Grandão 1
1,98. Olhos castanhos impenetráveis. Ostenta uma arma na cintura por conta do trabalho e um braço super agradável aos olhos pelas horas de malhação. Nada excessivo, mas com o porte se torna... chamativo. É daquele tipo de homem que você não consegue ler. Postura ereta, sorriso no rosto, me chama de meu amor e desabafa comigo ao telefone (o que parece ser a minha sina).

Depois de toda aquela conversa de adolescente ao telefone resolvemos finalmente nos encontrar. Todas as vezes em que estivemos juntos foram em operações, envolvendo perigo e tensão. E eu ficava imaginando ele me cercando em beco de favela com arma em punho e me agarrando... coisa de louco.Jantamos em um restaurante japonês aqui perto. Risadas, beijos, entramos no carro para ir embora. Como são lindas as mãos dele. Grandes, firmes, as unhas bonitas. Imagina aquelas mãos passeando pelo meu corpo? Dá tesão só de imaginar. Deixou-me na porta de casa e selou a noite com um beijo demorado de despedida.

No dia seguinte eu acordei atacada. SMS logo às dez da manhã.

- Sabe o que se faz com um picolé? Então, queria fazer você de sorvete hoje.

Pra variar ele não responder, mas logo depois do almoço me ligou.

- Se arruma e desce que seu picolé vai derreter.

Banho voando, check pra ver se a situação corporal está favorável, vestido vermelho de ziper, desci correndo.  O carro estacionado na porta do meu prédio dando chance pros porteiros fofoqueiros me acharem mais piranha do que nunca. Chega às onze da manha num dia e no dia seguinte sai assim. E fui, linda e bela entrando no carro já com a mão na coxa dele enquanto ele segurava meu pescoço e me dava um beijo daqueles...
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Fotos/Imagens.
Eu hoje estou estressada. Então não vou ficar rasgando seda com ninguém aqui. Gostaria apenas de avisar que TODAS as imagens que eu posto neste blog são retiradas da internet. As que eu conheço o dono do blog eu deixo um recadinho gostoso dizendo que surrupiei carinhosamente a foto do blog. Os que eu não conheço, sou educada o suficiente para copiar o link e colocar a foto armazenada diretamente com o link da pessoa, ou seja, traffic pra mim, traffic pro dono da foto também.

As pessoas esquecem que uma vez postas na internet, fotos, imagens e textos vão em direção ao mundo e muitas das vezes, na maioria delas, não tem como achar o dono/responsavel por elas no lugar onde esta armazenado no google. Então, se você tem qualquer foto postada aqui e está insatisfeito, avisa por comentário que eu tiro na hora, ok?


A/C Sr. Ricardo Soares, o Simpático.
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Você.
Forte, com carinho, mas com vontade. Era isso que eu queria hoje. Você sobre mim, beijndo minha boca e me vendo sorrir e gemer, enquanto meu corpo se acostumava ao seu. Enquanto meu ventre se abria lentamente para acomodar seu falo grosso e ainda úmido com a minha saliva, depois daquela chupada precisa que eu sei que você gosta, que não esquece o saco e lambe tudo, deixa molhado e brilhante, pronto para me penetrar.

E poderia não ser assim. Poderia ser de qualquer forma. Ou poderia não ser. Poderiamos apenas deitar um ao lado do outro, sentir sua mão passeando pelas minhas costas, apertando minha cintura, a respiração no eu pescoço, simplesmente estar ao seu lado, ser sua por ser e nao somente pelo sexo.

Eu hoje queria você. Na verdade eu quero você todos os dias, de qualquer forma, em qualquer lugar.
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A dança do prazer
E começava assim...

O som embalava meu corpo. Pliè, arabesque, attitude, sissone. Pernas abertas, esticadas, dobradas, alternando com alguma sensualidade da dança do ventre e outros mais brutos do hip hop. O ensaio estava cansativo pelo tempo que estava sem dançar, mas a ânsia de demonstrar o que eu sentia através da dança era impassivel.


Ouvi o barulho do elevador, mas ignorei. Logo depois sentia olhos sobre mim, mas a concentração era tanta que não liguei. Quando errei um movimento, respirando fundo, percebi que a profundidade daquele olhar estava me tirando a atenção. Encostado na parede, com os olhos encantados e um sorriso no rosto ele estava, me observando de longe. Um sorriso surgiu em minha face e eu corri em sua direção, dando um beijo com o corpo longe pelo suor e olhando para ele envergonhada. Reclamou da distância e passando a mão pela minha cintura puxou-me para perto, com vontade, como eu adoro e ele não sabe.

