Em meus sonhos...
 ...nós estamos na casa dele na Ilha. Que Ilha? De Itaparica, Mar Grande, como ele chama. Não sei porque, mas esse lugar tem um efeito, mesmo à distância, mágico para mim. Talvez seja pelos telefonemas onde ele me dizia estar lá sozinho, pensando em mim, se tocando...

No sonho nós já havíamos feito as pazes. Depois de um passeio pela Ilha, comemos, rimos, eu conheci inúmeras pessoas e lugares sobre os quais ele já havia me falado e voltamos para casa. Eu vou tomar um banho e ele bebe um suco na cozinha. Quando saio do banho vestindo uma blusa dele e calcinha rosa, ele está sentado na cama dedilhando um violão. Toca uma música suave que muito me parece Paco de Lucia - Entre dos Aguas, mas para. Meu celular tocava uma música da Beyonce - Dance for You, na minha eterna mania de fazer tudo, até tomar banho, ouvindo música. Ele me olha e sorri, embalado pela canção e eu começo a dançar. Assim, sem motivo, eu danço de frente para ele de olhos fechados, enquanto a música preenche meus poros, enche meus ouvidos. Por vezes eu seguro a blusa e levanto um pouco, jogo os cabelos molhados para o lado, toco o corpo de leve.

Ele fica me olhando, continuo dançando. Quando vejo, esta atrás de mim, corpo colado no meu, acompanhando-me no ritmo da música. Dançamos juntos mais um pouco e ele me estica a mão, caminhando para a cama. Senta-se e puxa a toalha, dizendo para que eu sente de costas para ele. Seca meus cabelos e beija minhas costas suavemente. Vai passando as mãos pelo meu corpo, descendo até minhas coxas, sussurrando delícias em meu ouvido. Ele segura meu pescoço e vira meu rosto, me beijando com ternura e calma. Nos beijamos por um tempo e logo estou envolta nos braços dele, com o sexo ardente, o corpo pedindo, o sangue fervendo.

Eu me jogo por cima dele, tiro a blusa, com os seios a mostra. Ele me fita com aqueles olhos pequenos e acaricia minha pele. Sorri e levanta o corpo ficando mais próximo de mim, esticando a boca, passeando com a língua em meu colo, meus seios, o bico enquanto eu respirava fundo. Chupou meus seios, brincou com as mãos ao redor da minha cintura, me fez rebolar sobre ele. Num gesto rápido me jogou na cama e ficou por cima e foi descendo pelo meu corpo com os lábios mordendo de leve, beijando, lambendo. Tira minha calcinha devagar, beijando meus pés e eu faço uma careta. Ele ri e manda eu ficar quieta, dizendo que faria o que quisesse comigo pois até meus pés pertencem a ele. Eu fecho os olhos e sinto sua boca subindo, passando pelas minhas coxas, chegando até o ponto mais quente de meu corpo. Ponto já molhado, sedendo por ele, que me mantinha naquela tortura deliciosa. 

Sobe o corpo até meu ouvido e diz que eu devo ficar quietinha pois ele me fará sua. Assim, sem pensar, nem dar tempo pra respirar ele me preenche e eu gemo um pouco alto. Baixinho, ele diz que quer me ouvir gemer no ouvido dele, daquele jeito que ele gosta e eu obedeço. Enquanto eu me perco naquele vai e vem delicioso, ele me excita ainda mais com uma mão em meu sexo e se apoia na outra. Assim eu gozo gemendo baixinho, respirando fundo, sentindo o mundo se perder sob mim, as pernas tremerem, meus músculos se contraírem e quando abro os olhos vejo aquele sorriso lindo e aquela boca deliciosa se aproximando para me beijar. Beijando minha boca ele aumenta o ritmo para uma rápida foda gostosa, levantando minhas pernas e acariciando meus pés. Ele e essa mania de pés que até nos meus sonhos me persegue... 

Assim, rápido, com um pouquinho de força e me deixando louca ele goza. Eu gozo também. Juntos, como da primeira vez, nos perdemos. Ele geme meu nome, eu quase desfaleço. Ele me aninha em seus braços e pegamos no sono, satisfeitos por hora, mas certos de que a noite seria deliciosa...



