Eu sou vadia!
O machismo que permeia a nossa sociedade sempre me causou problemas. A mim e a Capitu. Ela já veio aqui uma outra vez fazer sua reclamação mas agora é a minha vez. 


Sabem, eu sempre fui puta. Sempre fui vadia. Desde que iniciei minha vida sexual aos 14 anos e posteriormente perdi minha virgindade com 15 sempre dei o máximo de mim para satisfazer os meninos, e depois, homens que tive ao meu lado. Sempre chupei, lambi, me deixei ser chupada, lambida, bati e apanhei.  Nunca tive pudores na hora do sexo. Talvez, por desde cedo sempre ter experiências com homens mais velhos que me ensinaram que nessa hora não se quer uma dama apenas, mas também uma vadia que saiba miar ou latir, se for necessário. 


Passaram homens na minha vida que souberam entender isso, outros não. Alguns me acham vadia demais, outros aproveitam isso para satisfazer suas vontades e as minhas. Entendam, não estou dizendo que sou vadia por sair dando que nem chuchu na serra. Digo que sou vadia, mas sou vadia de um homem só, sou vadia porque não meço esforços para dar prazer a quem divide a cama comigo, seja ser uma putinha recatada que geme baixinho ou a piranha que geme alto e com força. E mesmo que fosse vadia de dar para muitos, ninguém tinha nada com isso.

Eu sou dessas que fala o que quer e fala de sexo. Sim, eu falo de sexo. Falo com meus amigos, com meu namorado, de vez em quando até com meu pai. Falo até aqui no blog, não é mesmo? Comecei isso aqui por mim, com meu próprio esforço, fuçando daqui, dali e esse mês o blog completou 5 anos. Comecei pois precisava colocar pra fora o que estava preso e queria sair. Esse é o meu espaço de falar o que eu quero, como eu quero, pra quem eu quero. E quem me lê nem sabe quem eu sou e gosta, curte ou corrobora com as coisas que eu escrevo. Às vezes por interesse (e levam logo um corte), outras porque simplesmente gosta de como ou o que eu escrevo e vem aqui dar uma olhada de vez em quando ou de vez em sempre. 

Em meio a isso eu fiz amigas, amigos, leitores fiéis que sempre me mandam e-mail pedindo conto, perguntando se está tudo bem comigo, reclamando quando eu sumo. E assim eu vou continuando vadia, vou continuando puta, vou continuando sem vergonha. O sexo para mim é um pilar de um relacionamento. Não que eu não saiba viver sem sexo - senão eu não teria iniciado esse blog, que começou após uma promessa aos 17 anos de ficar um ano sem sexo -  mas o sexo para mim é também um momento de extrema entrega e intimidade. É um momento sem amarras [ ou com amarras, ui!] , sem pudores, sem mimimi's. É conhecer o seu corpo e o corpo de quem está ao seu lado, é passar horas explorando cada centímetro do outro e se permitir ser explorado, é conhecer sentidos, sabores, desejos que até então não se sabia que tinha. 

Sexo não é tudo, mas é sim importante, tanto para homens, quanto para mulheres. Mulheres também leem sobre sexo, também pesquisam, também veem filmes pornôs, entram em sites de sacanagem e - pasmem - também se masturbam com tudo isso. Embora eu tenha lá minhas dificuldades, tenho amigas que se deixar se masturbam 4, 5 vezes em um dia. E isso não faz de mim ou delas menos respeitáveis, muito pelo contrário.

