Eu gozei sozinha!
Briga de casal sabe como é, né? Ele foi dormir mais cedo e eu fiquei na sala vendo TV. Tomei um banho bem frio pra ver se o fogo abaixava e de nada adiantou. Parti pro ataque. Abaixei a samba canção dele e cai de boca. Aquela chupada que faz qualquer homem perder a linha. Lambi as bolas, chupei, passei a lingua devagar na virilha. Ele acordou mas não abriu os olhos. Ficou quietinho só curtindo.

Depois sentei de perna aberta na cara dele. A língua dele brincava no meu grelo e chupava com vontade, mordiscando, daquele jeito que eu gosto e ele sabe. Gemi baixinho com o rosto encostado na parede e quando a vontade falou mais alto voltei pro pau e sentei devagar. Rebolei, quiquei, sentia ele escorregando pra dentro de mim e batendo lá no fundo. Ele se animou e foi estocando rapido e fundo, segurando firme minha cintura enquanto eu gemia e mordia o pescoço dele.

Voltei a rebolar devagar e roçar o grelo sentada na pica. Quando faço isos ele num guenta. Não bastou três sentadas e ele gozou. Muito puta da vida eu levantei e fui pro banheiro fazer xixi e me lavar - como sempre depois da foda. Porra, eu tava cheidiodio, louca pra fuder, louca pra gozar, cheia de energia e com insônia. Fui lá resolver meu problema e resolvi o dele e fiquei na mão. Puita eu estava, puta sentei no vaso. Xixi maneiro, chuveirinho na mão. Foi quando o mundo parou de girar por alguns minutos. Aquela agua batendo certeira no cantinho do grelo onde sinto mais prazer. O grelo inchado, o corpo respondendo, as pernas tremendo e uma sensação magnifica de que meu corpo ia explodir. E explodiu. Eu gozei gemendo alto, muito alto, com a mão apoiada na parede e quase caindo no chão.

Fui me recuperando do impacto e rindo, relaxada, pronta pra dormir. Mas ainda não tinha acabado. Conforme eu ia me lavando e sentindo a agua fria contra meu sexo quente, mais prazer eu sentia. E quanto mais prazer eu sentia, mais a cabeça rodava e as pernas tremiam. E eu gozei de novo. Gemendo, chorando. A sensação de que meu corpo tinha explodido em mil pedacinhos e isso havia me deixado muito feliz e relaxada. Tão relaxada que eu chorava e explodia de felicidade.

Por que isso foi tão importante? Porque eu nunca havia conseguido gozar sozinha. Eu gosto muito de penetração, sabe? Pau dentro, com força. Corpo no corpo, respiração ofegante, tesão a dois. É muito raro eu gozar com estimulo externo, sozinha nunca havia acontecido. E aconteceu. Eu me libertei.
E por isso estou muito feliz e me sentindo muito mulher. Vou até correr ali e tentar de novo. Beijos, gente. Depois eu volto.
Amarela - P. 1
A aula acabou e ficaram todos sem saber o que fazer. Sexta-feira, o dia em que os corpos já acordam periclitantes, esbaforidos, doidos pelos prazeres que a noite pode trazer. Decidiram ir pra Lapa jogar sinuca. E assim foram. 

Lá chegando ela sorria, brincava, se sentia feliz. Olhava pra ele de leve e mexia no cabelo, mordia o lábio devagar. Por vezes, ao fazer uma jogada, roçava o seio no braço dele ou empinava a bunda com as pernas ligeiramente abertas. Ele olhava e sorria desconcertado, esboçava um sorriso de canto de boca. 
Ia dar uma da manhã quando ela falou baixinho perto dele para que ninguém ouvisse:
- Eu quero você.
Ele riu, passou a mão na cabeça e respondeu que sua casa estava vazia. 

Ela fingiu que não se sentia bem e que ia pra casa, ele, como bom cavalheiro, a acompanharia até o ponto de onibus. E de lá seguiram para a casa dele. Pelo caminho risadas, apertos, mas nem um beijo sequer. 
Chegaram na casa dele, abriu a porta, entraram. Foi o som da porta batendo que deu inicio ao que a noite prometia. Ele a agarrou pela cintura e encostou na parede, beijando com uma vontade de quem mata a sede. "Agora você é minha!" e ela ofegou, enquanto ele jogava os braços dela pro alto encostando na parede e descendo a boca até o seu colo. Soltou os braços dela e passou as mãos pela lateral das coxas, enquanto encostava a boca na dela. 

"Posso tomar um banho?" - ela perguntou. Ele assentiu e mostrou a ela o caminho. Ela foi, tomou o banho enquanto ele fazia sabe-se la o que do lado de fora. No banho um misto de ansiedade, tesão e medo a consumiam. Mas saiu, colocou a lingerie e saiu enrolada na toalha. Ele a beijou devagar e entrou no banheiro. "Fica a vontade!" e ela sentou no sofá. 

Quando ele saiu do banheiro de cueca box branca ela sorriu. A vista era deliciosa. Ele era delicioso e estava caminhando em direção a ela. Abaixou o corpo e a beijou na testa, no rosto, na boca. Tirou a toalha que envolvia o corpo dela e deixou a lingerie amarela a vista. Ele se ajoelhou em sua frente e foi beijando rosto, boca, pescoço, colo, até chegar no seios. Passou a língua devagar no limite do sutiã, roçando de leve no bico do seio. Ela esticou a mão e passou na cabeça dele, fazendo carinho. Continuou a descida. Barriga, ventre e chegou ao limite da calcinha. Ela se arrepiou. Ele voltou e a beijou na boca. A agonia era crescente dentro dela. A ansiedade. O desejo. 

Enquanto a beijava, a mão foi escorregando devagar pro interior das coxas. Passeando pela renda da calcinha, apertando o ponto mais sensível de seu desejo. Beijava devagar, mas com vontade, enquanto a tocava por fora daquele pequeno pedaço de pano. Puxou-a pelas mãos e levou para sua cama. Lá, pegou uma camiseta e amarrou os braços dela acima da cabeça. Beijou-lhe a boca e sorriu. Com uma gravata, vendou-lhe os olhos. Ela sentia a excitação percorrendo seu corpo. O inesperado, a surpresa misturados ao desejo fazia seu coração bater mais forte. Um momento de silencio e ele parecia não estar mais ali. Foi quando um tempo depois ela sentiu algo frio percorrendo seu corpo. Um pedaço de gelo misturado à lingua dele brincavam em sua barriga, sua boca, seu quadril. Ele tirou devagar o sutiã dela e passou o gelo no bico dos seios. O gelo acabou e ele colocou o bico direito na boca. Ela gemeu. Continuou explorando o corpo dela com a boca e lingua. A cintura, a lateral do corpo, por vezes voltava e a beijava na boca. O corpo dela pedia, implorava por mais. 

Quando chegou na calcinha, tirou delicadamente. Pronto, ela estava completamente nua e indefesa pra ele. Naquele momento ele faria o que quisesse com ela pra dar e ter prazer. Uma nova pedra de gelo passeando pela barriga, descendo, descendo, até que no quarto só se ouvia gemidos abafados. Ele passava o gelo na ponta da boceta e alternava com a língua. Às vezes enfiava a língua lá dentro só pra sentir o gosto molhado dela. Voltava com a boca babada com seu sabor e a beijava, continuava o que estava fazendo. Passeava a boca e as mãos por cada centímetro do corpo dela. Ficou assim por um bom tempo. Quando via que ela estava chegando no limite, parava. Ela implorava por mais. Ele continuava. Acariciava suas pernas, passeava a mão pelo seu corpo, enfiava um dedo dentro dela. Ela gemia desesperadamente. Ele continuava, até que em um desses momentos as pernas tremeram, ela gemeu forte, o corpo retesou, ela gozou. O corpo jogado na cama, mas mesmo assim ela ansiava por senti-lo dentro de si. Pelo que conseguia perceber, ele parecia estar se levantando. Levantou da beira da cama e sobrepôs seu corpo ao dela, beijando-lhe a boca e soltando uma pequena pedra de gelo em sua boca, que escorreu pelo pescoço. A camisinha já estava posta e com ela amarrada e vendada, com as pernas abertas, ele a penetrou. 

Parecia que ela ia gozar novamente. Seu corpo tremia de leve. Ele metia devagar, num ritmo constante enquanto dizia coisas deliciosas ao seu ouvido. Ela adorava ouvi-lo falar. Falar qualquer coisa, mas principalmente o que ele gostaria de fazer com ela, o que estava sentindo ao estar dentro dela, tudo. Ficaram assim mais um tempo até que ele tirou a venda, soltou-lhe os braços e a virou de bruços. Ela não aguentou e ficou de quatro com a bunda bem empinada pra ele, que chegou por baixo e foi lambendo do grelo até o cuzinho de uma só vez e depois meteu fundo e devagar, sentindo cada pedacinho seu escorregar pra dentro dela. Um gemido alto. Na verdade dois. Um dela e outro dele. Metia devagar e fundo enquanto apertava a cintura e a bunda dela. Ela rebolava e fazia o dragão que tinha tatuado nas costas dançar. Ele parecia se mexer junto com os movimentos dela, fazendo parte daquele cio a dois. Não tardou muito nessa dança pra que ele gozasse. E gozou com vontade, tremendo, apertando o corpo dela e caindo sobre a cama com ela abraçado. 

