Todo mundo espera alguma coisa, de um sábado a noite...

Blusa branca, saia preta justinha de cintura alta, saltos beeeeem altos e finos, bolsa, perfume Vic' Secrets  e maquiagem que me deixa com os olhos pequeninos (ainda mais). Eu estava comestível. Não, modéstia a parte eu estava gostosa, e os olhares no restaurante mexicano confirmaram isso. 

O interfone tocou às nove e cinco em ponto e eu já estava pronta. Despedi-me da minha mãe e desci, entrando no elevador. Quando saí na portaria pude ver o carro parado do lado de fora. Entrei e pude ver os olhos de cobiça que ele esticava para mim. Dois beijinhos, sorrisos. Eu não pude respirar quando, segurando-me pelo pescoço com vontade, anulou os dois beijinhos que havíamos trocado e beijou minha boca com vontade. Sorrimos novamente. Fomos para o restaurante, estacionamos e carro e ele me beijou novamente. 

Muitas risadas e papo depois, nos beijamos novamente, por bastante tempo. Falamos de coisas sérias, falamos besteiras, falamos da minha bunda. Claro, sempre tópico de conversas. Alguns chopps e muuuutios beijos mais tarde decidimos ir embora. Dúvida cruel. Eram meia-noite e meia ainda. Tínhamos a noite toda à nossa espera, nenhuma vontade de ir embora, cansados do restaurante e muitas segundas intenções, mas uma vergonha pairava no ar. Não sei porque, mas toda vez que eu cogito ir ao motel pela primeira vez com alguém eu fico extremamente nervosa. Enfim, decidimos ir. 

Entramos e fui direto para o banheiro tomar um banho. Mania absorvida de alguém. Enquanto eu estava encostada na pia, de costas, mexendo em minha bolsa, ele chega por trás e me vira, colocando-me de frente para ele, corpos colados, enquanto beijava minha boca e segurava meu pescoço com as duas mãos. Desceu as mãos até minha bunda, segurando com vontade e me colocando em cima da pia, com as pernas abertas e a saia subindo devagar, travando nas coxas. Beijando meu pescoço, segurando meus seios, apertando mnhas coxas, ia me excitando, fazendo com que minha vontade ficasse clara nos meus gemidos e em minha respiração ofegante. Disse que entraria o banho e ele voltou para o quarto, deixando-me sozinha. 

Saí do banho e voltei para o quarto, encontrando ele sentado na cama só de calça, aguardando por mim. Enrolada na toalha, sentei sobre ele, beijando sua boca e arranhando suas costas. Enquanto ele tirava minha toalha, eu fui abaixando e tirando sua calça, beijando seu peito, lambendo sua barriga, tirando sua calça. Eu podia sentir aquele pau duro e enorme por baixo da calça, enquanto desejava livra-lo dela o mais rápido possível. Tirei a calça, depois a cueca, segurando seu pau na mão com vontade, lambendo a cabeça, molhando o dedo e massageand a cabecinha e olhando para ele, que acariciava meus cabelos. Coloquei na boca, chupei seu saco com cheiro doce e maravilhoso. Literalmente cheiroso. Literalmente grande. Literalmente grosso. Quase assustador. Rs. 

Fiquei chupando seu pau por um tempo, lambendo, massageando, quando ele me colocou deitada de pernas abertas e olhando nos meus olhos começou a me chupar. Mordia meu grelinho, enfiava um dedo devagar, enfiava a lingua na entradinha da minha buceta molhada e apertada. Quando ele não aguentou mais de tesão, eu peguei a camisinha e ele pediu para que eu colocasse com a boca. Assim eu fiz, de uma vez só, sem errar, sem pensar, e sentei sobre ele, rebolando devagar até me acostumar com seu corpo, até senti-lo completamente dentro de mim. Então eu comecei a montá-lo com vontade, sentindo aquela pica grossa entrando e saindo de dentro de mim, rebolando, subindo e descendo. Então ele me pergunta se é assim que eu monto meus cavalos, com aquela vontade toda e eu perco a linha. Aumentando o ritmo, fui sentindo sua respiração ofegar, enquanto ele gemia para mim e segurava minha cintura com as duas mãos. Eu senti o gozo vir e prendi minhas pernas ao redor dele, colocando o cabelo pro lado e gemendo alto, fazendo uma cara (segundo ele) que fez com que ele gozasse também. Então, simples assim, gozamos juntos. 

