De noite na cama eu fico pensando...
"Ele estava no estábulo cuidando dos cavalos e ela chegava. Tirava a roupa, se oferecia pra ele, que não conseguia negar. Apoiava a moça de bruços nas grades da baia e metia fundo, de uma só vez dentro dela, que gemia e rebolava. Meteu, meteu, meteu com força fazendo as caras mais deliciosas e gozou. Ela ficou lá, olhando, como se fosse um objeto pro prazer dele."



Essa cena de Da Vinci's Demons me excitou. Não sei se por eu amar cavalos e montar há anos, por eu já ter fantasiado sexo nos estábulos várias vezes, por ter sido linda a cena ou porque a situação está critica mesmo. Desliguei o computador e antes de dormir cruzei as pernas com força e apertei o bico do seio. Eu já me sentia molhada, o corpo quente, sedento por extravasar toda a vontade. Roçava uma perna na outra com força sentindo o grelo apertado no meio, quase explodindo, querendo mais. Os seios duros, a boca seca, a menta desvairando. Imaginando mãos percorrendo meu corpo, uma boca colada com força na minha, lambidas, chupadas, apertões... Corpos colados se roçando, se devorando.

As pernas começaram a tremer, a respiração a falhar... Não, não podia gozar. Não queria. Acho um tremendo desperdício gozar sozinha, sem ninguém pra assistir, degustar o mel que escorre, apreciar este momento tão íntimo, quase ritualístico.

Virei pro lado e dormi. Nua com o sexo molhado. Dormi um sono pesado, cansado, com o corpo trêmulo e a boca seca, ansiando por algo dentro dela.
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Eu sou vadia!
O machismo que permeia a nossa sociedade sempre me causou problemas. A mim e a Capitu. Ela já veio aqui uma outra vez fazer sua reclamação mas agora é a minha vez. 


Sabem, eu sempre fui puta. Sempre fui vadia. Desde que iniciei minha vida sexual aos 14 anos e posteriormente perdi minha virgindade com 15 sempre dei o máximo de mim para satisfazer os meninos, e depois, homens que tive ao meu lado. Sempre chupei, lambi, me deixei ser chupada, lambida, bati e apanhei.  Nunca tive pudores na hora do sexo. Talvez, por desde cedo sempre ter experiências com homens mais velhos que me ensinaram que nessa hora não se quer uma dama apenas, mas também uma vadia que saiba miar ou latir, se for necessário. 


Passaram homens na minha vida que souberam entender isso, outros não. Alguns me acham vadia demais, outros aproveitam isso para satisfazer suas vontades e as minhas. Entendam, não estou dizendo que sou vadia por sair dando que nem chuchu na serra. Digo que sou vadia, mas sou vadia de um homem só, sou vadia porque não meço esforços para dar prazer a quem divide a cama comigo, seja ser uma putinha recatada que geme baixinho ou a piranha que geme alto e com força. E mesmo que fosse vadia de dar para muitos, ninguém tinha nada com isso.

Eu sou dessas que fala o que quer e fala de sexo. Sim, eu falo de sexo. Falo com meus amigos, com meu namorado, de vez em quando até com meu pai. Falo até aqui no blog, não é mesmo? Comecei isso aqui por mim, com meu próprio esforço, fuçando daqui, dali e esse mês o blog completou 5 anos. Comecei pois precisava colocar pra fora o que estava preso e queria sair. Esse é o meu espaço de falar o que eu quero, como eu quero, pra quem eu quero. E quem me lê nem sabe quem eu sou e gosta, curte ou corrobora com as coisas que eu escrevo. Às vezes por interesse (e levam logo um corte), outras porque simplesmente gosta de como ou o que eu escrevo e vem aqui dar uma olhada de vez em quando ou de vez em sempre. 

Em meio a isso eu fiz amigas, amigos, leitores fiéis que sempre me mandam e-mail pedindo conto, perguntando se está tudo bem comigo, reclamando quando eu sumo. E assim eu vou continuando vadia, vou continuando puta, vou continuando sem vergonha. O sexo para mim é um pilar de um relacionamento. Não que eu não saiba viver sem sexo - senão eu não teria iniciado esse blog, que começou após uma promessa aos 17 anos de ficar um ano sem sexo -  mas o sexo para mim é também um momento de extrema entrega e intimidade. É um momento sem amarras [ ou com amarras, ui!] , sem pudores, sem mimimi's. É conhecer o seu corpo e o corpo de quem está ao seu lado, é passar horas explorando cada centímetro do outro e se permitir ser explorado, é conhecer sentidos, sabores, desejos que até então não se sabia que tinha. 

Sexo não é tudo, mas é sim importante, tanto para homens, quanto para mulheres. Mulheres também leem sobre sexo, também pesquisam, também veem filmes pornôs, entram em sites de sacanagem e - pasmem - também se masturbam com tudo isso. Embora eu tenha lá minhas dificuldades, tenho amigas que se deixar se masturbam 4, 5 vezes em um dia. E isso não faz de mim ou delas menos respeitáveis, muito pelo contrário.

Então, homens, meus queridos, respeitem a puta que existe em cada um de nós. Se nós falamos putaria com vocês, é porque nos sentimos à vontade para isso. Que bom que é assim! Se eu escrevo putaria aqui é porque eu gosto, porque eu quero, porque eu posso. Se eu ou sua mulher gememos alto, gememos baixo, não gememos, batemos ou apanhamos é para realizar tanto o desejo de vocês, quanto o nosso. Se colocamos de lado todos aqueles valores antiquados que tentaram enfiar em nossa cabeça quando estamos ao lado de vocês, façam-se dignos disso. Respeitem isso! Foi-se o tempo que era necessário ter uma santa em casa e só comer puta na rua. Agora vocês têm a chance de ter uma lady na rua e uma puta em casa. Aproveitem a oportunidade que se coloca à frente de vocês da melhor forma possível - seja com fetiches, com conversas, com sms e emails safados enquanto estão no trabalho ou da forma que achar melhor. Mas não rotulem ou menosprezem suas mulheres por terem uma sexualidade aberta, presente e forte. Usem tudo isso a seu favor. Porque não exista nada mais chato na terra do que mulher mal comida e se você não está comendo bem, alguém vai comer. 



Foi só um desabafo de uma mente perigosa!

Beijoselambiidas, Flux!
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Dedinhos mágicos!
Recebi um email pedindo um conto/história com duas meninas. Aí está Espero que goste!!
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Ela tinha um sorriso tímido. Desses que escondem as verdadeiras intenções e destilam veneno secretamente. Durante a viagem me mandou mensagens no celular dizendo que eu era linda. A pulga atrás da orelha perguntava se ela era só encantadoramente simpática ou se estava me dando mole.

Por fim, viemos embora. Babado, confusão e gritaria no ônibus de volta. Alguns casais já estavam
formados, outros foram se formando após a ingestão de álcool. Em uma das brincadeiras mandaram que nos beijássemos. Ali vi que ia dar merda. Lábios macios, uma pegada nervosa e um cheiro doce. Acabou a brincadeira e eu voltei pro meu lugar. Sentei quietinha para tentar dormir e ela logo sentou ao meu lado. Nos beijamos. Mais uma vez senti meu corpo esquentar com o toque suave e firme dos lábios dela. Passou a mão pela minha cintura e me puxou para mais perto, colando seu corpo no meu. Desceu a mão e apertou meu seio direito devagar. Abaixou a blusa e foi beijando, sugando, até o bico. Lambeu, chupou, voltou a me beijar. A cada minuto tudo ia ficando mais quente, o desejo mais presente.

