Champz!
O time dele de Futebol Americano havia ganho o jogo e fomos comemorar na casa de um dos jogadores. Foi a galera toda, cerveja, tequila, risadas. Passamos a noite toda naquela troca de olhares, analisando o corpo um do outro à distância, aquele tesão reprimido. Enquanto eu dançava, senti olhos penetrantes sobre mim e o flagrei olhando e comendo minha bunda com os olhos. Não nego que isso me encheu de tesão...

Fui até  banheiro. Quando abri a porta para sair, ele estava lá, em pé, me olhando nos olhos com aquele sorriso maroto e um copo de cerveja na mão. 

- 'Vai entrar?'
- 'Não, estava esperando você sair.' 
- 'Ah, é? Para que?'
- 'Pra isso..."

E me beijou, empurrando meu corpo pra dentro do banheiro e fechando a porta. A festa rolava lá fora e não estávamos nem ai para nada. Encostados na porta, ele me beijava cada vez com mais vontade, segurando meu cabelo, sussurrando no meu ouvido, mordendo meu pescoço. E foi descendo a mão, apertando minha cintura, minha bunda, enquanto me beijava e eu passeava minhas mãos pelas costas dele, segurando a nuca, puxando de leve os cabelos dele... 



'Eu quero você'. Ele me queria. Mas nós estávamos dentro do banheiro da casa de um amigo com várias pessoas ligeiramente bêbadas do lado de fora. E daí? Mas ele não esperou nem pela minha resposta. Pegou-me no colo e me jogou em cima da pia, passeando a mão pela parte interna da minha coxa, passando a lingua pelo meu colo. Eu já queria gemer. De vontade, de tesão, de tensão. E foi quando ele fez uma coisa simples que deixa louca que eu desisti de resistir. Passou o braço pela minha cintura e me puxou para perto com vontade, colando o corpo no meu, beijando minha boca, enquanto foi subindo a mão devagar, até chegar na borda da minha calcinha com calma, 'buscava o limite da calcinha, aquele limite que separa a dúvida da excitação da certeza que é logo confirmada pela boceta que inunda enquanto os dedos mergulham fundo. E mergulharam, me fazendo gemer. Tirou meu vestido deixando meus seios a mostra e lambendo os bicos, enfiando tudo na boca enquanto brincava com o dedo dentro de mim. 


Estava maravilhoso, mas eu queria mais. Mas eu não precisei nem falar, porque sem que eu tivesse tempo pra falar ele colocou a cabecinha na minha boceta encharcada e me invadiu de uma vez só, pressionando com a força certa, a vontade desesperada, os corpos já suados. Tirei a camisa dele e enquanto sentia aquela pica grossa entrando e saindo de dentro de mim, passei as unhas de leve nas costas dele e senti sua respiração acelerar. Um gemido descontrolado saiu de sua boca, e ele metia cada vez com mais vontade. Tirou-me cima da pia e me colocou de bruços, apoiada na pia, metendo novamente, sem tempo pra respirar, sem querer parar. Metia com força e com vontade, segurando minha cintura e assim senti minhas pernas bambearem, a boca ficar seca, o coração disparar e o gozo chegar com força. 






Me ver gozar fez com que ele ficasse com mais tesão. Abaixou e lambeu minha boceta, pressionando a lingua no meu cuzinho e depois colocando o pau de novo. Meteu devagar, de leve, e depois aumentou a força, mas não a velocidade. Se ele continuasse assim, eu gozaria novamente. Mas não foi a minha vez e sim a dele. Gozou deliciosamente, sem forças, sem ar, me abraçando com força, puxando pra perto, beijando meu pescoço. 


Ficamos ali abraçados, nos beijando por mais alguns minutos. Saimos do banheiro com aquela cara de alívio, cheiro de sexo e sorriso no rosto. Eu, peguei a minha bolsa e ele se despediu do povo. 'Mas vocês já vão embora?' 'Vamos. Vou deixá-la em casa porque não esta se sentindo bem e depois vou pra casa, já está tarde.' Mas na realidade, outro acordo havia sido feito. Saímos às pressas a procura de um motel para terminar o que havia apenas começado. Porque o que eu queria mesmo, era senti-lo inchar e latejar dentro da minha boca, dar a ele o verdadeiro tratamento de campeão que ele merece... 




Pra você Pequeno Principe, que é um campeão na vida, em todos os sentidos. 