Ficaram ali juntos por pouco tempo. A fome bateu. Ela pediu uma blusa dele emprestada e foi até o banheiro se lavar. Depois vestiu a calcinha. Foram para a cozinha comer entre risos, beijos, abraços e brincadeiras. Comeram qualquer besteira. E ela olhou o relógio: 3:37 da manhã. Lembrou-se da foto da vista da varanda a noite que ele havia mandado. Era linda. E então a varanda os aguardava. Mas ainda tinha muita noite pela frente e muito tesão pra gastar...

(continua)  
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O que você achou? 
Ela deu.
Ela saiu do cinema e entrou no táxi. As mãos suavam, o corpo tremia. Mas mesmo assim ela foi. Conversas com o motorista, chegou. Desce do táxi. Ele sai de casa sob a chuva e a beija no rosto. Eles sempre se cumprimentam com beijo no rosto, principalmente em público. O táxi segue seu caminho. Eles andam até a ponta da rua e trocam de táxi. O motorista era amigo dele e conhecido dela de tempo atrás. Seguiram conversando e chegaram ao motel.

Subiram. 

Ele abriu a janela, ela disse que ia tomar um banho. Ele não deixou. Sentou no sofá, acendeu um cigarro e...

- Vem cá, vem. Me dá uma chupada maravilhosa daquelas que só você me dá! Ninguém me chupa como você. 

Ela não resistiu. Elogios fazem parte do seu ponto fraco. Subiu a saia, ajoelhou e segurou com força aquele pau que já estava duro. Passou a língua devagar na cabeça.
Ela sempre começa assim. Pra sentir o gostinho, fazer um carinho. Abocanhou de leve, acariciou com a língua, lambeu devagar. Avançou no ritmo. Foi chupando cada pedacinho, sorvendo o liquido doce que escorria, lambendo as bolas. Chupou até ele quase gozar e parou. Levantou, tirou a roupa e caminhou até o banho.

Do banheiro espelhado ele disse que se juntaria a ela e tirou o resto da roupa. Entraram no box. Ele queria mais. Ela queria se lavar primeiro. Ele a ensaboou enquanto acariciava de leve o corpo dela e depois a colocou de bruços, apoiada na parede, com a agua caindo pelas costas. Ela relaxava e ele roçava a cabeça do pau devagar pela fenda ensaboada, apertava os mamilos com cuidado, roçava o dedo no clitóris e beijava as costas. 

Depois de tirar todo o sabão, ele a encostou no azulejo frio e escorregou devagar pra dentro dela. ela gemeu. Apertava o corpo dela contra o seu enquanto metia pouquinho e devagar. Tirou a camisinha e pediu que ela o chupasse. Ela chupou. Mais liquido doce escorregava de dentro dele. Chupava forte e rápido e ele quase gozava. Ele levantou e colocou o pau no meio das pernas dela, sem penetrar e enquanto a beijava com vontade e apertava o corpo dela contra o seu, metia ali devagar. Gemia baixinho por vezes. 

A banheira permaneceu intocada. Foram pro quarto. Ele a colocou de quatro, empinando a bunda dela bem no alto e forçou a entrada. Entrou, meteu, rebolou. Incomodou um pouco e ela pediu pra mudar. Deitou-a de pernas abertas e penetrou fundo de uma só vez. Ele gemeu. Gemeu fundo, alto e se sentiu viva, como se nada existisse além dela mesma. Talvez como se nem ele existisse. Ele continuou metendo fundo, rápido, até que ela foi sentindo o corpo estremecer, as pernas tremerem e o ar faltar.

Ela gozou. E ele continuou metendo fundo. Gemendo alto. Ele gemia, ela gemia, respirava fundo. As bocas coladas e ela gozava mais uma vez. Ele gozou junto.

Passaram o resto da noite conversando, rindo, falando sobre os filhos, política, os amigos e tudo aquilo que o tempo os havia dado e tirado. Ela deu. Não o melhor de si, não o sentimento. Ela deu a si mesma a chance de se sentir viva como há muito tempo não se sentia e desejada como se o mundo lá fora não existisse. 

O dia amanheceu e eram bons amigos novamente. Cada um para o seu canto e a certeza de que quando a necessidade batesse novamente, eles estariam lá para apagar o fogo um do outro. 
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Ela saiu do cinema e entrou no táxi. As mãos suavam, o corpo tremia. Mas mesmo assim ela foi. Conversas com o motorista, chegou. Desce do táxi. Ele sai de casa sob a chuva e a beija no rosto. Eles sempre se cumprimentam com beijo no rosto, principalmente em público. O táxi segue seu caminho. Eles andam até a ponta da rua e trocam de táxi. O motorista era amigo dele e conhecido dela de tempo atrás. Seguiram conversando e chegaram ao motel.

Subiram. 

Ele abriu a janela, ela disse que ia tomar um banho. Ele não deixou. Sentou no sofá, acendeu um cigarro e...

- Vem cá, vem. Me dá uma chupada maravilhosa daquelas que só você me dá!

Ela não resistiu. Elogios fazem parte do seu ponto fraco. Subiu a saia, ajoelhou e segurou com força aquele pau que já estava duro. Passou a língua devagar na cabeça.
Ela sempre começa assim. Pra sentir o gostinho, fazer um carinho. Abocanhou de leve, acariciou com a língua, lambeu devagar. Avançou no ritmo. Foi chupando cada pedacinho, sorvendo o liquido doce que escorria, lambendo as bolas. Chupou até ele quase gozar e parou. Levantou, tirou a roupa e caminhou até o banho.

Do banheiro espelhado ele disse que se juntaria a ela e tirou o resto da roupa. Entraram no box. Ele queria mais. Ela queria se lavar primeiro. Ele a ensaboou enquanto acariciava de leve o corpo dela e depois a colocou de bruços, apoiada na parede, com a agua caindo pelas costas. Ela relaxava e ele roçava a cabeça do pau devagar pela fenda ensaboada, apertava os mamilos com cuidado, roçava o dedo no clitóris e beijava as costas. 

Depois de tirar todo o sabão, ele a encostou no azulejo frio e escorregou devagar pra dentro dela. ela gemeu. Apertava o corpo dela contra o seu enquanto metia pouquinho e devagar. Tirou a camisinha e pediu que ela o chupasse. Ela chupou. Mais liquido doce escorregava de dentro dele. Chupava forte e rápido e ele quase gozava. Ele levantou e colocou o pau no meio das pernas dela, sem penetrar e enquanto a beijava com vontade e apertava o corpo dela contra o seu, metia ali devagar. Gemia baixinho por vezes. 

A banheira permaneceu intocada. Foram pro quarto. Ele a colocou de quatro, empinando a bunda dela bem no alto e forçou a entrada. Entrou, meteu, rebolou. Incomodou um pouco e ela pediu pra mudar. Deitou-a de pernas abertas e penetrou fundo de uma só vez. Ele gemeu. Gemeu fundo, alto e se sentiu viva, como se nada existisse além dela mesma. Talvez como se nem ele existisse. Ele continuou metendo fundo, rápido, até que ela foi sentindo o corpo estremecer, as pernas tremerem e o ar faltar.

Ela gozou. E ele continuou metendo fundo. Gemendo alto. Ele gemia, ela gemia, respirava fundo. As bocas coladas e ela gozava mais uma vez. Ele gozou junto.

Passaram o resto da noite conversando, rindo, falando sobre os filhos, política, os amigos e tudo aquilo que o tempo os havia dado e tirado. Ela deu. Não o melhor de si, não o sentimento. Ela deu a si mesma a chance de se sentir viva como há muito tempo não se sentia e desejada como se o mundo lá fora não existisse. 

O dia amanheceu e eram bons amigos novamente. Cada um para o seu canto e a certeza de que quando a necessidade batesse novamente, eles estariam lá para apagar o fogo um do outro. 
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Paixão

Eu chego no quarto. Agarro a toalha e corro pro banheiro sem me dar ao trabalho de trancar a porta. Tiro a roupa com pressa e ao entrar no chuveiro e ligar a água noto a porta semi aberta. Noto ele parando para me observar de leve.  A água já está refrescando o meu corpo mas eu sinto tudo esquentando. Mais que uma curiosidade de ver o meu corpo despido. O desejo dele é palpável.

O ar do banheiro fica quase pesado com uma tensão sexual. Até as gotas de umidade na parede do box me perturbam. Eu começo a passar as mãos pelo corpo, seduzindo, desejando. Tento me livrar do suor do dia e sinto um novo tipo de suor. A tensão me faz passar a mão pela cintura. Pelos seios. Apertando eles quase os escondendo mas deixando o mamilo deslizar pelos dedos e sentindo o toque suave das minhas próprias mãos. 