Nossos corpos ficaram encaixados por algum tempo enquanto ele acariciava minhas costas e beijava minha boca. Fui tomar banho e voltei. Ele foi logo depois de mim e quando voltou deitou sobre mim, beijando todo o meu corpo, arrancando arrepios, gemidos e sorrisos. Ficamos assim por um tempo, com ele beijando minha boca e depois deitando ao meu lado. Enquanto ele se recuperava, foi a minha vez de beijá-lo. Mordi suas coxas grossas, sua barriga, apertei sua bunda grande, mordi sua virilha, lambi seu pau. Aí a vontade já estava presente e eu pude sentí-lo endurecer em minha boca. Ah, como eu adoro isso. Sentir suas veias fortes e seus músculos enrijecidos. Ele colocou-me sobre si, puxando meu corpo, ditando o ritmo. Fazia com que minha cintura subisse e descesse da forma que queria, tendo total controle sobre meu corpo. Pedi que ficasse por cima e assim ele fez. 

Segurando meu seio, beijando minha boca ele me fodeu com vontade, fundo, devagar. E durante todo o tempo beijava minha boca, meu pescoço, meu rosto e gemia. Creio nunca ter sido tão beijada na vida. Não houve um minuto sequer que ele não tenha me beijado. E nesse clima delicioso ele gozou, desabando seu corpo sobre o meu. Mais uma vez ficamos abraçados, nos beijando, corpos colados. Eu saí e deitei ao seu lado, com a cabeça em seu ombro e assim ficamos por mais um tempo. 

Após mais um banho, ele deitou na cama e eu deitei com a metde do corpo sobre o dele,encaixando minha boca exatamente na altura de su barrig. Ele já sabia  no que aquilo ia dar, já previa minha reação à proximidade com seu corpo. Mas ele foi mais rápido do que eu e colocou-se de frente para mim, com as pernas abertas e mordeu meu grelo, sugando com carinho e me fazendo gemer e apertar as fronhas dos travesseiros. Logo ele estava por cima de mim, metendo fundo, com força, com vontade, enquanto eu me contorcia de prazer. Enquanto eu implorava para ele não parar e não se retirar de dentro de mim, ele gemia e me hamava de filha da puta, dizia que eu era safada e apertava meus seios. Então ele colocou uma perna minha em seu ombro e, de joelhos, encaixou nosso corpo de uma forma que eu pudesse senti-lo cada vez mais fundo, mais forte e quando eu menos esperava, senti que ia gozar de novo. E sem perceber, enquanto eu agarrava minhas pernas em uma das coxas dele, gozando desesperadamente, gemendo e tremendo, ele gozava nos meus seios. Gozamos juntos, mais uma vez. Deliciosamente, enlouquecedoramente. 

Rimos, brincamos, tomamos banho. Ele pagou a conta e viemos embora. No carro, mais beijos. Foram muitos beijos essa noite. Beijos calmos, beijos com vontade de serem dados, beijos carinhosos, beijos com tesão. Paramos no posto, eu comprei uma coca-cola. Ele me deixou na porta de casa e esperou que eu entrasse na portaria. Entrei no meu quarto, deitei na cama e sorri, já com vontade de repetir tudo outra vez.


2 comentários:

duda disse...

rir, brincar...como isso é bom.

Tara Flux* disse...

Sim, é maravilhoso!

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