Beijoselambiidas, Flux*!







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Coluna Botando a cabeça - Sexo Anal


Eis que eu abro o e-mail do blog e vejo o seguinte:

"Tara, acho que você pode me ajudar. Sempre quis fazer sexo anal com minha esposa, mas ela nunca deixou. Contudo, acho que ela está começando a considerar a idéia: no domingo, enquanto estávamos em plena atividade, ela falou "ai que vontade de dar meu cu". Claro que tentei aproveitar a oportunidade, mas ela deu pra trás (perdão pelo trocadilho, mas não pude deixar passar!). Enfim, como fazê-la vencer esse tabu? Como isso aconteceu com você?"

Então, vamos por partes, ok?  Eu acho que você deveria tentar fazê-la sentir curiosidade na coisa, e não querer fazer pra agradá-lo. Não estou dizendo que você está fazendo isso, meu amor. Mas é geralmente isso que acontece. Os homens querem tanto e enchem tanto o saco das mulheres que ao invés de fazer com que elas sintam curiosidade, elas acabam fazendo para que ele pare de encher o saco. Tente dar umas lambidinhas sem que ela espere, quando ela estiver MUITO excitada, para que ela perceba que pode ser prazeroso.


Vencer tabu é bem complicado. Primeiro que já é um pré-conceito arraigado na nossa mente de que algo é ruim, algo não presta, vai doer... Creio que deva ser um trabalho psicológico e físico ao mesmo tempo, onde você (COM TODA DELICADEZA DO MUNDO, POR FAVOR), ao abordar o assunto vai tentar mostrar a  ela que você não está tentando forçá-la a nada que ela não queira, mas sim aumentar a gama de prazer que ela pode ter, aumentar a intimidade e liberdade entre vocês. Caso você perceba que ela realmente não está a fim, você pode tentar propor um joguinho com óleo que relaxa, que esquenta, deixando bem claro que não vai colocar nada dentro dela até que ela diga pode. É importante ser estabelecido um nível extremo de confiança. Eu entendo que ela seja sua esposa, mas todos temos nossos esqueletos dentro do armário e alguma coisa nos deixa 'uncomfortable' perto de nossos parceiros/as. Então, crie um ambiente onde ela vai se sentir relaxada, à vontade, realmente se entregando a você, querendo se descobrir, descobrir o que dá prazer aos dois. 

Bom, já a segunda parte da conversa... Como isso aconteceu comigo. Bom, como acho que já perceberam, eu sou uma pessoa bem diferente da grande maioria das mulheres (Graças a Deus!), então até nisso eu fui diferente. Eu tinha um cara que foi meu melhor amigo durante praticamente 11 anos e durante um certo tempo nós saímos. O sexo era legal, me sentia à vontade com ele e depois de muita conversa, de dúvidas sanadas, de vontade MINHA e não dele, rolou. Mas foi literalmente rolou, mesmo. 

Estávamos deitados na cama de casal de um amigo vendo Um lugar chamado Nothing Hill, o nosso amigo dono da cama e da casa na mesa jogando no computador com o fone de ouvido xingando até a décima geração passada e a luz apagada. O clima esquentou, beijos, caricias, ele me excita, enfia a mão por baixo do meu vestido, joga minha perna sobre si. Aquele vai e vem de leve quando eu pedi. 'Quero que você coloque no meu cuzinho devagar.' Ele se assustou e animou ao mesmo tempo. Virou-me de ladinho e enfiou um dedo devagar. Daí pra frente foi só alegria. Aquela salivinha básica pra lubrificar, colocou só a cabeça e eu fui rebolando devagar até meu corpo se acostumar e pau dentro (literalmente!).


Foi bom. Foi ótimo. Não doeu, não me deixou traumatizada e acho que isso se deve a uma sucessão de fatores. Primeiro que a vontade foi minha, não fiz nada para agradar ninguém. Segundo que em função da vontade ser minha e não impulsionada por alguém eu estava hiper relaxada, seguindo meu corpo, meus instintos. Daí pra frente foi só alegria e eu só faço quando eu quero. Tem dias que queremos mas o nosso corpo não está pra coisa. Como tem dias que tudo flui mas chega na hora e incomoda. O segredo é respeitar o corpo e a vontade. Com vontade, calma e intimidade, tudo funciona!

Beijoselambiidas, Flux! 