Ele ainda observa. Eu pego o sabonete. Começo a passar pelas suas pernas. Acaba empinando a bunda na direção da porta, encostando de leve no vidro transparente. Ao levantar, reparo a porta mais aberta.  De relance, ele parece nu. Eu tento ignorar, mas uma mão dele já percorre suas partes. Uma pequena vergonha subita e eu tento me esconder enquanto passo o sabonete nos seios. Meus mamilos estão duros e eu escuto alguém entrando no banho logo atrás de mim. A mão firme dele passa por cima de mim. Quase que num abraço ele segura o sabonete na minha mão.

Eu posso sentir o membro ereto dele encostando de leve em mim. 
"Deixa que eu faço isso". Ele tira o sabonete da minha mão e começa a lavar minhas costas bem de leve. Passa pela minha bunda. Pela minha cintura. Chega aos meus seios e eu sinto a pressão me puxando para junto dele. Nesse momento a boca dele encontra o lóbulo da minha orelha e arrepios percorrem meu corpo.




 Eu viro a cabeça e ele me beija com uma paixão que faz você estremecer um pouco. Essa é uma pessoa que me deseja com todas as forças e eu sente isso nos movimentos da língua. Não é sobre sexo, sobre aliviar a vontade. É sobre paixão. Sobre um objeto de desejo único. O sabor mais doce, o cheiro mais agradável, o toque mais macio, a paixão mais avassaladora. Aquela que permeia a nossa mente e deixa a visão turva, um sorriso besta no rosto e o pensamento avoado. É sobre olhar pra alguém e ver tudo o que já se desejou nessa pessoa, querer os bons e os ruins, os risos e as lágrimas e estar disposto a tudo para satisfazê-la e ver como ela satisfaz a si. É sobre paixão. Sobre aquilo que já existiu e nem sempre tem sentido, mas às nossas entranhas faz muito sentido. 




O sabonete cai. Ele acaricia meus seios.
Eu interrompo brevemente o beijo e olho fundo em seus olhos. O tesão forte que emana dele me devora viva. Eu lembro que o sabonete caiu. Ele fala "pega pra mim". Eu me abaixo com a bunda empinada raspando na coxa dele. Logo eu sinto dois dedos me acariciando por dentro. Solto um gemido um pouco sem controle e me levanto. Ele fala "acho que já podemos sair do banho".



Desligando a água e me puxando pra fora do box. "Poxa.. Só isso? " eu penso... mas antes que eu possa terminar de formular o pensamento, ele me puxa pra cima da pia e ergue minhas pernas.

 Eu mal tenho tempo para entender o que acontece. A boca dele na minha. O pau dele entra em mim. Meu gemido só não assusta os vizinhos por ter sido contido pela mão dele.
 Ele mostra um vigor que eu não via tinha algum tempo. Uma vontade feroz de me ter. Uma vontade que cresceu enquanto ele observava cada gota que escorria em minha pele. Parecia que era tudo a primeira vez. Parecia que ainda havia tudo aquilo que havia se perdido. 


 Ele larga minha boca e eu falo gemendo "assim eu vou gozar!"
 Ele tira o pênis de dentro de mim. "Goza na minha boca". Ainda me segurando firme ele desce e começa a lamber minha boceta. Com uma das minhas pernas no ombro dele, eu sinto dois dedos me apertando por dentro. Um na frente, outro atrás. Eu gozo na boca dele. Quando ele me levanta eu posso ver o sorriso safado. "Agora é a minha vez" Ele me vira com a bunda pra ele. Mãos apoiadas na pia e começa a entrar em mim. Com força. Com uma vontade de gozar, de me atravessar, me possuir e ser parte de mim me tornando parte dele. 

Eu sinto as mãos dele na minha nuca. Em minhas costas. Em minha bunda  Ele fala "vou gozar no seu cuzinho".



Eu já estou quase lá de novo e quase berro "Goza onde você quiser! Goza pra mim!". Eu sinto as mãos dele me apertando. Um gemido vindo da sua boca. A cabeça do pênis em minha bunda e gozando em mim.
Eu sinto o pênis dele saindo. Me levanto e viro pra trás. Eu vejo no rosto dele uma expressão de ferocidade,  felicidade e entrega. A entrega do que foi compartilhado. A entrega de dividir algo realmente com alguém e não só por si. 
Ele me abraça pela cabeça. Segurando meu cabelo. Beija suavemente minha boca, minha testa e encosta na minha orelha e fala "agora vem ser minha na cama".

Não era sobre sexo. Era sobre paixão. Era sobre algo que ela ansiava, precisava, sonhava e não tinha mais.  
A noite perfeita - parte 2

Ele tira a mordaça. Ela abre a boca em alívio pra sentir uma outra chegando. Mas essa a permite gritar. Essa tem um aro para manter sua boca aberta.  A língua explora a saída e o ar e ela sente um puxão firme levando sua cabeça um pouco fora da cama. As gotas sobem pro seu pescoço. Logo ela reconhece o cheiro e a textura do membro dele encostando em sua língua. 
Ele brinca com o pênis dele em sua boca. Testando os seus limitesEla sente o pequeno vibrador saindo do seu clitoris e a língua dele chegando junto com dois dedos firmes dentro dela, que se encharcam ao penetrá-la. Ele tira a boca da boceta e a beija por cima da mordaça. Tira a mordaça calmamente e quando ele tira a venda esta sobre ela. Ele fala "quero que você veja enquanto eu te como. Não importa o que aconteça, não feche os olhos". Depois disso a proxima coisa que ela sente é o pau dele entrando forte. O pênis dele todo dentro dela. Ela consegue sentir e ver o desejo claro nos olhos dele. Um desejo absurdo, nunca antes visto. Um desejo que vaza por cada poro. Ela sente que aquele homem quer estar todo dentro dela, morder, lamber, chupar, beijar e possuir cada centímetro seu. Provar cada gota de suor. Colocar a boca em cada orgasmo seu.


Ele segura o cabelo dela apoiando a sua cabeça na mão dele. O pênis ainda inteiro e duro dentro. E deita o corpo em cima do dela lentamente tira o pau, deixando apenas a cabecinha. E começa a movimentar a cabeça. Massageando enquanto beija pescoço e aperta os seios dela. O ritmo é acelerado e apesar de ser só a cabeça ela atrita forte dentro da boceta molhada. De repente sem aviso o pau inteiro entra. O gemido sai. O pênis inteiro dentro dela. Outro gemido. O movimento aumenta ficando forte e rápido, quase violento, mas é o desejo incontrolável. O pau dele entrando todo e saindo todo repetidas vezes. Ela sente ele a preencher toda. Sente suas mãos sendo soltas mesmo durante a movimentação  Pode ter durado segundos. Pode ter durado horas, e se contorce com aquele pau entrando forte. Com as mãos livres agarra as costas dele. Mas não foi por isso que ele a soltou.




 Ele a vira e ela se vê com a bunda empinada pra ele. Ele agarra a cintura e a puxa pra perto. Com o movimento ele entra novamente todo nela, que morde o lençol e sente as bolas dele encostando de leve em seu corpo quando ele vai bem fundo, tremendo, gemendo, gozando. A mão dele passa arranhando as costas. Agarra o cabelo e puxa pra si. Ela agora está completamente de quatro,
como uma cadelinha.  A cadelinha dele. E ele diz isso a ela, que sente as duas mãos no seu pescoço enquanto ele rebola dentro de você. Ele arranha a sua nuca e as mãos somem. Ela não sabe o que vai vir. Mas ela espera. Ela deseja. E então vem o primeiro tapa firme na sua bunda enquanto ele fala "você é a minha putinha. Toda minha e só minha."

Logo vem outro tapa e ela se sente compelida a responder "toda sua" e ele responde "muito bem", puxando-a para beijá-la carinhosamente na lateral da testa, depois fazendo com que abaixe novamente. Ele a segura novamente pelo cabelo enquanto o seu rosto fica direcionado pra frente. Ela não tem como ver o que ele planeja. O pau dele entrando e saindo deixa tudo maravilhosamente distorcido de prazer.


E então vem a primeira chicotada atingindo a bunda. Ela se aperta toda. Foi
forte, mas não o suficiente para doer, ou arder. Foi apenas firme e isso faz o pau dele parecer ainda mais grosso e entrar preenchendo-a ainda mais. 
A segunda atinge as costas e a lateral do seio. Ela geme involuntariamente e se aperta. Cada apertão te dá mais tesão. As chicotada começam a vir rítmicas. As vezes leves. As vezes fortes. Ela se contorce com o pau dele dentro da sua boceta. Ele alterna entre uma chicotada e um beijo, ou um carinho. Passa a mão onde bateu e a cada chicotada, um elogio. Não elogios comuns, mas elogios que só um homem muito apaixonado consegue fazer. 