Safada, foi descendo a mão até meu short. Abriu o botão e o zíper enquanto me beijava. Eu tentava me mover mas ela parecia um polvo com braços em todos os lugares. Um milimetro era um esforço imenso. Então relaxei. Deixei que ela fizesse comigo o que queria. E fez.

Colocou o bico do meu seio na boca e enfiou a mão por dentro da minha calcinha. Eu já estava completamente molhada, lógico. Dedilhou com carinho e enfiou um dedo. Eu gemi baixinho em seu ouvido e busquei seu pescoço para puxá-la e beijá-la. Um longo beijo e uma intensa dedilhada. Enfiava o dedo fundo, da melhor forma possivel naquele espaço apertado. Beijava meu rosto, meu pescoço, meus seios enquanto enfiava o dedo fundo em mim. Enfiava o dedo e acariciava o clitóris devagar, com carinho.


E nesse meio tempo eu fui vendo tudo ficar turvo, a respiração acelerar, a boca ficar seca e as pernas começarem a tremer. Faltava muito pouco para ela alcançar seu objetivo. Mais três enfiadas e eu gemi
mordendo a boca com força e sentindo todo meu corpo se contrair. Eu gozava com vontade. Quando tirou seu dedo de dentro de mim, coloquei na boca e chupei, sentindo meu próprio gosto. Nos beijamos e eu fechei o short. Passamos a noite abraçadas e nos beijando enquanto eu dormia no colo dela e ela me fazia carinho. Na hora de ir embora, nos despedimos com um beijo rápido e fui embora.

Nunca mais a vi. Anos se passaram e eu ainda espero concluir a minha parte do objetivo.

Beijoselambiidas, Flux*





Deliciosamente proibido!
Era efetivamente o primeiro dia dele na minha casa. Havia chegado na noite anterior já tarde e depois de ficarmos saciando as curiosidades de minha mãe tomamos banho e fomos dormir. Infelizmente, não juntos. Acordei no dia seguinte com meu celular apitando e vibrando já pela terceira vez. Era ele sentindo a necessidade da minha presença logo de manhã. Uma das minhas maiores tristezas era não poder dormir e acordar com ele, virar logo cedo e ver aqueles olhos pequenos e lindos ao mesmo tempo em que sinto aquela pica gostosa toda se querendo pra mim. 

Saí do quarto de minha mãe e fui para o meu quarto, onde ele dormia. A casa estava uma bagunça por conta da obra mas larguei meus afazeres domésticos para ficar ao lado dele. Abriu logo aquele sorriso lindo
e enorme quando me viu. Um beijo tímido, bom dia. Deitei ao lado dele que me abraçou e colou o nariz em meu pescoço, como sempre. Era extremamente dificil tê-lo em minha cama, ao alcance de minhas mãos e ficar quieta. Puxei sua mão e coloquei por baixo de minha camisola segurando meu seio. O corpo respondeu enrijecendo o bico e ele apertou devagar. Roçou o pau na minha bunda, apertou todo meu corpo, mordeu meu pescoço. Como eu estava com saudade do meu homem.

Abaixei um pouco sua cueca e coloquei aquela pica baiana e gostosa pra fora. Aquela pica que me encanta pela beleza, pelo poder, pela força, pelo prazer. Abaixei e chupei um pouquinho. De leve, só pra sentir o gosto dele. Agoniado, me virou de lado e forçou-se para dentro de mim. Eu já estava molhada, mas acariciou meu sexo devagar enfiando um dedinho e me fazendo rebolar. Tirou o dedo de dentro e eu o chupei, sentindo meu gosto. Encaixei seu corpo no meu e começamos aquele vai-e-vem suave, devagar e sem fazer barulho, já que minha mãe estava acordada no primeiro andar da casa. Fizemos amor devagar, abraçados, nos amando e trocando carícias. Beijos, abraços, matando a saudade. 

E assim fomos surpreendidos. Santa escada de madeira da minha casa que anunciou a subida da minha mãe. Só deu tempo de tirar de dentro e virar de barriga pra cima fingindo que estávamos conversando. Claro que ela percebeu, pois não é boba. Falou o que queria e desceu. Meu coração estava na boca com medo dela me pedir pra levantar já que meu short estava pelo meio dos joelhos e meu sexo estava escorrendo de desejo. 

Parar? Que nada! Continuei de onde estávamos e rebolei com mais vontade sentindo a mão dele passear pelo meu corpo enquanto a outra segurava meu cabelo ou virava meu rosto para beijá-lo. Deliciosamente proibido, perfeitamente delicioso. Pouco tempo depois ele avisava que ia gozar. Parte de mim queria gritar NÃO! bem alto, mas tínhamos pressa e eu sabia a merda que ia dar se minha mãe nos pegasse no flagra novamente. 

E ele gozou. Senti a porra quente jorrar dentro de mim e escorrer pelo meu sexo. Ele beijava meus ombros, meus braços e eu desejava bom dia. Falou sobre a saudade, disse que me amava. Eu respondi. Estámos juntos novamente e um novo, lindo e bom dia começava. E que bom dia! 

Beijoselambiidas, Flux!

*Roubei a primeira foto da nega linda no Desejos Insanos 

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Interminável 1
Saímos da Lapa já com os corações a mil e os sexos pulsantes. A minha vontade era levá-lo para uma daquelas ruas de trás e encaixar nossos corpos sentindo-o me invadir como só ele faz. E quando estivesse bem próximo de gozar, abaixar e sentir sua porra quente escorrer em minha boca, engolindo tudinho até a ultima gota. 

Maaaas, não foi bem isso que aconteceu. Saímos e dá e fomos pro motel. Às quatro e meia da manhã entrávamos e cada segundo sem ele era um desespero interno. Meu ventre contraído, meu sexo latejando e os seios eriçados. Entramos e ele protagonizou aquela cena lindamente cinematográfica comigo em frente ao espelho. Abriu devagar o ziper traseiro do meu vestido e deu um beijo em minhas costas. Naquele momento tudo o que se passava pela minha cabeça era que aquele era o homem que eu queria pra minha vida. 

Fui pro banho e logo depois ele veio se juntar a mim. Lavamos o corpo um do outro com carinho e ele me
recostou na parede mordendo meu pescoço e apertando minha bunda enquanto apertava o bico do meu seio com a outra. Desceu a mão e acariciou meu sexo, deslizando a mão com sabão que escorregava pelo meu corpo. Ao mesmo tempo eu escorregava a mão por aquela pica gostosa que encostava bem no meio da minha bunda me excitando ainda mais. Lavou meu sexo, lavou meu corpo. Mais uma vez despiu minha alma. Beijava carinhosamente meu pescoço enquanto esfregava minhas costas e massageava. Assustou-me quando deu um tapa de mão cheia enquanto dizia que minha bunda era deliciosa. Abraçou-me no canto do box e ficamos nos beijando com os corpos colados, uma perna minha levantada aumentando o contato entre nossos sexos.

Saímos do banho e voltamos para o quarto. Deitei na cama e ele foi pegar um baseado pra acender. Enquanto eu estava deitada ele preparava e nós assistíamos televisão. Não
tínhamos pressa, não havia desespero. Éramos apenas um casal normal aproveitando os momentos a dois. Ele acendeu e fumou, quando já no fim eu passei a língua devagar na cabeça do pau dele que está sempre a postos pro meu desejo. Provoquei um pouco e deitei novamente de ladinho e ele se juntou a mim colando seu corpo no meu, apertando meus seios, respirando no meu pescoço enquanto eu rebolava devagar para atiçá-lo. E aticei. Desceu o corpo e abriu minhas pernas beijando o interior das minhas coxas, a virilha e passando a língua devagar na boceta que é dele. Molhada, quente, pronta para recebê-lo. Chupou com vontade por um bom tempo, deixando-me no limite várias vezes. Enfiava o dedo, rodava enquanto lambia meu relo devagar e encostava só a ponta da língua que sabe me deixar louca Mas eu não queria gozar assim. Queria gozar com ele todo dentro de mim, apertando e pressionando meu corpo contra o seu.

