Num domingo qualquer (Final)

Ela sentia as pernas começarem a tremer. Sentia também o suave toque da lingua dele brincando em seu sexo, acariciando, chupando, os lábios beijando. A mão direita dele apertava o bico do seu seio com um pouquinho de força, na medida certa, bem no limite. O ventre contraía, as pernas tremiam, a boca secava, o peito arfava. O gozo chegou. Não muito intenso, sem aquela pressão toda. Um gozo calmo e sereno. Ainda ligeiramente trêmula ela pode vê-lo lambendo seu gozo e subindo o corpo para beijá-la. Seus lábios úmidos tocaram nos dela e ela sentiu seu próprio gosto na boca dele. 


Ainda mole, naquela deliciosa letargia pós-gozo, ela deitou-se de bruços para relaxar. Ele deitou sobre ela, pressionando o corpo de leve e mordendo o pescoço. Ele, que vestia uma bermuda de pano leve, roçou o pau na bunda dela. Aquela mesma bunda que havia feito com que ele pensasse putarias deliciosas em meio a outras pessoas. Apertou a cintura dela com as duas mãos e automaticamente ela empinou a bunda. A visão de cima era ampla e linda. Aquela bunda pro alto, as costas arqueadas, o cabelo cacheado solto pela cama e a tatuagem... ah, a tatuagem... aquele dragão enorme que ia do trapézio até a bunda, deixando o rabo na nádega direita. Ele não se conteve e caiu de boca. Nas costas, nas curvas, na bunda chegando até a fenda pequenina que mal se via no meio das pernas dela e tocando de leve o grelo. Ela arranhou o lençol, uivando de leve como uma fêmea no cio. Ele lambeu mais forte. O cuzinho piscava como quem pedia mais uma lambida e ele não se fez de rogado. Passou a ponta da lingua de levinho e depois com mais força. Ela já não aguentava mais. "Mete, vai!" pediu baixinho em súplica àquele desespero delicioso. 

Ele tirou a blusa e a bermuda e sentiu o calor do corpo quente dela tocando o seu. Ela se virou e fez com que ele se ajoelhasse sobre ela. Puxou o corpo dele até a altura de seu rosto, o pau duro bem na altura de sua boca. Mas antes, foi mais embaixo. Com a língua pra fora bem molhada passou nas bolas de baixo a

cima. Ele segurou seu cabelo pelo lado com força e fechou os olhos. Ela continuou lambendo, chupando, colocou uma na boca, depois a outra. Foi subindo com a lingua até a pontinha do pau que já estava melado. Passou a lingua na pontinha e sugou aquela "porrinha transparente" com o gosto peculiar de cada homem. O dele era doce. E assim fez uma pressão de leve na cabeça, fechando a boca, sugando até encostar na garganta. Chupou mais e mais, lambeu, brincou com todo aquele prazer. Ele, ainda de olhos fechados, só sentia.

E sentia também o desespero crescer e a pernas bambearem. Até que ela esticou a mão e puxou de dentro da bolsa uma camisinha. Colocou com a boca. Ele abriu os olhos para ver o que acontecia e disse "santa maestria!", rindo. Vem! E ele foi. Ela de bruços, ele sobre ela escorregando-se para dentro. Apertada, quente, molhada. Um convite perfeito ao prazer. Ele encheu a mão e deu um apertão bem forte na bunda dela, puxando a cintura, mordendo o pescoço, puxando o cabelo. Virou-a de frente e continuou, por vezes beijando a boca, sentindo o cheiro, enfiando-se no emaranhado de cabelos cheirosos dela. 

O cheiro de sexo impregnava a cama, o quarto, tudo. Ela de ladinho e ele com o corpo colado no dela, ela por cima, rebolando, esfregando seu corpo no dele, lambendo os bicos dos próprios seios, mexendo a cintura, cavalgando com vontade, rápido, devagar, seduzindo ou simplesmente sentindo, os bicos dos seios apontando firme e por vezes passeando na boca e entre os dentes dele, entre as mãos, gemidos, apertos, tapas e ela chegando ao ápice do prazer mais umas duas ou três vezes com as pernas tremendo forte e a respiração entrecortada. E foi com ela de quatro que ele chegou ao êxtase. Com os joelhos apoiados na ponta da cama, a bunda empinada e gemendo manhosamente, virando o rosto e fazendo cara de moleca que ele apertou os dois lados da cintura e gozou com força. As pernas bambearam e ele caiu sobre ela, respirando fundo, meio descompassado, em meio a todo aquele tesão. E a tarde se esvaía vagarosamente, passando de um frio aconchegante a cinquenta graus naquela cama. Mas essa foi apenas a primeira vez que tantos desejos foram realizados...


*Roubei todas as fotos da Nega linda porque a preguiça de procurar falou mais alto e ela é a rainha das fotos deliciosas!




Um comentário:

Anônimo disse...

. Algunos detalles realmente interesantes que ha escrito el # nombre me ayudó mucho, justo lo que estaba buscando: D.

Imagens de tema por sebastian-julian. Tecnologia do Blogger.