O cinto dele então aperta o pescoço dela. O ritmo dele acelera. Ele fala " eu quero sentir você gozar no meu pau". Desnecessário. Ela já estava quase lá. Novamente. Ela se contrai toda melando o pau dele. Ele a vira. "Ainda não acabou"e apóia as pernas dela no ombro dele, indo cada vez mais fundo.
Ela já está desnorteada, quase tonta enquanto ele aperta suas coxas com pressão e depois 
sai de dentro dela. Levanta e a puxa pela cabeça. "Abre a boquinha" e ela estica a língua enquanto ele goza na boca e nos seus seios. Então, ele desce até o seu ouvido e fala "você vai ser sempre a melhor por isso eu fiz tudo isso e mais importante, você vai ser sempre minha", beija com vontade a boca ainda melada, sentindo seus gostos se misturarem em sua língua e deita ao lado dela, permanecendo abraçados e sem fôlego, até caírem no sono. 
A noite perfeita - parte 1
Diferente de sempre, ele não perguntou se eles se viriam, ou o que ela gostaria de fazer. Ligou e disse que ela estivesse pronta às oito que iria busca-la. Ela, obediente e adorando a iniciativa, não fez pergunta alguma. Escolheu uma lingerie bonita, um vestido, saltos e uma maquiagem leve, mas que realçava ainda mais seus olhos negros.

Às oito em ponto ele chegou. Abriu a porta do carro pra ela e dirigiram-se a um restaurante. Ela sentia um frio na barriga pelo inesperado, mas amava cada segundo daquilo. No restaurante, ele não perguntou o que ela gostaria. Sem olhar o cardápio, fez o seu pedido e o dela. Não, ele não perguntou o que ela queria comer ou beber. Fez o pedido e ela, compassiva, não reclamou. Pediu duas taças de vinho tinto. Tudo era novo, tudo era uma surpresa. A caminho de casa não conversaram. Apenas a mão dele sobre a coxa dela transferia as energias do que poderia ser dito, mas não foi. Ao chegarem, ele disse estar com vontade ir ao banheiro e pediu que ela trancasse o carro, que ele subiria na frente. E assim ela fez. 

Ao abrir a porta, a maior surpresa. Haviam velas brancas acesas espalhadas
pela casa e rosas pelo chão. Um vinho descansava no balde de gelo, um incenso doce perfumava o ar e uma música sensual tocava ao fundo. Exatamente como ela havia imaginado tantas vezes, mas longe de tudo que ela poderia esperar. Ele caminhou até ela com um sorriso safado no rosto e a levou até o banheiro. Lá, tirou seus pertences, sua roupa e a banhou como nunca havia banhado antes. Com calma e passando a esponja por todo o corpo dela, retirando a maquiagem, deixando-a pronta pro que viria depois. Secou o corpo dela e deixou sobre a pia um conjunto de lingerie branco que ele havia escolhido pessoalmente. Enquanto ela vestia e se olhava no espelho ansiosa, ele saiu e fechou a porta.   

Ao sair do banheiro, caminhou pela sala quando ele chegou de leve por trás, beijou seu pescoço e a vendou.
Caminhou com ela até a cama enorme e a deitou devagar enquanto beijava calmamente. Sem que ela oferecesse resistência, amarrou as mãos no pé da cama. E começou a tortura mais deliciosa que ela já havia experimentado. Derramou vinho na boca dela com a taça e com a sua propria boca, sem ligar para o lençol. Quando sentiu que o corpo dela já estava quente, passou a boca de leve pelas pernas com uma pedra de gelo subindo até o mamilo. Ela gemeu. As gotas do gelo derretendo escorriam e causavam uma sensação deliciosa. Arranhando a lateral do seu corpo de leve com a unha, tirava o gelo do mamilo e o levava até a calcinha. 
A boca quente no mamilo e o gelo chegando por cima da calcinha. Ela, quase indefesa, completamente entregue aos caprichos dele. O gelo escorrega pela virilha chegando perto do clitóris. A língua começa a circular a auréola só esbarrando no mamilo enquanto ela ainda vendada sente a pressão do gelo mais forte. O gelo massageia o clitóris por cima da calcinha, a boca aperta. Ela sente como se ele quase engolisse o seu seio enquanto o gelo desce pra entrada e a boca se mexe de um peito para o outro. Ela sente mordidas leves no caminho. E o gelo por cima da calcinha como que querendo entrar nela. 
Uma leve mordiscada no mamilo já arrepiado. Difícil dizer se o ritmo está prestes a ficar mais leve ou mais pesado. O inesperado é a melhor sensação. 



A pressão do gelo deixa a intenção um pouco mais clara enquanto uma mão a arranha na barriga. Ele deixa o gelo, que escorrega até a bunda volumosa. A mão que antes arranhava sobe pro pescoço junto com a boca dele. A boca dele na dela beijando firme. A mão aperta de leve o seu pescoço e aperta sem machucar. Ela é pega de surpresa quando um dedo dribla a sua calcinha e para na sua entrada. Ele quer saber o quão molhada ela está e a sente ficando molhada enquanto dá uma dentada leve no pescoço. 



E depois nada. Ele sai de cima dela por um breve segundo e então ela sente algo vibrando no seu mamilo. Algo que some e reaparece no seu clitoris. Um puxão forte e a calcinha rasga com a pressão. Ela nua e exposta, completamente à mercê dele, que está ali pro prazer dela. Ela sente algo encostando no clitoris começando a vibrar intensamente. O gemido sai sem controle. Ela sente o olhar sobre si com um invisível sorriso de satisfação. Sente a respiração dele no seu rosto e a voz falando "abre a boca pra mim". E ela abre, pois confia nele.  Sente então a mordaça, uma corda fina, sendo presa em sua boca. A língua passa incontrolável por ela. Enfim... Ela está lá. Amordaçada. Amarrada. Vendada de pernas abertas. E começa a sentir gotas de calor intenso na barriga. A principio um choque mas logo identifica a sensação da cera quente e o cheiro das velas. Cada gota mais próxima do seu seio. Elas vão subindo. Quase chegando na ponta do mamilo. O gemido e grito ficam presos na mordaça enquanto a saliva escorre pelo rosto e ele lambe do pescoço até a boca e a beija...
Desejo
Se conheceram e desejaram ao primeiro momento. Os olhares profundos, desses que analisam e mergulham no outro foram abrindo espaço para a sedução.
Seduziam-se sutilmente como se o outro não soubesse de seu desejo e assim permaneceram até o dia fatídico em que a vontade subiu a cabeça.

Na escada do prédio comercial, se esbarraram fumando um cigarro. Sob a fumaça, bastou uma troca de olhares para que pulassem em direção ao outro. Ele a agarrou pela nuca e matou toda a vontade num beijo quente, desses que afogam o coração e derretem o corpo. Ela correspondia com a mesma vontade. As línguas se tocando, as mãos tateando os corpos e eriçando os pelos.

A mão dele foi certeira na bunda dela. Apertou e a pressionou contra a parede, já subindo pela coxa. Ela, já sem ar, arranhava de leve as costas dele e levantava uma perna pra senti-lo pressionar contra seu sexo. Sexo esse já molhado e sedento por ser preenchido. Enquanto a boca beijava, a mão descia até a calcinha e constatava toda umidade e calor que ela exalava. Afundou os dedos naquela carne quente enquanto mordia e beijava de leve o pescoço dela. Na mão macia e firme da moça, o pau duro latejava.

Ajoelhou à frente dela e colocou a calcinha de lado. Olhou de relance e sorriu pra ela, que colocou a mão sobre sua cabeça. E assim se fartou do sabor de seu desejo. Afundou a boca e a língua no sexo quente, sentindo o gosto dela escorrer em sua língua e inundar os seus sentidos. Mas ela não aguentou muito. Trocou de lugar com ele e abriu o zíper da calça liberando aquele volume latejante antes preso na calça. E o prendeu novamente em seus lábios, acomodando-o gentilmente em sua lingua. Lambeu, chupou, beijou. E a cada lambida a boceta ficava mais molhada e seu ventre se contraía pela necessidade.

Ele a virou de costas e apoiou no corrimão da escada. De uma só vez, mas devagar, foi sentindo-se escorregar para dentro dela. Quente, apertada, ajustando-se ao membro duro. Segurou a cintura por um lado e esticou a mão até o grelo do outro, metendo devagar e fundo. Meteu, meteu, meteu. Rebolou e mais um pouco sentia as pernas dela tremer, o gemido contido e a respiração arfando.

O tempo era pouco. Ainda extasiada, deitou-se em um dos degraus com as pernas abertas e ele se encaixou sobre ela. As pernas laçaram-se em suas costas enquanto ele entrava e saia gemendo baixo e beijando sua boca. E não aguentou. Com a boca dela na sua e as pernas presas em suas costas gozou. Gozou forte, quente, deixando exalar pelos andares da escada todo o desejo que antes, era contido. Agora, não mais.


Comam suas mulheres!
Homens, homens, homens, meus queridos homens não comam suas mulheres só antes de dormir. 

Aí vocês me respondem: ah, é romântico antes de dormir de conchinha, agarradinho, fazer aquele amorzinho. Sim, é. Mas de vez em quando. Se for só isso todo dia, meus caros, deixa eu dizer uma coisa: além de ficar muito feio pra vocês, fica muito chato pra elas. 