Subiu e meteu-se dentro de mim. Assim, simplesmente tomou o que pertence a ele. Eu já estava louca, implorando para que saciasse meu desejo e me desse minha liberação. Colocou-me de lado com as pernas abertas e me fez sua. Eu amo quando estamos assim pois posso sentir prazer ao mesmo tempo que observo cada músculo daquele corpo lindo trabalhando pra me dar prazer. Abaixou e beijou-me a boca e eu não resisti a soltar um "eu te amo" baixinho. Parecia que eu havia jogado fogo em gasolina. Ele respondeu de volta e o brilho no seu olhar valia pela noite inteira. Sua vontade parecia ter aumentando e enquanto ele segurava minhas pernas pelo joelho e rebolava me preenchendo eu gozei. Gozei forte, mordendo o travesseiro para não gritar alto e gemia como uma putinha no cio.


Abaixou minhas pernas e no melhor estilo papai-e-mamãe fizemos amor. Nós sempre fazemos amor, independente da intensidade da nossa cama. Mas foi firme e calmo, com muito carinho, enquanto nos beijávamos. Ele foi aumentando o ritmo e seu corpo estremeceu com um gemido alto, uma liberação de energia que transpassava meu corpo. Ele era meu. Eu dava prazer a ele e ele me correspondia maravilhosamente. Uma cama única, a melhor que já tive. A melhor cama com o melhor homem, o meu homem.

Mas a noite estava só começando...

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Tô de volta!
Olá, minhas delícias safadinhas!

Após um longe tempo de correria eu estou de volta! Pois é, vou voltar a escrever e apimentar a mente de vocês com histórias deliciosas.

Estava morrendo de saudade desse meu espacinho de conversas, desabafos e coisas picantes. Maaaas, aproveitarei meu tempo livre pra torrar a paciência e a libido de vocês!

Daqui a pouco tem conto novinho!

Beijoselambiidas, Flux!
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Perdida.
"Deitada naquela cama enorme caiu sua ficha. Ela não pertencia mais àquele homem. Não era a ele que seu corpo desejava e sua alma ansiava. O prazer havia se tornado incompleto, a angústia tomava conta de seu peito e tudo o que ela queria era sair correndo dali. Quem sabe ligar para o verdadeiro dono de seu corpo e sua alma chorando só pra ouvi-lo dizer que a amava ou tomar um banho para tirar os vestígios daquele sexo de seu corpo e deitar na cama o mais enrolada possível chorando as lágrimas de seu arrependimento momentâneo. Sim, momentâneo, pois ela sabia que no dia seguinte nada mais daquilo existiria. E sabia também que não ouviria só de seu amado que ele também a ama, mas sim que ela é uma boba que chora por qualquer coisa. Ah, se ele soubesse metade das dores que ela carrega e de seus motivos..."

                                                                          * * *

Eles resolveram se encontrar. Só Deus sabe o porque ela ainda insistia nisso, mas estar com ele era bom. Ao lado dele ela podia ser livre de máscaras e baixar a guarda, já que ele a conhece tão bem. Ela chega no bar e ele já está lá. Bata branca, bermuda cáqui e tênis. Um tênis que ela não gosta, preferia que ele estivesse de Havainas branca. Já ela não poderia estar mais reluzente aos olhos dele. Um vestido longo e preto tomara que caia, feito naquele pano mole que se ajusta ao corpo. Um casaquinho leve por cima e sandália preta rasteira. Os cabelos molhados, cacheados abaixo dos ombros e um leve batom cereja. Ele ficou perplexo quando a viu, literalmente sem palavras. Após alguns segundos, tudo o que conseguiu dizer foi "você está maravilhosamente perfeita!". Ela sorri e sabe que havia escolhido aquela roupa especialmente porque ele gostaria. Uma mania feia que ela tem de sair seduzindo Deus e o mundo, mesmo que não não queira nada com a pessoa, só pra demonstrar poder. 

Conversaram, beberam, foram pro motel. Caminhando na noite escura de mãos dadas, ele fazendo projeções de como seria um futuro deles juntos. A mente dela passeava na noite, em como ela se sente livre caminhando na madrugada com a rua quase silenciosa, literalmente uma Dama da Noite. Teve a sensação de já ter feito isso muitas vezes, quem sabe em outra vida, acompanhada apenas pela lua a guiá-la. Chegaram, tiraram a roupa, deitaram juntos. Beijos e carícias leves. Nada sexual, apenas um troca de carinho, de confiança. Algum tempo de conversa e eles já estão agarrados, aos beijos molhados e fora de encaixe. Ele nunca soube beijá-la de forma perfeita. Era sempre aquele beijo calmo, como quem tem medo de quebrar ou machucar. A boca ligeiramente tremendo, as mãos também. Daquele beijo ressequido, onde a língua não busca, mas se esconde. Ela ansiava aqueles beijos tórridos de amor onde duas almas se encontram e se encaixam. Pelo que ela lembrava, nunca ela havia se perdido nos beijos dele. Tudo bem, pode ter ocorrido uma vez e ela não se lembrava bem se era pelo beijo ou pelo excesso de licor que havia ingerido... 


A boca dele no sexo dela atiçando, mordendo, beijando, lambendo, jogando-a além de seu limite. Ele suga a parte mais sensível de sua fenda, passando a língua devagar, como ela já havia dito que gostava e ele aprendido. Bebia um pouco da água gelada e deixava escorrer pelo seu sexo. Ele permanece ali por muitos minutos, unica e exclusivamente dedicado a dar prazer a ela, dizendo o quão diferente é seu gosto, o melhor que já provara. Ela não quer gozar. Se segura por bastante tempo, achando desleal ter orgasmos com um homem que não é o que seu corpo deseja. Seria um engodo, uma falácia. Mas e daí? Seria melhor do que chegar em casa culpada e com aquela sensação de compressão no ventre do gozo contido. Ela goza. Ligeiramente perdida, ligeiramente contida. Enquanto ela se recupera, ele suga todo seu mel, beijando o interior de suas coxas e subindo para adorá-la com o resto do corpo. Beija sua boca e deita-se sobre ela, completando-a internamente, escorregando-se levemente para dentro dela. Força um pouco mais, dando as mãos, beijando, olhando-a nos olhos. Nesse momento ela veste a proteção para que ele não perceba que ela está longe dali. Ela goza de novo pensando em outra pessoa, em outros momentos, em outra cidade. Ele goza logo depois, farto, firme, jogando-se sobre ela, afundando em seus cabelos. Enquanto conversam, ela chupa, morde de leve, engole o pau dele. Sem muita vontade, mas a postos a dar prazer a ele. Lambe com carinho, com vontade, devagar como ele gosta...