BEYONCE - DANCE FOR YOU

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D2? Não, dê váarias!
Na verdade eu nem o conhecia. Temos inúmeros amigos em comum e por isso começamos a nos falar por facebook. A curiosidade e aquele sorriso enorme me encantaram... Marcamos de nos ver. Casa dele. Nooosa, do outro lado da poça. Mas lá fui eu. Rasteirinha, cabelos soltos, vestidinho esvoaçante, sorriso no rosto e hidratante nas coxas.

Cheguei e ele abriu a porta com aquele sorriso enoorme, cheio de luz. Me ofereceu uma agua e sentamos pra conversar. Ele de um lado do sofá, eu de outro. Quando menos esperei estavamos nos beijando. Ele sentado no sofá, eu sentada sobre ele com as pernas abertas, enquanto ele deslizava as mãos pelas minhas costas e apertava minha bunda com vontade. Mordia meu pescoço de leve, passeava com a língua meu ombro e queixo, chegando ao canto da boca e me beijava novamente. Eu roçava meu corpo com vontade contra o dele, rebolando de leve, sentindo aquele pau endurecer sob mim.


Eu levantei e tirei a calcinha. Ele me olhava, estático, com um brilho nos olhos e a curiosidade estampada no rosto. Quando eu ameaço sentar sobre ele, levanta rapidamente e me diz não. Chega por trás de mim, puxa meu cabelo e diz que não é assim. Que eu só farei o que ele quiser... Eu assenti, com um misto de curiosidade e excitação. Apertou meus seios, minha bunda e colou o corpo mais em mim. Abaixou-se e mandou que eu me apoiasse no sofá e abrisse as pernas. Fiz como me foi mandado. Ele abaixou, levantou meu vestido e segurou minha bunda com as duas mãos. Lambeu o início de minha fenda, dizendo que eu tinha um cheiro magnífico, doce. Enfiou um dedo devagar, enquanto excitava meu clitóris com outro dedo. Eu gemia. Gemia baixinho, ofegante, bem perto de saltar do precipício. Mas ainda não era a hora. Eu queria gozar com ele dentro de mim.

Colocou seu dedo na boca e depois em minha boca para que eu sentisse meu gosto. Oh, que tesão. Abriu a bermuda devagar, enquanto eu permanecia sobre o sofá, apoiada, ligeiramente de quatro, vendo enquanto ele segurava aquele pau duro com a mão massageando-se. Eu saio de minha posição, ele reclama. Foda-se, eu o quero em minha boca e quero agora. Ajoelho em frente a ele, passando a mão de leve, depois encostando a pontinha da língua. Sugo bem devagar, chupando aos pouquinhos, até encostar na garganta. Ele geme. Segura meu cabelo. Eu gemendo baixo, respirando ofegante. Continuo brincando com a boca e a lingua por um bom tempo, passeando nas bolas, colocando-as na boca. Ele diz que se eu continuar assim, ele vai gozar. Mas eu não quero que goze, então eu paro.



- Fica de quatro pra mim, fica?

Eu fico. Pedindo assim, como não ficar. E ele abre meu vestido com zíper do lado devagar, que cai no chão. Empino o bumbum bem no alto e ele ri, dizendo ser uma enorme e bela bunda. Assim ele coloca a camisinha e vem me penetrando devagar por trás, me fazendo gemer, sussurra delícias em meu ouvido, puxa meu cabelo, me chama de gostosa e eu gozo. Gozo forte, com vontade, as pernas tremendo e a respiração desconcertada.

-Valeu a pena, gostosa?

Agora é a minha vez. E ele rebola, me aperta, mete fundo, devagar, rápido até que goza também, me segurando com força contra si e sorrindo aquele sorriso enorme.