Tantas coisas que ainda não sabe, tantas coisas que ainda não descobriu... Dali não precisava mais nada. Empurrou-me para dentro da sauna e me beijou com vontade, arrancando suspiros e os gemidos fatídicos que denunciavam minha excitação. Passou a barba no meu colo, a linha na curva dos meus seios, tirou minha roupa. Debaixo do chuveiro eu dançava e ele observava, de longe, os movimentos leves que eu encenava. Maravilhado. Extasiado. E eu adorava aquela cara de entrega, de descoberta que ele fazia, como se estivesse vendo algo único, até ali inexistente. Fechou a agua e me puxou para dentro da sauna seca. Aquele cheiro delicioso de eucalipto no ar, a madeira, tudo conspirava para eu já sentir meu corpo se umedecendo, o bico dos meus seios quase doloridos de duros, minha boca ofegante...

Sentou e colocou-me de frente para ele. Com a boca na altura dos meus seios, segurou com cuidado e colocou um na boca. Depois o outro. Passou a lingua entre os dois, na ponta dos bicos e afundu o rosto ali, como se fosse um local seguro. Segurando meu pescoço, abaixou-me e beijou-me a boca. Levantou minha perna esquerda devagar e passou os dedos pelo meu sexo, já completamente pronto para recebê-lo. Mas ainda não era a hora. Passou a lingua do inicio da minha fenda até um pouco mais embaixo e eu senti um arrepio na espinha. Lambeu, chupou, enfiou um dedo devagar, com carinho e pressão de quem sabe o que faz. Eu simplesmente viajava e curtia o momento. Não havia forças no meu corpo para mais nada.


Tirou a blusa, abriu a calça e quando eu voltei do meu transe de excitação tudo o que eu vi foi tudo aquilo duro, teso, brilhando para eu recebê-lo. Abaixei devagar olhando nos olhos dele e lambi só a pontinha. Ele gemeu. Mordi de leve, ele puxou minha cabeça. Tirei a mão dele da minha cabeça e engoli com vontade. Enquanto eu o chupava e me deliciava, pude ouvir pequenos gemidos saindo da boca dele. Sons guturais, inexplicaveis foram seguidos por adjetivos como 'gostosa', 'safada' dentre outros. Mas eu queria mais. Eu queria dar e receber ao mesmo tempo. Virei de costas e sentei sobre ele, devagar mas de uma vez só, sem pensar, sem respirar. Pude senti-lo invadindo meu ventre, preenchendo meu corpo, cada pedaço de mim. E como era bom, maravilhoso. Rebolando, segurava o pescoço dele por trás e gemia, de quando em vez virava e beijava sua boca, ofegante, querendo mais. O olhar na face dle era impagável, inexplicável, inesquecivel. E segurava meus seios, passava a mão pela minha cintura só pra me deixar louca e aproveitava cada segundo daquilo.


Até que falou baixo no meu ouvido que me queria de quatro. Pode não ser a preferida, mas como negar um pedido desses? Lá estava toda aquela bunda morena pro alto, à espera dele, do pau dele, da vontade dele. E uma gota do meu prazer pingou na madeira molhada, dentro da sauna quente, o vapor entre nossos corpos, entrnaod e saindo de nossos pulmões como ele entrava e saia de mim. mais um pouco eu ia gozar. E gozei, com ele segurando minha cintura com uma mão, o cabelo com a outra e gemendo baixo. Eu queria gritar, sentia meu corpo explodir, mas não podia. "E os vizinhos?" Foda-se os vizinhos. Gemi alto. Não deu pra segurar. Não queria segurar. Queria que ele soubesse exatamente o que me fazia sentir, o quão prazeroso era tudo aquilo. E logo depois ele disse que ia gozar...

Não poderia perder esse cena. Virei e sentei na madeira, segurando aquele pau duro, com vontade, colocando n boca e chupando rápido, até senti-lo derreter em minha boca. E gemeu, segurou meu cabelo e fechou a mão enquanto gozava com mais força e vontade do que uma fissão nuclear. Quanta energia exalava daquele corpo, quanto prazer proporcionado em tão pouco tempo, quanta satisfação entre duas pessoas que aproveitam o momento em que estão juntos.

E quem disse que depois eu tinha forças pras ensaiar mais? Por mais que ele quisesse que eu dançasse para ele, tudo o que eu queria era ficar ali, deitada nos braços dele, sentindo minhas pernas tremerem e minha respiração ofegar. Nada mais era preciso, apenas o cheiro do eucalipto, o chuveiro, as lembranças na memória e a vontade para continuar depois.
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Como?
Eu preciso reaprender que o fato do passado ter sido perfeito, não quer dizer que o futuro não possa me surpreender.
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Black Belt.