Um tempo depois ele está sobre ela, fazendo massagem em suas costas. Ela pensando em outras mãos, em silêncio, quando uma lágrima corre em seu rosto e ela se afunda no colchão para escondê-la. Ele beija suas costas, morde sua cintura e desde para suas pernas. Lambe seu sexo e vai subindo, mordendo com força cara pedacinho de seu corpo. A transformação ocorre aí. Ele se torna quase um predador fazendo dela sua presa. Mordendo forte, marcando um pouco, deixando vermelha. Isso o excita. Isso a liberta. Ela aguenta as fortes mordidas sem reclamar, como uma punição por estar ali, por tudo o que tem feito ultimamente, Ele continua e logo está dentro dela, com força, de bruços, exalando toda aquela coisa visceral que ele tem dentro de si, mas que ao mesmo tempo não possui a pressão correta. Ele continua com ela de lado, pedindo que ela rebolasse e ela seguindo suas ordens. Aos poucos ela é absorvida para outro mundo. Um mundo de dor, um mundo distante daquilo, daquele local. Ela se olha no espelho e não se reconhece. Vê apenas uma sombra de si mesma, quase em preto e branco, forçando-se a uma coisa que seu coração não queria. 

Ele aproveita cada segundo, achando que ela está a apreciar. Como ela finge bem. Consegue colocar um sorriso nos lábios e uma capa nos olhos e enganar a todos à sua volta quando quer. Até a ele. Ele que se enrosca nela deleitando-se no prazer que o corpo dela proporciona a ele. Ela quer chorar. Ela quer gritar que está tudo errado. Quem sabe ter por um momento o seu amigo e não o homem. Mas ela sabe que essa divisão não existe mais, se é que um dia existiu. Enquanto se olha no espelho e vê que não queria estar ali. Que talvez nem quisesse estar viva. Neste momento ela percebe-se perdendo toda e qualquer vontade de estar ali e junto se foi sua lubrificação. Diminuía drasticamente e ela fez o que nunca havia feito na vida. Pediu a ele que parasse, mesmo que sem saber se era por ele ou por ela. Ele para, a abraça. Ela pede desculpas. Ele, como sempre, um cavalheiro, a abraça e diz que não há nada do que se desculpar, que não estava ali pelo sexo. Quem sabe nem ela estivesse. Ou até estivesse. Talvez o sexo seria uma forma de diminuir ou encobrir sua carência. Ele adormece por alguns minutos ao lado dela, que sentada na cama de pernas cruzadas, o observa e pensa em quantas vezes já sentiu raiva dele por dormir quando ela não conseguia. Não via razão para dormir em motel. Se está com sono, vai para casa. Mas não, ele queria a companhia dela, queria acordar ao lado dela. Ela não poderia dormir ao lado dele. Nunca pôde. Sabe-se lá porque, apenas uma vez em tantos meses juntos ela dormiu por meia hora e acordou com um terrível pesadelo. 

Decidem ir embora. Ele paga a conta, eles saem como se estivesse tudo bem. Ela com um semi-sorriso no rosto, fingindo-se de cansada fisicamente. Na verdade seu corpo estava ótimo. Seu emocional estava em frangalhos. Ela se sentia um puta. Não uma puta, das que cobram, mas sem valor, suja, sem brilho. Ele a deixa na porta de casa e vai embora. Ela toma um banho e deita nua na cama, enrolada em seu edredom, querendo esquecer de tudo, esquecer do mundo. Ela se culpa e ao mesmo tempo tenta arrumar desculpas para suas atitudes. Não existem desculpas, só um vazio no peito. Assim ela adormece, querendo que o novo dia leve embora todo peso que ela vinha carregando. Mas para isso antes ela precisaria se encontrar...
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Temos visitas...
Acordamos e depois daquela bem dada logo ao acordar fomos passear pela Ilha, procurar alguma coisa pra comer, tirar fotos... encontramos alguns amigos dele e acabamos indo para a casa do sogro de um deles. A casa estava vazia, haviam acabado de se mudar e o sol fazia a piscina se tornar convidativa. Os meninos logo tiraram a bermuda e deitaram à beira daquela água azul linda. Logo depois eu não resisti e deitei também ao lado da cadeira onde ele estava sentado. Pelo óculos eu podia vê-lo esquadrinhando meu corpo, quase tocando-o com o olhar. Eu me sentia bem, desejada, um calafrio percorria minhas vértebras e eu adorava essa sensação.

Íamos para um festival que estava ocorrendo do outro lado da Ilha, mas passamos em casa antes pois os meninos queriam fumar. Na varanda a Lot*, o Renan* e o Turtle* sentaram-se. Eu abri a porta e fui entrando para abrir as janelas enquanto ele caminhava logo atrás de mim. O simples toque da nossa pele quando passamos um pelo outro foi o suficiente para acender o desejo. Cheguei bem perto do ouvido dele e sussurrei:

- Banheiro, agora que eu quero você.

Nada melhor do que um homem SEMPRE pronto pra dar prazer à mulher dele. Não disse nada a ninguém e saiu caminhando em direção ao banheiro. Eu fui logo atrás depois de passar o isqueiro aos nossos amigos. Eu já entrei tirando a parte de baixo do biquíni e empurrando ele na parede. Beijos de vontade, aquele aperto na bunda que eu adoro, me segurava pela cintura. A sunga dele se perdeu naquele momento enquanto eu abaixava e tirava com a ponta dos dedos. A sunga deslizava e eu já abocanhava aquele pau lindo que já brilhava na direção da minha boca. Passeava com a língua devagar e chupava com vontade, alternando pra fazê-lo ficar doido. E ficou... levantou-me rápido pelos braços, virou-me de costas e enfiou tudo aquilo que meu corpo ansiava dentro de mim. Eu rebolava apoiada sobre a pia enquanto ele me segurava pela cintura, esfregava seu corpo no meu, apertava minha bunda e dizia coisas deliciosas em meu ouvido. Não demorou muito para que o gozo viesse forte e me deixasse com as pernas bambas.


Mas não havia acabado ainda. Ele continuava a me enlouquecer rebolando e fodendo com vontade puxando meu cabelo enquanto eu gemia baixinho para não fazer barulho. No meu ultimo gemido ele gozou forte, me puxando pra perto de si como se quisesse literalmente nos fundir. Fui tomar banho enquanto ele se recuperava. Eu me ensaboava de costas quando senti as mãos e braços dele me agarrando e aquele nariz e boca lindos contra minha nuca. Um te amo baixinho ecoava pelo banheiro e já começávamos nossa dança novamente. Ele abaixou e colocou minha perna em seu ombro, lambendo meu sexo e apertando minha bunda. Levantou-se e encaixou seu corpo no meu, invadindo meu sexo novamente e me fazendo gemer....

Aí vem o lindo do Turtle bater na porta:

- Porra, véi, fode depois! Já fumei quase o back todo e vocês aí trancados no banheiro! HAHAHA.


Ele disse que nada estava acontecendo. Que eu estava tomando banho enquanto ele estava fazendo suas necessidades e já sairia. Continuou me tomando como sua e virou-me de costas, espalmando-me no box e metendo fundo. Minhas pernas falharam, meu gozo veio novamente me jogando do abismo enquanto ele se deliciava com as contrações do meu corpo. Mais um pouco ele gozou novamente me colocando de joelhos para receber seu mel em minha boca e eu juro que não deixei escorrer nenhuma gota!

Saímos do banheiro após um banho gostoso e voltamos ao aconchego e risadas de nossos amigos que não resistiram a oportunidade de falar umas gracinhas. Mas e daí? Quem não fode não é feliz!

*Fotos encontradas na internet! 
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Á beira do abismo...
Eu dormia um sono leve quando meu celular tocou. Pelo numero, vi que era ele, mas não falou nada. Eu só ouvia a respiração pesada e alguns sons ao fundo. Logo depois ele disse:

- Amor, estou batendo uma agora pra você, minha gostosa.

