Test-drive.
Eu quero saber quem foi o mentiroso que disse que os orientais tem pau pequeno. Sinceramente, eu sempre tive curiosidade com os homens de olho puxado. Ainda mais curiosidade quando se trata de um mestiço. Eu olho pra alguns desses homens e sinto um tesão que não sei explicar. Minha preferência, quando se trata de homem, é aquela pele morena, aquele corpo grande (não necessariamente sarado). Aquele clássico negão gostoso e cheio de pegada. Mas os japoneses... ah! Os japoneses! 
Para minha infelicidade, eu não conhecia nenhum japonês que valesse a pena a tentativa. Até porque, cá entre nós, eu tinha um certo receio com relação ao tamanho do membro dos amigos. Até que alguém, lá em cima, ouviu as minhas preces. 
Ele era amigo de amigos meus da faculdade. Tinha uns 23 anos, estudava, trabalhava e era um tesão sobre pernas. Até o jeito que ele bebia a cerveja era excitante. Eu mal conseguia ficar quieta na cadeira, queria pular no colo dele e sabe lá Deus o que mais eu queria. Ele falava comigo como se eu fosse a mulher menos interessante da mesa e isso estava me enlouquecendo. Era sábado à noite, estávamos na Lapa, eu estava ficando bêbada e ele nada.
Depois de algumas horas, levantei da mesa do bar e decidi ir embora pra casa. Quando me pus de pé, ele nem olhou. Ódio pulsava nas minhas veias. Saí do bar e quando cheguei ao meu carro, meio torta, ele tomou a chave da minha mão: ''-Não acho uma boa ideia você dirigir.'' Ele entrou no meu carro, dirigiu sem dizer uma palavra se quer e quando eu dei por mim, estava entrando na garagem de um motel conhecido aqui no Rio.


-Nossa. Nem me pagou um jantar e já me trouxe pra um motel! Você precisa de um pingo de realidade nessa sua vida, querido.- Continuei sentada no carro.
-Eu vou dormir aqui, se você quiser me acompanhar fique. Se quiser ir pra casa, o portão do motel é serventia da casa.


Novamente ele me tratava como se eu fosse uma qualquer e aquilo me deixava ainda mais interessada. Ele subiu pro quarto, eu fui atrás. Quando entrei no quarto, ele estava deitado na cama vendo uma mulher peituda se esfregar num careca qualquer. Tirei minha roupa e deixei a porta do banheiro aberta enquanto tomava banho. Ele pareceu ignorar essa pequena brecha. Saí do banho, deitei na cama e virei para o outro lado. Cochilei. 
No meio do meu sono, senti o nariz dele roçar meu pescoço e a mão apertar minha coxa. Continuei imóvel. Ele beijou meu ombro e logo posicionou a mão dentro da minha calcinha. Sorri e o maldito me chamou de safada. Fizemos um sexo enlouquecido. E o pau dele até era um pouquinho torto, mas pequeno não seria nem nos meus piores pesadelos. Nos beijávamos, apertávamos, mordíamos e cheirávamos como se fosse aquele sexo depois de muito tempo sem nem ver sombra de um corpo na sua frente.
Papai e mamãe, de quatro, anal de quatro, de ladinho, anal de gatinha (roubei o nome da Tara) e a última gozada foi numa foda espetacular em cima da mesa do quarto. Senhoras, que homem delicioso! Parecia que estávamos fazendo sexo pela centésima vez. O jeito que ele me tocava, que me chupava, sussurrava sacanagens no meu ouvido... tudo era maravilhoso.
Na manhã seguinte, fui acordada pelo ronco dele, que era bem desagradável. Mas quem se importa com ronco quando um homem te faz gozar seis vezes numa noite? Duas semanas depois ele viajou pro Canadá e eu nunca mais tive notícias. Sou mestre em fazer sexo com pessoas que somem da minha vida.


Moral da história, queridas, não acreditem em tudo que ouvem. Façam um test-drive num japonês. 


Beijos
Capitu
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3 Responses
  1. proximo test drive vai ser com um amigo da blogfera??

    Otima ideia neh!


    eu eu eu eu eu eu !!

    rsrsr


  2. Belo Japones...obrigado pelo comentario no meu blog


  3. Capitu Says:

    Erótico, se você me disser que é japa, eu prometo pensar no seu caso! HAHAHAHAH