Sob a lua...
Conversavam sobre a vida na porta do prédio dele quando as palavras se tornaram beijos e os beijos se tornaram abraços. Logo o calor tomava conta dos dois naquela noite fria de inverno. Ele, de bermuda e blusa branca. Ela de vestido branco e bolero rosa cobrindo os ombros. As mentes, que se acompanhavam rapido, conversaram pelo olhar sobre a possibilidade de procurarem algum lugar a sós. Não, nada de motel ou ir pra casa. A noite pedia uma aventura e ela queria dormir em sua própria cama. 

Ele levantou, segurou a mão dela e saiu puxando pelo corredor. Ela obedeceu acompanhando os passos dele que levaram à entrada da garagem. Lá ele começou o sórdido trabalho de espamcá-la com a lingua, tortura-la com os dedos e amassa-la com o corpo. Encostou-a em numa Fiat Uno 2002 verde que estava estacionada e a beijou com força. Beijou e enfiou logo a mão por baixo do vestido dela, enfiando a cara no decote e procurando o bico do seio. Chegou primeiro à borda da calcinha e quando transpassou aquela linha tenue de pano e desejo encontrou carnes macias e completamente molhadas. Passou a ponta dos dedos de leve enquanto ela gemia. Achou o seio e abaixando o vestido colocou todo na boca roçando a lingua no mamilo. Mais uma vez ela gemeu. Enquanto sentia e gemia, tentava controlar os sentidos e buscar o pau duro dele por cima da bermuda, apertando, massageando, derretendo sob os dedos ágeis e habilidosos dele. 

Conseguiu força suficiente pra abrir a bermuda dele e tomar o talo grosso e duro na mão. Queria na boca, mas não sabia se haveria tempo. Quando ela menos esperou, em meio a beijos fortes, quentes e escorregadios, ele a virou de costas mordendo seu pescoço, abaixando a calcinha e sussurrando:

- Hoje eu não quero minha mulher, hoje eu quero minha puta! 

Ela quase gozou de antecipação. Mas viu que seria desperdicio quando ele a invadiu de uma só vez escorregando pra dentro dela. Forçou-se bem fundo enquanto puxava o cabelo dela e mordia o pescoço. Ela gemia, por vezes alto demais, e ele colocava a mão na boca dela dizendo pra putinha não gemer alto que poderiam ser ouvidos. E enquanto ele segurava a boca dela, a lua olhava pelo canto aberto do predio admirando aquela cena, ela gemia e gozava sentindo o pau entrar com força e os sentidos se perderem. A boca ressecou, o coração palpitou e o corpo tremeu involuntariamente num gozo forte e incontrolavel. Vendo aquela cena, sentindo o ventre dela se contrair no seu, ele gozou, derramando aquela porra pelo chão que se misturava ao óleo caracteristico do chão de garagens. 

A lua aplaudiu. Eles se beijaram, se abraçaram e conversaram mais um pouco sobre as intempéries da vida. No caminho ela a chamou de meu amor, porque não era só porque ela sabia ser sua puta que merecia sertratada assim...





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