Explodindo...
"...como se ela fosse uma estrela prestes a explodir a qualquer momento..." 

Ela olhava pela janela com um cigarro na boca vendo as crianças brincar na vila ao lado. Elas pareciam felizes, gritando e correndo. Imersa em pensamentos bons, foi surpreendida por ele em um abraço forte, um carinho na cintura e um beijo no pescoço. Logo sentiu algo duro, firme atrás de si e deu uma roçadinha leve para não perder o costume. 

- Assim é provocação! - ele disse num tom jocoso.
- E qual você acha que é a intenção? Só um carinho de leve...

Conversaram sobre a dor nas costas dela e ele ofereceu uma massagem. Ela deitada, esparramada na cama
dele, ele sentado sobre ela passando um hidratante que perfumava todo o quarto e massageando as costas nua dela, o lado dos seios, apertando às vezes a bunda, beijando e mordendo de leve as costas e o pescoço. Bastou isso para ela se sentir úmida. O toque suave das mãos firmes dele, macias, que já a deixavam em estado de alerta em qualquer lugar em que estivessem. 

Ele deitou sobre ela a posicionou seu pau exatamente na altura da mão direita dela, que já se abriu para recebê-lo. E acariciou, apertou com carinho, massageou o saco de leve. Ficou passando as pontas das unhas bem devagar enquanto a respiração dele ficava mais pesada e ritmada. A mãe dele dormia no quarto ao lado. Mas o desejo falou mais alto e meio caminho já estava andado. Bastava tirar a calça jeans e a calcinha... E foi exatamente isso que ele fez. Torturou os sentidos dela lambendo e beijando os seios com vontade, tirou a calça, deitou-se ao lado dela e enquanto chupava o bico do seio ouviu-a tropegamente, quase sem ar, sem som, pedindo que a tocasse. E tocou. Passou o dedo naquela fenda quente e sentiu seu dedo afundar no melado do prazer dela, enfiando o dedo fundo de uma só vez. Ela estava pronta para ele. E essa prontidão merecia ser atendida. 

Ela deitada de barriga para cima, abraçando o pescoço dele que estava deitado de lado, implorando por senti-lo dentro dela. Enfiou-se de uma só vez, escorregando para dentro daquele prazer enquanto ela fechava os olhos e sentia-se preenchida, completa. Ele meteu fundo, forte e devagar. Mais algumas vezes e ela gozou ficando imersa em toda aquela sensação por um tempo. Quando voltou a si, pediu que ele a comesse a janela e ele prontamente se levantou, dando a mão para que ela se levantasse. Ela apoiou-se no mármore da janela, empinando a bundinha para ele e se esticando toda. Ele veio por trás com toda aquela vontade, e meteu-se na boceta dela encaixando os corpos. Ela rebolou, ele também, e o tesão foi aumentando, aumentando, até que um ritmo intenso foi posto em prática. Ela já estava à beira do abismo e puxou a mão dele, que segurava seus seios, para segurar sua boca. E assim ela gozou pela segunda vez. Com força, sentindo seu corpo tremer e seu ventre contrair. Mas ele não queria parar. Quando mais ela tremia, mais ele metia. E ele continuou, rebolando, metendo fundo, apertando a cintura, beijando as costas dela, mordendo o pescoço, puxando o cabelo. 


Não demorou muito para que ela gozasse mais uma vez e mais uma. Ele segurava a boca dela. Porque ela gosta assim, mas também porque ela queria gritar, gemer, alto, colocar todo aquela desespero para fora e não podia. As pernas falhavam, o corpo tremia, na ponta dos pés ela gemia baixinho por entre os dedos dele quase caindo enquanto ele a segurava e continuava todo aquele encaixe e movimentos deliciosos. Ela estava literalmente em êxtase, sentindo-se como se fosse uma estrela prestes a explodir a qualquer momento. Assim, sentindo a vibração do corpo dela e os gemidos tímidos que ela fracamente conseguia soltar ele gozou gemendo baixo no ouvido dela. Um gemido rouco, meio animalesco, que ela adora ouvir. Um gemido que é a emanação sonora de todo o prazer que sentem juntos. E assim os dois caíram na cama. Ela ainda tremendo. Ele, buscando o ar. Mas ambos plenamente satisfeitos e certos de que a próxima é sempre melhor. 