Dica: Tente propor que ela se masturbe na sua frente, vendada, enquanto você só assiste. Depois você pega um óleo e vai massageando a cintura, o ventre, vai chegando mais perto, chupando, lambendo, enquanto ela abre bem as pernas. Depois vai descendo mais até chegar onde você quer... Dai pra frente, é com vocês!

Beijoselambiidas, Flux!

Roubei a foto (de novo) da Nega gostosa do Desejos Insanos. 
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Coluna Nova - Botando a Cabeça!
Bom, meus queridos, em comemoração ao aniversário do blog, um leitor muito querido me deu a idéia de criar uma coluna de ajuda e resposta aos meus queridos leitores. Eu recebo alguns e-mails com perguntas e curiosidades e nem todos eu transformo em post. Só os que mais me agradam e eu acho que vai agradar a vocês. Então, a partir de agora, você pode mandar um e-mail para SECRETSREVERIES@GMAIL.COM que eu respondo em um super post aqui, ok?

Conto com vocês!

Beijoselambiidas, Flux!
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Aniversário do Blog!!!
Bom gente, dia 13 fez quatro anos que eu tenho esse espacinho aqui e queria comemorá-lo com vocês. Confesso que esqueci. Na verdade, cismei que era dia 17, mas aí está uma lembrancinha para não passar despercebido


Mês que vem farei um sorteio bem legal pra vocês em comemoração a esse dia gostoso!

Beijoselambiidas, Flux!
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Só no cu da Creuza?
Ontem me surgiu uma questão interessante na mente e fui logo saber dele. A conversa começa com ele falando que dois dias antes, em uma transa nossa quentíssima, ele descobriu que sentia tesão em dar uns tapinhas (nem tão inhas assim!) na minha cara. Confessou ter quase gozado nessa hora. E uma coisa levou a outra, acabamos no cu. Mas desta vez não era o meu e sim o dele.

- Antes de continuar, quero deixar claro que a minha graça não é sair por aí lambendo/chupando/metendo em cu de homem. Para mim a graça está em provocar a mente dele, fazer a mediação entre a quebra do tabu, o preconceito e o prazer por onde nunca se imaginou -

Mas, voltando ao assunto, perguntei na cara de pau mesmo: e seu eu chego para você e digo que to a fim de lamber teu cu? Ele se retraiu e começou a rir. Um riso nervoso, com se não quisesse me decepcionar, mas também não estivesse a vontade com aquilo. Pressionei. 'Para de rir que o assunto é serio! Eis que, para a minha surpresa, ele disse que não rolaria em hipótese alguma, que não gosta de dar o cu e nem de rola. (Com essas palavras!)


Naquele momento eu parei, coloquei todo o meu preconceito com pessoas preconceituosas e segurei a onda. Lá fui eu tentar reverter o quadro de pânico que provavelmente se passava na cabeça dele. Falei sobre tabu, sobre construção cultural e social que já relaciona os homens que sentem prazer com estimulação anal ao homossexualismo. A minha principal questão é: porque só pode no nosso? Homens perdem a compostura com uma bunda empinada, quanto mais alto melhor, gostam de enfiar um dedinho enquanto metem, mas o contrário não pode? Como já havia dito aqui , acho isso uma besteirada danada. Entre quatro paredes, combinado entre partes, vale tudo. Desde que não fira o respeito, a integridade e a segurança das pessoas envolvidas, perde-se muito com esse preconceito. Falo por mim, que antes de fazer sexo anal tinha preconceito também. Aí, depois que eu fiz foi aquele frenesi, né? E hoje, se alguém falar mal de sexo anal perto de mim eu surto!

Gente, vamos largar esses preconceitos que não levam a lugar nenhum de lado. Imagina se Eva não tivesse mordido a maça? E se a tradição do 'mulher não pode sentir prazer, só serve para reprodução' permanecesse até hoje? A curiosidade é o pulo do gato. O que nos faz evoluir, descobrir nossos corpos, nossos gostos, nossas vontades. De que adianta ter pensamentos conservadores e fazer um sexo medíocre? Eu prefiro ser livre, ser leve e gozar sem medo, sem culpa, sem amarras (ou pode me amarrar que eu deixo), porque a liberdade em si já é meio caminho andado para o prazer a dois.

Em tempo: estava lendo esse texto do link aí em cima e reparei como dois anos muda a cabeça de uma pessoa, né? Nesse época sexo anal era apenas um pensamento e hoje é uma realidade deliciosa. Que bom que eu fui livre o suficiente para me descobrir sem medo de ser feliz!

