Escrevo

Agora eu escrevo com uma taça de vinho na mão e a mente meio anuviada lembrando de como acordei ontem.
Sobressaltada, boca seca, respiração ofegante, coração batendo forte. Completamente excitada. Os bicos dos seios roçando no lençol, meu corpo desprovido de roupa. Apenas uma calcinha para nao me sentir incomodada.

Lembro-me que eu sonhava com ele. Com dias antes, numa certa sexta-feira onde deitada na cama, com ele ajoelhado à minha frente, mandava que eu chupasse cada parte daquele pau que me enlouquece. E eu obedeci, lambi tudinho. Quase conseguia ouvir a voz dele dizendo 'lambe tudinho, deixa ele bem molhadinho'. Depois disso eu só senti ele colocando a cabeça do pau devagarinho. Daí eu pude sentir cada pedacinho dele, cada parte penetrando minha carne, invadindo meu sexo, numa urgencia absurda de gozar. Mas eu nao queria que ele gozasse antes de mim, então fiquei me travando, pensando em outras coisas, até que foi impossivel segurar. Veio como uma avalanche inundando meus sentidos, tremendo minhas pernas, meus braços, meu corpo. Eu nao tinha nenhum controle sobre mim. Na verdade, naquele momento, ninguém tinha controle de mim. Meu corpo era livre, vibrante, quase um gerador de energia de tanto que eu tremia.

E é assim que eu fico quando você está por perto. Molhada, tremendo, em êxtase. Alucinada, enlouquecida, fora de controle. Agora, quando escrevo, posso sentir meu centro umido, saudoso de você, dos seus dedos, da sua lingua, do seu corpo. Mas isso tudo eu resolvo com mais uma taça de vinho, enquanto guardo minhas energias pra você. Afinal, tenho que manter o Japão intacto, pelo menos por enquanto. (Piada interna que será explicada em post seguinte!)

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