'Eu olhava e via à minha frente o corpo mais perfeito que já foi criado. Depois de todo o prazer daquela noite, o que eu poderia fazer a não ser admirá-lo?'



Depois de muita conversa e laços criados, decidimos sair. Problemas com a moto no caminho, um inicio de chuva e parecia que ia dar tudo errado, quase me fazendo desistir. Entramos, estacionamos em um lugar que eu já conhecia e subimos. O local era espaçoso e a principio ficamos conversando sobre a arquitetura do ambiente.

Fui para o banho, pois eu não queria nada a não ser uma água morna percorrendo meu corpo, enquanto ele continuava resolvendo coisas do trabalho ao telefone. Relaxei, lavei meu corpo e depois foi a vez dele. Pensei que seria interessante tomarmos banho juntos, mas ainda faltava certa intimidade. Depois foi a vez dele, enquanto eu relaxava deitada na cama.

Quando saiu do banho, viu-me deitada de bruços com o lençol até a metade do corpo e puxou o tecido, deixando meu corpo à mostra.

- Benza Deus, que bunda deliciosa! – ele disse rindo.

E foi beijando meu corpo, lambendo minhas coxas, virando-me de frente e beijando minha boca. Colou seu corpo no meu, segurava meu cabelo e beijava meu pescoço com calma e suavidade, enquanto eu me sentia umedecer e curtia o momento. Virou meu corpo e colocou-me sobre ele e eu o beijava com vontade e calma, encaixando nossos corpos superficialmente e acariciando seu peitoral definido. Descendo, fui beijando seu abdômen, lambendo aquelas entradinhas deliciosas que levavam ao prazer da carne e apreciando aquele corpo perfeito e cheiroso, sem nenhum pelo, que naquele momento se entregava ao meu prazer. 


Mordi suas coxas de leve e segurei seu pau com vontade, fazendo leve pressão na cabeça, colocando na boca. Lambi todas as partes antes de chupá-lo e passei o piercing na cabecinha, sentindo sua respiração mudar e ouvindo-o me chamar de gostosa, dizer que minha boca era deliciosa e o quão bem eu dava prazer a ele. Fiquei ali por um tempo, observando aquela pica linda, grossa, bem cuidada, que brilhava com a minha saliva e soltava aquela porrinha doce que me deixava com mais agua na boca. Quanto mais eu chupava, mais eu queria senti-lo na minha boca. Encostava na garganta e pressionava, apertava com a mão, me divertindo e adorando vê-lo sentir prazer. E por algum tempo eu o chupava e ele me chupava ao mesmo tempo, em um 69 delicioso que me segurava de gozar e me enlouquecia ao mesmo tempo.

Joel estava simplesmente adorando. Embora eu fosse completamente contra misturar prazer e trabalho, naquela noite valia a pena. E depois de chupá-lo por um bom tempo, jogou-me na cama com aquela técnica maravilhosa de quem luta há tanto tempo e abriu minhas pernas com a lingua, procurando chegar à minha fenda, aquecer-me com o toque suave de sua boca quando encontra meu sexo. E assim eu me derreti na sua boca. Tão simples, com tanta vontade acumulada, uma mão apertando um seio e a outra pressionando sua cabeça de leve contra meu corpo, rebolando, sentindo as pernas tremerem, sentindo o olhar do abismo diretamente nos meus olhos. 
Eu estava entregue. Eu estava mole. Eu estava gozando. Da forma mais simples, na boca dele. E ele se lambuzava no meu prazer, adorando a sensação de me proporcionar tudo aquilo. 
Não dava mais pra aguentar e acabamos esquecendo de pedir preservativo com aquele fogo todo. E quando eu me estiquei toda pra pegar o telefone, ficando de quatro na cama, bunda bem pro alto, sentindo meu sexo gotejar ainda do prazer que ele me deu, só deu tempo de sentir aquela boca vindo por trás e passando a lingua do meu cuzinho até a abertura do meu sexo. Falar no telefone era muito dificil, mas eu consegui. 

A camisinha chegou e dali pra frente é tudo muito misturado. Eu lembro de Joel me colocando de frente, rebolando, lembro de termos recriado algumas posições de nossas lutas preferidas, dele me colocar de quatro e eu ir sentindo aquela pica grossa me invadindo devagar, enquanto ele segurava minha cintura e beijava minhas costas. E foram inumeras vezes em que eu gozei. Gozei de frente, de ladinho, com ele metendo devagar e colocando um dedinho no meu cuzinho, respirando no meu pescoço. Até que ele não se segurou e gozou comigo deitada de bruços, no alto da minha bunda, gemendo, arfando, apertando meu corpo. 


