Um dia frio...
Haviam marcado de se encontrar assim que ela estivesse livre da aula e ele passaria para buscá-la. Coincidentemente se esbarraram na porta, ele entrando, ela saindo. Ele estava lindo. Blusa listrada de manga comprida, bermuda branca, tênis e óculos. Ela achava que ele ficava lindo de óculos. Dava um tom sério que fazia com que ela pudesse ficar analisando por horas cada pensamento que cruzava a mente dele. Ela, de vestido branco, bolero rosa e havaianas branca. 

O tempo estava ligeiramente frio. Chovia e parava, ventava um pouco. Foram passear em um mirante da cidade.
Conversaram, viram a vista, trocaram carinho, riram e decidiram ir para um lugar mais reservado. Durante o caminho ele parecia tenso. Os olhos no volante como se pudesse surgir qualquer coisa na frente do carro. Ligeiramente desconfortável, mas curioso pelo que estava por vir. Chegaram, estacionaram o carro e subiram. Ele a abraçou e beijou com carinho e logo depois ela tirou a roupa na frente dele, de costas para que ele visse sua tatuagem. Ele a segurou por trás e beijou suas costas, acariciando seus seios e apertando sua cintura. Ela foi para o banho enquanto ele realizava seu ritual de tirar a roupa, ajeitar a cama e ligar o som. Logo ele apareceu no banheiro com uma cueca box preta. Ah, se ele soubesse que ela ama cueca box. Parou e ficou analisando-a já com o pau duro sob a roupa íntima. Um convite, que foi aceito e ele entra sob a água com ela. 

A água escorria entre os dois que se beijavam e se tocavam explorando os desejos um do outro. Mas ela teve que falar. Seria demais ficar quieta com tudo aquilo na frente dela. Primeiro que o pau dele era enorme. Segundo que além de ser enorme, era lindo. E ela falou. Ele riu com o elogio inesperado, ficou vermelho enquanto ela abaixava e dava um beijo na cabeça molhada da água do banho. Ele a pegou no colo, beijando sua boca e ela desceu, roçando seu corpo no dele, beijando sua boca como se sua vida dependesse disso. Ele pegou a toalha e a cobriu. Mas aí a noite estava só começando...
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Novinho em folha
Foi tudo muito rápido. Na realidade só pareceu ser rápido pois se passaram quase oito horas do primeiro sorriso que trocaram até a ligação antes de dormir. Eles se conheceram numa roda de amigos em comum, conversaram, partiram pra um samba. Chegando lá o samba havia acabado, mas ainda rolava uma cerveja gelada e amigos, então ficaram um pouco. Ela já havia percebido o interesse dele, mas achou melhor ir com calma. Certa hora ele foi direto e perguntou sobre as possibilidades.

Caminharam para um banco onde estavam e ele a puxou pela cintura e a beijou. Um beijo suave, calmo, molhado... Durante todo o tempo ele a elogiava e ela sorria. Ele, meio chapado, ela muito cansada.

Antes de ir embora pararam em um cantinho escuro. Mais beijos quentes, ele pressionando o corpo contra o dela e ela sentindo aquela pica dura, as mãos dele passeando despretenciosamente pela bunda, cintura sob a blusa e ela sentindo a vontade bater forte com a calcinha já molhada. Respirava fundo, sentia a boca dele passeando pelo pescoço.

Decidiu ir embora antes que desse ruim. Ele, como perfeito cavalheiro que é, deixou-a no ônibus. Ao chegar em casa, ficaram mais de uma hora ao telefone falando coisas aleatórias, mas marcaram de se ver no dia seguinte. E o que será que deu, hein?

Beijoselmabiidas, Flux!
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Num domingo qualquer (Final)
Ela sentia as pernas começarem a tremer. Sentia também o suave toque da lingua dele brincando em seu sexo, acariciando, chupando, os lábios beijando. A mão direita dele apertava o bico do seu seio com um pouquinho de força, na medida certa, bem no limite. O ventre contraía, as pernas tremiam, a boca secava, o peito arfava. O gozo chegou. Não muito intenso, sem aquela pressão toda. Um gozo calmo e sereno. Ainda ligeiramente trêmula ela pode vê-lo lambendo seu gozo e subindo o corpo para beijá-la. Seus lábios úmidos tocaram nos dela e ela sentiu seu próprio gosto na boca dele. 