Então, homens, meus queridos, respeitem a puta que existe em cada um de nós. Se nós falamos putaria com vocês, é porque nos sentimos à vontade para isso. Que bom que é assim! Se eu escrevo putaria aqui é porque eu gosto, porque eu quero, porque eu posso. Se eu ou sua mulher gememos alto, gememos baixo, não gememos, batemos ou apanhamos é para realizar tanto o desejo de vocês, quanto o nosso. Se colocamos de lado todos aqueles valores antiquados que tentaram enfiar em nossa cabeça quando estamos ao lado de vocês, façam-se dignos disso. Respeitem isso! Foi-se o tempo que era necessário ter uma santa em casa e só comer puta na rua. Agora vocês têm a chance de ter uma lady na rua e uma puta em casa. Aproveitem a oportunidade que se coloca à frente de vocês da melhor forma possível - seja com fetiches, com conversas, com sms e emails safados enquanto estão no trabalho ou da forma que achar melhor. Mas não rotulem ou menosprezem suas mulheres por terem uma sexualidade aberta, presente e forte. Usem tudo isso a seu favor. Porque não exista nada mais chato na terra do que mulher mal comida e se você não está comendo bem, alguém vai comer. 



Foi só um desabafo de uma mente perigosa!

Beijoselambiidas, Flux!
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Dedinhos mágicos!
Recebi um email pedindo um conto/história com duas meninas. Aí está Espero que goste!!
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Ela tinha um sorriso tímido. Desses que escondem as verdadeiras intenções e destilam veneno secretamente. Durante a viagem me mandou mensagens no celular dizendo que eu era linda. A pulga atrás da orelha perguntava se ela era só encantadoramente simpática ou se estava me dando mole.

Por fim, viemos embora. Babado, confusão e gritaria no ônibus de volta. Alguns casais já estavam
formados, outros foram se formando após a ingestão de álcool. Em uma das brincadeiras mandaram que nos beijássemos. Ali vi que ia dar merda. Lábios macios, uma pegada nervosa e um cheiro doce. Acabou a brincadeira e eu voltei pro meu lugar. Sentei quietinha para tentar dormir e ela logo sentou ao meu lado. Nos beijamos. Mais uma vez senti meu corpo esquentar com o toque suave e firme dos lábios dela. Passou a mão pela minha cintura e me puxou para mais perto, colando seu corpo no meu. Desceu a mão e apertou meu seio direito devagar. Abaixou a blusa e foi beijando, sugando, até o bico. Lambeu, chupou, voltou a me beijar. A cada minuto tudo ia ficando mais quente, o desejo mais presente.

Safada, foi descendo a mão até meu short. Abriu o botão e o zíper enquanto me beijava. Eu tentava me mover mas ela parecia um polvo com braços em todos os lugares. Um milimetro era um esforço imenso. Então relaxei. Deixei que ela fizesse comigo o que queria. E fez.

Colocou o bico do meu seio na boca e enfiou a mão por dentro da minha calcinha. Eu já estava completamente molhada, lógico. Dedilhou com carinho e enfiou um dedo. Eu gemi baixinho em seu ouvido e busquei seu pescoço para puxá-la e beijá-la. Um longo beijo e uma intensa dedilhada. Enfiava o dedo fundo, da melhor forma possivel naquele espaço apertado. Beijava meu rosto, meu pescoço, meus seios enquanto enfiava o dedo fundo em mim. Enfiava o dedo e acariciava o clitóris devagar, com carinho.


E nesse meio tempo eu fui vendo tudo ficar turvo, a respiração acelerar, a boca ficar seca e as pernas começarem a tremer. Faltava muito pouco para ela alcançar seu objetivo. Mais três enfiadas e eu gemi
mordendo a boca com força e sentindo todo meu corpo se contrair. Eu gozava com vontade. Quando tirou seu dedo de dentro de mim, coloquei na boca e chupei, sentindo meu próprio gosto. Nos beijamos e eu fechei o short. Passamos a noite abraçadas e nos beijando enquanto eu dormia no colo dela e ela me fazia carinho. Na hora de ir embora, nos despedimos com um beijo rápido e fui embora.

Nunca mais a vi. Anos se passaram e eu ainda espero concluir a minha parte do objetivo.

Beijoselambiidas, Flux*





Deliciosamente proibido!
Era efetivamente o primeiro dia dele na minha casa. Havia chegado na noite anterior já tarde e depois de ficarmos saciando as curiosidades de minha mãe tomamos banho e fomos dormir. Infelizmente, não juntos. Acordei no dia seguinte com meu celular apitando e vibrando já pela terceira vez. Era ele sentindo a necessidade da minha presença logo de manhã. Uma das minhas maiores tristezas era não poder dormir e acordar com ele, virar logo cedo e ver aqueles olhos pequenos e lindos ao mesmo tempo em que sinto aquela pica gostosa toda se querendo pra mim. 