E rapidamente eu despertei. Ainda meio sonolenta, sem conseguir organizar no pensamento alguma coisa gostosa pra dizer, fiquei por um tempo ouvindo aqueles gemidos deliciosos e aquela respiração profunda. Em minha mente surgiam imagens de tudo de delicioso que fizemos em nossos ultimos encontros. Ele sobre mim, me beijando, respirando em meu ouvido, dizendo que me ama, fodendo com vontade ou eu sentando devagar sobre ele.


- Então, amor, imagina vai... minha lingua passeando seu pau, lambendo seu saco devagar, subindo e colocando a cabecinha na boca, depois chupando tudo... E sentando sobre você, esfregando seu corpo no meu, sentando do jeito que você gosta enquanto você chupa o biquinho do meu peito...

Ele respirava cada vez com mais vontade, gemendo e me deixando fora do normal. Eu já sentia os bicos dos seios duros e meu sexo molhado só com o tesão dele. Aquele incomodo no ventre de necessidade acumulada, aquela vontade gritando dentro do corpo.

- Pensa em você me fodendo gostoso como você gosta, com as pernas dobradas no seu peito, a boceta apertando essa pica gostosa, você me apertando toda, chupando meus seios, lambendo meu corpo... Ai amor, goza pra mim, vai...


Ele gozou. Com toda aquela vontade, todo aquele tesão, todo aquele gemido que eu amo. Como eu o queria dentro de mim naquele momento. Como eu precisava disso. Daquele corpo, daquele carinho, daquele tesão. Toda aquela intensidade de tudo o que fazemos de melhor juntos.

E assim eu fui acordada hoje. Com o tesão delicioso, mesmo a distância, daquele que melhor sabe me dar prazer. E depois que desliguei o telefone, fui tomar um banho, porque o mel já escorria pelas pernas e o gozo já gritava da beira do abismo o nome dele com força.

Beijoselambidas, Flux!


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A cópula



Depois de lhe beijar meticulosamente
o cu, que é uma pimenta, a boceta, que é um doce,
o moço exibe à moça a bagagem que trouxe:
culhões e membro, um membro enorme e turgescente.

Ela toma-o na boca e morde-o. Incontinenti,
Não pode ele conter-se, e, de um jacto, esporrou-se.
Não desarmou porém. Antes, mais rijo, alteou-se
E fodeu-a. Ela geme, ela peida, ela sente

Que vai morrer: - "Eu morro! Ai, não queres que eu morra?!"
Grita para o rapaz que aceso como um diabo,
arde em cio e tesão na amorosa gangorra

E titilando-a nos mamilos e no rabo
(que depois irá ter sua ração de porra),
lhe enfia cona adentro o mangalho até o cabo.

Manuel Bandeira
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Ilha do Prazer 1
Chegamos na ilha na quinta-feira a noite. Discutimos na barca, fizemos as pazes e logo já estávamos rindo um da cara do outro. Ele sabe como me ganhar. Mesmo depois da pior briga, ele veio com aquele jeitinho manso, cheio de carinho, pedindo desculpa e dizendo que me ama. Não há raiva que resista àqueles olhos pequenos, aquele sorriso, aquele abraço... Eu não resisto àquele homem.

Chegamos em casa e eu guardei as coisas e ficamos sentados na varanda conversando e ouvindo musica. Pausa para o banho e depois cama. Eu vestia uma blusa do Inter de Milão e uma cuequinha de menina cinza com vermelho. Deitamos agarradinho um no outro e logo ele veio se roçando, esfregando aquele pau já duro em mim, me beijando, agarrando e mesmo estando no fim dos piores dias do mês para uma mulher eu não resisti. Como nunca resisto. Foi tirando minha blusa, lambendo e chupando meus seios, apertando meu corpo daquele jeito que ele sabe me tirar do sério. 

Levantou-se para tirar a bermuda e eu aproveitei para deliciar-me com seu gosto. Aquele gosto que eu amo, aquela porrinha que tem o melhor gosto do mundo e escorre na língua atiçando todos os meus sentidos. Chupei devagar, com calma, saboreando cada pedaço do pau que sabe como me fazer gozar como ninguém. Tirou minha calcinha, colocou-me de quatro e foi forçando devagar na entradinha da minha boceta com carinho enquanto segurava minha cintura e quando eu falei: mete, vai!, atendeu meu pedido e rasgou meu interior com vontade. Rebolando como ninguém mais, minhas pernas tremeram e Itaparica se moveu um pouquinho pro Leste, devido aos tremores do meu orgasmo forte. Nem assim ele para. Não me dá tempo pra respirar, pra nada. Mete cada vez mais e mais fundo. 


Quando me recupero, sento-me sobre ele devagar, rebolando com calma. Ele não gosta, quer mais rápido. Não consegue ficar parado então me puxa pra cima e se move sob mim. Com força, rápido, me apertando, dizendo em meu ouvido as coisas deliciosas que ele sabe que amo ouvir. Desde a maior putaria do mundo até dizer baixinho que me ama. 

Mexe pra cá, rebola pra lá, ele quer fazer um papai e mamãe com as minhas pernas levantadas. Lá ia eu gozar de novo. Essa posição me dilacera, se deixar gozo de cinco em cinco minutos, orgasmos multiplos, um atrás do outro. Ele já sabia disso e nunca deixa passar em branco. Segurou minhas pernas em seu peito enquanto botava com vontade. Lambeu meus pés, chupou meus dedos e assim eu gozei de novo enquanto ele olhava em meus olhos. Porra! - eu gritei enquanto sentia a cama tremer junto comigo. Mas a noite ainda não havia acabado... assim, chupando meus pés e botando fundo com vontade ele gozou a primeira vez. Senti a porra escorrendo em minha fenda e isso só me deu mais tesão. 


Quem disse que ele precisa respirar? Virou-me de ladinho e abriu minhas pernas. Enfiou-se dentro de mim novamente, enfiando um dedinho em meu cu. Era fato que eu ia gozar de novo. É fato que esse homem me tira do sério. Fundo, devagar, rebolando (e como rebola, hein?) e me bota de quatro de novo, com o corpo abaixado, ele de joelhos na cama, meu corpo esticado no lençol. Eu gozo quando sinto a mão dele bater com força em minha bunda e ouço um "safada" ecoando pelo quarto, pela ilha, pelo mundo. Logo depois ele goza também. 

Fomos tomar banho. Não poderia prestar... Ele atrás de mim, eu espalmada no box sob a água e tudo aquilo dentro de mim. Eu não sou muito fã de sexo no chuveiro. Logo tirei ele de lá. Voltamos pro quarto ainda molhados e caimos na cama novamente. Eu, na verdade, caí de boca. De boca naquele saco lindo e gostoso que ele tem. Naquele corpo lindo e depilado que eu amo beijar, tocar, acariciar. Não existe nada melhor do que chupá-lo, passar a língua nele, vê-lo arranhar o que estiver mais próximo. Pouco tempo depois ele já dizia que me queria e eu não neguei o que é dele. Montou-se sobre mim e fodeu. Literalmente fodeu a mulher dele. A cachorra safada, cadela no cio. Deu-me tapas na cara enquanto me xingava, apertou minha bunda com vontade, disse que me amava e assim fomos da foda ao amor, enquanto o céu passava do azul escuro ao azul claro, os pássaros cantavam e nós celebrávamos juntos nosso amor, química e tesão. 


"Obrigada pela viagem linda, pelo amor de sonho e por todo prazer que você me proporciona. TE AMO!"

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Voltei!
Olá minhas delícias!