Ainda mole, naquela deliciosa letargia pós-gozo, ela deitou-se de bruços para relaxar. Ele deitou sobre ela, pressionando o corpo de leve e mordendo o pescoço. Ele, que vestia uma bermuda de pano leve, roçou o pau na bunda dela. Aquela mesma bunda que havia feito com que ele pensasse putarias deliciosas em meio a outras pessoas. Apertou a cintura dela com as duas mãos e automaticamente ela empinou a bunda. A visão de cima era ampla e linda. Aquela bunda pro alto, as costas arqueadas, o cabelo cacheado solto pela cama e a tatuagem... ah, a tatuagem... aquele dragão enorme que ia do trapézio até a bunda, deixando o rabo na nádega direita. Ele não se conteve e caiu de boca. Nas costas, nas curvas, na bunda chegando até a fenda pequenina que mal se via no meio das pernas dela e tocando de leve o grelo. Ela arranhou o lençol, uivando de leve como uma fêmea no cio. Ele lambeu mais forte. O cuzinho piscava como quem pedia mais uma lambida e ele não se fez de rogado. Passou a ponta da lingua de levinho e depois com mais força. Ela já não aguentava mais. "Mete, vai!" pediu baixinho em súplica àquele desespero delicioso. 

Ele tirou a blusa e a bermuda e sentiu o calor do corpo quente dela tocando o seu. Ela se virou e fez com que ele se ajoelhasse sobre ela. Puxou o corpo dele até a altura de seu rosto, o pau duro bem na altura de sua boca. Mas antes, foi mais embaixo. Com a língua pra fora bem molhada passou nas bolas de baixo a

cima. Ele segurou seu cabelo pelo lado com força e fechou os olhos. Ela continuou lambendo, chupando, colocou uma na boca, depois a outra. Foi subindo com a lingua até a pontinha do pau que já estava melado. Passou a lingua na pontinha e sugou aquela "porrinha transparente" com o gosto peculiar de cada homem. O dele era doce. E assim fez uma pressão de leve na cabeça, fechando a boca, sugando até encostar na garganta. Chupou mais e mais, lambeu, brincou com todo aquele prazer. Ele, ainda de olhos fechados, só sentia.

E sentia também o desespero crescer e a pernas bambearem. Até que ela esticou a mão e puxou de dentro da bolsa uma camisinha. Colocou com a boca. Ele abriu os olhos para ver o que acontecia e disse "santa maestria!", rindo. Vem! E ele foi. Ela de bruços, ele sobre ela escorregando-se para dentro. Apertada, quente, molhada. Um convite perfeito ao prazer. Ele encheu a mão e deu um apertão bem forte na bunda dela, puxando a cintura, mordendo o pescoço, puxando o cabelo. Virou-a de frente e continuou, por vezes beijando a boca, sentindo o cheiro, enfiando-se no emaranhado de cabelos cheirosos dela. 

O cheiro de sexo impregnava a cama, o quarto, tudo. Ela de ladinho e ele com o corpo colado no dela, ela por cima, rebolando, esfregando seu corpo no dele, lambendo os bicos dos próprios seios, mexendo a cintura, cavalgando com vontade, rápido, devagar, seduzindo ou simplesmente sentindo, os bicos dos seios apontando firme e por vezes passeando na boca e entre os dentes dele, entre as mãos, gemidos, apertos, tapas e ela chegando ao ápice do prazer mais umas duas ou três vezes com as pernas tremendo forte e a respiração entrecortada. E foi com ela de quatro que ele chegou ao êxtase. Com os joelhos apoiados na ponta da cama, a bunda empinada e gemendo manhosamente, virando o rosto e fazendo cara de moleca que ele apertou os dois lados da cintura e gozou com força. As pernas bambearam e ele caiu sobre ela, respirando fundo, meio descompassado, em meio a todo aquele tesão. E a tarde se esvaía vagarosamente, passando de um frio aconchegante a cinquenta graus naquela cama. Mas essa foi apenas a primeira vez que tantos desejos foram realizados...


*Roubei todas as fotos da Nega linda porque a preguiça de procurar falou mais alto e ela é a rainha das fotos deliciosas!




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