Meiguice descarada
Da plateia ela observava os dedos passeando pelas cordas com atenĂ§Ă£o e imaginava a destreza no dedilhar passeando pelo seu corpo. Por vezes ele abria as pernas e se ajeitava, deixando a bermuda se ajustar e a boca dela enchia d'Ă¡gua.
O show acabou e se esbarraram do lado de fora. Sorriso, um olhar penetrante, carona e a noite chegou ao fim. Dois dias depois se encontraram e foram pra um motel prĂ³ximo, sob a promessa de transformar em realidade o desejo.
Chegaram, tomaram banho, beijos e apertos. Nua, ela deitou na cama e ele jogou seu corpo por cima do dela, encaixando-se num beijo molhado com as pernas entrelaçadas. A boca dele procurou os seios e engoliu um, lambeu o outro. Desceu atĂ© a boceta melada e passou a lĂngua devagar no grelo, chupando e sentindo o gosto da carne macia.
Ela gemia enquanto ele confiava naquela massagem torturante. Subiu o corpo e trocou a lĂngua por um dedo, beijando-lhe a boca e forçando outro dedo na entrada do cuzinho.
O gozo vinha e dissipava como onda do mar que vai e vem. O desespero tomava conta beirando a irritaĂ§Ă£o pois nĂ£o era falta de prazer. Ajoelhado na lateral do corpo dela, torturava o grelo, chupava o bico dos seios e beijava a boca intercalando elogios com a respiraĂ§Ă£o ofegante.
Ela levantou e pediu que ele deitasse. Queria senti-lo em sua boca. Queria escrutinar cada reaĂ§Ă£o dele quando o toque quente de sua lingua tocasse a cabeça do seu pau, lambesse as bolas com carinho e devoĂ§Ă£o.
E assim fez. "Que porra Ă© essa?" foi o deleite da chupada. ReaĂ§Ă£o gloriosa da quase gozada ao ter seu pau engolido com vontade. A boceta molhou ainda mais ao sentir o gosto dele, lambendo com carinho da ponta macia ao perĂneo enquanto os gemidos e ofegos preenchiam o quarto.
"Eu quero uma botada firme". Colocou a camisinha com a boca, para surpresa dele, que escorregou devagar esperando o corpo dela se acostumar. "Mete, vai"... Meteu, rebolou. Ela gemia sentindo seu corpo preenchido, num vai e vĂ©m delicioso. "Que buceta gostosa Ă© essa!" e o sorriso safado de quem adora dar prazer se fez presente no canto da boca. Pernas pro ar, mĂ£os passeavam, bocas se lambiam. Ela se tocava enquanto ele metia e rebolava tentando liberar o gozo preso que nĂ£o vinha.
Ele gozou. E estava tudo bem. NĂ£o era sobre gozar e o prazer nĂ£o deixava de existir por isso. A cama estava deliciosa da mesma forma. Abraços, risadas, recomeços.
"Eu quero te dar de quatro".
"EntĂ£o fica de quatro pra mim".
Ficou e ele meteu. Arqueou as costas como uma gata no cio, empinando a bunda que tomava uns tapas. O tesĂ£o cresceu e a vontade mudou... "Come meu cuzinho". O espanto delicioso estava estampado no rosto dele. Ă€ postos, lubrificou a camisinha e deitou junto dela.
De ladinho, pra começar. O corpo acostumar, relaxar. Quando se sentiu pronta pediu mais. Ele botava com vontade e ela gemia apertando o grelo no limite do tesĂ£o e desespero. Ele virou o corpo e colocou uma perna dela em seu ombro e continuou metendo. De quatro, por cima, cavalgou. Receosa, mas seguiu sentando, rebolando, se entregando.
Levantou as pernas dela e ficou por cima. Rebolou e viu que ela gostou, continuando. Rebolava cada vez mais enquanto o pau entrava e saia. Um gozo distante e calmo veio e ela tremeu gemendo. Satisfeito, montou sobre ela e beijou-lhe a boca, metendo com mais vontade.
"Goza pra mim!" ela pediu. Queria vĂª-lo explodir de novo. Queria que ele sentisse todo prazer possĂvel. De alguma forma o corpo dele comunicava a ela que precisava disso. Da entrega, da confiança, do desprendimento ao mesmo tempo que se sente importante.
"Me xinga que eu gozo pra vocĂª".
"Safado, cachorro, filhodaputaaaaa" e ele gozou num grito intenso ouvido ao longe, deixando o corpo o corpo cair sobre o dela, satisfeito. Ou nĂ£o.
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