estamos juntos. Com vontade, sem querer parar, sem pensar em nada que não seja ele dentro de mim novamente. E ele ia colocando e tirando, estocando com vontade, puxando minha cintura, apertando minha bunda até que me avisou que ia gozar. Quando ouvi isso parece que alguma coisa aconteceu dentro de mim e eu senti o meu corpo todo vibrar novamente. Segurei o travesseiro, mordi a ponta e arranhava os lençóis segurando para nao gozar mais uma vez enquanto sentia ele gozar e o liquido de seu prazer escorrer pelo meu corpo.


Quando ele gozou eu quis fazer dirente. Ia terminar da forma que ele mais gosta. Puxei seu corpo pra perto e devagar fui colocando seu pau no meu cuzinho, apertando de leve, rebolando um pouquinho. Mas se continuasse ia começar tudo outra vez e o tempo era escasso. Mas quando senti seu pau penetrar,foi impossivel segurar. Minhas pernas bambearam e eu caí na cama na 'pequena morte', como chamam os franceses. Tremi por uns cinco minutos, sem parar. Parecia que meu coração ia explodir e minha alma abandonar meu corpo. Mas eu estava feliz. Satisfeita, no sentido mais literal da palavra.



*Obrigada pela tarde deliciosa. É sempre assim, do nosso jeito. 


** Foto delicadamente surrupiada da Neguinha linda do Desejos Inconstantes.
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