Marcadores: 0 Comentários | Links para esta postagem | edit post
O que você achou? 
Um dia frio (Final)
Foram para a cama e ele deitou sobre ela, continuando a longa sessão de beijos e carinho, lambendo os bicos dos seios, chupando, beijando a cintura, o ventre e o sexo. Ela estremeceu com o toque suave da língua dele em sua pele mais macia, gemendo baixinho enquanto ele brincava com a língua. Forçou para que ele deitasse e beijou sua testa, seus olhos, o rosto, o pescoço, mordiscou a ponta da orelha enquanto ele abria um sorriso. Foi descendo e beijando o peito dele, passando pela barriga e chegando àquele pau duro, grande e lindo. Passou a lingua devagar na base até a cabeça em todas as direções, passou a língua no saco, colocou um na boca, depois o outro. Brincando com a língua devagar enquanto sentia o gosto dele passeando em sua boca, e passeando com a língua na cabeça, engoliu tudo até encostar na garganta. Ele gemeu, remexeu o corpo na cama e colocou a mão na cabeça dela com carinho. Ela chupava devagar mas com vontade, ele respirava fundo, gemia... 


Subiu o corpo e sentou-se sobre ele. Foi devagar, sentindo seu corpo adaptar-se ao dele, escorregando devagar para dentro dela, enquanto ela rebolava com calma e olhava para ele. Corpos fundidos, ela rebolava roçando o grelo nele, enquanto ele colocava os seios dela na boca, chupando, apertava a bunda, batia de leve, beijava a boca, saciavam o desejo um do outro. De olhos fechados ela só sentia aquela energia pairando no ar, o corpo dele sob o dela e a vontade de gozar crescendo a cada instante. E gozou. Forte, sentindo todo o corpo tremer, a boca ficar seca, os bicos dos seios e o ventre contraídos. A respiração falhava e o corpo parecia não responder aos seus comandos. Um orgasmo, seguido de outro e mais um. Multiplos, tantos, intensos, fortes, da melhor forma que poderiam ser. Caiu nos braços dele respirando ofegante enquanto ele a abraçava e beijava carinhosamente seu rosto, seu pescoço, sua boca. Mas ele queria mais. Queria dar mais e receber mais. Enquanto ela relaxava, ele segurou os dois lados de sua cintura levantando-a um pouco e meteu fundo, rápido, com vontade. Ela gemeu alto literalmente quicando sobre ele que rebolava enfiando todo aquele pau delicioso dentro dela. E, ligeiramente recuperada da intensidade do gozo, apoiou os pés na cama e sentou sobre ele que sorriu e gemeu, olhando no fundo dos olhos dela, que jogava os cabelos desgrenhados e sorria.

Abaixou o corpo apoiando-se nos joelhos e rebolou mais, de um lado para o outro, pra frente e pra trás, e ele disse que se continuasse assim ele gozaria. E quem disse que ela parou? Continuou até que ele gemesse forte e ela sentisse o líquido quente preenchendo seu ventre. Permaneceram assim mais um pouco e foram pro banho, onde ela lavava o corpo dele com cuidado e ele dizia que ela não precisava se importar. O que ele não sabia era ser essa a essência dela. A do cuidado, o do zelo. Lavar o corpo dele para ela era uma via de mão dupla. Um agradecimento pela cama dividida e ao mesmo tempo uma demonstração de apreço. Saíram do banho e fumaram um cigarro ouvindo música e falando sobre amenidades e coisas importantes. Bastou os corpos se tocarem pra que o desejo se fizesse presente novamente.

Deitado sobre ela, que estava de bruços, ele provocava e mordia, lambia, cheirava. Abaixou o corpo e deu-lhe uma mordida na cintura e depois na bunda, apertando, lambendo. Passou a língua mais pra dentro, enquanto ela sorria e olhava para ele, que subiu o corpo e encaixou seu corpo no dela, devagar, até que ela se acostumasse. E meteu, ah, como meteu. Rebolou enquanto ela empinava a bunda e ele segurava a cintura beijando o pescoço dela com carinho e atenção. De lado, com as pernas entrelaçadas e depois de bruços novamente. E naquele entra e sai delicioso, com força, outras vezes mais leve, ela gozava mais uma vez. Virou-se de frente e ele continuava torturando todos os sentidos dela com aquele entra e sai infindável. Agarrando as pernas na cintura dele e envolvendo-o com os braços, afundando o rosto no pescoço dele, que a segurava pela nuca e beijava sua boca, ela gozou pela quinta vez na noite e ele, envolvido em todo aquele furor, gozou também, caindo sobre ela com os braços abertos, o coração palpitando e a respiração entrecortada.


E ficaram juntos mais um pouco, abraçados, ela brincando com o pau dele, passando a língua, despretenciosamente, torturando, desejando, mas se rendendo àquela preguiça e torpor pós gozo. As horas passaram voando e já era hora de ir embora. Pararam para comer, pois ninguém vive de vento e ele a deixou em casa, que adormeceu com o sexo latejando, pedindo mais e rememorando todos os momentos daquela noite que era apenas a primeira.



Marcadores: 0 Comentários | Links para esta postagem | edit post
O que você achou?