Fui para o banho enquanto ele respirava. Quando voltei, conversamos um pouco e ele me fez sentar de frente para ele, pois queria acariciar meus seios, grande fascinio dele. E elogiou meus dois pessegos, colocou na boca, massageou meu pescoço e minhas costas, até que eu cai relaxada, com as pernas abertas de frente para ele, que logo já excitava meu sexo e enrijecia o bico dos meus seios. Assim Joel me puxou cima com uma só mão, enquanto eu não sabia se entrava em pânico ou se simplesmente me entregava. E enquanto eu reclamava sobre eu ser pesada, ele dizia ser 'black belt' (faixa-preta) de jiu-jitsu, que me pegar no colo com vontade seria o menor dos problemas dele. E assim começava tudo de novo. O carinho, o sexo, a vontade, o prazer. E fez valer todos os anos de luta, num misto entre vontade, pressão e carinho, ás vezes dando tapas em minha bunda, apertando com vontade enquanto dizia que ela era grande e gostosa. E eu adorando tudo aquilo, pensando que devia ter saído com ele antes.

Assim a noite começou. Com sexo, passando por prazer e terminando em samba. Eu gozei mais umas três vezes e ele, por fim, gozou também, me apertando contra si. Curtimos um pouco juntos até que nossos telefones não paravam de tocar. Eram nossos companheiros de trabalho que estavam nos aguardando para sair e não podiam saber que estavamos no motel. Deixou-me em casa e foi se arrumar. Coloquei uma calça preta apertada, blusa listrada cinza e um salto bem alto. Nada mais importava naquela noite. Apenas os olhres secretos que trocamos, cheios de segredos e de lembranças de uma noite inesquecívelmente deliciosa.
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Se...
... dar o cu fosse ruim, não exitiria viado no mundo!


Depois eu comento.

Beijoselambidas, Flux!
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Se ele soubesse...
...que a melhor sensação do mundo é estar deitada com o corpo dele perto, chamando, pulsando, querendo. E não ceder, deixa-lo implorar, sentir a necessidade a flor da pele, gritando, em pedidos quase sôfregos para que eu me entregue e me abra pra ele. E ainda assim dizer não e aguardar que ele tome uma atitude e como um guerreiro bárbaro me segure nos braços e tome o que é seu por direito.

Que o toque perfeito é sentir as mãos dele passeando pelo meu corpo, reconhecendo o que há tanto tempo já é seu territorio, unico e exclusivo, causando arrepios, subindo as montanhas dos seios, descobrindo a gruta do meu sexo e fazendo jorrar um rio de prazer pela proximidade com o seu corpo e o simples toque com os seus dedos.

E que isso beira a magia das ninfas. Que encontram a forma mais delicada de ser desejada. Que causam a felicidade com um toque, o prazer com a atenção e a vontade com um simples olhar. Você me satisfaz perfeitamente, do jeito que é, quando eu fico deitada ao seu lado e você me pede pra ser sua e a gente fica naquele jogo delicioso de eu fingir que não quero e você fingir me convencer.



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Presentinho 3

Na semana do meu aniversario, voces que ganham presente. Espero que gostem! Beijoselambidas, Flux.
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Petite mort!
Se alguém me dissesse que a tarde acabaria assim eu riria na cara e diria que estava louco. Cheguei lá e a cara dele nao poderia ser pior. Tristeza, confusão, tudo estampado naquele meio sorriso que ele tentou esboçar quando me viu. Entrei, deitamos na cama e ficamos conversando. Risadas, mordidas e a minha tentativa frustrada em tentar alegrá-lo. 


Fui tomar um banho pra refrescar do calor e quando voltei, já vestida, depois de deitar sobre ele a vontade falou mais alto e aiii... sentei sobre ele rebolando, beijando sua boca, já completamente excitada. Enquanto eu levantava pra fugir da tentação de ter o corpo dele proximo ao meu ele abriu meu soutien com uma mao e agarrou meu seio pelo lado com a outra. Fechamos a porta e ali a tarde começava a fazer algum sentido. Sentada sobre ele, rebolando devagar, tirei a blusa deixando à mostra os seios com os bicos duros que ele já colocava na boca e passava a lingua devagar. A vontade era tanta que ninguém pensou em nada. Eu sentia o braço dele segurando minha cintura pelas costas e me puxando pra perto, o toque suave da boca dele na minha e meu sexo escorrendo de vontade de tê-lo dentro de mim. Puxou minha calça e abriu minhas pernas, lambendo meu prazer, minha vontade, deixando-me cada vez mais enlouquecida.

