Egoismo prazeroso

Eu posso gritar ou gemer baixinho. Sussurrar em seu ouvido ou ficar calada sendo egoista o suficiente para não compartilhar meu prazer. Sou safada e assumo. Trepo, fodo, rebolo, chupo e faço tudo isso com prazer e verdade. Tenho em minha cabeça que a vida é curta e que o prazer é momentâneo.

Se eu sou boa de cama? Não sei, ainda não dormi comigo. Há quem diga que sim, deve haver quem discorde. Hoje me disseram que ou sou uma puta escritora travada ou uma puta escritora muito boa de cama. Prefiro dizer, com toda modéstia, que sou uma mera aprendiz a escritora que sabe ser puta na hora certa e além disso, ainda é boa de cama.

Se eu disser que quero, é porque quero. Se eu disser que gosto, é porque gosto. O meu prazer é exclusivo e eu só o divido com quem merece. Não adianta forçar. Eu sou o que eu sou, sou o que você deseja, sou o que você merece. Posso ser tudo ou ser nada. Posso apanhar e posso bater.

Ficar reclamando da vida? Ah, deixo isso para as frígidas ou mal-amadas do caminho. Para falar o que eu falo com a certeza que eu tenho é preciso ter 'cojones', e isso é uma coisa que nem todo mundo tem.

2 comentários:

Living alone disse...

tomara que que vc não tenha, de verdade, "cojones"...rs...

Toda mulher deveria saber ser puta na certa (menos nossas mães, essas nunca traparam na vida) e não ter vergonha disso.


bjo.

Tara Flux* disse...

Hahahahhaa
Querido, há quanto tempo não aparece. Senti sua falta. Então, meus cojones, graças a deus, estão na mente. Só aparecem quando muito necessário.

Beijos

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