Primeiro round, ok. Me oferece agua, eu aceito. Eu queria mais, muito mais. E daí? Eram apenas quatro da tarde e tínhamos muitas horas pra gastar. Sorrimos um para o outro abandonados no sofá recobrando a respiração e decidindo onde seria a proxima.
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L.A.P.A
Depois de olhares trocados eu finalmente resolvi chegar nele. Mas Deus, como fazer isso? Nunca havia chegado em um homem antes, não sabia nem como fazer isso. Peguei meu celular, tomei coragem e fui. "Oi, com licença?" Ele estava sentado com a cabeça abaixada, mexendo no celular. "Oi, pode falar!" Saí pedindo logo o telefone e ele deu antes mesmo de saber meu nome e eu o dele. Ele deu e assim começamos a conversar. Quarenta minutos de conversa e eu fui embora. Facebook trocados, telefones trocados e os olhares, ai, os olhares. 

Ficamos conversando por alguns dias pela internet e por SMS até que decidimos nos encontrar no mesmo local onde nos conhecemos. Lapa. O centro da bohemia, a mistura de tudo o que presta e o que não presta, um dos locais que despertam em mim um tesão pelo desconhecido. Barzinho, beijos trocados. Boca macia, mãos firmes, do jeito que o pecado gosta. Caminhamos em direção à rua do Reggae. Quem conhece, sabe. É uma rua onde tem a mistura das tribos de reggae, rap e samba. Tudo lá é "legalizado", lá tudo é liberado. Ouvimos um som, encontramos alguns amigos e descemos pelos Arcos meio sem rumo. E quando passamos bem embaixo dos Arcos ele me empurrou na parede e me beijou. Aquele beijo forte, quente, cheio de tesão. Pude sentir aquele pau ficando duro sob a calça jeans e ao mesmo tempo minha calcinha ficar completamente molhada. 

Mordeu meu pescoço, passou a mão em minhas coxas. Sexta-feira a Lapa lotada e nós dois nos agarrando sob os Arcos. Decidimos ir embora para um local mais apropriado. Entramos, pegamos a chave e subimos. As roupas já ficaram pelo caminho. As mãos percorriam os corpos, os beijos eram cada vez mais cheios de vontade e o desejo era incontrolável. Entrei no banho e ele veio atrás já me agarrando por trás, passando as mãos em meus seios. A água caía e nossos corpos estavam colados um ao outro. Tomamos banho em meio a beijos, mãos e bocas e depois voltamos para o quarto. 

Colocou-me de quatro com as pernas meio abertas e foi lambendo devagar, chupando, enfiando o dedo. Desespero era pouco para o que eu sentia. Eu queria aquele pau dentro de mim, aquela lingua nos meus seios. Queria gozar com força, com vontade no pau dele enquanto ele me beijava. E depois de me chupar com vontade por um tempo, me chamou para colocar a camisinha nele. Coloquei com a boca, olhando bem praquele pau e depois aquele corpo negro todo gostoso. Pediu que eu ficasse de quatro para ele de novo e foi escorregando para dentro de mim. Eu gemi baixinho enquanto ele escorregava e estocava fundo dentro de mim. Eu rebolava e ele colocava. Gemia, apertava minha bunda e segurava minha cintura. Gozei pela primeira vez na noite. Como é gostoso dar e gozar de quatro. As mãos dele segurando meus seios, a pica fundo dentro de mim e meu corpo tremendo com a intensidade do gozo. 

Virou meu corpo e veio por cima, segurando meus joelhos, olhando para mim e sorrindo. Às vezes falando putarias deliciosas e o quanto eu era gostosa. Ficou assim um tempo e veio de ladinho, me segurando com os dois braços pela cintura. Ali eu gozava de novo. Um gozo calmo, não muito intenso, mas daqueles que parece que vou derreter. 

Cada vez que eu gozava o tesão dele aumentava e eu podia ver o sorriso dele pelo espelho no teto. Pedi que ele parasse de se mexer e comecei a comandar. Rebolei devagar, forte e com ritmo. Ele gemia cada vez mais forte e eu rebolava cada vez mais fundo. Assim ele gozou. De ladinho, comigo comandando, nariz no meu pescoço e corpos colados. Delicioso. 

E olha que a noite estava só começando, hein...

Beijoselambiidas, Flux!

Ah, roubei as fotos, pra variar, da Nega GOSTOSA do DESEJOS INSANOS.


