O sexo bom
Chega um momento em toda relação que o sexo deixa a desejar. Seja pela vida corrida e falta de tempo, seja pela falta de diversidade na vida sexual, seja por problemas de uma forma geral que podem ser dentro ou fora do relacionamento ou, nos casos mais graves, por falta de tesão no parceiro mesmo pelos mais variados motivos. 

Realmente, a vida é corrida, o trabalho, família, estudo, pra quem tem filhos, então, nem se fala! No inicio do relacionamento tudo são flores, os amantes ficam como dois coelhos trepando até não poder mais. Não interessa a hora, o lugar, se alguém está vendo. É quase como se o ar entrasse pelos pulmões de um e passasse para os pulmões do outro. Como se essa fosse a unica forma viável de respirar. Maas, como nem tudo que é bom dura pra sempre, uma hora isso diminui ou simplesmente cessa. E aí, o que fazer? Entrar em pânico é a pior das ações. É preciso conversar, demostrar sua insatisfação ao parceiro e quais são as suas vontades. Nesse quesito já rola um problema de cara. Os homens acham que mulher gosta de conversar demais. Mulheres acham que homens conversam de menos. Aí nesse meio de campo já surge mais um problema que é a comunicação e assim as coisas desandam mais ainda. 


Geralmente, quem reclama mais do sexo são os homens. Aliás, as mulheres reclamam muito também, mas reclamam pras amigas, pro psicólogo, pra manicure, cachorro, papagaio, periquito e menos pro mais interessado nisso tudo, que é quem participa do ato com ela. Os homens, em geral, reclamam da quantidade. E quando não reclamam, rola aquela pulada de cerca que todo mundo sabe como é. Dizem que gostariam que suas parceiras estivessem mais solícitas a praticar o delicioso esporte sexual com mais frequência (além da questão da liberdade na cama, do pudor excessivo e do sexo anal). As mulheres reclamam da qualidade. Os parceiros são muito rápidos nas preliminares, deixam a desejar no sexo oral, saem metendo buraco adentro como se o mundo estivesse acabando. As reclamações não param por aí e eu poderia ficar aqui falando até amanhã sobre tudo o que eu já ouvi sair da boca de uma mulher mal comida. Mas não é esse o ponto, então voltemos... 

Tá. Mais aí você conversa, explica, dá opinião, fala tudo tim-tim por tim-tim. Pronto, meio caminho andado. Pelo menos a comunicação tá ok! Mas, com não existe teoria sem prática, tudo se perde no discurso e quando chega na hora da ação nada muda. E tudo permanece na mesma. Ou melhora por um tempo e depois volta a ser aquela coisa meia-boca, meia-boceta, meio-piru. Pra resolver isso, coloquei uma listinha de coisas abaixo pra tentar resolver esse problema que todo mundo já passou um dia. 

1 -  CONVERSE: Como eu já disse antes, uma das bases de um bom relacionamento é a conversa. A habilidade de trocar opiniões, elogios, insatisfações e assim chegarem a um denominador comum positivo para ambos. Gostou, não gostou? Quer, não quer? Abra a boca e fale! Ninguém traz letreiro e ficar tendo que adivinhar as coisas, principalmente no sexo é exaustivo, perda de tempo e frustração na certa! Demonstre sua vontade, seu tesão pelo outro, as coisas que não gosta. Ninguém perde em saber mais sobre a pessoa que divide a cama com você!  

2 - AUTO-CRITICA: Depois da conversa com seu parceiro (a), faça uma auto-crítica sobre os pontos apresentados por ele e veja no que tem deixado a desejar, pode melhorar ou no que não quer alterar. Não é pra se martirizar achando que é a pior pessoa do mundo e querer cortar os pulsos. É pra ser honesto consigo mesmo avaliando se a sua vida sexual está satisfatória e no que pode melhorar. 


3 - CRIATIVIDADE: Por mais que você ame comer lasanha na vida, comer lasanha todo dia enjoa. Assim pode ser com um pau ou uma boceta. Principalmente quando cai na rotina, o sexo passa a ser só antes de dormir, naquela mesma posição e quando você vê já está pensando nas coisas a fazer no dia seguinte ou na gostosa que você encontrou outro dia na praça só pra gozar. Há de se misturar a lasanha com outros ingredientes. Vai numa sex-shop, planeja uma noite especial, dança pra ele ou pra ela, cozinhe, bata uma punheta ou siririca com ele/ela olhando, grita na rua dizendo que ama, trepe em lugares diferentes, planeje uma noite ou um fim de semana exclusivamente a dois, vá ao motel e prepare algo diferente do usual, amarre, brinque, seduza, lamba, explore partes do corpo que você nunca pensou em tocar, gema, grite, liberte-se. Tenha criatividade e iniciativa pra sentir e dar prazer. São mil e uma opções de coisas pra fazer que podem tornar sua vida mais divertida e satisfatória sexualmente. 