Não deu para segurar e puxei seu braço, e ele subiu o corpo, abaixou o short e eu só senti aquela estocada firme, de uma vez só, tirando meu ar e preenchendo meu ventre. Rebolou, forçou-se ara dentro, lambeu meus seios, dobrou minhas pernas e meteu fundo. Não demorou muito eu comecei a tremer e gozei com vontade, querendo gemer alto mas sem poder, pois o irmão dele estava na sala. Não parou. Continuou dentro de mim, me enlouquecendo, beijando minha boca com carinho e ternura e eu pedi que fizesse amor comigo. 


Devagar, com calma, me olhando nos olhos e beijando meu rosto ele foi colando o corpo no meu enquanto eu sentia meu coração acelerado e uma vontade imensa de nunca mais sair dali. Acelerou o ritmo e logo eu já estava louca novamente, gozando, mordendo o travesseiro para não gritar, gemendo baxinho no ouvido dele. Um pouco depois ele quis gozar e eu pedi que não, mas não deu pra segurar. Ele gozou meio travado e eu me senti culpada. O minimo que eu poderia fazer era recompensá-lo.

Esperei que recuperasse suas forças e quando ele deitou ao meu lado, respirando fundo, perguntando se eu estava bem tudo o que eu queria era senti-lo endurecer novamente na minha boca. Parece que nossos pensamentos funcionam juntos, pois nesse momento ele olhou para mim e disse:

- Sabe o que eu queria que você fizesse agora?

- Não sei, mas seja lá o que for, eu só faço depois que te chupar.

- Mas era exatamente isso que eu queria. - E sorriu o sorriso mais doce que ele tem, com calma, graça e me fazendo entender o porque de muitas coisas.

Segurei aquela pica endurecida que eu adoro e passei a lingua em todo o comprimento, lambi as bolas, coloquei na boca, lambi a cabeça, massageei com a mão e a ponta dos dedos. Coloquei tudo na boca e fui descendo até encostar na garganta. Pressionei um pouco e chupei com vontade, aumentando o ritmo, diminuindo, aumentando novamente e fiquei assim um tempo, até que ouvi um 'que isso' e um gemido baixo. Quase um silvo. Ah, como eu adoro quando ele geme. Tem realmente o prazer de me satisfazer e deixar feliz com um gemido. O pau dele brilhava e eu precisava dele dentro de mim. Sentei sobre ele devagar, sentindo-o abrir meu segredo com calma, explorando meu interior no caminho que ele já conhece. Rebolei, sentei com força, rápido, devagar, enquanto ele segurava e lambia meus seios com aquela cara de tesão que ele faz quando segura meus seios com as duas mãos e os faz parecer enormes. Colocou os bicos na ponta da lingua e depois um e outro na boca. E eu rebolava, subia e descia até que o tesão foi demais e eu gozei mais uma vez, com as pernas tremendo, o coração acelerado e a boca completamente seca.

Mas eu queria que ele gozasse de novo, com vontade, sem se travar, sem segurar. Olhei nos olhos dele e pedi que me comesse de quatro e eu ganhei a tarde pelo brilho nos olhos dele quando ouviu isso. Fiquei de quatro na cama, com um pé no chão e o joelho dobrado e ele veio por trás segurando minha cintura e forçando-se pra dentro. Eu olhava de lado e via o tesão estampado no rosto dele e gemia baixo, adorando a sensação de tê-lo todo dentro de mim, satisfeito, excitado. Meteu fundo, meteu pouquinho, me fez gozar de novo. É sempre assim. Eu gozo loucamente quando estamos juntos. Com vontade, sem querer parar, sem pensar em nada que não seja ele dentro de mim novamente. E ele ia colocando e tirando, estocando com vontade, puxando minha cintura, apertando minha bunda até que me avisou que ia gozar. Quando ouvi isso parece que alguma coisa aconteceu dentro de mim e eu senti o meu corpo todo vibrar novamente. Segurei o travesseiro, mordi a ponta e arranhava os lençóis segurando para nao gozar mais uma vez enquanto sentia ele gozar e o liquido de seu prazer escorrer pelo meu corpo.


Quando ele gozou eu quis fazer dirente. Ia terminar da forma que ele mais gosta. Puxei seu corpo pra perto e devagar fui colocando seu pau no meu cuzinho, apertando de leve, rebolando um pouquinho. Mas se continuasse ia começar tudo outra vez e o tempo era escasso. Mas quando senti seu pau penetrar,foi impossivel segurar. Minhas pernas bambearam e eu caí na cama na 'pequena morte', como chamam os franceses. Tremi por uns cinco minutos, sem parar. Parecia que meu coração ia explodir e minha alma abandonar meu corpo. Mas eu estava feliz. Satisfeita, no sentido mais literal da palavra.



*Obrigada pela tarde deliciosa. É sempre assim, do nosso jeito. 