Eu sei, eu sei, estou sumida. Maaas, foi por uma boa causa... estive na Bahia vendo o meu amor e, consequentemente, dando loucamente. Foram 700 por minutos num ritmo delicioso de amor e sexo. Em uma só noite foram nove sem dormir e três sem tirar de dentro. Acho que nunca gozei tanto e nem fui tão bem fodida na vida. Aquele corpo, aquela boca, aquele pau... molho só de lembrar.

Conheci finalmente a tão famosa casa da Ilha e lá tive tantos orgasmos e fui tão feliz que o coração aperta só de lembrar.

Prometo que passo aqui pra contar um pouquinho de tudo pra vocês. Mas a greve acabou e eu estou LOKA com tanta coisa acumulada.

Ainda não matei meu desejo, não realizei todas as vontades e a cada dia elas só crescem, mas aos pouquinhos tudo se resolve!

Beijoselambidas, Flux!
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Em meus sonhos...
 ...nós estamos na casa dele na Ilha. Que Ilha? De Itaparica, Mar Grande, como ele chama. Não sei porque, mas esse lugar tem um efeito, mesmo à distância, mágico para mim. Talvez seja pelos telefonemas onde ele me dizia estar lá sozinho, pensando em mim, se tocando...

No sonho nós já havíamos feito as pazes. Depois de um passeio pela Ilha, comemos, rimos, eu conheci inúmeras pessoas e lugares sobre os quais ele já havia me falado e voltamos para casa. Eu vou tomar um banho e ele bebe um suco na cozinha. Quando saio do banho vestindo uma blusa dele e calcinha rosa, ele está sentado na cama dedilhando um violão. Toca uma música suave que muito me parece Paco de Lucia - Entre dos Aguas, mas para. Meu celular tocava uma música da Beyonce - Dance for You, na minha eterna mania de fazer tudo, até tomar banho, ouvindo música. Ele me olha e sorri, embalado pela canção e eu começo a dançar. Assim, sem motivo, eu danço de frente para ele de olhos fechados, enquanto a música preenche meus poros, enche meus ouvidos. Por vezes eu seguro a blusa e levanto um pouco, jogo os cabelos molhados para o lado, toco o corpo de leve.

Ele fica me olhando, continuo dançando. Quando vejo, esta atrás de mim, corpo colado no meu, acompanhando-me no ritmo da música. Dançamos juntos mais um pouco e ele me estica a mão, caminhando para a cama. Senta-se e puxa a toalha, dizendo para que eu sente de costas para ele. Seca meus cabelos e beija minhas costas suavemente. Vai passando as mãos pelo meu corpo, descendo até minhas coxas, sussurrando delícias em meu ouvido. Ele segura meu pescoço e vira meu rosto, me beijando com ternura e calma. Nos beijamos por um tempo e logo estou envolta nos braços dele, com o sexo ardente, o corpo pedindo, o sangue fervendo.

Eu me jogo por cima dele, tiro a blusa, com os seios a mostra. Ele me fita com aqueles olhos pequenos e acaricia minha pele. Sorri e levanta o corpo ficando mais próximo de mim, esticando a boca, passeando com a língua em meu colo, meus seios, o bico enquanto eu respirava fundo. Chupou meus seios, brincou com as mãos ao redor da minha cintura, me fez rebolar sobre ele. Num gesto rápido me jogou na cama e ficou por cima e foi descendo pelo meu corpo com os lábios mordendo de leve, beijando, lambendo. Tira minha calcinha devagar, beijando meus pés e eu faço uma careta. Ele ri e manda eu ficar quieta, dizendo que faria o que quisesse comigo pois até meus pés pertencem a ele. Eu fecho os olhos e sinto sua boca subindo, passando pelas minhas coxas, chegando até o ponto mais quente de meu corpo. Ponto já molhado, sedendo por ele, que me mantinha naquela tortura deliciosa. 

Sobe o corpo até meu ouvido e diz que eu devo ficar quietinha pois ele me fará sua. Assim, sem pensar, nem dar tempo pra respirar ele me preenche e eu gemo um pouco alto. Baixinho, ele diz que quer me ouvir gemer no ouvido dele, daquele jeito que ele gosta e eu obedeço. Enquanto eu me perco naquele vai e vem delicioso, ele me excita ainda mais com uma mão em meu sexo e se apoia na outra. Assim eu gozo gemendo baixinho, respirando fundo, sentindo o mundo se perder sob mim, as pernas tremerem, meus músculos se contraírem e quando abro os olhos vejo aquele sorriso lindo e aquela boca deliciosa se aproximando para me beijar. Beijando minha boca ele aumenta o ritmo para uma rápida foda gostosa, levantando minhas pernas e acariciando meus pés. Ele e essa mania de pés que até nos meus sonhos me persegue... 

Assim, rápido, com um pouquinho de força e me deixando louca ele goza. Eu gozo também. Juntos, como da primeira vez, nos perdemos. Ele geme meu nome, eu quase desfaleço. Ele me aninha em seus braços e pegamos no sono, satisfeitos por hora, mas certos de que a noite seria deliciosa...



BEYONCE - DANCE FOR YOU

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D2? Não, dê váarias!
Na verdade eu nem o conhecia. Temos inúmeros amigos em comum e por isso começamos a nos falar por facebook. A curiosidade e aquele sorriso enorme me encantaram... Marcamos de nos ver. Casa dele. Nooosa, do outro lado da poça. Mas lá fui eu. Rasteirinha, cabelos soltos, vestidinho esvoaçante, sorriso no rosto e hidratante nas coxas.

Cheguei e ele abriu a porta com aquele sorriso enoorme, cheio de luz. Me ofereceu uma agua e sentamos pra conversar. Ele de um lado do sofá, eu de outro. Quando menos esperei estavamos nos beijando. Ele sentado no sofá, eu sentada sobre ele com as pernas abertas, enquanto ele deslizava as mãos pelas minhas costas e apertava minha bunda com vontade. Mordia meu pescoço de leve, passeava com a língua meu ombro e queixo, chegando ao canto da boca e me beijava novamente. Eu roçava meu corpo com vontade contra o dele, rebolando de leve, sentindo aquele pau endurecer sob mim.


Eu levantei e tirei a calcinha. Ele me olhava, estático, com um brilho nos olhos e a curiosidade estampada no rosto. Quando eu ameaço sentar sobre ele, levanta rapidamente e me diz não. Chega por trás de mim, puxa meu cabelo e diz que não é assim. Que eu só farei o que ele quiser... Eu assenti, com um misto de curiosidade e excitação. Apertou meus seios, minha bunda e colou o corpo mais em mim. Abaixou-se e mandou que eu me apoiasse no sofá e abrisse as pernas. Fiz como me foi mandado. Ele abaixou, levantou meu vestido e segurou minha bunda com as duas mãos. Lambeu o início de minha fenda, dizendo que eu tinha um cheiro magnífico, doce. Enfiou um dedo devagar, enquanto excitava meu clitóris com outro dedo. Eu gemia. Gemia baixinho, ofegante, bem perto de saltar do precipício. Mas ainda não era a hora. Eu queria gozar com ele dentro de mim.

Colocou seu dedo na boca e depois em minha boca para que eu sentisse meu gosto. Oh, que tesão. Abriu a bermuda devagar, enquanto eu permanecia sobre o sofá, apoiada, ligeiramente de quatro, vendo enquanto ele segurava aquele pau duro com a mão massageando-se. Eu saio de minha posição, ele reclama. Foda-se, eu o quero em minha boca e quero agora. Ajoelho em frente a ele, passando a mão de leve, depois encostando a pontinha da língua. Sugo bem devagar, chupando aos pouquinhos, até encostar na garganta. Ele geme. Segura meu cabelo. Eu gemendo baixo, respirando ofegante. Continuo brincando com a boca e a lingua por um bom tempo, passeando nas bolas, colocando-as na boca. Ele diz que se eu continuar assim, ele vai gozar. Mas eu não quero que goze, então eu paro.