Vocês gostam de ser surpreendidos com um boquete enquanto dirigem, uma pegada escondida por baixo da mesa do restaurante, um pedido de cuzinho na madrugada, não gostam? Pois é, a gente também! A gente gosta quando vocês nos surpreendem enquanto estamos cozinhando, ou entram no nosso banho de fininho sem serem convidados, nos jogam na parede e nos beijam com vontade já roçando o corpo no nosso. Tudo isso pra gente também é muito gostoso. Então porque cargas d'agua nós devemos nos satisfazer com um sexo de vinte minutos só pra vocês esvaziarem o saco antes de dormir? Ou ainda aquele sexo que começa no pau duro e termina na gozada quase instantânea? 

Queridos, entendam de uma vez por todas uma coisa: não interessa se vocês estão mortos de sono, cansados do futebol com os amigos e querem só esvaziar o saquinho. Quer fazer isso? Bate uma punheta no banho. O lado sexual feminino funciona de uma forma diferente do masculino. Pra vocês basta ver uma bunda que o pau já está duro. Eu não sei se já contaram pra vocês, mas com a gente o processo é um pouco diferente. Sabe aquela cena de filme que o cara dá um beijinho e já sai metendo? É só em filme mesmo! Tudo mentira! E se for na vida real, meu caro, você é muito ruim de cama e não esta sendo nada prazeroso pra ela (a não ser que já estivesse previamente lubrificada!). Na mulher a excitação é mais lenta e gradual o que não significa que ela não vai se excitar só em te ver pelado. Significa que ver você pelado é o inicio, mas não é o ponto de partida pra você já sair enfiando boceta adentro. Até porque o órgão sexual feminino é bastante sensivel. Mais ainda quando não lubrificado, ou seja, se ela estiver seca e você ficar tentando passar seu dedo ou pênis na vagina dela não vai ser gostoso e ainda vai incomodar, podendo chegar a doer. 

Mas voltando ao assunto, transar com sua mulher só de noite demonstra uma puta falta de interesse. Dá a entender que você só esta transando pra dormir relaxado e nada mais. Que durante o dia a mulher é uma ameba e a noite é uma boneca inflavel. Já ouvi relatos de amigas que fingiam orgasmos por isso. O cara dava umazinha - bem "zinha" só pra bater ponto - antes de dormir, não dava nem tempo dela gozar, ele apressava tudo e ela fingia gozar só pra ele poder gozar e dormir logo. E o pior é que depois disso a gente se sente a pior mulher do mundo porque colocamos nossas necessidades de lado só pra não emascularmos nossos companheiros. Eu já fiz isso. (Podem me julgar) Acreditem, não é legal. 

Por isso, homens, ouçam meu conselho: comam suas mulheres a qualquer hora do dia. Em qualquer momento. Comam suas mulheres no banheiro mesmo com visita em casa. Vai ser uma rapidinha, eu sei, mas ela vai entender que seu tesão por ela não podia esperar e vai ficar muito feliz. Comam suas mulheres com vontade, com carinho, com amor, com pegada. Não só papai e mamãe ou de ladinho todo dia. Sejam espontâneos. Virem suas mulheres do avesso e de cabeça pra baixo. Joga na parede e chama de lagartixa. Sabe tudo aquilo que vocês gostam de fazer sozinhos porque acham que vamos censurar? Bater punheta, ver filme pornô, estrelar um filme pornô caseiro, gastar o que não pode na sex shop? Então! A gente também gosta! Claro, não é toda mulher, mas de alguma coisa sempre gostamos. Sejam propositivos. Sexo se faz a dois. E não fiquem esperando que elas tomem iniciativa se vocês andam querendo trepar só na hora de dormir porque eu particularmente prefiro não tentar nada do que tentar e ver uma cara de "pode ser daqui a pouco?"

Comam suas mulheres. Trepem com suas mulheres. Fodam as suas mulheres. De dia, de noite, de tarde, na hora do almoço. Acordem suas mulheres de madrugada com a lingua bem molhada roçando no clitoris dela pra ver o que acontece. Ou se devem acordar às oito, coloquem o relogio pra despertar às sete só pra poder curtir um momento agradavel matinal a dois. Planejem situações inusitadas e fora do comum. Elas vão gostar. E se não der naquela hora, tenta depois. Mas comam suas mulheres. E aprendam que mulheres bem comidas são mais felizes. E mulheres felizes tendem a chupar muito mais e melhor. Vão por mim! Eu sei o que digo! ;) 

Beijoselambiidas, 

Flux!






A cinco, a três!
Começou num beijo quíntuplo. Andavam pela sala na penumbra e ela sugeriu um beijo a cinco. Todos toparam. Quando viram, já estavam se beijando. Três homens e duas mulheres, cinco línguas se tocando, cinco bocas se acariciando. Aos poucos ela foi expulsando um por um do beijo até que restasse só ela e seu real objeto de desejo. Ela e a Capitu. Capitu não a que escreve por aqui, mas sim porque sempre que a via, a menina estava com olhos de ressaca, como se a noite anterior  tivesse sido muito boa. 

O beijo delas começou tranquilo, calmo e logo explodiu. A cumplicidade de um beijo feminino era vista por ele, que assistia e se fartava com o que estava vendo. As bocas se tocando, as mãos passeando. Ela segurava Capitu pela nuca e aumentava a pressão de leve e esta respondia com um gemido sôfrego, baixo e se entregava cada vez mais. Aos mãos passeavam pelas costas, o lado do corpo até chegar aos seios e a boca acompanhou. Beijou o pescoço e o colo, apertou a bunda de leve e continuaram a se beijar. O corpo gritava a necessidade de mais até que ele encaixou nela por trás enquanto ela e Capitu se beijavam. Apertou a bunda dela, segurou a cintura com força e enfiou a mão dentro da calça. Ela gemeu e beijou a outra com mais força. 

Neste momento o acompanhante de Capitu que havia sido "expulso" do beijo reapareceu e se colocou atrás dela. Também apertava e roçava, assim como o outro, em sua acompanhante. Elas se beijavam sem perceber o mundo ao redor e aproveitavam o carinho que trocavam com as picas que roçavam em suas bundas, as mãos que passeavam pelos seus corpos. O beijo delas cessou e então trocaram. Ela beijava um, Capitu beijava o namorado dela. Beijos, leves mãos e carinho. Até que ela interrompeu a brincadeira e saiu. 

Mais tarde o menino que Capitu pegava dormia e elas se esbarraram pelo quarto. Um sorriso, um beijo, um convite. Irromperam na barraca do casal as duas juntas, sendo recebidas com um sorriso malicioso do namorado dela. E dali começou. Os três se beijavam e se apertavam e a temperatura foi ficando quente. O casal e concentrou em tirar peça por peça da roupa de Capitu e a dividiram. As bocas passearam pela boca, descendo pelo pescoço, ombros e chegando nos seios. Lá, cada um lambia, mordia, apertava e se deliciava com um seio na boca. Ela chupava o seio esquerdo e passeava com a mão pelo resto do corpo, chegando na boceta molhada e quente. Ao leve toque Capitu gemeu. As bocas nos seis se encontraram e se beijaram, descendo juntas em direção à fenda de seu banquete. E ali ambos sentiram juntos o gosto dela na ponta lingua, por vezes se beijando, revezando dedos e prazeres a quatro mãos. 


Depois elas se concentraram nele. E lamberam, chuparam, apertaram e se deliciaram com cada pedaço do corpo do rapaz. O pau passeava de boca em boca, de mão em mão, entre beijos suaves que elas trocavam e punhetas delicadas. Até que ela não aguentou porque antes de tudo, aquela pica pertencia a ela. Sentou e rebolou, assim de uma só vez. Ele gemeu alto e enquanto rebolava Capitu a beijava e lambia seu corpo. 


E aí a noite estava só começando...
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O sexo bom
Chega um momento em toda relação que o sexo deixa a desejar. Seja pela vida corrida e falta de tempo, seja pela falta de diversidade na vida sexual, seja por problemas de uma forma geral que podem ser dentro ou fora do relacionamento ou, nos casos mais graves, por falta de tesão no parceiro mesmo pelos mais variados motivos. 

Realmente, a vida é corrida, o trabalho, família, estudo, pra quem tem filhos, então, nem se fala! No inicio do relacionamento tudo são flores, os amantes ficam como dois coelhos trepando até não poder mais. Não interessa a hora, o lugar, se alguém está vendo. É quase como se o ar entrasse pelos pulmões de um e passasse para os pulmões do outro. Como se essa fosse a unica forma viável de respirar. Maas, como nem tudo que é bom dura pra sempre, uma hora isso diminui ou simplesmente cessa. E aí, o que fazer? Entrar em pânico é a pior das ações. É preciso conversar, demostrar sua insatisfação ao parceiro e quais são as suas vontades. Nesse quesito já rola um problema de cara. Os homens acham que mulher gosta de conversar demais. Mulheres acham que homens conversam de menos. Aí nesse meio de campo já surge mais um problema que é a comunicação e assim as coisas desandam mais ainda. 