** Foto delicadamente surrupiada da Neguinha linda do Desejos Inconstantes.
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De volta.
Amanha eu prometo postar um textinho novo e delicioso pra vocês. A Tarada tá de volta na area!

Beijos e muitas lambidas, Tara Flux.
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É assim que a gente faz...
Não há como dizer que a nossa cama é só cama. Que nesse meio tempo não desenvolvemos carinho, preocupação, vontade e um jeito nosso de dar prazer um ao outro.
Depois de uma noite anterior de muita conversa e verdades, a vontade seria finalmente saciada. Chegamos no nosso local de sempre, ele deitou e pediu uma massagem. Tirou a blusa, ficou de calça jeans. Montei sobre ele, que estava deitado de costas e fiz uma massagem meia-boca, pois odeio fazer massagem a seco. Depois fui mordendo seu pescoço, lambendo a pontinha da orelha, beijando as costas...

Logo ele virou de frente e girou o corpo, beijando minha boca, apertando minha cintura. A vontade, que ja era grande, se tornava absurda. Mas eu tinha levado um corset preto pra vestir pra ele e assim eu fiz. Levantei e fui ao banheiro trocar de roupa. Quando voltei e acendi a luz pude ver o desejo nos olhos dele. Um sorriso no rosto dele me deixou mais satisfeita do que qualquer orgasmo. Ele esticou a mão e me puxou pra perto, sentando-me na beira da cama de costas pra ele e foi beijando meu pescoço, acariciando meus braços, dando mordidinhas de leve nas minhas costas e tirando fita por fita. Tirou tudo, lambeu minhas costas de baixo até em cima e deitou-me na cama, olhando nos meus olhos, puxando minha calcinha devagar. 




Desceu lambendo o bico dos eus seios, mordendo minha barriga de leve, beijando minha cintura. Beijou minhas coxas, chegou ao ponto certo. Abriu meu sexo com a lingua, depois com a ponta dos dedos e beijou meu segredo, lambendo, fazendo com que eu ficasse fora de mim. Gemi, arranhei, sufoquei a repiração para não gritar. Precisava tê-lo dentro de mim. Ficou ali por minutos deliciosos que pareceram horas. Era uma tortura pulsante, um desespero velado. Não adianta, eu nao gozo assim. Só se for do jeito certo, no dia certo. Depois de me torturar por um tempo ele se fundiu a mim, de uma só fez, num só segundo. E eu gemi, arqueei o corpo, beijei sua boca. E foi um beijo tão diferente. Cálido e ao mesmo tempo ardente, cheio de vontade e carinho. 



E ele estocava, rebolada, me tirava do serio, como sempre faz e eu adoro. Não demorou muito eu gozei a primeira das muitas vezes que gozaria naquela noite. Um pouco depois, ouvindo meus gemidos, vendo meu desespero, ele gozou também. Conversas, banhos, quase uma briga. E cinco minutos depois risadas, abraços, beijos. Porque com a gente é assim. Tudo sempre se resolve. Até quando? Enquanto mantivermos carinho, respeito, desejo um pelo outro. 

Logo começava o segundo round. Eu estava por cima dele, beijando o pescoço de leve, fazendo carinho e rindo quando pude senti-lo endurecer. Desci beijando o corpo dele e colocando o pau na boca devagar, sugando, lambendo, beijando, pressionando com a garganta. Depois de me divertir por um tempo montei sobre ele novamente, e depois de ficar passando a cabecinha do pau em mim, foi escorregando, penetrando, enquanto eu ia rebolando. Rapido, devagar, do jeito que for, é sempre bom.

 
Foi a vez dele de ficar por cima. Ai o desespero estava completo e a denuncia disso era minha mão sobre a boca segurando para não gritar, agoniada, enquanto ele brigava comigo para tirar a mão da boca e estocava fundo. Mais um pouquinho ele pediu e eu dei. Tudo o que ele me pede eu faço com um sorriso no rosto. Virei de bruços, ele veio todo cheio de desejo e ficou brincando na portinha. Rebolei, senti entrar. É inexplicavel a sensação quando ele come meu cuzinho devagar, segurando minha cintura com força, respirando no meu pescoço. Fui rebolando devagar, relaxando cada vez mais. Os bicos dos meus seios doíam de tão duros que estavam. E num desatino e puxa meu cabelo e diz: 'você gosta né, safada?' Foi o suficiente pra eu morrer ali. E no auge da minha 'pequena morte' eu arranhava a parede, desesperada e afundava o rosto no travesseiro para não gritar. 


Quando vi que não ia conseguir abafar o grito, levantei o rosto e gemi, alto, com vontade, o que foi o estopim para que ele gozasse também. Gozou com vontade, puxando minha cintura pra perto, segurando a respiração, dizendo o quanto eu sou gostosa.