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E que feriadão!
Bar, Bohemia gelada, minha amiga discutindo com o ex por SMS e ele me olhando a duas mesas de distância onde estava com dois amigos. Depois de muitos olhares e sorrisos trocados, levantei e fui ao banheiro. Quando voltei ele estava me aguardando na porta do bar, do lado de dentro, com um jeito tímido e aquele sorriso enorme. Conversa vai, conversa vem, ele professor de Educação Física, 30 anos, nos beijamos. E que beijo. Daqueles molhados, que encaixam perfeitamente e a língua passeia pelos lábios.

Depois de um tempo trocamos de bar e ele acabou sentando na nossa mesa. O amigo estava não sei onde. Conversamos um pouco, ele me abraçava, me cheirava, dizia que eu era a preta dele. E a minha mão, levemente apoiada, sem maldade nenhuma na coxa dele deslizou sem querer e percebeu um volume considerável em uma superfície dura. Ele estava de pau duro. Molhei na hora. Pensar no tesão que aquele homem que mal me conhecia estava sentindo ao meu lado só com o meu cheiro, o toque com a minha pele estava me alucinando.

Minha amiga e o amigo dele começaram a se estranhar. Logo o bar fechava e era hora de ir embora. O amigo decidiu ir comer e eu coloquei minha amiga no táxi para que pudéssemos passar algum tempo juntos. Acabou me convencendo a ir pra casa dele. Loucura, mas eu fui, mesmo assim. E daí que eu o conhecia há três horas? O tesão falou mais alto. Fomos voando.

Chegando lá ele sentou no sofá e me puxou para perto. Beijou-me a boca, mordeu-me os seios devagar. Tirou a blusa, depois a minha e disse que eu era gostosa. Quando vi aqueles quadradinhos no abdômem eu queria engolir aquele corpo perfeito. Com a boca, com a boceta. O short branco que eu estava deixava minha bunda maior do que já é e ele apertava com vontade. Nesse meio tempo eu já ajoelhei, abri a bermuda dele e coloquei aquele pau lindo pra fora. O que fazer se não cair de boca? E chupei. Chupei muito, chupei com vontade, molhado, quente. E ele gemendo, falando, me deixando louca. Tirou meu short e minha calcinha, abrindo minhas pernas e passando a língua desde o ventre até a beiradinha da minha fenda. Suspirei.


Puxou-me para cima dele e fizemos um 69 delicioso, onde ele me chupava com maestria e sentia minha língua passear entre aquele pau lindo, grande, que brilhava com a minha saliva na cabecinha e aquele saco durinho, com poucos pelos. Ele já não aguentava mais e eu, confesso, também não. Coloquei a camisinha com a boca mesmo e sentei sobre ele no sofá, rebolando, suando, gostando. E os nossos corpos escorregadios faziam com que eu rebolasse mais facilmente. E ele falava, gemia. Cada palavra pronunciada me deixava com mais tesão e ele ainda beijava minha boca e apertava minha bunda. Assim ele quase gozou e quando eu senti que faltava pouco para que isso acontecesse, diminuí o ritmo, rebolei mais devagar e gemi baixinho no ouvido dele pedindo para que me comesse de quatro. Levou-me para o quatro, me deitou na cama de bruços, chupou meu clitóris e lambeu meu cuzinho. Ai, que delícia. O dia amanhecia enquanto ele metia de quatro e enfiava um dedinho no meu cuzinho. Eu rebolava, ele metia, eu gemia, ele falava. Tudo assim, ao mesmo tempo, me deixando literalmente louca de tesão. Logo depois eu gozei. Gozei com força, tremendo dos pés à cabeça, gemendo enquanto ele dizia que era a visão perfeita: minha bunda empinada e o som do meu gemido ao fundo.

Continuamos naquele ritmo e ele gozou. Mas parar pra que? Nem tirou de dentro. Continuou metendo com vontade, enquanto às vezes eu olhava pra trás e via aqueles 'quadradinhos' abdominais contraídos e simplesmente lindos. Gozei de novo. Meu Deus, que homem é esse? Virou-me de frente e continuou naquele embalo enquanto beijava minha boca e lambia os bicos dos meus seios. Vou explodir de tanto tesão. E aí eu gozo de novo e, para minha surpresa, ele goza junto comigo. Aquele gozo sincronizado que casais levam anos tentando conseguir.