Geralmente, quem reclama mais do sexo são os homens. Aliás, as mulheres reclamam muito também, mas reclamam pras amigas, pro psicólogo, pra manicure, cachorro, papagaio, periquito e menos pro mais interessado nisso tudo, que é quem participa do ato com ela. Os homens, em geral, reclamam da quantidade. E quando não reclamam, rola aquela pulada de cerca que todo mundo sabe como é. Dizem que gostariam que suas parceiras estivessem mais solícitas a praticar o delicioso esporte sexual com mais frequência (além da questão da liberdade na cama, do pudor excessivo e do sexo anal). As mulheres reclamam da qualidade. Os parceiros são muito rápidos nas preliminares, deixam a desejar no sexo oral, saem metendo buraco adentro como se o mundo estivesse acabando. As reclamações não param por aí e eu poderia ficar aqui falando até amanhã sobre tudo o que eu já ouvi sair da boca de uma mulher mal comida. Mas não é esse o ponto, então voltemos... 

Tá. Mais aí você conversa, explica, dá opinião, fala tudo tim-tim por tim-tim. Pronto, meio caminho andado. Pelo menos a comunicação tá ok! Mas, com não existe teoria sem prática, tudo se perde no discurso e quando chega na hora da ação nada muda. E tudo permanece na mesma. Ou melhora por um tempo e depois volta a ser aquela coisa meia-boca, meia-boceta, meio-piru. Pra resolver isso, coloquei uma listinha de coisas abaixo pra tentar resolver esse problema que todo mundo já passou um dia. 

1 -  CONVERSE: Como eu já disse antes, uma das bases de um bom relacionamento é a conversa. A habilidade de trocar opiniões, elogios, insatisfações e assim chegarem a um denominador comum positivo para ambos. Gostou, não gostou? Quer, não quer? Abra a boca e fale! Ninguém traz letreiro e ficar tendo que adivinhar as coisas, principalmente no sexo é exaustivo, perda de tempo e frustração na certa! Demonstre sua vontade, seu tesão pelo outro, as coisas que não gosta. Ninguém perde em saber mais sobre a pessoa que divide a cama com você!  

2 - AUTO-CRITICA: Depois da conversa com seu parceiro (a), faça uma auto-crítica sobre os pontos apresentados por ele e veja no que tem deixado a desejar, pode melhorar ou no que não quer alterar. Não é pra se martirizar achando que é a pior pessoa do mundo e querer cortar os pulsos. É pra ser honesto consigo mesmo avaliando se a sua vida sexual está satisfatória e no que pode melhorar. 


3 - CRIATIVIDADE: Por mais que você ame comer lasanha na vida, comer lasanha todo dia enjoa. Assim pode ser com um pau ou uma boceta. Principalmente quando cai na rotina, o sexo passa a ser só antes de dormir, naquela mesma posição e quando você vê já está pensando nas coisas a fazer no dia seguinte ou na gostosa que você encontrou outro dia na praça só pra gozar. Há de se misturar a lasanha com outros ingredientes. Vai numa sex-shop, planeja uma noite especial, dança pra ele ou pra ela, cozinhe, bata uma punheta ou siririca com ele/ela olhando, grita na rua dizendo que ama, trepe em lugares diferentes, planeje uma noite ou um fim de semana exclusivamente a dois, vá ao motel e prepare algo diferente do usual, amarre, brinque, seduza, lamba, explore partes do corpo que você nunca pensou em tocar, gema, grite, liberte-se. Tenha criatividade e iniciativa pra sentir e dar prazer. São mil e uma opções de coisas pra fazer que podem tornar sua vida mais divertida e satisfatória sexualmente. 

4 - DÊ PRAZER: Tem homem que acha que dar uma chupadinha e meter depois é dar prazer. A mulher vai gozar? Sim. Quer dizer, pode ser que sim,pode ser que não. Mas dar prazer vai além dos órgãos genitais, minha pípoul! É o prazer de tocar, de apertar, de explorar, de conhecer e analisar as reações do outro. É mostrar que seu interesse não está só que ela ou ele tem no meio das pernas e sim no todo, no conjunto, no material todo que você tem nas mãos. Um buraco e uma haste todo mundo consegue. Seja via boneca inflável, profissionais do sexo ou um vibrador. O que muda é a pele, o toque, o desejo, a enfase em dar prazer que a pessoa demonstra e desperta desejo no outro. Seja escravo do prazer do outro e deixe que ele/ela se torne do seu!!!

 5 - JOGUE: E não necessariamente precisa ser algo sexual. Ou pode ser também e o combo está formado. Você pode jogar em troca de uma recompensa, pode jogar com as vontades do outro, propor apostas, ser outra pessoa por uma noite, fantasiar um milhão de possibilidades. O que importa é a pré-disposição a sentir e fazer sentir. Tudo se torna novidade e a vontade vai reacendendo, vai crescendo e você vai conhecendo lados seus e do parceira (a) que nem sempre estiveram tão à mostra assim. 

6 - OUSE E PERMITA: Permita ao outro liberar suas vontades, desejos, pedidos. Mas, principalmente,
permita a si mesmo também. Não adianta o outro estar todo envolvido na brincadeira e você parecer que está cumprindo protocolo. Cama, além de prazerosa, deve ser divertida. Ria, sorria, elogie, brinque, dê nomes, apelidos e xingamentos para aqueles momentos onde você sabe que vai ser diferente e agradável. Sabe aquele desejo escondido que fica lá no fundinho e ninguém sabe? Então! Conte a ele/ela e coloquem em prática. Por mais esdruxulo que seja, se existe respeito na relação, a pessoa vai receber seu pedido com carinho e, por mais que não esteja disposta a realiza-lo, poderá avaliar a possibilidade ou sugerir outras. 

Eu poderia ficar até aqui falando um milhão de coisas que tornariam a sua vida sexual mais agradável, mas se você não tivesse uma coisa simples, nada adiantaria: VONTADE. Do pensamento pra ação existe um longo caminho que só é percorrido se a vontade for presente e mútua. Ninguém obriga ninguém a fazer nada e não existe nada mais entediante do que sexo por protocolo e obrigação. É preciso que seja a sua vontade dar uma repaginada tanto no sexo como em si proprio se conhecendo, avaliando, querendo melhorar e sentir mais prazer e tornar a relação menos rotineira, entediante ou até mesmo chata. 

A responsabilidade é dos dois, mas alguém deve dar o primeiro passo. Se ele ou ela já deu, sinal verde, siga em frente! E se alguém deu é porque se importa o suficiente pra querer melhorar o que está sendo feito e não deixar piorar porque desde que o mundo é mundo é sempre mais fácil invejar a grama do vizinho que cuidar da sua. Da mesma forma que você gosta de vê-la se derreter pra você, ela também gosta de ver que você é absurdamente louco por ela!  Então, tá ai! Tá esperando o que pra gozar e ser feliz? 

E se você tentar tudo isso e não der certo você tem duas opções. Se conforma e aceita as coisas do jeito que estão ou troca de parceiro! No ruim de tudo será novidade! 

Beijoselambiidas, Flux!



Sob a lua...
Conversavam sobre a vida na porta do prédio dele quando as palavras se tornaram beijos e os beijos se tornaram abraços. Logo o calor tomava conta dos dois naquela noite fria de inverno. Ele, de bermuda e blusa branca. Ela de vestido branco e bolero rosa cobrindo os ombros. As mentes, que se acompanhavam rapido, conversaram pelo olhar sobre a possibilidade de procurarem algum lugar a sós. Não, nada de motel ou ir pra casa. A noite pedia uma aventura e ela queria dormir em sua própria cama. 

Ele levantou, segurou a mão dela e saiu puxando pelo corredor. Ela obedeceu acompanhando os passos dele que levaram à entrada da garagem. Lá ele começou o sórdido trabalho de espamcá-la com a lingua, tortura-la com os dedos e amassa-la com o corpo. Encostou-a em numa Fiat Uno 2002 verde que estava estacionada e a beijou com força. Beijou e enfiou logo a mão por baixo do vestido dela, enfiando a cara no decote e procurando o bico do seio. Chegou primeiro à borda da calcinha e quando transpassou aquela linha tenue de pano e desejo encontrou carnes macias e completamente molhadas. Passou a ponta dos dedos de leve enquanto ela gemia. Achou o seio e abaixando o vestido colocou todo na boca roçando a lingua no mamilo. Mais uma vez ela gemeu. Enquanto sentia e gemia, tentava controlar os sentidos e buscar o pau duro dele por cima da bermuda, apertando, massageando, derretendo sob os dedos ágeis e habilidosos dele. 

Conseguiu força suficiente pra abrir a bermuda dele e tomar o talo grosso e duro na mão. Queria na boca, mas não sabia se haveria tempo. Quando ela menos esperou, em meio a beijos fortes, quentes e escorregadios, ele a virou de costas mordendo seu pescoço, abaixando a calcinha e sussurrando:

- Hoje eu não quero minha mulher, hoje eu quero minha puta! 