Saí do quarto de minha mãe e fui para o meu quarto, onde ele dormia. A casa estava uma bagunça por conta da obra mas larguei meus afazeres domésticos para ficar ao lado dele. Abriu logo aquele sorriso lindo
e enorme quando me viu. Um beijo tímido, bom dia. Deitei ao lado dele que me abraçou e colou o nariz em meu pescoço, como sempre. Era extremamente dificil tê-lo em minha cama, ao alcance de minhas mãos e ficar quieta. Puxei sua mão e coloquei por baixo de minha camisola segurando meu seio. O corpo respondeu enrijecendo o bico e ele apertou devagar. Roçou o pau na minha bunda, apertou todo meu corpo, mordeu meu pescoço. Como eu estava com saudade do meu homem.

Abaixei um pouco sua cueca e coloquei aquela pica baiana e gostosa pra fora. Aquela pica que me encanta pela beleza, pelo poder, pela força, pelo prazer. Abaixei e chupei um pouquinho. De leve, só pra sentir o gosto dele. Agoniado, me virou de lado e forçou-se para dentro de mim. Eu já estava molhada, mas acariciou meu sexo devagar enfiando um dedinho e me fazendo rebolar. Tirou o dedo de dentro e eu o chupei, sentindo meu gosto. Encaixei seu corpo no meu e começamos aquele vai-e-vem suave, devagar e sem fazer barulho, já que minha mãe estava acordada no primeiro andar da casa. Fizemos amor devagar, abraçados, nos amando e trocando carícias. Beijos, abraços, matando a saudade. 

E assim fomos surpreendidos. Santa escada de madeira da minha casa que anunciou a subida da minha mãe. Só deu tempo de tirar de dentro e virar de barriga pra cima fingindo que estávamos conversando. Claro que ela percebeu, pois não é boba. Falou o que queria e desceu. Meu coração estava na boca com medo dela me pedir pra levantar já que meu short estava pelo meio dos joelhos e meu sexo estava escorrendo de desejo. 

Parar? Que nada! Continuei de onde estávamos e rebolei com mais vontade sentindo a mão dele passear pelo meu corpo enquanto a outra segurava meu cabelo ou virava meu rosto para beijá-lo. Deliciosamente proibido, perfeitamente delicioso. Pouco tempo depois ele avisava que ia gozar. Parte de mim queria gritar NÃO! bem alto, mas tínhamos pressa e eu sabia a merda que ia dar se minha mãe nos pegasse no flagra novamente. 

E ele gozou. Senti a porra quente jorrar dentro de mim e escorrer pelo meu sexo. Ele beijava meus ombros, meus braços e eu desejava bom dia. Falou sobre a saudade, disse que me amava. Eu respondi. Estámos juntos novamente e um novo, lindo e bom dia começava. E que bom dia! 

Beijoselambiidas, Flux!

*Roubei a primeira foto da nega linda no Desejos Insanos 

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Interminável 1
Saímos da Lapa já com os corações a mil e os sexos pulsantes. A minha vontade era levá-lo para uma daquelas ruas de trás e encaixar nossos corpos sentindo-o me invadir como só ele faz. E quando estivesse bem próximo de gozar, abaixar e sentir sua porra quente escorrer em minha boca, engolindo tudinho até a ultima gota. 

Maaaas, não foi bem isso que aconteceu. Saímos e dá e fomos pro motel. Às quatro e meia da manhã entrávamos e cada segundo sem ele era um desespero interno. Meu ventre contraído, meu sexo latejando e os seios eriçados. Entramos e ele protagonizou aquela cena lindamente cinematográfica comigo em frente ao espelho. Abriu devagar o ziper traseiro do meu vestido e deu um beijo em minhas costas. Naquele momento tudo o que se passava pela minha cabeça era que aquele era o homem que eu queria pra minha vida. 

