Múltiplos

O dia havia sido pesado e eu estava exausta. Tudo que precisava era relaxar e sentir meu corpo estremecer num orgasmo poderoso. 


Deitei no sofá e abri bem as pernas. Uma no alto do encosto e a outra apoiada no chão. Aberta, vulnerável. A mão passeava devagar sobre meu corpo, sentindo a brisa leve que entrava pela janela e eriçava os bicos dos meus seios. Por vezes a unha roçava na pele pra que eu me mantivesse atenta às sensações. 

O toque do lubrificante gelado no grelo quente fez uma corrente de tesão percorrer meu corpo, a excitação crescendo devagar e o grelo endurecer. O vídeo no celular mostrava dois grelos duros se tocando, se procurando, às vezes com intensidade, às vezes só na pontinha, inchados, brilhosos, úmidos. A cada zoom a respiração falhava e o coração batia mais rápido enquanto a boceta ficava ainda mais molhada e contraía de leve. 

Quanto mais eu apertava o grelo, mais ele inchava e mais o corpo pedia pra explodir. O consolo enterrado na boceta enquanto o dedo escorregava no grelo subindo, descendo com força e rápido me jogando cada vez mais no limite enquanto a outra mão apertava o bico do seio também com força, o que fazia minha boceta comprimir o consolo com mais vontade ainda. 

Não demorou muito pra que eu perdesse quase noção dos sentidos. Enquanto as bocetas roçavam na tela meu dedo roçava em mim. A energia ia crescendo, aquela bola de fogo poderosa que surge no ventre quando a gozada vem com força fazendo as pernas tremer e a cabeça rodar. Os grelos inchados no vídeo roçavam e eu gozava com força segurando a vontade de gritar descontrolada. Rebolando na  minha própria mão e sentindo eu gozei uma, duas, três vezes em sequencia explodindo no sofá com as pernas arreganhadas.  Nada melhor do que encerrar o dia com um pouco de amor próprio, né? 

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