Ela quase gozou de antecipação. Mas viu que seria desperdicio quando ele a invadiu de uma só vez escorregando pra dentro dela. Forçou-se bem fundo enquanto puxava o cabelo dela e mordia o pescoço. Ela gemia, por vezes alto demais, e ele colocava a mão na boca dela dizendo pra putinha não gemer alto que poderiam ser ouvidos. E enquanto ele segurava a boca dela, a lua olhava pelo canto aberto do predio admirando aquela cena, ela gemia e gozava sentindo o pau entrar com força e os sentidos se perderem. A boca ressecou, o coração palpitou e o corpo tremeu involuntariamente num gozo forte e incontrolavel. Vendo aquela cena, sentindo o ventre dela se contrair no seu, ele gozou, derramando aquela porra pelo chão que se misturava ao óleo caracteristico do chão de garagens. 

A lua aplaudiu. Eles se beijaram, se abraçaram e conversaram mais um pouco sobre as intempéries da vida. No caminho ela a chamou de meu amor, porque não era só porque ela sabia ser sua puta que merecia sertratada assim...





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Do not trespass!
Ahhh, nada como um cu bem chupado... Mas não o meu. Não! Aquele que você começa na ponta do ouvido e vai descendo, passando pelo pescoço, chegando ao peito e seguindo em frente roçando os mamilos no corpo do algoz até o umbigo e desce pela entradinha que leva ao caminho dos deuses...

E ali você brinca de martirizar a vítima com a pontinha da língua, bem no baixo ventre até a virilha, sentindo cada respirada ofegante que flui pelos pulmões dela até que encontra o membro turgescente e pulsante que é engolido, apertado, chupado e lambido. Mas não para por aí.


Você engole com vontade até sentir encostando na garganta e passa a língua no corpo, massageando as bolas - macias, cheirosas, delicadas - com as mãos até que elas entram na jogada e sentem a textura leve e molhada da língua brincando. Mas não se engane! Não pode ser só a ponta da língua, tem que ser a língua solta, divertida, pra sentir o sabor das bolas dele enquanto você desce mais um pouco.

Aí sim a festa começa! Porque a festa começa no períneo! Ah, aquele pequeno espaço de pele que divide a
área possível da proibida. Aquela área que de ínicio tem a placa  DO NOT TRESPASS, mas que com cuidado e ousadia você acaba se tornando uma convidada VIP. E aí lambe o períneo apertando o pau devagar numa quase punheta de leve (mas ainda não)! Lambe devagar com a língua molhada e sente um tremor passar do corpo de quem sente ao seu, mas continua. Aquele misto de medo e excitação que eles não sabem esconder e deixa o semblante tenso. Mas, por fim, eles acabam desistindo e simplesmente fecham os olhos, não querendo ver a cena - e é aqui que a gente ataca! Ataca com carinho, com a língua, lambendo com calma e beeem devagar punhetando com carinho até que se acostumem com a nova sensação. Quando percebe os gemidos arfados já ecoam pelo quarto silencioso. Aquele gemido abafado, que sai de dentro do peito, num semi-desespero ( com a perdão do hífen, mas não se decide entre prazer ou medo) delicioso que quase leva ao sublime. 

Ali eu passei com a língua e brinco. Brinco de dominar, de fazer meu, de mostrar que nenhum limite é instransponível quando há confiança e cumplicidade. Que o prazer é algo sempre novo, desconhecido e que existem muitas formas de atingi-lo. E assim vamos descobrindo juntos. Rebelando, se entregando, dominando. Subo um pouquinho na virilha e desço novamente com a língua firme, abrindo espaço, ganhando terreno enquanto o pau é vagarosamente punhetado derramando a porrinha deliciosa que contém o gosto peculiar do homem, sentindo-a escorrer entre meus dedos em meio àquela pica dura e, ao mesmo tempo, macia. A língua espanca os sentidos e a boca acaricia a área proibida. Beijos, lambidas, chupadas que vão fazendo a boceta pingar de prazer e vontade.

Até que após os gemidos dele invadirem meu corpo e o desespero passar do corpo dele para o meu, eu sento de uma só vez sentindo-o preencher cada pedaço do meu ventre, rebolando, beijando, sentindo... até explodir tremendo, gemendo, arfando, gozando. 

Porque afinal, nada como um cu bem chupado pra me fazer gozar! 








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Quero você...
Eu quero seu abraço, seu carinho, seu cheiro. Quero seu colo, seus beijos molhados que me deixam sem fôlego, dias e noites intermináveis de prazer e delícias ao seu lado. Quero seu corpo. Quero sentir você endurecer na minha boca e escorrer na minha língua, apreciando cada gota desse sabor maravilhoso que só você tem. Quero o toque leve da sua lingua na ponta da minha carne mais macia e sentir o ventre contrair de desejo por você, pra depois olhar enquanto você escorrega suavemente pra dentro de mim, de uma só vez, apertando meu corpo enquanto beijo seu rosto e acaricio suas costas e você segura minha cintura com força, bem do jeito que você sabe que eu adoro. Quero você penetrando fundo e devagar, na calma selvageria dos amantes que desejam aproveitar cada minuto e sentir toda energia que você emana quando está dentro de mim, me beijando, me possuindo. Porque não há como negar. É exatamente isso que você faz na cama comigo quando é assim: você me possui. Você destrói toda e qualquer capacidade que eu tenha de enxergar ou pensar em qualquer coisa que não seja você. Você entrando e saindo de dentro de mim, você me olhando fundo, penetrando meu corpo e minha alma, beijando minha boca, sugando meu prazer, sorrindo pra mim com esse sorriso que me desmonta. Quero você assim, sem parágrafo, sem fim. Quero você pra sentir a vida que gira ao nosso redor quando estamos juntos. Quero você pra me deixar cansada, com aquela letargia deliciosa que só quem é bem comida sabe o que é. E ver o sol se por, e ver o sol nascer e continuar ao seu lado, sobre você, sob você, com você dentro de mim. De todas as formas. Calmo, tranquilo, firme, forte, louco, ao som de System... Preciso de você. Eu quero você e fim pra ser o início...
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Toda mulher...
Toda mulher merece um homem que lhe abra a porta do carro. Não por obrigação, por convenção social, mas por acha que ela merece toda gentileza do mundo, que ela deve ser tratada com cuidado e que os cinco segundos que se perde dando a volta no veículo não são perdidos e sim transformados em beijos que ela lhe dará depois.
Toda mulher merece um homem que a olhe como se ela fosse o diamente mais belo e precioso do mundo, bem como um estudante de História da Arte entrando no Louvre pela primeira vez, extasiado, deslumbrado, encantado. E que este homem, admirador de sua beleza, faça por merecer todos os dias que ela esteja bela, cuidada, para que ele sinta prazer em observá-la.
Toda mulher merece um homem que a pegue com vontade e a deseje como um peregrino deseja água. Que a toque com a necessidade feroz da necessidade de pele, como se a vida dele dependesse daquilo e que esse toque não se perca na escuridão do quarto pós-sexo, mas que perdure até o amanhecer de um novo desejo.
Toda mulher merece um homem que a chupe com a lingua ferina de quem quer invadir, penetrar, dividir e conquistar. A lingua que busca dar prazer e saciar o seu desejo pelo gosto dela em sua boca. A boca que, ávida, busca sugar todo o mel que escorre do meio de seu ventre, deixando todo aquele prazer aos olhos de seu objeto.
Toda mulher merece um homem que a foda com vontade, rompendo barreiras, vergonhas, pudores. Se propondo a inovações, a saciar todo e qualquer desejo que sua fêmea apresente. E não se engane quando falo fêmea. Fêmea no sentido puro e literal da palavra que toda mulher que se permite tem dentro de si. Aquela que faz tudo para saciar sua vontade e a de seu macho, sendo uma boneca ou uma puta que toma tapa na cara pedindo mais. E este homem, este macho, quando estiver dentro dela, sinta-se completo, sinta-se saciado, como se tivesse achado sua morada, seu lugar. Como se no meio das pernas dela estivesse todo alimento que precisa para revigorar suas forças e matar o leão do dia. E no vai e vem de seu quadril, estivesse o mais precioso tesouro jamais descoberto por ninguém da forma que ele descobre, porque toda mulher se torna unica, nova com um novo amor.
Toda mulher merece um homem que a ame, cuide, proteja como nem seu pai cuidou. E esse pai que será companheiro de cerveja num samba na segunda a noite olhará e saberá que sua filha está em boas mãos.
Toda mulher merece um homem que olhe nos seus olhos e diga que a ama e neste olhar esteja toda admiraçao que um ser humano pode ter por outro porque neste olhar, para ele, esta guardado o segredo do porque as estrelas brilham.
Toda mulher merece um homem como o meu. Porque este homem faz com que eu me não me sinta como toda mulher e sim como a sua mulher. E isso, não há esfiha de chocolate do Habib's que pague!

Obrigada por ser o meu homem, meu menino, meu amante, companheiro de aventuras e tudo o mais que você tem sido pra mim. De me mostrar que eu ainda tenho valor e fazer com que eu seja a cada dia uma pessoa e mulher melhor para retribuir tudo de bom que você me proporciona. Amo você!
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Explodindo...
"...como se ela fosse uma estrela prestes a explodir a qualquer momento..." 