Fui pro banho e logo depois ele veio se juntar a mim. Lavamos o corpo um do outro com carinho e ele me
recostou na parede mordendo meu pescoço e apertando minha bunda enquanto apertava o bico do meu seio com a outra. Desceu a mão e acariciou meu sexo, deslizando a mão com sabão que escorregava pelo meu corpo. Ao mesmo tempo eu escorregava a mão por aquela pica gostosa que encostava bem no meio da minha bunda me excitando ainda mais. Lavou meu sexo, lavou meu corpo. Mais uma vez despiu minha alma. Beijava carinhosamente meu pescoço enquanto esfregava minhas costas e massageava. Assustou-me quando deu um tapa de mão cheia enquanto dizia que minha bunda era deliciosa. Abraçou-me no canto do box e ficamos nos beijando com os corpos colados, uma perna minha levantada aumentando o contato entre nossos sexos.

Saímos do banho e voltamos para o quarto. Deitei na cama e ele foi pegar um baseado pra acender. Enquanto eu estava deitada ele preparava e nós assistíamos televisão. Não
tínhamos pressa, não havia desespero. Éramos apenas um casal normal aproveitando os momentos a dois. Ele acendeu e fumou, quando já no fim eu passei a língua devagar na cabeça do pau dele que está sempre a postos pro meu desejo. Provoquei um pouco e deitei novamente de ladinho e ele se juntou a mim colando seu corpo no meu, apertando meus seios, respirando no meu pescoço enquanto eu rebolava devagar para atiçá-lo. E aticei. Desceu o corpo e abriu minhas pernas beijando o interior das minhas coxas, a virilha e passando a língua devagar na boceta que é dele. Molhada, quente, pronta para recebê-lo. Chupou com vontade por um bom tempo, deixando-me no limite várias vezes. Enfiava o dedo, rodava enquanto lambia meu relo devagar e encostava só a ponta da língua que sabe me deixar louca Mas eu não queria gozar assim. Queria gozar com ele todo dentro de mim, apertando e pressionando meu corpo contra o seu.

Subiu e meteu-se dentro de mim. Assim, simplesmente tomou o que pertence a ele. Eu já estava louca, implorando para que saciasse meu desejo e me desse minha liberação. Colocou-me de lado com as pernas abertas e me fez sua. Eu amo quando estamos assim pois posso sentir prazer ao mesmo tempo que observo cada músculo daquele corpo lindo trabalhando pra me dar prazer. Abaixou e beijou-me a boca e eu não resisti a soltar um "eu te amo" baixinho. Parecia que eu havia jogado fogo em gasolina. Ele respondeu de volta e o brilho no seu olhar valia pela noite inteira. Sua vontade parecia ter aumentando e enquanto ele segurava minhas pernas pelo joelho e rebolava me preenchendo eu gozei. Gozei forte, mordendo o travesseiro para não gritar alto e gemia como uma putinha no cio.


Abaixou minhas pernas e no melhor estilo papai-e-mamãe fizemos amor. Nós sempre fazemos amor, independente da intensidade da nossa cama. Mas foi firme e calmo, com muito carinho, enquanto nos beijávamos. Ele foi aumentando o ritmo e seu corpo estremeceu com um gemido alto, uma liberação de energia que transpassava meu corpo. Ele era meu. Eu dava prazer a ele e ele me correspondia maravilhosamente. Uma cama única, a melhor que já tive. A melhor cama com o melhor homem, o meu homem.

Mas a noite estava só começando...

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Tô de volta!
Olá, minhas delícias safadinhas!

Após um longe tempo de correria eu estou de volta! Pois é, vou voltar a escrever e apimentar a mente de vocês com histórias deliciosas.

Estava morrendo de saudade desse meu espacinho de conversas, desabafos e coisas picantes. Maaaas, aproveitarei meu tempo livre pra torrar a paciência e a libido de vocês!

Daqui a pouco tem conto novinho!

Beijoselambiidas, Flux!
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