Green fairy - parte 1

A noite começou sem grande promessa de sexo, até porque eu estava 'impedida' e respeito muito isso. Fomos a um bar, rimos, comemos, fizemos amizade com o dono do bar. Drink flambado de absinto for free. Ah, a fada verde que mexe com os sentidos de qualquer um. 

Dali pra frente era ele tendo trinta segundos para me convencer do porque eu deveria entrar em um táxi a caminho de um motel e passar a noite com ele. Nos vinte segundos ele já havia me ganho. Aliás, ele me ganhou em outubro do ano passado e vem me ganhando mais a cada dia. 

Entramos e eu deitei no sofá. Bebida tem um efeito muito diferente em mim e se os primeiros momentos não forem aproveitados eu fico preguiçosa. E foi isso que aconteceu. Ele estava cheio de tesão com a mistura absinto+vestido longo preto que passaria por cima da minha preguiça para ter o que queria. E passou. Ficou o tempo todo me atiçando, mordendo, tentando tirar meu vestido, lambendo meus seios. Eu apenas juntando forças para dizer não. 

Quando viu que o não era sério, respeitou e me pegou no colo. Colocando-me gentilmente na cama, deitou ao meu lado e ficamos um bom tempo abraçados, conversando e fazendo carinho. Aquele clima de romance que geralmente enjoa quem está assistindo, ele continuava tentando arrancar meu vestido. Levantei e voltei pro sofá, lutando contra a vontade de sentar sobre ele e senti-lo escorregar pra dentro de mim. Ele veio atrás. Filho da puta. Eu desisti de resistir. Já que eu havia aceitado ir pra lá, pelo menos um sorriso eu tinha que colocar no rosto dele. Ia chupá-lo até cansar, mas ele foi mais rápido do que eu. Disse que tinha uma surpresa para mim e que eu deveria fechar os olhos e eu, como boa mocinha obediente, o fiz. Senti aquela pele sedosa, fina encostar em meus lábios e coloquei a língua para fora, sentindo o gosto dele. Lembrei que meu vestido tinha uma tira que amarrava na cintura e que com quilo ele poderia me vendar. Tirei a fita do vestido e ainda com os olhos fechados e o pau dele na boca estiquei e ele pegou. Amarrou a fita em meus olhos e aí a diversão começava.

 Ele em pé na minha frente e eu sentada no sofá com as mãos no colo. Só usando a boca eu o chupava da cabeça até a base, brincando com a língua, apertando um pouco, roçando os dentes, lambendo as bolas e ele gemendo, a respiração ofegante e eu adorando aquilo tudo. Ajustei um pouco melhor a pressão na forma que ele gosta, os movimentos certos, a língua passeando e comecei a perceber os trejeitos que ele tem quando está prestes a gozar e aí comecei a chupar com mais vontade enquanto ele apertava e brincava com os meus seios, às vezes apoiando a mão na parede e gemendo. E depois de um tempo com aquele pau gostoso na boca, senti sua respiração descontrolada, gemidos espaçados, seus músculos contraindo e ele gozando na minha boca. 

Só eu sei o que senti nesse momento. Pela primeira vez, após oito meses juntos, meu homem gozava na minha boca só com oral. Confesso que depois que ele disse que isso era quase impossível de acontecer, eu fiquei ainda com mais vontade, quase como um teste. Mas não queria que fosse nada forçado, que parecesse uma obrigação e sim uma diversão, um momento de descoberta e que fosse apreciado pelos dois. Mas, voltando às vacas gordas, sentir aquela porra na boca, o gosto dele, vendo que ele quase não conseguia ficar de pé por ter perdido as forças nas pernas pela intensidade da gozada... valia mais do que qualquer coisa. Mas não parou por aí. Quando ele sentou para recuperar as forças eu sentei ajoelhada na frente dele e coloquei na boca de novo, passei a língua devagar e com a sensibilidade ele tremeu. Eu o tinha completamente nas minhas mãos, porque eu conquistei isso dando a ele um prazer genuíno, simples e novo. 

Acendi um cigarro para ele e enquanto ele fumava eu chupei mais. Pouco mais, mas do jeito que ele gosta, com ele segurando meus cabelos e dizendo coisas deliciosas com o corpo ligeiramente abandonado no sofá, recuperando as forças. Dei um beijo leve em seus lábios e fui tomar banho. Estava com calor, tesão e agoniada de não poder fazer nada pra resolver isso. Ele ficou deitado na cama enquanto eu entrava no banho. Fui pega de surpresa por um tesão absurdo enquanto me ensaboava. Comecei a me tocar de leve, apertar os bicos dos seios, enfiar o dedo devagar e gemer. Gemi alto e isso chamou a atenção dele que abriu a porta e ficou me assistindo um pouco. Depois decidiu participar, disse que a cena estava deliciosa demais para ser só assistida. Tomamos banho juntos, ele me apertava, colocava meus seios na boca, apertava minha bunda, fazendo de tudo pra me deixar louca... e deixou. 

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