4 - DÊ PRAZER: Tem homem que acha que dar uma chupadinha e meter depois é dar prazer. A mulher vai gozar? Sim. Quer dizer, pode ser que sim,pode ser que não. Mas dar prazer vai além dos órgãos genitais, minha pípoul! É o prazer de tocar, de apertar, de explorar, de conhecer e analisar as reações do outro. É mostrar que seu interesse não está só que ela ou ele tem no meio das pernas e sim no todo, no conjunto, no material todo que você tem nas mãos. Um buraco e uma haste todo mundo consegue. Seja via boneca inflável, profissionais do sexo ou um vibrador. O que muda é a pele, o toque, o desejo, a enfase em dar prazer que a pessoa demonstra e desperta desejo no outro. Seja escravo do prazer do outro e deixe que ele/ela se torne do seu!!!

 5 - JOGUE: E não necessariamente precisa ser algo sexual. Ou pode ser também e o combo está formado. Você pode jogar em troca de uma recompensa, pode jogar com as vontades do outro, propor apostas, ser outra pessoa por uma noite, fantasiar um milhão de possibilidades. O que importa é a pré-disposição a sentir e fazer sentir. Tudo se torna novidade e a vontade vai reacendendo, vai crescendo e você vai conhecendo lados seus e do parceira (a) que nem sempre estiveram tão à mostra assim. 

6 - OUSE E PERMITA: Permita ao outro liberar suas vontades, desejos, pedidos. Mas, principalmente,
permita a si mesmo também. Não adianta o outro estar todo envolvido na brincadeira e você parecer que está cumprindo protocolo. Cama, além de prazerosa, deve ser divertida. Ria, sorria, elogie, brinque, dê nomes, apelidos e xingamentos para aqueles momentos onde você sabe que vai ser diferente e agradável. Sabe aquele desejo escondido que fica lá no fundinho e ninguém sabe? Então! Conte a ele/ela e coloquem em prática. Por mais esdruxulo que seja, se existe respeito na relação, a pessoa vai receber seu pedido com carinho e, por mais que não esteja disposta a realiza-lo, poderá avaliar a possibilidade ou sugerir outras. 

Eu poderia ficar até aqui falando um milhão de coisas que tornariam a sua vida sexual mais agradável, mas se você não tivesse uma coisa simples, nada adiantaria: VONTADE. Do pensamento pra ação existe um longo caminho que só é percorrido se a vontade for presente e mútua. Ninguém obriga ninguém a fazer nada e não existe nada mais entediante do que sexo por protocolo e obrigação. É preciso que seja a sua vontade dar uma repaginada tanto no sexo como em si proprio se conhecendo, avaliando, querendo melhorar e sentir mais prazer e tornar a relação menos rotineira, entediante ou até mesmo chata. 

A responsabilidade é dos dois, mas alguém deve dar o primeiro passo. Se ele ou ela já deu, sinal verde, siga em frente! E se alguém deu é porque se importa o suficiente pra querer melhorar o que está sendo feito e não deixar piorar porque desde que o mundo é mundo é sempre mais fácil invejar a grama do vizinho que cuidar da sua. Da mesma forma que você gosta de vê-la se derreter pra você, ela também gosta de ver que você é absurdamente louco por ela!  Então, tá ai! Tá esperando o que pra gozar e ser feliz? 

E se você tentar tudo isso e não der certo você tem duas opções. Se conforma e aceita as coisas do jeito que estão ou troca de parceiro! No ruim de tudo será novidade! 

Beijoselambiidas, Flux!



Sob a lua...
Conversavam sobre a vida na porta do prédio dele quando as palavras se tornaram beijos e os beijos se tornaram abraços. Logo o calor tomava conta dos dois naquela noite fria de inverno. Ele, de bermuda e blusa branca. Ela de vestido branco e bolero rosa cobrindo os ombros. As mentes, que se acompanhavam rapido, conversaram pelo olhar sobre a possibilidade de procurarem algum lugar a sós. Não, nada de motel ou ir pra casa. A noite pedia uma aventura e ela queria dormir em sua própria cama. 

Ele levantou, segurou a mão dela e saiu puxando pelo corredor. Ela obedeceu acompanhando os passos dele que levaram à entrada da garagem. Lá ele começou o sórdido trabalho de espamcá-la com a lingua, tortura-la com os dedos e amassa-la com o corpo. Encostou-a em numa Fiat Uno 2002 verde que estava estacionada e a beijou com força. Beijou e enfiou logo a mão por baixo do vestido dela, enfiando a cara no decote e procurando o bico do seio. Chegou primeiro à borda da calcinha e quando transpassou aquela linha tenue de pano e desejo encontrou carnes macias e completamente molhadas. Passou a ponta dos dedos de leve enquanto ela gemia. Achou o seio e abaixando o vestido colocou todo na boca roçando a lingua no mamilo. Mais uma vez ela gemeu. Enquanto sentia e gemia, tentava controlar os sentidos e buscar o pau duro dele por cima da bermuda, apertando, massageando, derretendo sob os dedos ágeis e habilidosos dele. 