Fomos tomar banho. Contou-me sobre suas filhas com a ex esposa e uma ex namorada. Contou-me sobre suas tatuagens que eram lindas e deixavam aquele corpo ainda mais perfeito. Saimos do banho e ele já queria de novo. Por que não? Mais um round e eu iria embora. E assim foi. Pegou a moto, deixou-me em casa e foi embora. Assim, simples, leve, com um sorriso no rosto e a certeza de que tinha valido a pena sair de casa. Para os dois.
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Entrevista - Mr. Marlboro Man

Bom, meus queridos. Feriado, cerveja, risadas e sexo. (Bati um tamborzinho também pra cuidar da vida espiritual, porque faz bem!) Ou seja, sem tempo para nada, nem para dormir, quem dirá, escrever. Então, como prometido, segue a outra entrevista que fiz com o fofíssimo do Mr. Marlboro Man* do Amamos Mulheres Fumantes. Ele é mega inteligente, super simpático e confesso que excita pensar em alguém que se excita com o hábito de eu fumar. 

Enfim, as perguntas, por ter enviado as duas entrevistas por e-mail no mesmo dia, são as mesmas do T.A.D. Prometo que as próximas serão mais criativas. Espero que se deliciem com ele também. 

P.S.: Mr. Marlboro Man diz na entrevista que curte asiáticas. Eu gosto de dizer que sou negra, mas todo mundo cisma em me chamar de morena. Mas como pra mim passou de seis horas é noite não tem essa. Será que ele vai gostar de saber que sou morena de olhos puxadinhos? HAHAHA

Beijoselambiidas, Flux*

1 - Olhando a sua vida sexual há anos atras, quando se iniciou, e hoje em dia, como você se define anteriormente e agora? O que acha que melhorou? 
Acho que as principais mudanças envolvem controle e conhecimento. Quando se começa uma vida sexual, você não se conhece, e muito menos aos seus parceiros; da mesma forma, você não tem o controle ideal em certas situações. Com o passar do tempo, a experiência leva a uma melhora em ambos os aspectos.


2 - Qual foi a sua melhor e a mais diferente experiência sexual?
Squirting, sem dúvida. A sensacao de fazer uma mulher perder o controle do seu corpo e incrível!


3 - Qual a sua posição preferida? Por que? E a que menos gosta? Por que? 
Acho que nao há nenhuma que eu não goste, mas tenho duas preferidas: de quatro (clássicos sao eternos!) e de joelhos, com a mulher de frente para mim, de forma a estimular o ponto G dela.


4 - Além de fumantes, qual a sua fantasia, seu fetiche e qual o melhor que já realizou?
Meu top 5 de fetiches:
1: smoking fetish
2: colegiais
3: sadismo
4: lésbicas
5: mulheres com lingeries e corsets
Bônus: asiáticas, especialmente árabes e indianas; seios; além disso, sou um vouyer nato.
Tirando o número 5 e o voyerismo, não consegui realizar nenhum outro... :(



5 - Loira, ruiva, morena ou negra? 
Não troco minha moreninha, hehehe...

6 - Sexo anal ou vaginal? O que você acha sobre o tabu em torno do sexo anal?
Infelizmente não consegui realizar esse desejo ainda, ele continua na minha wish list...Acho que esse tabu, assim como outros, tende a cair com o tempo; da mesma forma que no passado era comum as pessoas casarem-se virgens, no futuro o cenário mudará com relação ao sexo anal, é só questão de tempo



7 - O que é melhor: uma mulher que chupa maravilhosamente ou rebola maravilhosamente? 
Que chupa maravilhosamente, sem dúvida!


8 - Já teve alguma experiência com mais de duas pessoas? Como foi? 
Apesar de já ter ido em uma casa de swing, nunca tive esse tipo de experiência. Não dividiria minha esposa, e ela acha o mesmo de mim, então me contento em ficar só olhando!


9 - Qual o melhor horário para fazer sexo, na sua opinião? 
À noite, mas rapidinhas de manhã são ótimas para começar o dia.




10 - Sua esposa sabe do seu blog? Se ela descobrisse, qual seria a sua reação?
Não, ela não sabe do blog, mas sabe do meu fetiche. Acho que ela inicialmente ficaria triste e chateada, mas depois me perdoaria. Talvez eu dormisse uma ou duas noites no sofá, mas superaríamos essa.