- Fica de quatro pra mim, fica?

Eu fico. Pedindo assim, como não ficar. E ele abre meu vestido com zíper do lado devagar, que cai no chão. Empino o bumbum bem no alto e ele ri, dizendo ser uma enorme e bela bunda. Assim ele coloca a camisinha e vem me penetrando devagar por trás, me fazendo gemer, sussurra delícias em meu ouvido, puxa meu cabelo, me chama de gostosa e eu gozo. Gozo forte, com vontade, as pernas tremendo e a respiração desconcertada.

-Valeu a pena, gostosa?

Agora é a minha vez. E ele rebola, me aperta, mete fundo, devagar, rápido até que goza também, me segurando com força contra si e sorrindo aquele sorriso enorme.

Primeiro round, ok. Me oferece agua, eu aceito. Eu queria mais, muito mais. E daí? Eram apenas quatro da tarde e tínhamos muitas horas pra gastar. Sorrimos um para o outro abandonados no sofá recobrando a respiração e decidindo onde seria a proxima.
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L.A.P.A
Depois de olhares trocados eu finalmente resolvi chegar nele. Mas Deus, como fazer isso? Nunca havia chegado em um homem antes, não sabia nem como fazer isso. Peguei meu celular, tomei coragem e fui. "Oi, com licença?" Ele estava sentado com a cabeça abaixada, mexendo no celular. "Oi, pode falar!" Saí pedindo logo o telefone e ele deu antes mesmo de saber meu nome e eu o dele. Ele deu e assim começamos a conversar. Quarenta minutos de conversa e eu fui embora. Facebook trocados, telefones trocados e os olhares, ai, os olhares. 

Ficamos conversando por alguns dias pela internet e por SMS até que decidimos nos encontrar no mesmo local onde nos conhecemos. Lapa. O centro da bohemia, a mistura de tudo o que presta e o que não presta, um dos locais que despertam em mim um tesão pelo desconhecido. Barzinho, beijos trocados. Boca macia, mãos firmes, do jeito que o pecado gosta. Caminhamos em direção à rua do Reggae. Quem conhece, sabe. É uma rua onde tem a mistura das tribos de reggae, rap e samba. Tudo lá é "legalizado", lá tudo é liberado. Ouvimos um som, encontramos alguns amigos e descemos pelos Arcos meio sem rumo. E quando passamos bem embaixo dos Arcos ele me empurrou na parede e me beijou. Aquele beijo forte, quente, cheio de tesão. Pude sentir aquele pau ficando duro sob a calça jeans e ao mesmo tempo minha calcinha ficar completamente molhada. 

Mordeu meu pescoço, passou a mão em minhas coxas. Sexta-feira a Lapa lotada e nós dois nos agarrando sob os Arcos. Decidimos ir embora para um local mais apropriado. Entramos, pegamos a chave e subimos. As roupas já ficaram pelo caminho. As mãos percorriam os corpos, os beijos eram cada vez mais cheios de vontade e o desejo era incontrolável. Entrei no banho e ele veio atrás já me agarrando por trás, passando as mãos em meus seios. A água caía e nossos corpos estavam colados um ao outro. Tomamos banho em meio a beijos, mãos e bocas e depois voltamos para o quarto. 

Colocou-me de quatro com as pernas meio abertas e foi lambendo devagar, chupando, enfiando o dedo. Desespero era pouco para o que eu sentia. Eu queria aquele pau dentro de mim, aquela lingua nos meus seios. Queria gozar com força, com vontade no pau dele enquanto ele me beijava. E depois de me chupar com vontade por um tempo, me chamou para colocar a camisinha nele. Coloquei com a boca, olhando bem praquele pau e depois aquele corpo negro todo gostoso. Pediu que eu ficasse de quatro para ele de novo e foi escorregando para dentro de mim. Eu gemi baixinho enquanto ele escorregava e estocava fundo dentro de mim. Eu rebolava e ele colocava. Gemia, apertava minha bunda e segurava minha cintura. Gozei pela primeira vez na noite. Como é gostoso dar e gozar de quatro. As mãos dele segurando meus seios, a pica fundo dentro de mim e meu corpo tremendo com a intensidade do gozo. 

Virou meu corpo e veio por cima, segurando meus joelhos, olhando para mim e sorrindo. Às vezes falando putarias deliciosas e o quanto eu era gostosa. Ficou assim um tempo e veio de ladinho, me segurando com os dois braços pela cintura. Ali eu gozava de novo. Um gozo calmo, não muito intenso, mas daqueles que parece que vou derreter. 

Cada vez que eu gozava o tesão dele aumentava e eu podia ver o sorriso dele pelo espelho no teto. Pedi que ele parasse de se mexer e comecei a comandar. Rebolei devagar, forte e com ritmo. Ele gemia cada vez mais forte e eu rebolava cada vez mais fundo. Assim ele gozou. De ladinho, comigo comandando, nariz no meu pescoço e corpos colados. Delicioso. 

E olha que a noite estava só começando, hein...

Beijoselambiidas, Flux!

Ah, roubei as fotos, pra variar, da Nega GOSTOSA do DESEJOS INSANOS.


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Ela queria...
Ela queria sentir as mãos dele no corpo, os dedos dele no ventre, a língua dele no sexo. Queria os beijos quentes, os apertões, queria o sexo dele no dela, o corpo dele sobre o dela... queria ele. De qualquer forma, de todas as formas. Queria ele por cima, ele por baixo. Com carinho, com raiva, com amor, com paixão. Queria devagar, sob os lençóis, com o sol entrando pela fresta da janela. Queria a noite, depois de dançarem a noite toda e passarem o resto da madrugada fazendo amor. Queria poder acordar ao lado dele, tomar café, passear, tirar peça por peça das roupas dele, massagear o corpo, passar as mãos, passar a língua. Que sentir aquela barba roçando em seu pescoço, aquele calor ao redor do seu corpo, aquela voz falando baixinho em seu ouvido. E queria depois o que ele prometeu... depois na segunda fase amor... ouvi-lo gemendo, urrando de prazer, cravando as unhas, revirando os olhos...



Queria senti-lo dentro de si. Queria todo aquele rebolado, aquela boca. Queria realizar as fantasias dele. Todas. Uma por uma. E depois realizar as suas também. Relembrar os primórdios e jogar Nutella sobre o corpo dele novamente, tirando tudo com a língua e depois tomarem um banho quente juntos, aproveitando o vapor misturado aos corpos quente para consumarem seu amor mais uma vez. Queria sentir as mãos dele passeando seu corpo com o sabonete, ficando escorregadias. E depois, queria que ele a envolvesse na tolha, secasse e penteasse seu cabelo. Assim, simples, mas que com certeza a fariam sorrir.

E eles saberiam que não ficaria só nisso. Que com os corpos quentes do banho, começariam os beijos, a vontade se faria presente e daí tudo começaria novamente.