Conseguiu força suficiente pra abrir a bermuda dele e tomar o talo grosso e duro na mão. Queria na boca, mas não sabia se haveria tempo. Quando ela menos esperou, em meio a beijos fortes, quentes e escorregadios, ele a virou de costas mordendo seu pescoço, abaixando a calcinha e sussurrando:

- Hoje eu não quero minha mulher, hoje eu quero minha puta! 

Ela quase gozou de antecipação. Mas viu que seria desperdicio quando ele a invadiu de uma só vez escorregando pra dentro dela. Forçou-se bem fundo enquanto puxava o cabelo dela e mordia o pescoço. Ela gemia, por vezes alto demais, e ele colocava a mão na boca dela dizendo pra putinha não gemer alto que poderiam ser ouvidos. E enquanto ele segurava a boca dela, a lua olhava pelo canto aberto do predio admirando aquela cena, ela gemia e gozava sentindo o pau entrar com força e os sentidos se perderem. A boca ressecou, o coração palpitou e o corpo tremeu involuntariamente num gozo forte e incontrolavel. Vendo aquela cena, sentindo o ventre dela se contrair no seu, ele gozou, derramando aquela porra pelo chão que se misturava ao óleo caracteristico do chão de garagens. 

A lua aplaudiu. Eles se beijaram, se abraçaram e conversaram mais um pouco sobre as intempéries da vida. No caminho ela a chamou de meu amor, porque não era só porque ela sabia ser sua puta que merecia sertratada assim...





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Do not trespass!
Ahhh, nada como um cu bem chupado... Mas não o meu. Não! Aquele que você começa na ponta do ouvido e vai descendo, passando pelo pescoço, chegando ao peito e seguindo em frente roçando os mamilos no corpo do algoz até o umbigo e desce pela entradinha que leva ao caminho dos deuses...

E ali você brinca de martirizar a vítima com a pontinha da língua, bem no baixo ventre até a virilha, sentindo cada respirada ofegante que flui pelos pulmões dela até que encontra o membro turgescente e pulsante que é engolido, apertado, chupado e lambido. Mas não para por aí.


Você engole com vontade até sentir encostando na garganta e passa a língua no corpo, massageando as bolas - macias, cheirosas, delicadas - com as mãos até que elas entram na jogada e sentem a textura leve e molhada da língua brincando. Mas não se engane! Não pode ser só a ponta da língua, tem que ser a língua solta, divertida, pra sentir o sabor das bolas dele enquanto você desce mais um pouco.

Aí sim a festa começa! Porque a festa começa no períneo! Ah, aquele pequeno espaço de pele que divide a
área possível da proibida. Aquela área que de ínicio tem a placa  DO NOT TRESPASS, mas que com cuidado e ousadia você acaba se tornando uma convidada VIP. E aí lambe o períneo apertando o pau devagar numa quase punheta de leve (mas ainda não)! Lambe devagar com a língua molhada e sente um tremor passar do corpo de quem sente ao seu, mas continua. Aquele misto de medo e excitação que eles não sabem esconder e deixa o semblante tenso. Mas, por fim, eles acabam desistindo e simplesmente fecham os olhos, não querendo ver a cena - e é aqui que a gente ataca! Ataca com carinho, com a língua, lambendo com calma e beeem devagar punhetando com carinho até que se acostumem com a nova sensação. Quando percebe os gemidos arfados já ecoam pelo quarto silencioso. Aquele gemido abafado, que sai de dentro do peito, num semi-desespero ( com a perdão do hífen, mas não se decide entre prazer ou medo) delicioso que quase leva ao sublime. 

Ali eu passei com a língua e brinco. Brinco de dominar, de fazer meu, de mostrar que nenhum limite é instransponível quando há confiança e cumplicidade. Que o prazer é algo sempre novo, desconhecido e que existem muitas formas de atingi-lo. E assim vamos descobrindo juntos. Rebelando, se entregando, dominando. Subo um pouquinho na virilha e desço novamente com a língua firme, abrindo espaço, ganhando terreno enquanto o pau é vagarosamente punhetado derramando a porrinha deliciosa que contém o gosto peculiar do homem, sentindo-a escorrer entre meus dedos em meio àquela pica dura e, ao mesmo tempo, macia. A língua espanca os sentidos e a boca acaricia a área proibida. Beijos, lambidas, chupadas que vão fazendo a boceta pingar de prazer e vontade.

Até que após os gemidos dele invadirem meu corpo e o desespero passar do corpo dele para o meu, eu sento de uma só vez sentindo-o preencher cada pedaço do meu ventre, rebolando, beijando, sentindo... até explodir tremendo, gemendo, arfando, gozando. 

Porque afinal, nada como um cu bem chupado pra me fazer gozar! 








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