* Mr. Marlboro Man não é como ele se denomina. Eu coloquei esse apelido carinhosamente nele pois acho feio não ter como se dirigir a alguém. 

Presente para o Mr. Marlboro Man, já que ele disse que gosta de seios: 


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Ebony & Ivory
Sem fazer apologia a nada, nem definir orientação sexual minha (até porque eu gosto de pessoas e não de gêneros) ou de qualquer leitor... mas achei essa foto simplesmente fantástica!




Bom feriado a todos!

Beijoselambiidas, Flux!


PS: Foto surrupiada do Cabrito Lunático .
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Sexo e cigarro
Já havíamos chegado há algumas horas e muitas coisas já havia acontecido. A troca de beijos ardentes, bocas molhadas, corpos suados e o êxtase atingido. Aquela pausa estratégica para respirar, falar amenidades e fumar   um cigarro. Ele diz que o primeiro a acender o cigarro é o barulhador dominante,  e como ele sempre esquece, eu ganho meu merecido posto.

Ele ainda deitado, respirando fundo, tentando buscar ar e manter a respiração sob controle.  Eu ainda acesa, querendo mais, os bicos dos seios ainda duros de tanto tesão, ligeiramente sensíveis pelo toque com os dentes dele e a vontade presente, ardente. Estiquei a perna e sentei sobre ele, que me olhava com aquela cara como se eu fosse a mulher mais safada do mundo. Mas ele adorava. Adorava me ver despida de roupas, pudores e vestida de vontade, desejo.

Abaixei um pouco e estiquei o corpo, dando espaço para que o bico do meu seio ficasse na altura de sua boca, que logo esteva em contato direto com a minha pele causando arrepios e aumentando a vontade. Enquanto me esticava, pegava o cigarro e o isqueiro. Sentia aquele pau que tantos gemidos já me proporcionou crescer entre minha fenda, inchar, melar-se com o fruto do meu prazer enquanto eu colocava um cigarro na boca e acendia. E com a outra mão o colocava na entradinha do meu sexo, forçando um pouquinho a entrada enquanto ele olhava para mim com aquela cara de "você não vai fazer isso, vai?' Mas eu já havia feito. Quando menos esperou eu segurei seu rosto abrindo um pouco sua boca e assoprando a fumaça dentro de sua boca enquanto ele escorregava para dentro de mim. Gemeu baixinho, sorvendo a fumaça e sorrindo. "Safada!" 'Sou mesmo, vai dizer que não gosta?" enquanto colocava o cigarro na boca dele, soltava o cabelo e rebolava com mais vontade, mais intensidade. Ele passava o cigarro para a minha boca e perguntava como eu fazia aquilo, deixá-lo louco de tesão rebolando enquanto fumava. O cigarro acabou e ele acendeu outro, colocando a mão atrás da cabeça enquanto me olhava sobre ele, rebolando, gemendo, sentindo-o invadir meu corpo e me fazer gozar. Gozei com vontade, com ele me olhando e com o cigarro na mão, tirando meus segundos de 'aflição' enquanto ele me observava.



Tirou-me o cigarro da mão, colocou no cinzeiro e deitou-me de bruços, dizendo que agora queria que eu rebolasse com calma, devagar, enquanto ele metia no meu cuzinho. E assim ele fez. Foi colocando devagar, sem desespero, com calma, até que meu corpo se acostumou e começamos a rebolar juntos, enquanto ele apertava meu seio com uma mão e mordia meu pescoço. Mais uma vez eu não aguentei e gozei desesperadamente, mordendo o travesseiro, gemendo baixo, sentindo o suor escorrer pelas minhas costas e sentindo que ele também não aguentaria muito tempo.


Não tardou e ele gozou. Arfando entre meus cabelos, beijando minhas costas, buscando minha boca e abraçando meu corpo. Enquanto isso, no quarto uma mistura de suor, cigarro, sexo e prazer. E o cigarro, há muito esquecido, que queimou sem ser fumado, num cinzeiro de motel.


Dedicado ao Mr. Marlboro Man, que pediu um conto envolvendo meu vício e ao Mr. Sete, que compartilhou esse momento épico comigo.

Beijoselambiidas, Flux!


P.S.: A primeira foto foi surrupiada do Conversas Intimas. A segunda foto foi novamente e carinhosamente roubada do Desejos Insanos, o blog da Nega gostosa e simpática que nunca reclama dos meus surrupios.

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