Eu estava zonza, de pernas bambas, tremendo todo o corpo, mas feliz. Porque é assim que ele me deixa, é assim que ele me satisfaz.

*Obrigada pelas noites de risadas, pela cumplicidade, pelo carinho e por me satisfazer sempre que nossos corpos desejam (tá, nem sempre, mas quando dá! haha). Obrigada por me deixar tentar faze-lo feliz e me fazer tão feliz como você me faz. Obrigada por se manter parte da minha vida e me manter parte da sua, quando tudo dizia que deveria ser ao contrário. Beijos
"Eu gosto tanto de você que até prefiro esocnder. Deixo assim ficar, subentendido."


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Sumiço!
Gente, por problemas tecnicos eu devo ficar um tempinho sem postar. Assim que der, eu volto! Beijos
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Eu queria!
Eu hoje só queria te sentir na minha boca e me fazer gozar assim. Passar a lingua na cabeça do teu pau e te engolir todo, colocar tudo na boca, até o fim e te apertar devagar com a garganta, segurando a base da tua pica com a mão, firme, passando a lingua em volta... enquanto os outros passam e olham pela janela, cheios de inveja. Foda-se se alguém ia ver, mas a minha vontade ia estar saciada, meu desejo seria resolvido.



E sentir meu sexo pulsando, os bicos dos meus seios duros pela vontade de você, meu corpo mole pelo efeito do vinho pra você fazer o quisesse... E gozar, só te dando prazer, sentindo você inundando o céu da minha boca.



Foto deliciosamente roubada do My Seduction - Your desire!
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Enfim *Continuação 1*
E apertava minha bunda e minhas coxas com vontade, como sempre faz enquanto está dirigindo. Minava minhas forças pela boceta, melada, pulsante, ardendo de desejo de tê-lo dentro de mim. Quanto mais me lambia, maior era o desespero. Eu não conseguiria gozar daquela forma. Precisava de mais força, mais intensidade, mais desejo.Abria mais as minhas pernas, passava a lingua desde de o comecinho do cu e subia, carregando em sua lingua o fruto do meu desejo.

Até que se equilibrou sobre mim, beijou-me a boca e deixou-se escorregar para dentro do meu corpo. Enquanto penetrava devagar, beijava minha boca, puxava de leve minha cintura para mais perto de si. Foi metendo devagar, gradualmente, aumentando a força, a intensidade, a velocidade. Logo eu já gemia, por vezes colocando a mão na boca para gritar e ele dizia baixinho no meu ouvido 'aqui pode', por outras vezes em que eu quis gemer e a presença de pessoas ao redor impedia. Segurava meus seios enquanto estocava, eu pedia mais e ele me dava mais. Passou as mãos nos meus braços abertos e abandonados na cama e me deu as mãos, beijando-me a boca, rebolando, metendo-se em mim, esfregando seu corpo no meu. Gozei forte, segurando seu corpo entre minhas pernas, respirando descoordenadamente, tremendo, gemendo. 

Ele continuou, sem parar de me alucinar, mordendo meus seios enquanto metia com vontade, apoós tanta vontade acumulada. Gemi em seu ouvido e pedi que gozasse comigo. Eu ja me segurava pra não gozar de novo enquanto ele estocava forte, cada vez com mais jeito e vontade. Até que nao se aguentou e gozou, com segundos de diferença de mim. Pela primeira gozavamos separados. 

Fui tomar um banho pra relaxar e logo depois ele veio atrás. Conversavamos no banho, beijos, a água fluia por nós dois, pelos nossos corpos molhados, juntos. Eu abaixei devagar e coloquei a cabeça do pau dele na boca, que fechou os olhos e viajou. Fui sentindo seu pau endurecer na minha boca. Uma das melhores sensações que existem. Voltamos pra cama. Ele deitou e eu fui para a janela fumar um cigarro. Ficamos assistindo Simpsons juntos e rindo, porque entre a gente é tudo assim tão simples e prazeroso, mesmo não seja nada. 

Logo a vontade já estava presente e eu ja estava com ele na boca de novo, enquanto dizia que minha boca era deliciosa e eu passava a lingua na cabecinha, lambia toda aquela pica tesa, latejante, enfiava tudo na boca, dava prazer a ele. E quando eu sentei sobre ele, sentindo-o invadir meu corpo, um arrepio na espinhaatravessou meu corpo...



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Enfim...
Sentada no bar eu estava, aguardando a chegada dele. Ia para o meu segundo chopp quando chegou. Calça bege, blusa verde, banho tomado, cheiroso. Delícia. 