Ela olhava pela janela com um cigarro na boca vendo as crianças brincar na vila ao lado. Elas pareciam felizes, gritando e correndo. Imersa em pensamentos bons, foi surpreendida por ele em um abraço forte, um carinho na cintura e um beijo no pescoço. Logo sentiu algo duro, firme atrás de si e deu uma roçadinha leve para não perder o costume. 

- Assim é provocação! - ele disse num tom jocoso.
- E qual você acha que é a intenção? Só um carinho de leve...

Conversaram sobre a dor nas costas dela e ele ofereceu uma massagem. Ela deitada, esparramada na cama
dele, ele sentado sobre ela passando um hidratante que perfumava todo o quarto e massageando as costas nua dela, o lado dos seios, apertando às vezes a bunda, beijando e mordendo de leve as costas e o pescoço. Bastou isso para ela se sentir úmida. O toque suave das mãos firmes dele, macias, que já a deixavam em estado de alerta em qualquer lugar em que estivessem. 

Ele deitou sobre ela a posicionou seu pau exatamente na altura da mão direita dela, que já se abriu para recebê-lo. E acariciou, apertou com carinho, massageou o saco de leve. Ficou passando as pontas das unhas bem devagar enquanto a respiração dele ficava mais pesada e ritmada. A mãe dele dormia no quarto ao lado. Mas o desejo falou mais alto e meio caminho já estava andado. Bastava tirar a calça jeans e a calcinha... E foi exatamente isso que ele fez. Torturou os sentidos dela lambendo e beijando os seios com vontade, tirou a calça, deitou-se ao lado dela e enquanto chupava o bico do seio ouviu-a tropegamente, quase sem ar, sem som, pedindo que a tocasse. E tocou. Passou o dedo naquela fenda quente e sentiu seu dedo afundar no melado do prazer dela, enfiando o dedo fundo de uma só vez. Ela estava pronta para ele. E essa prontidão merecia ser atendida. 

Ela deitada de barriga para cima, abraçando o pescoço dele que estava deitado de lado, implorando por senti-lo dentro dela. Enfiou-se de uma só vez, escorregando para dentro daquele prazer enquanto ela fechava os olhos e sentia-se preenchida, completa. Ele meteu fundo, forte e devagar. Mais algumas vezes e ela gozou ficando imersa em toda aquela sensação por um tempo. Quando voltou a si, pediu que ele a comesse a janela e ele prontamente se levantou, dando a mão para que ela se levantasse. Ela apoiou-se no mármore da janela, empinando a bundinha para ele e se esticando toda. Ele veio por trás com toda aquela vontade, e meteu-se na boceta dela encaixando os corpos. Ela rebolou, ele também, e o tesão foi aumentando, aumentando, até que um ritmo intenso foi posto em prática. Ela já estava à beira do abismo e puxou a mão dele, que segurava seus seios, para segurar sua boca. E assim ela gozou pela segunda vez. Com força, sentindo seu corpo tremer e seu ventre contrair. Mas ele não queria parar. Quando mais ela tremia, mais ele metia. E ele continuou, rebolando, metendo fundo, apertando a cintura, beijando as costas dela, mordendo o pescoço, puxando o cabelo. 


Não demorou muito para que ela gozasse mais uma vez e mais uma. Ele segurava a boca dela. Porque ela gosta assim, mas também porque ela queria gritar, gemer, alto, colocar todo aquela desespero para fora e não podia. As pernas falhavam, o corpo tremia, na ponta dos pés ela gemia baixinho por entre os dedos dele quase caindo enquanto ele a segurava e continuava todo aquele encaixe e movimentos deliciosos. Ela estava literalmente em êxtase, sentindo-se como se fosse uma estrela prestes a explodir a qualquer momento. Assim, sentindo a vibração do corpo dela e os gemidos tímidos que ela fracamente conseguia soltar ele gozou gemendo baixo no ouvido dela. Um gemido rouco, meio animalesco, que ela adora ouvir. Um gemido que é a emanação sonora de todo o prazer que sentem juntos. E assim os dois caíram na cama. Ela ainda tremendo. Ele, buscando o ar. Mas ambos plenamente satisfeitos e certos de que a próxima é sempre melhor. 

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Um dia frio (Final)
Foram para a cama e ele deitou sobre ela, continuando a longa sessão de beijos e carinho, lambendo os bicos dos seios, chupando, beijando a cintura, o ventre e o sexo. Ela estremeceu com o toque suave da língua dele em sua pele mais macia, gemendo baixinho enquanto ele brincava com a língua. Forçou para que ele deitasse e beijou sua testa, seus olhos, o rosto, o pescoço, mordiscou a ponta da orelha enquanto ele abria um sorriso. Foi descendo e beijando o peito dele, passando pela barriga e chegando àquele pau duro, grande e lindo. Passou a lingua devagar na base até a cabeça em todas as direções, passou a língua no saco, colocou um na boca, depois o outro. Brincando com a língua devagar enquanto sentia o gosto dele passeando em sua boca, e passeando com a língua na cabeça, engoliu tudo até encostar na garganta. Ele gemeu, remexeu o corpo na cama e colocou a mão na cabeça dela com carinho. Ela chupava devagar mas com vontade, ele respirava fundo, gemia... 


Subiu o corpo e sentou-se sobre ele. Foi devagar, sentindo seu corpo adaptar-se ao dele, escorregando devagar para dentro dela, enquanto ela rebolava com calma e olhava para ele. Corpos fundidos, ela rebolava roçando o grelo nele, enquanto ele colocava os seios dela na boca, chupando, apertava a bunda, batia de leve, beijava a boca, saciavam o desejo um do outro. De olhos fechados ela só sentia aquela energia pairando no ar, o corpo dele sob o dela e a vontade de gozar crescendo a cada instante. E gozou. Forte, sentindo todo o corpo tremer, a boca ficar seca, os bicos dos seios e o ventre contraídos. A respiração falhava e o corpo parecia não responder aos seus comandos. Um orgasmo, seguido de outro e mais um. Multiplos, tantos, intensos, fortes, da melhor forma que poderiam ser. Caiu nos braços dele respirando ofegante enquanto ele a abraçava e beijava carinhosamente seu rosto, seu pescoço, sua boca. Mas ele queria mais. Queria dar mais e receber mais. Enquanto ela relaxava, ele segurou os dois lados de sua cintura levantando-a um pouco e meteu fundo, rápido, com vontade. Ela gemeu alto literalmente quicando sobre ele que rebolava enfiando todo aquele pau delicioso dentro dela. E, ligeiramente recuperada da intensidade do gozo, apoiou os pés na cama e sentou sobre ele que sorriu e gemeu, olhando no fundo dos olhos dela, que jogava os cabelos desgrenhados e sorria.

Abaixou o corpo apoiando-se nos joelhos e rebolou mais, de um lado para o outro, pra frente e pra trás, e ele disse que se continuasse assim ele gozaria. E quem disse que ela parou? Continuou até que ele gemesse forte e ela sentisse o líquido quente preenchendo seu ventre. Permaneceram assim mais um pouco e foram pro banho, onde ela lavava o corpo dele com cuidado e ele dizia que ela não precisava se importar. O que ele não sabia era ser essa a essência dela. A do cuidado, o do zelo. Lavar o corpo dele para ela era uma via de mão dupla. Um agradecimento pela cama dividida e ao mesmo tempo uma demonstração de apreço. Saíram do banho e fumaram um cigarro ouvindo música e falando sobre amenidades e coisas importantes. Bastou os corpos se tocarem pra que o desejo se fizesse presente novamente.

Deitado sobre ela, que estava de bruços, ele provocava e mordia, lambia, cheirava. Abaixou o corpo e deu-lhe uma mordida na cintura e depois na bunda, apertando, lambendo. Passou a língua mais pra dentro, enquanto ela sorria e olhava para ele, que subiu o corpo e encaixou seu corpo no dela, devagar, até que ela se acostumasse. E meteu, ah, como meteu. Rebolou enquanto ela empinava a bunda e ele segurava a cintura beijando o pescoço dela com carinho e atenção. De lado, com as pernas entrelaçadas e depois de bruços novamente. E naquele entra e sai delicioso, com força, outras vezes mais leve, ela gozava mais uma vez. Virou-se de frente e ele continuava torturando todos os sentidos dela com aquele entra e sai infindável. Agarrando as pernas na cintura dele e envolvendo-o com os braços, afundando o rosto no pescoço dele, que a segurava pela nuca e beijava sua boca, ela gozou pela quinta vez na noite e ele, envolvido em todo aquele furor, gozou também, caindo sobre ela com os braços abertos, o coração palpitando e a respiração entrecortada.


E ficaram juntos mais um pouco, abraçados, ela brincando com o pau dele, passando a língua, despretenciosamente, torturando, desejando, mas se rendendo àquela preguiça e torpor pós gozo. As horas passaram voando e já era hora de ir embora. Pararam para comer, pois ninguém vive de vento e ele a deixou em casa, que adormeceu com o sexo latejando, pedindo mais e rememorando todos os momentos daquela noite que era apenas a primeira.



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