Ela queria tanta coisa que a vontade se fazia presente. E a distância, que impedia, mais ainda.
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Ele tem...
Ele tem aqueles olhos pequenos que eu amo. As mãos firmes que me tocam e me arrepiam. As coxas firmes, malhadas. Tatuagens pelo corpo que eu adoraria passear horas com a língua. Aquela boca carnuda que eu beijei e mordi que carrega aquele sorriso de luz. Aquela bunda. Ahh, aquela bunda. E tem aquelas entradinhas. Aquelas entradinhas de quem malha que levam ao caminho da perdição. E tem aquele pau. Aquele pau delicioso, cheiroso, que parece feito exatamente para caber certinho na minha boca e dentro de mim. Aquele pau que eu sentei e rebolei. Que me fez gozar. Aquele pau que eu morro de saudade, aquela boca que me encheu de beijos, aquelas mãos que me deram tanto carinho, aquele corpo quente que me acomodou tão perfeitamente que pareceu ser o meu lugar.

Tem a inteligência e a simpatia. A vontade de viver e explorar. O amor que tem pra dar. O passado, o futuro. Os pensamentos loucos e a mente em eterno desvario. A promessa de um amor calado, baixinho, ou de um tesão desesperado, do corpo que clama pelo outro. O desejo da vida a dois, da família. Do simples almoço de domingo com todos os tias e tios falando besteira bebendo cerveja. Do afilhado lindo de coxas grossas e bochechas redondas. Do passeio pela ilha, do amor de fim de tarde, do acordar e achar que ainda está sonhando.

Ele tem tudo que é preciso para me fazer feliz. Ele tem a mim.

 "Mas onde já se ouviu falar um amor à distância?
  Num teleamor ?!          
 Num amor de longe…         
Eu sonho é um amor pertinho…         
E depois        
 Esse calor humano é uma coisa que todos - até os executivos têm          
É algo que acaba se perdendo no ar          
No vento          
No frio que agora faz…          
Escuta!          
O que eu quero         
O que eu amo         
O que eu desejo em ti          
È teu calor animal… "
Mario Quintana
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Reencontro 1
E por fim ele não aguentou e veio pro Rio. Quando avisou a ela que estava no aeroporto, o coração dela petrificou e o ar sumiu. Quando voltou a si, saiu como uma desesperada atrás de todo aquele sonho que se fazia realidade. E quando chegou lá estava ele. Com uma bermuda jeans, camiseta branca, boné e óculos. A barba por fazer deixava tudo mais interessante. Não, ela nunca gostou de homens de boné ou homens de barba, mas tudo nele parecia diferente, mais interessante, delicioso. Lindo. Ficava com aquela carinha de menino safado que ela adora.


Corridinha, um abraço forte. Forte era pouco. Parecia que os dois queriam se atravessar ali no saguão do aeroporto. No táxi, trocaram beijos e abraços. A mão dela percorria (des)pretensiosamente o interior da coxa dele. E então o desespero falou mais alto e a rota foi alterada. Foram para um motel que ela adora e necessitava. Depois de tanto tempo e desejo acumulado, precisava senti-lo. De todas as formas. As mãos, a boca, o pau, o corpo todo. E correram pro banho juntos. As roupas foram jogadas pelo chão, como nos filmes. A agua quente deixava o espelho embaçado e difícil de enxergar o que se passava lá dentro. Mas eles não precisavam enxergar. Cada um sabia exatamente cada centímetro do corpo do outro, o que fazer, como tocar, onde beijar.


E a brincadeira que começou ali, logo se tornou séria. Pouco tempo depois ela estava ajoelhada na frente dele, lambendo as bolas, passando a língua na cabeça do pau, massageado, chupando com gosto. E que gosto! Como ela sentiu falta daquele gosto, daquele cheiro, daquele toque. Puxando-a pela cintura, abriu a porta de blindex do box e fez com que ela se apoiasse na pia, de frente para o espelho. Abaixou e mordeu desde o lado dos seios até a bunda. Aquela bunda morena que ele dizia amar. Mordeu e abriu devagar, passando a língua desde a entrada daquela boceta apertada até o cuzinho. Enfiou a língua devagar, sentindo o gostinho que melava aquela fenda deliciosa. E não aguentou. Não pensou, não esperou. Enquanto ela estava curtindo, de olhos fechados, ele meteu de uma vez só, rebolando devagar e gemendo baixo, enquanto segurava na cintura dela. Forçou, entrou mais e mais, enquanto ela respirava fundo e gemia, arranhava a pia lisa e passava a mão no espelho. Ela gozou. Com força, daqueles gozos desesperados onde o corpo parece desfalecer. Colocou o corpo dela em cima da pia e meteu mais fundo. 


Mas quem disse que ele parou? Colou o corpo no dela e foi empurrando pra cama, tocando seu sexo, enfiando o dedo devagar.... Ahhhh, ela queria gritar, gemer, explodir. O tesão era absurdo. E ele piorou a situação colocando-a delicadamente na cama e venerando seu corpo com a língua, beijando cada pedacinho, lambendo e mordendo devagar. Chegou ao seu sexo. E ali passou um bom tempo. O tempo perdido de outra noite, sentindo o gosto doce da boceta dela, passando a cabeça do pau até escorregar pra dentro. E quando entrou eles fizeram amor novamente. Devagar, com calma, olhando nos olhos um do outro, respirando a respiração um do outro, matando a saudade de estarem perto, de estar e sentir dentro.



Ela forçou e ficou por cima dele. As lembranças amontoaram a mente dos dois. Rebolava devagar, com calma, em círculos, ele molhava o dedo na boca e massageava o grelo dela. O gozo veio forte novamente. Mas já estava na hora de apimentar as coisas. Começou a rebolar forte, rápido, com vontade. Colocou o bico de seu seio na boca dele enquanto ele apertava sua bunda com força, deixando a marca de deus dedos ali. Ele se animou e enfiava um dedinho no cuzinho dela acompanhando o ritmo daquela foda insana. E não demorou muito o gozo dele veio. Veio quente, farto, delicioso. E ela, gozou junto com ele, molhando ainda mais aquela pica gostosa com seu mel escorregadio.


E olha que esse foi só o primeiro dia de reencontro, hein?

Beijoselambiidas, Flux!

P.S.: Queriam saber o porquê de eu ter ido dormir molhada praticamente todos os dias essa semana. Foi porque era só isso que vinha na minha cabeça. CHESSSSUIS!
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Dia do Orgasmo - 31 de Julho
Pode ser clitoriano, vaginal, anal (UI!), ponto G, na ponta do pé ou no lóbulo na orelha. Pode ser sozinha, acompanhada, por cima, por baixo, de ladinho... Pode ser real, virtual, emocional. Pode ser de tantas formas que eu poderia passar o dia aqui escrevendo. Mas o que vale não é como e sim o porquê! O que vale a pena é gozar plenamente e ser feliz. 

Feliz Dia do Orgasmo a todos os queridos e queridas que passam por aqui. Que vocês gozem muito hoje e sempre!

*Obrigada a todas as pessoas que já me proporcionaram orgasmos. Os de perto e principalmente o de longe, que em breve estará perto, porque me faz gozar todo dia quando ouço sua voz.

Beeijoselambiidas, Flux!
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Mr. Anônimo

Eu fico mega feliz quando algum leitor se anima e me manda fotos. E como desta vez não poderia ser diferente, estou radiante pelo contato, meu lindo!

O leitor é um queridão apreciador de seios fartos, volumosos, macios e apetitosos e também do Smoking Fetish. 

Uma pessoa linda e super simpático. Exigente, viu? Mas vale a pena checar!

*Bonito, adorei as fotos! Muito obrigada!

Beijoselambiidas, Flux!



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    Tara Flux*: Eu escrevo a verdade. A minha verdade. Verdade que pode ser a minha realidade ou a minha imaginação. Sou literalmente louca e o melhor da minha loucura é que ela por ser sã, não tem cura. Beijoselambiidas, Flux*.
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