Vamos? Claro! Chegamos, banho. É, eu sempre tomo banho quando chego a motel, independente de ter saído de casa ou não. Principalmente para relaxar, por ser a nossa primeira vez em um lugar adequado, silencioso, sem ninguém por perto. 

Saí do banho ele estava deitado na cama, olhando para o teto, sem camisa, de calça, ainda. Achei isso fofo. Parecia estar me aguardando para despi-lo. Deitei sobre ele, beijou-me a boca. Os bicos dos meus seios já estavam tesos pelo frio, pelo medo e pelo tesão. Ficamos nos beijando por um tempo até que fui descendo pelo seu corpo até chegar em sua calça. Abri um botão, ele abriu o resto. Tirou só a calça, deixou a cueca box preta. Ahh, como eu adoro cueca box. Fui mordendo seu pau devagar, por cima da cueca, puxei a cabeça pra fora, lambi e tirei aquele pano que me impedia de chegar ao meu objeto de desejo.

Lambi, chupei, coloquei a 'porrinha' na ponta da lingua e senti o gosto dele. Gemi. Desejei tê-lo dentro de mim com toda força. Mas ele não queria ainda. Não, ele queria me torturar. Deitou-me na cama e beijou-me os lábios. Desceu, chupou meus seios demoradamente, beijou minha cintura. Ahhhh, desespero. Mordeu, lambeu, desceu mais. Beijou a ponta da minha fenda, abriu-me devagar, lambeu meu segredo. Ficou assim por um bom tempo. Lambia e chupava enquanto enfiava um dedo devagar. Mordia minha coxa, segurava minha cintura, apertava minha bunda...


Deliciem-se. O resto amanha eu conto!
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Com Vontade!!
Desta vez nao interessa como chegamos lá ou o que fizemos antes. O importante é que ele me colocava em cima da pia do motel e fodia com vontade, segurando meus seios, beijando minha boca, urrando de tesão enquanto eu gemia desesperada, quase gozando. Faltava pouco para os dois e acabamos gozando juntos. Corpos suados, hora do banho.

A agua caía morna entre nós dois e eu abaixava com o sabonete a mão ensaboando seu corpo. Lambia a cabeça de seu pau devagar, colocando na boca, lambendo as bolas enquanto as pernas dele tremiam e ele puxava meu cabelo. Logo ele já queria mais e eu adorava isso. Essa insaciedade do meu corpo, da minha vontade, do meu prazer.

Voltamos para a cama enrolados entre beijos e brincadeiras. Jogou-me na cama, abriu bem as minhas pernas e foi lambendo a parte interna das minhas coxas, mordendo, me deixando arrepiada até que chegou na minha boceta molhada e passou a lingua de uma só vez e enfiando um dedo devagar. Meu corpo estremeceu. Ele chupou e enfiou a lingua com mais força, roçando a boca no meu sexo, me fazendo viajar.


Sem que eu percebesse ele se jogou sobre mim e enfiou o pau com vontade, de uma só fez, me fazendo voltar à realidade e aproveitar a nova sensação. Num ritmo delicioso eu gozava pela quarta vez na noite. Com força, quase rápido, mas o melhor, com a plena certeza da vontade dele de mim. E não demorou muito, após ouvir meus gemidos, ele gozou também. E adormecemos exaustos e satisfeitos.
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Hoje
Se tudo der certo, hoje vai dar merda!


*Update: Claro que deu merda. Sempre dá! hahahaha MAs depois eu conto que agora eu preciso dormir. 


Beijoselambidas, Flux!
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Assim...
Mas alem disso, eu quero você assim, para terminar o que você tentou começar e eu não deixei.

Roubei da Nega também! Ô mulherão! Beijos, neguinha!
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Desejo
Domingo: meu time perdeu, o seu ganhou. E daí? A pouca comemoração valeu a pena. Cheguei em casa tomei um banha frio pra aplacar a vontade de você. Do gosto da sua boca, do cheiro da sua pele, do toque da nossa pele uma na outra. Da vontade de gemer e gritar pra você ouvir.De dançar pra você, de ouvir você falar, hummmm, caralho, pretinha.

E após o banho minha cama foi o lugar pefeito pra amenizar essa vontade. De pernas bem abertas, respiração ofegante e bicos endurecidos, eu enfiava um dedo bem fundo, devagar, desejando que fosse seu pau a me comer, me foder, me enlouquecer.

Eu quero. Isso é um fato.

*Foto carinhosamente afanada do Desejos Insanos, lugar delicioso da Nega maravilhosa.
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    Tara Flux*: Eu escrevo a verdade. A minha verdade. Verdade que pode ser a minha realidade ou a minha imaginação. Sou literalmente louca e o melhor da minha loucura é que ela por ser sã, não tem cura. Beijoselambiidas, Flux*.

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