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Ela queria...
Ela queria sentir as mãos dele no corpo, os dedos dele no ventre, a língua dele no sexo. Queria os beijos quentes, os apertões, queria o sexo dele no dela, o corpo dele sobre o dela... queria ele. De qualquer forma, de todas as formas. Queria ele por cima, ele por baixo. Com carinho, com raiva, com amor, com paixão. Queria devagar, sob os lençóis, com o sol entrando pela fresta da janela. Queria a noite, depois de dançarem a noite toda e passarem o resto da madrugada fazendo amor. Queria poder acordar ao lado dele, tomar café, passear, tirar peça por peça das roupas dele, massagear o corpo, passar as mãos, passar a língua. Que sentir aquela barba roçando em seu pescoço, aquele calor ao redor do seu corpo, aquela voz falando baixinho em seu ouvido. E queria depois o que ele prometeu... depois na segunda fase amor... ouvi-lo gemendo, urrando de prazer, cravando as unhas, revirando os olhos...



Queria senti-lo dentro de si. Queria todo aquele rebolado, aquela boca. Queria realizar as fantasias dele. Todas. Uma por uma. E depois realizar as suas também. Relembrar os primórdios e jogar Nutella sobre o corpo dele novamente, tirando tudo com a língua e depois tomarem um banho quente juntos, aproveitando o vapor misturado aos corpos quente para consumarem seu amor mais uma vez. Queria sentir as mãos dele passeando seu corpo com o sabonete, ficando escorregadias. E depois, queria que ele a envolvesse na tolha, secasse e penteasse seu cabelo. Assim, simples, mas que com certeza a fariam sorrir.

E eles saberiam que não ficaria só nisso. Que com os corpos quentes do banho, começariam os beijos, a vontade se faria presente e daí tudo começaria novamente.

Ela queria tanta coisa que a vontade se fazia presente. E a distância, que impedia, mais ainda.
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Ele tem...
Ele tem aqueles olhos pequenos que eu amo. As mãos firmes que me tocam e me arrepiam. As coxas firmes, malhadas. Tatuagens pelo corpo que eu adoraria passear horas com a língua. Aquela boca carnuda que eu beijei e mordi que carrega aquele sorriso de luz. Aquela bunda. Ahh, aquela bunda. E tem aquelas entradinhas. Aquelas entradinhas de quem malha que levam ao caminho da perdição. E tem aquele pau. Aquele pau delicioso, cheiroso, que parece feito exatamente para caber certinho na minha boca e dentro de mim. Aquele pau que eu sentei e rebolei. Que me fez gozar. Aquele pau que eu morro de saudade, aquela boca que me encheu de beijos, aquelas mãos que me deram tanto carinho, aquele corpo quente que me acomodou tão perfeitamente que pareceu ser o meu lugar.

Tem a inteligência e a simpatia. A vontade de viver e explorar. O amor que tem pra dar. O passado, o futuro. Os pensamentos loucos e a mente em eterno desvario. A promessa de um amor calado, baixinho, ou de um tesão desesperado, do corpo que clama pelo outro. O desejo da vida a dois, da família. Do simples almoço de domingo com todos os tias e tios falando besteira bebendo cerveja. Do afilhado lindo de coxas grossas e bochechas redondas. Do passeio pela ilha, do amor de fim de tarde, do acordar e achar que ainda está sonhando.

Ele tem tudo que é preciso para me fazer feliz. Ele tem a mim.

 "Mas onde já se ouviu falar um amor à distância?
  Num teleamor ?!          
 Num amor de longe…         
Eu sonho é um amor pertinho…         
E depois        
 Esse calor humano é uma coisa que todos - até os executivos têm          
É algo que acaba se perdendo no ar          
No vento          
No frio que agora faz…          
Escuta!          
O que eu quero         
O que eu amo         
O que eu desejo em ti          
È teu calor animal… "
Mario Quintana
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Reencontro 1
E por fim ele não aguentou e veio pro Rio. Quando avisou a ela que estava no aeroporto, o coração dela petrificou e o ar sumiu. Quando voltou a si, saiu como uma desesperada atrás de todo aquele sonho que se fazia realidade. E quando chegou lá estava ele. Com uma bermuda jeans, camiseta branca, boné e óculos. A barba por fazer deixava tudo mais interessante. Não, ela nunca gostou de homens de boné ou homens de barba, mas tudo nele parecia diferente, mais interessante, delicioso. Lindo. Ficava com aquela carinha de menino safado que ela adora.


Corridinha, um abraço forte. Forte era pouco. Parecia que os dois queriam se atravessar ali no saguão do aeroporto. No táxi, trocaram beijos e abraços. A mão dela percorria (des)pretensiosamente o interior da coxa dele. E então o desespero falou mais alto e a rota foi alterada. Foram para um motel que ela adora e necessitava. Depois de tanto tempo e desejo acumulado, precisava senti-lo. De todas as formas. As mãos, a boca, o pau, o corpo todo. E correram pro banho juntos. As roupas foram jogadas pelo chão, como nos filmes. A agua quente deixava o espelho embaçado e difícil de enxergar o que se passava lá dentro. Mas eles não precisavam enxergar. Cada um sabia exatamente cada centímetro do corpo do outro, o que fazer, como tocar, onde beijar.


E a brincadeira que começou ali, logo se tornou séria. Pouco tempo depois ela estava ajoelhada na frente dele, lambendo as bolas, passando a língua na cabeça do pau, massageado, chupando com gosto. E que gosto! Como ela sentiu falta daquele gosto, daquele cheiro, daquele toque. Puxando-a pela cintura, abriu a porta de blindex do box e fez com que ela se apoiasse na pia, de frente para o espelho. Abaixou e mordeu desde o lado dos seios até a bunda. Aquela bunda morena que ele dizia amar. Mordeu e abriu devagar, passando a língua desde a entrada daquela boceta apertada até o cuzinho. Enfiou a língua devagar, sentindo o gostinho que melava aquela fenda deliciosa. E não aguentou. Não pensou, não esperou. Enquanto ela estava curtindo, de olhos fechados, ele meteu de uma vez só, rebolando devagar e gemendo baixo, enquanto segurava na cintura dela. Forçou, entrou mais e mais, enquanto ela respirava fundo e gemia, arranhava a pia lisa e passava a mão no espelho. Ela gozou. Com força, daqueles gozos desesperados onde o corpo parece desfalecer. Colocou o corpo dela em cima da pia e meteu mais fundo. 


Mas quem disse que ele parou? Colou o corpo no dela e foi empurrando pra cama, tocando seu sexo, enfiando o dedo devagar.... Ahhhh, ela queria gritar, gemer, explodir. O tesão era absurdo. E ele piorou a situação colocando-a delicadamente na cama e venerando seu corpo com a língua, beijando cada pedacinho, lambendo e mordendo devagar. Chegou ao seu sexo. E ali passou um bom tempo. O tempo perdido de outra noite, sentindo o gosto doce da boceta dela, passando a cabeça do pau até escorregar pra dentro. E quando entrou eles fizeram amor novamente. Devagar, com calma, olhando nos olhos um do outro, respirando a respiração um do outro, matando a saudade de estarem perto, de estar e sentir dentro.



Ela forçou e ficou por cima dele. As lembranças amontoaram a mente dos dois. Rebolava devagar, com calma, em círculos, ele molhava o dedo na boca e massageava o grelo dela. O gozo veio forte novamente. Mas já estava na hora de apimentar as coisas. Começou a rebolar forte, rápido, com vontade. Colocou o bico de seu seio na boca dele enquanto ele apertava sua bunda com força, deixando a marca de deus dedos ali. Ele se animou e enfiava um dedinho no cuzinho dela acompanhando o ritmo daquela foda insana. E não demorou muito o gozo dele veio. Veio quente, farto, delicioso. E ela, gozou junto com ele, molhando ainda mais aquela pica gostosa com seu mel escorregadio.


E olha que esse foi só o primeiro dia de reencontro, hein?

Beijoselambiidas, Flux!

P.S.: Queriam saber o porquê de eu ter ido dormir molhada praticamente todos os dias essa semana. Foi porque era só isso que vinha na minha cabeça. CHESSSSUIS!
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